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1 Eugénia Manuela Santos Universidade de Lisboa Faculdade de Letras REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA: Acesso Livre.

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1 1 Eugénia Manuela Santos Universidade de Lisboa Faculdade de Letras REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA UNIVERSIDADE DE LISBOA: Acesso Livre ao conhecimento científico

2 2 Sumário 1.Introdução: Comunicação científica e Acesso Livre ao conhecimento 2. Repositórios institucionais 3. Repositório institucional da UL (RIUL) 3.1 Plataforma 3.2 Estrutura 3.3 Objectivos 3.4 Conteúdos 3.5 Vantagens do RIUL para a UL 3.6 Acções para o desenvolvimento do RIUL

3 3 Objectivo da comunicação presentação e divulgação Repositório Institucional da Universidade de Lisboa (RIUL); Apresentação e divulgação Repositório Institucional da Universidade de Lisboa (RIUL); Nesta perspectiva, começamos por abordar o movimento internacional Open Acess Iniciative (OAI) ou Acesso Livre ao Conhecimento (AL); Nesta perspectiva, começamos por abordar o movimento internacional Open Acess Iniciative (OAI) ou Acesso Livre ao Conhecimento (AL); Referimos, de seguida, os RIs como estratégias de concretização deste movimento; Referimos, de seguida, os RIs como estratégias de concretização deste movimento; Finalmente, descrevemos a criação e implementação do RIUL Finalmente, descrevemos a criação e implementação do RIUL

4 4 Comunicação científica e Acesso Livre ao Conhecimento A literatura científica é um dos requisitos mais importantes para caracterizar a maturidade de uma área do saber e o desenvolvimento da ciência nessa área; É tão importante quanto o próprio trabalho de pesquisa que lhe deu origem.

5 5 Comunicação científica e Acesso Livre ao Conhecimento O sistema tradicional de comunicação da ciência têm sofrido mudanças significativas, a partir principalmente da década de 90; Estas alterações têm afectado, sobretudo, a publicação, a divulgação e o acesso aos resultados da investigação.

6 6 Acesso Livre: Definição Neste contexto de mudanças, surgiu o movimento internacional conhecido por Open Acess Iniciative (OAI) ou Acesso Livre ao Conhecimento (AL). Acesso Livre significa a distribuição ampla e irrestrita na Internet, da literatura de carácter académico ou científico, tornando-a disponível com o mínimo de restrições de uso e sem barreiras de preço e de permissões.

7 7 Acesso Livre: Causas: Consciência das limitações e contradições do actual sistema de comunicação científica: Reacção dos investigadores ao modelo de negócios das editoras comerciais de revistas científicas (preços de assinatura cada vez mais altos); Crescente consciencialização do aumento do impacto provocado pela disponibilização de documentos científicos livres de barreiras de acesso. Introdução das novas tecnologias da informação e da comunicação (Internet, as ferramentas e os protocolos a ela associados), no ambiente académico.

8 8 Acesso Livre Objectivos: Promover o acesso gratuito à literatura científica e académica livre de algumas restrições de copyright e autorizações; Valorizar o impacto da investigação desenvolvida nas instituições universitárias; Contribuir para a mudança do sistema de comunicação científica; Desenvolver a cooperação científica internacional;

9 9 Acesso Livre Objectivos: Acelerar e tornar mais eficiente o progresso da ciência; Reassumir o controlo sobre a publicação científica, reduzindo assim o monopólio das revistas científicas das editoras comerciais; Melhorar a monitorização, avaliação e gestão da actividade científica; Criar e aproveitar a informação de forma mais eficiente, com recurso às tecnologias disponíveis.

10 10 Estudos sobre o impacto dos artigos em acesso livre Diversos estudos têm vindo a ser realizados com o propósito de avaliar o impacto que a informação depositada em repositórios de acesso livre oferece relativamente à impressa em revistas, ou seja, com acesso restrito.

