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Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT PREVENÇÃO ÀS LER/DORT.

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Apresentação em tema: "Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT PREVENÇÃO ÀS LER/DORT."— Transcrição da apresentação:

1 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT PREVENÇÃO ÀS LER/DORT

2 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Como foi feita a pesquisa 2. Amostra: 1072 entrevistas 3. Realização das entrevistas: de 19, 20 e 23 de julho de Abordagem: aleatória com cotas de sexo e idade e controle de variáveis sócio-demográficas 5. Margem de erro: 3 pontos percentuais (total da amostra) 1. Universo: trabalhadores moradores da cidade de São Paulo com 16 anos ou mais

3 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 1. Perfil da amostra 2. Diagnóstico de LER/Dort Apresentação 3. Fatores de risco 4. Sintomas 5. O trabalho e o relógio 6. Como trabalha 7. A vida no trabalho 8. A vida fora do trabalho

4 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT PERFIL DA AMOSTRA

5 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 59% dos trabalhadores da cidade de São Paulo trabalham no setor de serviços Setor de atividade Ocupação profissional

6 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Mulheres estão mais presentes nos setores de serviços e comércio SexoIdade

7 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Escolaridade Renda individual Trabalhadores da Construção Civil têm escolaridade mais baixa, Indústria tem renda mais alta

8 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Renda familiar Classificação socioeconômica Maioria tem renda familiar de até 10 S.M.

9 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Há quanto tempo que trabalha no mesmo cargo ou função Trabalhador está em média há 8 anos na mesma função Tempo médio em anos Total : 8 anos Serviços : 8 anos Indústria : 9 anos Comércio : 6 anos Construção civil : 14 anos

10 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Total ServiçosIndústriaComércio Constr. Civil Ocupação profissional 38% atuam no mercado informal

11 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT LER/Dort

12 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 310 mil trabalhadores têm diagnóstico de LER/DORT Base: Entrevistados que têm algum sintoma e procuraram um médico Diagnóstico fornecido pelo médico 23% dos que receberam diagnóstico de LER/Dort apresentam inchaço em alguma parte do corpo, 19% costumam sentir dormência e 15% sentem dores frequentes 6% dos trabalhadores da cidade de SP 4% da população da cidade de SP 0% O diagnóstico de problemas na coluna e doenças nervosas é mais comum entre os que fazem parte das classes D/E e entre os trabalhadores da construção civil

13 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Diagnóstico de LER/Dort fica acima da média entre os integrantes das classes A/B e abaixo da média entre os das classes D/E Base: Entrevistados que têm algum sintoma e procuraram um médico O diagnóstico de LER /Dort fica acima da média entre * os que utilizam móveis desconfortáveis (24%) * falta de ventilação (23%) * estão expostos a vibrações (20%) * utilizam computador (19%) * trabalho exige muitos movimentos repetitivos (18%) * fazem mais de 5 a 10 horas extras semanais (28%)

14 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Apenas 2% das empresas emitiram CAT dos trabalhadores diagnosticados com LER/DORT Base: Entrevistados que têm algum sintoma e procuraram um médico A empresa na qual você trabalha emitiu CAT - comunicado de acidente de trabalho ? Não foi emitido CAT principalmente entre os assalariados registrados (79%) e funcionários públicos (86%) 76%

15 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria dos que têm diagnóstico de LER/Dort afirmam que sintomas prejudicam o desempenho no trabalho Base: Entrevistados com diagnóstico LER/Dort Esses sintomas prejudicam ou não o desempenho no trabalho ? Informou os sintomas ao chefe ou superior ? Já ficou afastado alguma vez ? 64%

16 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria dos que têm LER/DORT foram tratados com medicação e fisioterapia Tratamento ao qual foi submetido Base: Entrevistados que foram diagnosticados com LER/Dort Já esteve sob tratamento ? Afastou-se durante o tratamento ?

