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1. 2 3 AS FORMAS DE DESIGUALDADES Cada sociedade produz formas diferentes de expressão das desigualdades. Sociedades antigas – e a hindu – organização.

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3 3 AS FORMAS DE DESIGUALDADES Cada sociedade produz formas diferentes de expressão das desigualdades. Sociedades antigas – e a hindu – organização em castas; Sociedade feudal – estamentos; Sociedade capitalista – classes sociais

4 4 AS CASTAS Weber afirma que o sistema de castas é uma forma de organização social. A ordenação social baseada nesse tipo de agrupamento define as posições dos indivíduos nos planos econômicos e políticos, assim como a forma de funcionamento de suas instituições.

5 5 AS CASTAS No regime de Castas há uma definição precisa do papel que os indivíduos estão incumbidos de exercer. Aos membros de uma casta era permitido / proibido executar determinadas tarefas ou cargos.

6 6 AS CASTAS Pertencer a uma casta ou subcasta comprova a posição social e política que se ocupava dentro de uma comunidade; Por exemplo: no Egito Antigo tinha-se uma ordem social em que no topo estavam os sacerdotes, os reis e os soldados; os demais – pastores, lavradores e artífices – ocupavam posições inferiores.

7 7 AS CASTAS Determinava-se que os ofícios que vinham dos antepassados deviam ser continuados. Assim, o filho do lavrador tinha que ocupar essa tarefa e não outra. Nenhum outro ofício era-lhe permitido.

8 8 A SOCIEDADE DE CASTAS Características: Hierarquização rígida baseada em critérios como hereditariedade, profissão, etnia, religião, que determinam uma situação de respeitabilidade e de relações sociais.

9 9 A SOCIEDADE DE CASTAS Definição dos critérios ocorre a partir de um conjunto de valores, hábitos e costumes definidos pela tradição. Sistema de castas assenta-se numa relação de privilégios que alguns indivíduos possuem em detrimento dos demais.

10 10 A SOCIEDADE DE CASTAS Pressuposto: direitos são desiguais por natureza, uma vez que os elementos que os caracterizam são definidos fora dos indivíduos. Por exemplo: o critério para a definição de cargos e profissões se dava pela hereditariedade (o guerreiro, faria seus filhos também guerreiro)

11 11 A SOCIEDADE DE CASTAS Nas sociedades antigas, a organização social baseava-se no sistema de castas. As desigualdades políticas, jurídicas, religiosas expressavam-se através do lugar que o indivíduo ocupava na estrutura de cargos e profissões, definidos pela hereditariedade, em primeiro plano.

12 12 A SOCIEDADE DE CASTAS Grécia Antiga – exemplo da especialização hereditária – as famílias eram caracterizadas a partir de suas profissões: família de médicos, de sacerdotes, de guerreiros

13 13 A SOCIEDADE DE CASTAS No mundo antigo, as desigualdades sociais aparecem sem artifícios para amenizá-las: O escravo nasceu para ser escravo, da mesma forma que alguns homens nasceram para dominar.

14 14 AS CASTAS E A SOCIEDADE HINDU Estratificação social hindu é marcada pela hereditariedade; o nascimento era a condição básica para se definir uma dada posição na ordem social. A hierarquização é baseada na hereditariedade e nas profissões, que definiam os indivíduos como pertencentes a grupos de status diferentes

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16 16 AS CASTAS E A SOCIEDADE HINDU Nem sempre o caráter hereditário e profissional convergiam. Por exemplo: dois indivíduos podiam desempenhar a mesma profissão, mas pertencer a castas diferentes por hereditariedade, o que não os colocava em condições de igualdade.

17 17 AS CASTAS E A SOCIEDADE HINDU Aqueles que pertenciam à casta inferior eram considerados impuros e não podiam nem sequer prestar serviços aos membros das outras castas superiores. A idéia era de que tudo o que os impuros tocassem ficava contaminado, seja alimento, água, roupa etc...

18 18 AS CASTAS E A SOCIEDADE HINDU Castas puras (superiores) eram consideradas aptas a desempenhar funções públicas e a participar de determinadas atividades religiosas. Castas impuras eram praticamente segregadas, a elas não sendo permitido freqüentar escolas, templos etc...

19 19 AS CASTAS E A SOCIEDADE HINDU Castas principais da Índia: 1.Brâmane- casta superior a todas; 2.Chátria – casta intermediária formada pelos guerreiros; 3. Vaixiá – casta intermediária formada pelos comerciantes, agricultores e pastores; 4.Sudra ou pária – casta inferior.

20 20 AS CASTAS E A SOCIEDADE HINDU Qualquer exemplo sobre a relação entre as castas na Índia tem que ser regionalizado, uma vez que cada região conserva um modo próprio de tratar essas questões. Na região de Maratha a sombra de um impuro não podia atingir um membro de uma casta superior.