11 11 Estudos sobre o impacto dos artigos em acesso livre Informática e áreas relacionadas: análise de 119,924 artigos de conferência: o número médio de citações para artigos offline é de 2.74, a média de citações de artigos online é de 7.03, um aumento de 336%. LAWRENCE, Steve – Free online availability substantially increases a papers impact. Nature: vol. 411, nr (2001), p. 521

12 12 Estudos sobre o impacto dos artigos em acesso livre Na área da Física: 2.5 a 5.8 mais citações The effect of Open Access on Citation Impact / Tim Brody, Heinrich Stamerjohanns, Stevan Harnad, Yves Gingras, Charles Oppenheim

13 13 Estudo sobre o impacto dos artigos em acesso livre Em Filosofia, Ciências Políticas, Engenharia Electrónica e Matemática. Concluiu que, em todas as disciplinas, os artigos em acesso livre têm 45% a 91% mais citações do que os que não estão livremente disponíveis. ANTELMAN, Kristin - Do Open Access Articles Have a Greater Research Impact?. College & Research Libraries 65(5):pp September 2004

14 14 Estudos sobre o impacto dos artigos em acesso livre

15 15 Acesso Livre ao Conhecimento: duas vias Via dourada: publicação dos artigos em revistas de acesso livre sempre que existam revistas adequadas (presentemente quase Ver Via verde: publicação dos restantes artigos em revistas comerciais e o auto–arquivo em repositórios de acesso livre.

16 16 Acesso Livre: documentos a que se aplica Primeiramente à versão final (após peer-review) de artigos de revistas (postprints); Versões não revistas (preprints) que os investigadores queiram divulgar para alertar sobre novos resultados, estabelecer prioridade intelectual, etc.;

17 17 Acesso Livre: documentos a que se aplica A todos os trabalhos dos quais os autores não esperem pagamento: monografias especializadas em determinado tópico, comunicações a conferencias e congressos, teses, relatórios técnicos, working papers, relatórios governamentais, entre outros; Não se aplica a trabalhos sobre os quais os autores pretendam obter receitas, ou a textos não académicos, como notícias ou ficção.

18 18 Acesso Livre: iniciativas e declarações As iniciativas e o debate em torno do Acesso Livre registaram desenvolvimentos significativos nos últimos anos reforçando a sua visibilidade e impacto no contexto da investigação e do sistema de comunicação científica.

19 19 Acesso Livre: iniciativas e declarações 1999 – Criação da Open Archives Initiative (OAI), com o objectivo de desenvolver uma plataforma simples, para a interoperabilidade e a pesquisa de publicações científicas de diversas disciplinas; A sua principal realização é o Open Archives Metadata Harvesting Protocol (OAI-PMH). O protocolo OAI-PMH foi decisivo para o desenvolvimento do movimento de Acesso Livre, constituindo a sua base técnica.

20 20 As Declarações OA – Os 3 Bs Budapest Open Access Initiative (BOAI) – Dezembro Bethesda Statement on Open Access Publishing – Junho Berlim sobre o Acesso Livre ao Conhecimento nas Ciências e Humanidades – Outubro 2003 Subscrita por representantes de várias instituições científicas europeias, entre as quais a Sociedade Max-Plank e o Centre National de la Recherche Scientifique e a Universidade de Lisboa

21 21 Acesso Livre: iniciativas e declarações 2003 – A Cimeira Mundial sobre a Sociedade da Informação, promovida pela ONU, aprovou uma Declaração de Princípios e Plano de Acção que contém apoio explícito ao acesso livre à informação científica. Acesso Livre: iniciativas e declarações 2003 – A Cimeira Mundial sobre a Sociedade da Informação, promovida pela ONU, aprovou uma Declaração de Princípios e Plano de Acção que contém apoio explícito ao acesso livre à informação científica.