17 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Metade dos que têm algum dos sintomas investigados procurou médico; maioria não informou os sintomas ao chefe Base: Entrevistados que têm algum sintoma Você procurou médico por iniciativa própria ou foi encaminhado pela empresa ? Pq não considerou necessário (37%) Pq os sintomas não eram frequentes (12%) Por falta de tempo (17%) Pq os sintomas eram normais em função da profissão (8%) Por não confiar em médicos (6%) Por fazer auto medicação (4%)

18 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 17% já ficaram afastados por causa de algum dos sintomas apresentados Base: Entrevistados que têm algum sintoma Já ficou afastado alguma vez por causa de alguns desses sintomas ? Entre os que obtiveram diagnóstico de LER/Dort, 64% dizem que ficaram afastados do trabalho

19 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Sintomas não interferem no desempenho do trabalho Base: Entrevistados que têm algum sintoma Esses sintomas prejudicam ou não o desempenho no trabalho ? 39% A interferência é maior entre os trabalhadores da construção civil Não informaram ao chefe principalmente os que trabalham na construção civil, os que trabalham mais de 10h por dia e os que pertencem às classes D/E Entre os que sentem dormência ou formigamento, 48% dizem que os sintomas prejudicam o desempenho no trabalho, entre os que têm inchaço essa taxa sobe para 54%. Informou os sintomas ao chefe ou superior ? Acham que correm algum risco de ficar sem emprego(70%)

20 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria nunca ouviu falar de LER/Dort Base: Entrevistados que não foram diagnosticados com LER/Dort Já ouviu falar de um problema de saúde conhecido como LER ou Dort ? Descrição de LER ou Dort Nunca ouviram falar em LER/Dort principalmente os trabalhadores da construção civil (87%), os que têm entre 16 e 24 anos (88%), os menos escolarizados (89%) e os que fazem parte das classes D/E (90%)

21 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT FATORES DE RISCO

22 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 1 Esforço físico e repetição Realiza sempre a mesma tarefa 62% Realiza sempre a mesma tarefa 62% Trabalho exige força física 49% Trabalho exige força física 49% Trabalho exige movimentos repetitivos 76% Trabalho exige movimentos repetitivos 76% Trabalha sem pausa 62% Trabalha sem pausa 62% 52% têm alto grau de esforço físico e repetição Base: Entrevistados que não têm diagnóstico de LER/Dort Alto : 3 ou 4 fatores Médio : 2 fatores Baixo : nenhum ou 1 fator É alto principalmente entre os homens, entre os menos menos escolarizados, entre os que pertencem à classe C e entre os que trabalham há mais tempo na mesma função

23 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 19% sofrem alto grau de pressão no trabalho 2 Pressão no trabalho Costuma fazer horas extras 27% Costuma fazer horas extras 27% Tem meta de produtividade 32% Tem meta de produtividade 32% Tem menos de 30 min para refeição 24% Tem menos de 30 min para refeição 24% É cobrado para aumentar produtividade 30% É cobrado para aumentar produtividade 30% É cobrado para não cometer erros 48% É cobrado para não cometer erros 48% Existe competição 50% Existe competição 50% Base: Entrevistados que não têm diagnóstico de LER/Dort Alto : 4, 5 ou 6 fatores Médio : 2 ou 3 fatores Baixo : nenhum ou 1 fator É alto principalmente entre os mais jovens, entre os mais escolarizados, entre os assalariados registrados e entre os que trabalham há menos tempo na mesma função.

24 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 45% têm alguns aspectos satisfatórios de qualidade de vida Dorme menos de 7 horas 54% Dorme menos de 7 horas 54% Tempo para lazer menor que o suficiente 48% Tempo para lazer menor que o suficiente 48% Dorme menos do que o suficiente 27% Dorme menos do que o suficiente 27% É sedentário 67% É sedentário 67% 3 Aspectos da qualidade de vida Base: Entrevistados que não têm diagnóstico de LER/Dort Insatisfatória : 3 ou 4 fatores Regular : 2 fatores Satisfatória : nenhum ou 1 fator Têm aspectos de qualidade de vida insatisfatória especialmente as mulheres, os que têm entre 35 e 44 anos, os menos escolarizados, os que fazem parte das classes D/E e os assalariados com registro

25 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 12% têm alto grau de estresse Se sente exausto sem ter tido esforço físico 39% Se sente exausto sem ter tido esforço físico 39% Se irrita com facilidade 48% Se irrita com facilidade 48% Tem dificuldade para tomar decisões 28% Tem dificuldade para tomar decisões 28% Sente tristeza sem motivo 33% Sente tristeza sem motivo 33% Tem dificuldade para dormir 25% Tem dificuldade para dormir 25% Tem fome em excesso 23% Tem fome em excesso 23% 4 Fatores de estresse Sente falta de apetite 18% Sente falta de apetite 18% Base: Entrevistados que não têm diagnóstico de LER/Dort Alto : 5, 6 ou 7 fatores Médio : 3 ou 4 fatores Baixo : nenhum,1 ou 2 fatores Têm alto grau de estresse especialmente as mulheres, os que têm entre 25 e 34 anos, os menos escolarizados, os que fazem parte da classe C e os assalariados sem registro

