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Taxonomia Profa. Lillian Alvares, Faculdade de Ciência da Informação. Universidade de Brasília.

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1 Taxonomia Profa. Lillian Alvares, Faculdade de Ciência da Informação. Universidade de Brasília

2 Origem O termo taxonomia tem sua origem no grego Táxis (ordem) Nomos (lei, norma) e derivou-se de um dos ramos da Biologia que trata da classificação lógica e científica dos seres vivos, fruto do trabalho do médico e botânico sueco Carolus Linnaeus, com sua Biologia Sistemática.

3 Definição Um vocabulário controlado de uma determinada área do conhecimento, e, acima de tudo, um instrumento ou elemento de estrutura que permite alocar, recuperar e comunicar informações dentro de um sistema sob uma premissa lógica No contexto da Ciência da Informação, taxonomia é um sistema para classificar e facilitar o acesso à informação.

4 Conceito A taxonomia inclui não somente um sistema de classificação como também a teoria e os métodos utilizados para construir um sistema de classificação. Pode-se afirmar que a taxonomia é definida como a teoria prática da classificação.

5 Conceito Não existe uma taxonomia certa ou errada, o que existe é uma taxonomia organizada a partir de um determinado ponto de vista, uma forma classificatória de entendimento de uma dada realidade, atendendo a diferentes propósitos. Ou seja, as taxonomias não são neutras, são construídas a partir das características que melhor servirem a um determinado propósito.

6 Condições O que importa é que elas sejam: Consistentes Relevantes Pertinentes

7 Conceito O desenvolvimento de uma taxonomia deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar, contando com especialistas de diversas áreas.

8 Conceito O objetivo primário da Taxonomia é prever uma relação entre termos e conceitos. É um sistema de classificação hierárquico de termos e conceitos na qual os termos localizados nos níveis mais baixos representam os aspectos mais específicos do conteúdo.

9 Conceito Até recentemente, o seu interesse era restrito a profissionais da Ciência da Informação mas agora é parte do interesse dos profissionais da gestão do conhecimento.

10 Conceito A importância das taxonomias para informações não- estruturadas (intranets, s, etc) é apontada como equivalente a importância que os... bancos de dados tiveram para as informações tabulares.

11 Objetivos

12 Representar conceitos por meio de termos. Agilizar a comunicação entre especialistas e entre especialistas e outros públicos. Encontrar o consenso. Propor formas de controle da diversidade de significação. Oferecer um mapa de área que servirá como guia em processos de conhecimento.

13 Objetivos Estabelecer categorias gerais Diferenciar e distinguir os elementos Universalizar e identificar Reencontrar informação

14 Aplicações Genéricas

15 Aplicações Reconhecer o raciocínio de dada área do conhecimento ou instituição auxiliando na avaliação e na administração dos ativos intelectuais..... a fim de: ajudar na criação de um mapa explícito do conhecimento permitir automação parcial no processo de armazenagem de informações.

16 Estruturas Taxonômicas

17 Três tipos: Taxonomia Descritiva Taxonomia para Gerenciamento de Dados Taxonomia Navegacional

18 Taxonomia Descritiva

19 Estruturas Taxonômicas Taxonomia Descritiva Baseia-se na estrutura de tesauros, pois há seleção de termos autorizados e o estabelecimento dos termos significativos em um determinado contexto, trabalhando com relações semânticas. O objetivo é a padronização da linguagem a fim de melhorar a comunicação. Suporte à recuperação da informação.

20 Taxonomia para Gerenciamento de Dados

21 Estruturas Taxonômicas Taxonomia para Gerenciamento de Dados É composta de uma pequena lista de termos autorizados sem qualquer estrutura hierárquica. Assemelha-se às taxonomias descritivas, mas não tem a pretensão de representar e promover acesso a toda informação produzida na organização.

22 Taxonomia Navegacional

23 Estruturas Taxonômicas Taxonomia Navegacional Organiza a informação e por meio da navegação pode ser visualizada pelo usuário. A estruturação das informações fica visível ao usuário, pois o objetivo é que a descoberta das informações aconteça no momento da navegação. Também utiliza a padronização de termos.

24 Conceitos Associados

25 Árvore Taxonômica Uma taxonomia seguida de outras e outras indefinidamente, de modo que se obtém classes com níveis taxonômicos diversos…. …. temos uma árvore taxonômica. Árvore taxonômica é o conjunto das taxonomias criadas para um conjunto raiz.