22 22 Acesso Livre: iniciativas e declarações 2003 – Referências em periódicos: O Wall Street Journal cita o Acesso Livre como um dos 10 principais acontecimentos de 2003 na área da saúde (30/12/03); A Nature inclui o crescimento do Acesso Livre como um dos 5 principais acontecimentos de 2003 na área da ciência (18/12/03); A Science Magazine lista o Acesso Livre como uma das 7 novidades de 2003 (19/12/03); The Scientist inclui o Acesso Livre entre os 5 principais acontecimentos na ciência em 2003.

23 23 Acesso Livre: iniciativas e declarações 2004 – A IFLA (International Federation of Library Associations and Institutions) torna público o IFLA Statement on Open Access to Scholarly Literature and Research Documentation.

24 24 Acesso Livre: iniciativas e declarações 2004 – Declaração do Estoril sobre o acesso à informação, onde se apoiam os princípios do Acesso Livre ao conhecimento. Aprovada por unanimidade no Congresso da Associação Portuguesa de Bibliotecários, (APBAD).

25 25 Acesso Livre: iniciativas e declarações ª Conferência sobre o Acesso Livre ao Conhecimento na Universidade do Minho – A European University Association (EUA) cria um Grupo de Trabalho sobre o Open Access, visando o desenvolvimento de uma política europeia de Acesso Livre à Literatura Científica

26 26 Acesso Livre: iniciativas e declarações ª Conferência sobre o Acesso Livre ao Conhecimento na Universidade do Minho. É apresentada uma Declaração do CRUP sobre o Open Access.

27 27 Declaração do CRUP (28 de Novembro, 2006)

28 28 Declaração do CRUP (2006) Apoio aos princípios do Open Access através da assinatura da Declaração de Berlim. Recomenda: a criação de repositórios nas universidades portuguesas; a definição de políticas institucionais requerendo o auto-arquivo nos repositórios das instituições dos seus membros; que o governo exija o arquivo em repositórios em acesso livre das publicações de projectos financiados com fundos públicos; Apoio à interligação e interoperabilidade entre repositórios e à criação do portal nacional da literatura científica.

29 29 Acesso Livre: iniciativas e declarações O European Research Council (ERC) divulga uma declaração na qual requer que todas as publicações com peer-review resultantes de projectos por si financiados sejam depositadas em repositórios de acesso livre. Esta política tem sido considerada importante para a definição de uma determinação generalizada na União Europeia. 7_FINAL.pdfhttp://erc.europa.eu/pdf/ScC_Guidelines_Open_Access_revised_Dec0 7_FINAL.pdf).

30 30 Acesso Livre: iniciativas e declarações Conferência Scientific Publishing in the European Research Area Access, Dissemination and Preservation in the Digital Age, promovida pela Comissão Europeia. Foi entregue uma petição com cerca de assinaturas individuais e mais de 500 assinaturas institucionais, entre as quais as de dois Reitores Portugueses e do Presidente do CRUP, de apoio ao estabelecimento de uma política de acesso livre aos resultados de investigação financiada com fundos públicos.

31 31 Acesso Livre: iniciativas e declarações Seminário Acesso Livre ao Conhecimento Científico nos Países Lusófonos. Conclusões: estabelecer o diálogo técnico com vista à formação de uma rede permanente de instituições dedicadas à promoção do acesso livre ao conhecimento (…);

32 32 Acesso Livre: iniciativas e declarações Conclusões do Grupo de Trabalho sobre o Open Access da European University Association (EUA) visando o desenvolvimento de uma política europeia de Acesso Livre à literatura científica e contendo recomendações para as Universidades, os Conselhos de Reitores e a própria EUA. ons_Open_Access_adopted_by_the_EUA_Council_on_26th_of_March_20 08_final.pdf

33 33 Acesso Livre: iniciativas e declarações 2008 (Fevereiro) – Apoio do CRUP às recomendações do Grupo de Trabalho sobre o Open Acess da European University Association : In conclusion, the Portuguese Conference of Rectors generally supports the EUA Working Group recommendations, and sees their approval by the European Research Council as an important step towards a generalised mandate on Open Acess by the European Union ess.pdfhttp://dspace.fct.unl.pt/bitstream/ /1302/3/MCTES_OpenAcc ess.pdf.