21 21 AS CASTAS E A SOCIEDADE HINDU Na atualidade, as castas superiores não comem alimentos preparados pelos impuros, e um brâmane só se alimenta na companhia de indivíduos que fazem parte de sua casa. O trabalho é um fator relevante na definição das posições das castas já

22 22 AS CASTAS E A SOCIEDADE HINDU Já que as atividades consideradas degradantes são vistas como fatores que rebaixam as posições das castas na estrutura social. O sistema de castas envolve elementos econômicos, políticos e culturais configurando as desigualdades sociais.

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24 24 OS ESTAMENTOS Sociedade feudal – séc.IX ao XIV – tinha a sua organização social baseada em estamentos ou estratos. Tradição – elemento fundamental na definição do conjunto de relações estabelecidas entre os diferentes estamentos: nobreza, clero e servo.

25 25 OS ESTAMENTOS Hierarquização dos estamentos se estabelecia com base num conjunto de valores culturais definidos pela tradição:honra, hereditariedade e a linhagem. Os diversos estratos sociais tinham seus deveres reconhecidos pela tradição.

26 26 OS ESTAMENTOS Sociedade estamental produz uma situação de privilégios para alguns indivíduos, diretamente ligados à honra. Aqueles que dominavam – a nobreza e o clero – eram os que se situavam melhor no código de honrarias que vigorava na sociedade.

27 27 OS ESTAMENTOS Aos estamentos dominantes eram reservadas as atividades guerreiras, sacerdotais e de administração pública, bem como a propriedade da terra.

28 OS ESTAMENTOS Essa relação de privilégios que tinha fundamento na honra, só era possível porque os estratos não privilegiados também reconheciam, na hereditariedade, na linhagem, a honra do outro. Essa relação de privilégios que tinha fundamento na honra, só era possível porque os estratos não privilegiados também reconheciam, na hereditariedade, na linhagem, a honra do outro. 28

29 29 OS ESTAMENTOS Ou seja, os dominantes incorporavam pelo conjunto de valores culturais vigentes (disseminados e sustentados pela Igreja Católica), a idéia de que determinados indivíduos estavam, pela tradição, acima dos demais.

30 30 ESTAMENTOS: reciprocidade e força Feudalismo, o que alinhava as relações entre os diversos estratos era a vassalagem – relação pessoal de fidelidade. Vassalo contraía inúmeras obrigações que tinham sua contrapartida nas obrigações que o senhor assumia perante ele.

31 31 ESTAMENTOS: reciprocidade e força Vassalagem consistia em contrair obrigações que iam além da submissão a um determinado proprietário de terras. Era um juramento de fidelidade que repousava também na força das armas.

32 32 ESTAMENTOS: reciprocidade e força Vassalo era aquele que servia a um senhor numa ligação baseada na propriedade da terra. As obrigações entre eles eram diversas: ajuda de guerra, ofícios de escudeiro, funções da criadagem doméstica etc...

33 33 ESTAMENTOS: reciprocidade e força Vassalo tinha obrigações para com o senhor, mas este também lhe devia proteção. Era uma relação de dependência, subordinação e submissão. A vassalagem perpassava toda a hierarquização no feudalismo.

34 34 ESTAMENTOS: reciprocidade e força O nobre proprietário (senhor feudal) embora possuísse diversos vassalos, era também um vassalo do rei. Este último era o suserano maior e a ele todos deviam obrigações baseadas na vassalagem. Este último era o suserano maior e a ele todos deviam obrigações baseadas na vassalagem.

35 35 ESTAMENTOS: reciprocidade e força Existia uma hierarquia de vassalagem que se superpunha a todos os estamentos e os interligava. Do estrato mais inferior até o topo da pirâmide social, todos se encontravam ligados por uma trama de obrigações, reciprocidade e fidelidade.

36 36 A ORGANIZAÇÃO POLÍTICA NA ORDEM ESTAMENTAL Weber afirma que o feudalismo é uma estruturação política patrimonialista por excelência. A organização política obedecia a uma hierarquização na qual a relação de subordinação se dava a partir das obrigações contraídas entre os diversos estratos com base na posse e no uso da terra.

37 37 A ORGANIZAÇÃO POLÍTICA NA ORDEM ESTAMENTAL O poder vinculava-se à propriedade da terra, ou seja, os estratos dominantes tinham na posse de largas extensões de terras a fonte de seus poderes econômicos e políticos. A nobreza e o clero detinham grandes poderes porque eram proprietários de terras.

38 38 A ORGANIZAÇÃO POLÍTICA NA ORDEM ESTAMENTAL O poder, além de estar vinculado à posse da terra, também se ligava a privilégios, honra, tradição e linhagem. Na base da dominação estamental, a nobreza ocupava a administração do Estado de forma perfeitamente afinada com os interesses clericais.

39 39 "Os homens fazem sua própria história, mas não a fazem como querem; não a fazem sob circunstâncias de sua escolha e sim sob aquelas com que se defrontam diretamente, legadas e transmitidas pelo passado."


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