26 Genealogia Taxonômica Conjunto de classes que a contém. Por analogia a genealogia taxonômica poderia ser descrita como o caminho que leva da raiz até a classe definida.

27 Árvores Taxonômicas Notáveis Aristotélica Platônica

28 Árvores Taxonômicas Notáveis Aristotélica: Organizada por categorias A conhecida técnica de herança é uma árvore aristotélica. Reino / Filo / Classe / Ordem / Família / Gênero / Espécie

29 Árvores Taxonômicas Notáveis Platônica: Os critérios de classificação são formados sempre por duas proposições, na qual uma é a contraditória da outra. É a classificação por dicotomias.

30 Árvores Taxonômicas Notáveis Tipos Por propriedades Por critérios independentes Isoníveis Matriciais

31 Histórico

32 As taxonomias surgiram no campo de estudo da Biologia e são utilizadas naquela área há bastante tempo. Nos ambientes digitais, seu aparecimento e uso estão relacionados com as formas automatizadas de criação da informação, tornando-se alvo de estudos da Ciência da Informação. As taxonomias têm sido bastante empregadas em portais corporativos de empresas e em bibliotecas digitais e, recentemente, têm sido adotadas também em sítios de instituições governamentais com o objetivo de servir de instrumento para a organização e recuperação de informações.

33 Histórico A primeira tentativa de classificação foi feita pelo filósofo grego Aristóteles ( a.C.). Na metade do século XVII, o inglês John Ray ( ) tentou catalogar e dispor sistematicamente todos os organismos do mundo. Foi também o primeiro a usar o termo espécie para designar um certo tipo de organismo.

34 Histórico SISTEMAS ARTIFICIAIS Sistemas de classificação que utilizam um único critério para separar os organismos em grupos. Neste caso uso era apenas dos caracteres macroscópicos.

35 Histórico SISTEMA NATURAL Entretanto, a partir do século XVIII, os sistemas de classificação tornaram-se naturais, usando critérios objetivos com dados fornecidos pela morfologia, fisiologia, ecologia e embriologia.

36 Histórico Carlos Linnaeus, ou simplesmente Lineu (1707 – 1778), foi um dos primeiros pesquisadores a propor um sistema de classificação natural. Em 1758, no seu Systema Naturae, dividiu os animais conhecidos em mamíferos, aves, anfíbios (incluíram os répteis), peixes, insetos e vermes (que incluíam todos os outros invertebrados), subdividindo cada grupo até as espécies. Propôs também regras para a nomenclatura dos seres vivos com o uso de palavras latinas.

37 Áreas Relacionadas

38 Classificação Arranjo ordenado dos organismos com caracteres similares e separados daqueles dissimilares em grupos denominados de taxa (no singular, taxon).

39 Taxa O sistema de classificação biológica está baseado na chamada hierarquia taxonômica, que permite o ordenamento dos grupos de organismos em categorias ou posições a saber:

40 Identificação Consiste na comparação dos organismos em estudo com aqueles conhecidos, visando determinar sua identidade ou nome. Portanto, trata-se de verificar se um dado organismo pertence a um grupo taxonômico estabelecido.

41 Nomenclatura Designa nomes aos grupos taxonômicos, de acordo com preceitos estabelecidos em regras internacionais. O objetivo primordial da indicação de nomes aos taxa é possibilitar uma forma de referência simples e sem ambiguidades, evitando a necessidade de descrição das características dos organismos.

42 Teorias

43 Teoria dos Níveis Integrativos Princípios para o pensar classificatório em domínios interdisciplinareas Teoria da Classificação Facetada Método para a organização dos conceitos de um dado domínio.

44 Teorias Teoria da classificação Facetada possibilita um método de construção. A Teoria dos Níveis Integrativos permite pensar um domínio interdisciplinar, pois trabalha com a complexidade, nos apresentando princípios.

45 Teoria da Classificação Facetada S. R. Ranganathan Teoria Dinâmica – método científico Plano das Idéias Organiza o domínio em 5 Categorias (PMEST) Facetas - Manifestação das categorias Classes e subclasses

46 Teoria dos Níveis Integrativos Estudos do CRG - década de 60 Apresenta princípios que viabilizam a organização de domínios interdisciplinares. Visão da organização: Não mais a partir de um recorte disciplinar mas organizando conceitos por categorias propostas pelo CRG.

47 Teoria dos Níveis Integrativos Estudos e aplicação de Dalhberg: Área do Conhecimento: Área formal e estrutural Área material Área geológica e cosmológica Área biológica Área humana Área social Área de produção e abastecimento Área científica e de informação Área Cultural


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