34 34 Acesso Livre: iniciativas e declarações 2008 (Fevereiro) – O CRUP manifesta ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior o interesse e a capacidade do grupo de trabalho sobre Open Access do CRUP em desenvolver um meta- repositório que inclua os repositórios institucionais de cada uma das universidades.

35 35 Repositórios institucionais São colecções digitais que armazenam, preservam, divulgam e dão acesso à produção intelectual de uma determinada instituição, normalmente uma comunidade universitária. Podem ser criados de forma individualizada ou por grupos de instituições que trabalhem numa base cooperante.

36 36 Repositórios Institucionais Os Repositórios institucionais inserem-se no movimento Acesso Livre à literatura científica; Desenvolveram-se de forma significativa a partir de 2002, após o forte impulso das três principais declarações internacionais sobre o Acesso Livre (Declarações de Budapeste, Bethesda e Berlim).

37 37 Repositórios Institucionais Conforme aos princípios do movimento Acesso Livre, a literatura científica e académica armazenada nos RIs está disponível: Em linha De modo imediato Livre (sem restrições) Grátis Permanente Permitindo a qualquer utilizador ler, descarregar (download), copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou referenciar o texto (link) integral dos documentos.

38 38 Os Repositórios Institucionais: objectivos Preservar os documentos; Expandir o acesso aos resultados da investigação; Concretizar objectivos de promoção da própria instituição: aumentando a visibilidade, imagem e valorização pública da instituição; servindo como indicador da sua qualidade; demonstrando a relevância científica, económica e social das actividades de investigação e de ensino da Universidade.

39 39 Os Repositórios Institucionais: objectivos Contribuir para a reforma do sistema de comunicação científica. Reassumir o controlo académico sobre a publicação científica. We scientists can exercise control of our journals. We can transform them from commercial commodities back to instruments of service to education and research. When we are in control, we fulfill our responsibility to ourselves, to society, to our institutions, and to our colleagues throughout the world. Rosenzweig, Michael L. - Declaring Independence: A Guide to Creating Community- Controlled Science Journals

40 40 Repositórios Institucionais: conteúdos Documentos produzidos no âmbito das actividades de investigação e de ensino; working papers; relatórios técnicos; comunicações a conferências e congressos; apontamentos de aulas e outros materiais didácticos, relatórios de projectos de investigação; folhas informativas, boletins de departamentos, centros de investigação ou laboratórios.

41 41 Repositórios Institucionais: conteúdos (cont.) teses e dissertações; postprints e preprints; trabalhos dos alunos; sebentas para as aulas e outros materiais didácticos. Os documentos podem ser arquivados em vários formatos de texto, imagem, áudio, vídeo e coexistirem várias manifestações do mesmo conteúdo (o texto da comunicação a uma conferência e a apresentação em PowerPoint utilizada na exposição oral).

42 42 Repositórios Institucionais: características dos conteúdos Serem produzidos (autor ou co-autor) por membros da comunidade científica; Resultarem de actividades de investigação ou ensino; Não serem efémeros - os documentos devem estar completos e prontos para serem distribuídos; Estarem em formato digital; Terem licenciamento perpétuo - o autor deve poder, e estar disposto, a conceder à instituição o direito não - exclusivo de preservar e dar acesso ao seu trabalho através do Repositório.

43 43 Vantagens institucionais dos RIs: Presentemente, a produção intelectual de uma determinada comunidade universitária encontra-se dispersa por milhares de revistas científicas e actas de conferências. A constituição de um repositório institucional: torna mais visível a produção dos seus investigadores; facilita a demonstração do valor científico, cultural, social e económico da instituição;

44 44 Vantagens institucionais dos RIs: Contribui para a gestão e avaliação da informação científica da instituição fornecendo informação sobre: a dimensão da produção científica de uma unidade (Faculdade, Instituto, Centro, Laboratório); os conteúdos da produção científica (teses, artigos, comunicações, relatórios, outros).