26 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria tem boas condições ambientais no trabalho Excesso de ruído 48% Excesso de ruído 48% Frio intenso 33% Frio intenso 33% Calor intenso 37% Calor intenso 37% Falta de luminosidade 17% Falta de luminosidade 17% Falta de ventilação 17% Falta de ventilação 17% Móveis desconfor- táveis 20% Móveis desconfor- táveis 20% Vibrações 18% Vibrações 18% Excesso de umidade 14% Excesso de umidade 14% 5 Condições ambientais no trabalho Desconforto de postura 36% Desconforto de postura 36% Base: Entrevistados que não têm diagnóstico de LER/Dort Ruins : 7, 8 ou 9 fatores Regulares : 4, 5 ou 6 fatores Boas : nenhum,1, 2 ou 3 fatores As condições ambientais são ruins principalmente entre os homens, entre os mais velhos, entre os menos escolarizados, entre os que são das classes D/E, entre os free-lance e entre os que trabalham há mais tempo na mesma função

27 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Grupo Risco Base: Entrevistados que não têm diagnóstico de LER/Dort A partir dos grupos de situações no trabalho, chegou-se a ao GRUPO RISCO Para cada situação do trabalho foram atribuídos pontos A partir dos grupos de situações no trabalho, chegou-se a ao GRUPO RISCO Para cada situação do trabalho foram atribuídos pontos Médio/ condições regulares 2 pontos Médio/ condições regulares 2 pontos Alto / condições ruins 3 pontos Alto / condições ruins 3 pontos Baixo/ condições boas 1 ponto Baixo/ condições boas 1 ponto ALTO RISCO = 12 A 15 PONTOS MÉDIO RISCO = 8 A 11 PONTOS BAIXO RISCO = 5 A 7 PONTOS ALTO RISCO = 12 A 15 PONTOS MÉDIO RISCO = 8 A 11 PONTOS BAIXO RISCO = 5 A 7 PONTOS

28 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Cerca de 508 mil trabalhadores estão no grupo de alto risco Esforço físico e repetição Esforço físico e repetição + Pressão no trabalho Pressão no trabalho + Qualidade de vida Qualidade de vida + Fatores de Estresse Fatores de Estresse + Condições ambientais no trabalho Condições ambientais no trabalho FATOR DE RISCO FATOR DE RISCO Base: Entrevistados que não têm diagnóstico de LER/Dort Alto 10% (12 a 15 pontos) Alto 10% (12 a 15 pontos) Médio 63% (de 8 a 11 pontos) Médio 63% (de 8 a 11 pontos) Baixo 27% (de 5 a 7 pontos) Baixo 27% (de 5 a 7 pontos) 508 mil trabalhadores 3 milhões e 2000 mil 1 milhão e 370 mil

29 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Entre os que fazem parte do grupo de alto risco, 93% sentem dores e 60% têm dormência

30 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Alto risco é maior entre as mulheres e os que fazem parte das classes mais baixas Alto risco Mulheres 35 a 44 anos 1º grau Classes D/E Comércio Assalariado registrado Sente dores Tem dormências Médio risco Homens 1º grau Classe C Alto esforço físico e repetição Qualidade de vida ruim Baixo risco 45 anos ou + Superior Maior renda Classes A/B Superior Médio esforço físico e repetição

31 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Sintomas

32 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 88% têm algum dos sintomas investigados Base: Total de amostra

33 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 69% sentem dores em alguma parte do corpo Base: Total de amostra 26% dos que sentem dores nos dedos das mãos afirmam que dor é intensa Sentem dores frequentes :. Desconforto de postura (83%). Móveis desconfortáveis (82%). Falta de ventilação (81%). Pouca luminosidade (80%). Excesso de umidade (80%). Mais de 10h extras semanais (7#%)

34 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 36% sentem dormência ou formigamento e 22% têm inchaços Base: Total de amostra Dormência ou formigamento são mais intensos nos punhos, ombros e braços Inchaços são mais frequentes nos punhos, pés e dedos das mãos Sentem dormência : trabalhadores do comércio (40%), pouca luminosidade (45%), Mulheres (42%), mais jovens (40%) Inchaço é mais frequente entre os que têm pouco tempo para refeição (33%), entre as mulheres (32%), desconforto na postura (31%) e móveis desconfortáveis (29%)

35 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 10% sofrem de falta de firmeza nas mãos Base: Total de amostra 20% têm dificuldade para se concentrar por causa de alguma dor física Entre os que sentem dores frequentes 64% sentem falta de firmeza nas mãos e 27% sentem dificuldade para encostar a ponta de um dedo na ponta de outro dedo. Costumam sentir dificuldade para se concentrar os que têm inchaço em alguma parte do corpo (37%) e sentem dormência ou formigamento (34%).

