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INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE FORÇA MOTRIZ Profs. Rui Correia e Mário de Andrade AUTOMATISMOS - Conceitos Básicos.

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1 INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS DE FORÇA MOTRIZ Profs. Rui Correia e Mário de Andrade AUTOMATISMOS - Conceitos Básicos

2 1.1 Conceito de Comando O art. 32 do Regulamento de Segurança de Instalações de Utilização de Energia Eléctrica (R.S.I.U.E.E.) define : Aparelho de Comando, como o que é destinado a modificar o regime de funcionamento de uma instalação ou de um aparelho de Utilização Aparelho de Comando, como o que é destinado a modificar o regime de funcionamento de uma instalação ou de um aparelho de Utilização Exemplos: - Um motor comandado por um botão; - Uma Lâmpada comandada por um interruptor - Comando de uma televisão 1- Conceitos Básicos 2 AUTOMATISMOS

3 1.2- Tipos de Circuito Circuito de Potência Liga a rede de distribuição ao receptor ( motores) é onde se encontram potências elevadas. Liga a rede de distribuição ao receptor ( motores) é onde se encontram potências elevadas. Circuito de Comando Normalmente afastado dos órgão de potência, é comandado pelo operador e percorrido por correntes baixas. 3

4 1.3 - Tipos de Comando A alteração da ligação do receptor é feita automaticamente A alteração da ligação do receptor é feita automaticamente O operador altera directamente a ligação do receptor O operador altera directamente a ligação do receptor Comando Automático Comando Manual 4

5 O operador altera directamente a ligação ao receptor através de: O operador altera directamente a ligação ao receptor através de: - Botoneiras de Encastrar com botões de pressão, de posição ou rotativos; - Botoneiras de Encastrar com botões de pressão, de posição ou rotativos; -Botoneiras Pendentes; -Pedais; -Combinadores; 1.4 – Elementos de Comando 5

6 A alteração da ligação do receptor é feita através de: - Interruptores fim de Curso; - Detectores Fotoeléctrico; - Interruptores de bóia; -Par termoeléctrico; -Pressostatos;-Termóstatos; -Detectores de Proximidade; -Detectores de Fumo; 1.5 – Comando Automático 6

7 É um processo automático que mantém constante a saída de um sistema, independentemente das perturbações que tendam a alterá-la. É um processo automático que mantém constante a saída de um sistema, independentemente das perturbações que tendam a alterá-la. Regulação Descontínua Regulação Descontínua Exemplo: Regulação da temperatura de uma sala através de um aquecedor resistências ou de ar condicionado. A existência de um elemento sensor – termóstato - leva a que após um ajuste de temperatura, sempre que exista um arrefecimento, o termóstato ligue de imediato o circuito de aquecimento, durante o tempo necessário para que a temperatura regresse ao valor pré-estabelecido. A existência de um elemento sensor – termóstato - leva a que após um ajuste de temperatura, sempre que exista um arrefecimento, o termóstato ligue de imediato o circuito de aquecimento, durante o tempo necessário para que a temperatura regresse ao valor pré-estabelecido. 1.6 – Conceito de Regulação 7

8 Regulação Contínua Regulação Contínua Exemplo: O som que chega a um rádio. O sinal que chega à antena de um rádio, tem uma intensidade variável resultante das influências perturbadoras do tempo, camadas de ar atravessadas, etc. O sinal que chega à antena de um rádio, tem uma intensidade variável resultante das influências perturbadoras do tempo, camadas de ar atravessadas, etc. Deste modo o som que recebemos estaria a mudar continuamente de intensidade. Para evitar esse efeito desagradável, usa-se um dispositivo - Comando Automático de Volume - que mantém em cada instante o mesmo sinal no aparelho. 8

9 São dispositivos que têm a função de detectar a variação de uma grandeza, e que em determinadas condições dão ordem de activação ao mecanismo respectivo. São dispositivos que têm a função de detectar a variação de uma grandeza, e que em determinadas condições dão ordem de activação ao mecanismo respectivo. 1.7 – Sensores Funções do Sensor DETECTOR – Detecção da variação das grandezas TRANSDUTOR – Transformação das grandezas Não eléctricas em grandezas eléctricas. Transformação das grandezas Não eléctricas em grandezas eléctricas. 9

10 Seja o comando Manual ou Automático é sempre constituído por 3 partes principais: Seja o comando Manual ou Automático é sempre constituído por 3 partes principais: 1.8 – Elementos de Comando - Dispositivos de Comando - Contactos - Invólucro Manuais ou Automáticos Manuais ou Automáticos NF - Normalmente Fechados ( NC - Normaly Closed) (11-12; 21-22;31-32;41-42;…) NA–Normalmente Abertos (NO - Normaly Open ) (13-14; 23-24;33-34;43-44;…) É o que envolve o dispositivo de comando e obedece a determinadas exigências de protecção contra contactos acidentais, penetração de líquidos e contra choque de acordo com o local da instalação. 10

11 1.9 – Contactor - Vantagens É um aparelho de corte e comando, accionado em geral por meio de um electroíman, concebido para executar um elevado número de manobras. É um aparelho de corte e comando, accionado em geral por meio de um electroíman, concebido para executar um elevado número de manobras. - Permite fazer o comando de receptores de grande potência, com um consumo reduzido nas sua bobinas; 11 - Permite efectuar o comando local e à distância de determinados circuitos e o comando simultâneo a partir de diferentes locais; - Permite efectuar o comando automático e semi- automático de circuitos, utilizando sensores adequados.

12 - Constituição - Electroíman - É o órgão motor do contactor 12 -Contactos Principais ou Pólos - Asseguram a alimentação ou corte de corrente aos receptores - Contactos Principais ou Pólos - Asseguram a alimentação ou corte de corrente em diferentes elementos do circuito de comando - Contactos Principais ou Pólos - Asseguram a alimentação ou corte de corrente em diferentes elementos do circuito de comando - Sistema de Extinção do Arco Eléctrico - Permite extinguir o arco eléctrico de modo a preservar os contactos eléctricos.


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