45 45 Repositório Institucional da Universidade de Lisboa repositório.UL O Repositório Institucional da UL (RIUL) integra-se num projecto mais amplo, presentemente em desenvolvimento na Universidade de Lisboa : o Projecto repositório.UL

46 46 repositório.UL Projecto repositório.UL repositório.UL O Projecto repositório.UL - iniciou-se em Julho de 2007, com a nomeação do Grupo de Trabalho para a Criação e Desenvolvimento do Repositório Institucional da UL, pelo Reitor desta Universidade.

47 47 repositório.UL Projecto repositório.UL Objectivos Objectivos Criação e desenvolvimento de colecções de documentos digitais com o objectivo de os armazenar, gerir, preservar e divulgar a nível mundial, via Internet e contribuir, deste modo, para a protecção e valorização da memória intelectual da UL e do seu valor científico e cultural.

48 48 Plataforma escolhida Plataforma escolhida - Digitool, da Ex-Libris. O Digitool é um sistema de gestão e de pesquisa de conteúdos. Como instrumento de gestão, possibilita gerir: Objectos digitais, incluindo ficheiros de texto, imagens, áudio e vídeo; Metadados associados aos objectos digitais; O acesso e a apresentação desses objectos digitais; A base de dados de utilizadores.

49 49 Como instrumento de pesquisa, permite ao utilizador final: Pesquisar e navegar nos metadados; Efectuar pesquisas avançadas em texto livre nos documentos em texto integral; Visualizar e/ou activar os objectos digitais de interesse; Guardar, imprimir e enviar por , os registos pretendidos.

50 50 Digitool Arquitectura Arquitectura Tem uma estrutura modular, sendo cada modulo desenvolvido para atender às diferentes necessidades, funções e fluxos de trabalhos relacionados com o ciclo de vida de um objecto digital. Apresenta: Um conjunto de módulos para utilização interna (staff): Meditor Uma interface web, para pesquisa: Resource Discovery E um módulo web para auto – depósito.

51 51 Implementa, ainda: Metadados Dublin Core para a descrição dos documentos; O Open Archives Iniciative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH) que permite a interoperabilidade com outros sistemas; e Identificadores persistentes que permitem referenciar de forma persistente os recursos e a recuperação dos mesmos no futuro.

52 52 Repositório Institucional da UL Estrutura O Repositório está estruturado por tipologia documental (teses, artigos, comunicações, relatórios, capítulos de livros, entre outros); Cada uma destas sub–colecções remete, por sua vez, para as Faculdades, Institutos, Centros de Investigação e Laboratórios associados da UL.

53 53 Repositório Institucional UL Objectivos Contribuir para aumentar o impacto, visibilidade e acessibilidade da investigação desenvolvida na Universidade Lisboa; Servir como indicador da sua qualidade e da sua relevância científica; Reforçar a imagem da UL enquanto produtor de conhecimento; Preservar a memória científica desta Universidade.

54 54 Repositório Institucional da UL Conteúdos Teses de doutoramento; Teses de mestrado; Artigos em revistas nacionais e estrangeiras; Comunicações apresentadas em encontros nacionais e internacionais (conferências e congressos); Relatórios e pareceres; Capítulos de livros; Edições de autor; Provas de aptidão pedagógica e capacidade científica.

55 55 Política de acesso aos conteúdos no RIUL: Embora o RIUL incentive a disponibilização do documento sem restrições de acesso, estas podem, no entanto, ser aplicadas de acordo com vontade expressa do autor, do seguinte modo : acesso exclusivo ao documento na Universidade de Lisboa durante o período de 1 ano, 2 anos ou 3 anos, após o qual o acesso é mundial. acesso exclusivo ao documento na Universidade de Lisboa. acesso condicionado a direitos de confidencialidade quando tal for exigido pelas condições de realização do trabalho – situações de patentes e outras congéneres.