36 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Mulheres têm mais sintomas relacionados ao estresse Base: Total de amostra Sintomas relacionados ao estresse Entre os que trabalham mais de 10horas diárias ficam acima da média na maioria dos sintomas relacionados ao estresse.

37 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT O TRABALHO E O RELÓGIO

38 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 27% costumam fazer horas extras Costuma 27% Não costuma 73% Base: Total da amostra Você costuma fazer horas extras ? Setor de atividade Média de horas extras semanais Costumam fazer horas extras. Assalariados registrados (35%). Turnos alternados (34%). Homens (31%). Mais jovens (36%)

39 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 53% trabalham mais de 40 horas por semana Base: Total da amostra Trabalham mais de 40 horas semanais. Autônomos regulares (70%). Motoristas (81%). Homens (64%). 25 a 34 anos (60%). Classes D/E (57%) Carga horária semanal

40 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria tem jornada diurna fixa Base: Total da amostra Tipo de jornada de trabalho Horas trabalhadas por dia 8,4 h8,2 h8,8 h8,6 h8,5 h Média

41 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 13% não têm tempo para refeição Base: Total da amostra Tempo para fazer refeição Tem tempo 77% Não tem 13% Tempo médio em minutos Não têm tempo para refeição. Trabalham até 6 horas (34%). Mulheres (17%). 45 anos ou mais (19%). Free lance (18%). Vendedores (20%) Faz pausa durante o trabalho ? A pausa dura em média 19 minutos. A maioria (69%) faz por iniciativa própria e 31% por determinação da empresa

42 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT COMO TRABALHA

43 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Trabalho exige movimentos repetitivos Base: Total da amostra Trabalho exige ou não movimentos repetitivos ? Trabalho exige ou não força física ? Base: Total da amostra

44 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Partes do corpo que mais utiliza Partes do corpo que mais utiliza no trabalho Base: Total de amostra

45 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 35% costumam utilizar computador Costuma utilizar computador no trabalho ou em em casa ? Tempo que passa utilizando o computador no trabalho durante a semana Tempo médio em horas Base: Total de amostra Base: Entrevistados que utilizam computador no trabalho Utilizam computador no trabalho e em casa : 12% Só no trabalho : 16% Só em casa : 7%

46 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria trabalha em pé Postura exigida no trabalho Trabalham em pé. Não tem pausa (76%). Turnos alternados (80%). Mais jovens (77%). Menos escolarizados (80%). Classes D/E (83%). Serviços domésticos e de limpeza (96%) Base: Total de amostra

47 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT RISCOS NO TRABALHO

48 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria diz existir riscos de acidente no trabalho Existe algum risco de acidente no seu trabalho ? Fraturas/quedas Contaminação por doenças contagiosas Cortes no corpo Doenças respiratórias Queimaduras LER/DORT Tendinite Nível superior Classes A/B serviços de escritório Serviços de escritório Superior 25 a 34 anos Setores de atividade Existe risco de acidentes principalmente entre :. Os homens. Os que têm entre 35 e 44 anos. Os mais escolarizados. Os das classes A/B Base: Total de amostra Problemas na coluna Riscos (resposta espontânea)

49 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria se sente à vontade para falar com o chefe quando existe situação de risco Quando existe alguma situação no seu trabalho que possa colocar em risco sua segurança você se sente muito, um pouco ou não se sente à vontade em conversar com seu chefe ? Se acha suficientemente informado sobre os riscos de acidente ou de doença relacionados ao trabalho ? Base: Total de amostra

50 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 23% já sofreram algum acidente de trabalho Já sofreu algum acidente de trabalho ? Base: Total de amostra Setores de atividade Sofreram acidentes principalmente :. Os homens. Os que têm entre 25 e 34 anos. Os menos escolarizados. Os das classes D/E Acidentes

51 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 48% estão expostos a excesso de ruído Excesso de ruído no trabalho Calor intenso Desconforto de postura no trabalho Base: Total de amostra

52 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Um terço está exposto ao frio intenso Frio intenso Móveis desconfortáveis Vibrações Base: Total de amostra

53 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Trabalhadores da construção civil estão mais expostos às situações ambientais inadequadas Falta de ventilação Falta de luminosidade Excesso de umidade Base: Total de amostra