56 56 Direitos de autor Para depositar documentos no Repositório, o autor, enquanto titular dos direitos de autor da obra, deve: Conhecer os direitos que cedeu aos editores e comunicar ao Repositório as limitações existentes ; Estar disposto a ceder à UL o direito não exclusivo de divulgar, armazenar e preservar a obra. O autor continuará titular dos direitos de autor do documento, podendo publica-lo noutro local, por ex. numa revista científica.

57 57 Direitos de autor As políticas de direitos de autor das editoras podem ser consultadas nos sítios dos projectos SHERPA e RoMEO

58 58 Vantagens do Repositório Para a UL: Promover maior visibilidade da Universidade ao divulgar os resultados da investigação produzida na UL; Ajudar nos processos de avaliação dos investigadores e das unidades de investigação: Com base na análise de citações de artigos individuais (e não no factor de impacto de revistas); Assegurando que os artigos produzidos (bem como dados bibliográficos e bibliométricos) estão facilmente disponíveis.

59 59 Vantagens do Repositório Para a UL: Contribuir para a gestão da informação científica da UL, fornecendo informação sobre: a dimensão da produção científica de uma unidade (Faculdades, Institutos, Centros de Investigação e Laboratórios ); e a tipologia dos recursos produzidos (artigos, comunicações, livros, outros).

60 60 Vantagens do Repositório Para a UL: Ajudar a solucionar as questões postas com o armazenamento, preservação e disponibilização das teses em formato digital, aprovadas na Universidade de Lisboa. Contribuir, a longo prazo, para a reforma progressiva do sistema de comunicação científica e para a diminuição do orçamento gasto com a assinatura de revistas.

61 61 Vantagens do Repositório Para os Autores: Constitui um arquivo para o seus trabalhos; Torna o seu trabalho científico publicamente acessível (principal interesse do investigador); Aumenta o impacto dos resultados da sua investigação; Facilita a avaliação da sua produtividade científica, quer pela sua dimensão (quantidade), quer, sobretudo, pelo seu impacto (qualidade); Ajuda na progressão na carreira, obtenção de fundos para os projectos de investigação e de prémios científicos; Ajuda na elaboração dos CV, reflecte e complementa o seu conteúdo.

62 62 Acções para o desenvolvimento do RIUL Participação no Projecto Meta – Repositório/Portal nacional de literatura científica, juntamente com as Universidades do Minho, Évora, Porto, UTAD e ISCTE; Divulgação e promoção do RIUL junto da comunidade da UL: Bibliotecas, UL, Portal das Bibliotecas da UL;

63 63 Acções para o desenvolvimento do RIUL Recolha e inserção de conteúdos digitais: teses, artigos, comunicações, relatórios, ou seja, todo o tipo de documentos em formato digital, que sejam produção científica da UL; Formação dos técnicos das Bibliotecas da UL; Promoção e apoio à utilização do repositório e do auto-arquivo junto dos autores; Elaboração de guias e de ajudas contextuais como suporte de informação aos utilizadores do RIUL;

64 64 Acções para o desenvolvimento do RIUL Realização de apresentações para os autores sobre o processo de auto-arquivo; Criação de serviços de valor acrescentado para os autores (listagens, relatório, estatísticas, entre outros). Apoio e esclarecimento das questões legais relacionadas com os direitos de autor (copyright): projectos Sherpa e Romeo

65 65 Acções para o desenvolvimento do RIUL Definição de uma política institucional de auto - arquivo para a Universidade de Lisboa; Interligação com o sistema de gestão de currículos científicos DeGóis.

66 66 Endereço electrónico do repositório. UL

67 67 Fim da apresentação


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