54 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT A VIDA NO TRABALHO

55 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Um terço tem meta de produtividade Tem meta de produtividade ? 35 a 44 anos superior maior renda classes A/B Base: Total de amostra Base: Entrevistados que têm que cumprir meta de produtividade Como se sente quando não consegue atingir a meta de produtividade ?. Construção civil. Trabalha mais de 40h semanais. Trabalha mais de 10h por dia. Tem até 15 min de almoço. Mais velhos. Nível superior

56 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 30% são cobrados para manter ou aumentar a produtividade É cobrado de maneira contínua para manter ou aumentar a produtividade ? Assalariado registrado Mais jovens Superior Base: Total de amostra Base: Entrevistados que têm que cumprir meta de produtividade É incentivado com prêmios para aumentar a produtividade ? Assalariado registrado Mais jovens Superior

57 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Cobrança para não cometer erros atinge metade dos trabalhadores É cobrado de maneira contínua para não cometer erros ? Base: Total de amostra A cobrança para não cometer erros é maior entre os que trabalham mais horas por dia Entre os que têm até 15 min para refeição a taxa dos que dizem ser cobrados continuamente para não cometer erros chega a 54%

58 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria aprova seu desempenho no trabalho e se sente seguro em relação às funções que exerce Avaliação do desempenho no trabalho Base: Total de amostra A maioria se sente seguro em relação às funções que exerce no trabalho Entre os que têm jornada noturna fixa 95% sentem-se seguro em relação às funções que exerce. A avaliação positiva chega a 98% entre os que trabalhadores da construção civil

59 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT 30% dizem existir muita competição no trabalho Base: Total de amostra Costuma conversar com colegas de empresa sobre problemas relacionados ao trabalho ? Existe muita competição, um pouco de competição ou nenhuma competição entre os funcionários ?. Construção civil. Free lance e autônomo regular. Jornada irregular. Carga horária semanal de mais de 40h. Mais velhos

60 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT A maioria está satisfeita com o ambiente e com trabalho Base: Total de amostra Avaliação do relacionamento com as pessoas no ambiente de trabalho e com chefe A avaliação positiva do relacionamento com colegas e chefe é alta em todos os segmentos. Grau de felicidade com emprego/trabalho O grau de felicidade é alto mesmo entre os que trabalham mais de 10h por dia, nesse segmento 62% se dizem muito felizes ou felizes. Risco de ser demitido 64%

61 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT A VIDA FORA DO TRABALHO

62 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Trabalhador dorme em média 7h e considera suficiente Quanto tempo em média costuma dormir diariamente ? Base: Total de amostra Média em horas : 7h O tempo que costuma dormir é mais do que o suficiente, o suficiente ou menos do que o suficiente ? Avaliação da qualidade do sono. Indústria (33%). Funcionário público (37%). Jornada noturna fixa (37%). Menos de 15 min para refeição (39%). Mulheres (33%). Classes D/E (32%)

63 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Para 48% o tempo que têm para lazer não é suficiente O tempo que você tem para lazer é mais do que o suficiente, é o suficiente ou menos do que o suficiente ? Base: Total de amostra O tempo para lazer não é suficiente especialmente para :. Os que trabalham mais de 40h semanais (52%). Os que têm jornada noturna fixa (79%). Os que têm carga horária diária superior a 10h (61%). Os que têm entre 35 e 44 anos (54%)

64 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT Maioria não pratica atividades físicas Você pratica algum tipo de atividade física ? Base: Total de amostra Os mais sedentários são :. Os trabalhadores da construção civil (78%). As mulheres (76%). Os menos escolarizados (79%). Os que pertencem às classes D/E (81%) Observa-se que entre os que têm jornada noturna 47% praticam alguma atividade e entre os que trabalham mais de 10h por dia 37% têm esse hábito

65 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT CONCLUSÕES

66 Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT CONCLUSÕES 1. Levantamento quantitativo mostra coerência com estudos feitos por especialistas a respeito das LER/Dort 2. Combinação de fatores como excesso de horas trabalhadas, ausência de pausas e ritmo acelerado de trabalho e o surgimento de LER/Dort e sintomas relacionados ao problema 3. Subnotificação dos casos de LER/Dort 4. Diagnóstico de LER/Dort é mais alto nas classes A/B do que nas classes D/E 5. Maioria dos que não tiveram diagnóstico nunca ouviram falar em LER/Dort 6. A pesquisa não tem o objetivo de ser um estudo conclusivo sobre a incidência de LER/Dort entre os trabalhadores da cidade de SP


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