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A INFLUÊNCIA DO NEOLIBERALISMO OLSSEN, M., CODD, J. e O NEILL, A.-M. (2004) The Ascendancy of Neoliberalism in M. Olssen, J. Codd e A-M. O Neill, Education.

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2 A INFLUÊNCIA DO NEOLIBERALISMO OLSSEN, M., CODD, J. e O NEILL, A.-M. (2004) The Ascendancy of Neoliberalism in M. Olssen, J. Codd e A-M. O Neill, Education Policy: Globalization, Citizenship & Democracy. Londres: Sage Publications, pp

3 NOVA DIREITA NEOLIBERALISMO MONETARISMO AUSTRIA E CHIGACO A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)

4 A NOVA DIREITA Grupos de interesse que aderem e se referenciam no neoliberalismo como uma doutrina filosófica, econômica e política. aliança de interesses do mercado liberal e política conservadora principais pressupostos do velho liberalismo econômico e político contradição interna Monolítica? Hegemônica? Estável? competição social e ideológica nova direita não é nova racionalismo econômico

5 RENASCIMENTO naturalistaRazão ILUMINISMO QUIMICA FISICA BIOLOGIA POSITIVISMO MECANICISMO EMPIRISMO MATERIALISMO HEGEL IDEALISMO MARXISMO FILOSOFIA E CIÊNCIA nova direita, racionalismo econômico e neoliberalismo A NOVA DIREITA Thomas Hobbes John Locke David Hume DESCARTES (1596 –1650) Racionalismo dedutivo iluminismo Inglês indutivo Auguste Comte França Feuerbach início do século XVIII fins do século XIII e meados do século XVII Racionalismo liberalismo MATERIALISMO dialética KANT CRITICA AO MECANICISMO E AO MATERIALISMO

6 Racionalismo é a corrente central no pensamento liberal O racionalismo base do planejamento da organização econômica e espacial da reprodução social. soluções racionais soluções técnicas e eficazes O racionalismo A NOVA DIREITA

7 moral kantiana tratar o homem como fim e não como meio teoria do valor-trabalho elaborada pela escola clássica inglesa de economia política, entre o inicio de 1844 e o inicio de 1847 Adam Smith definição clássica do valor livro a Riqueza das Nações relação ao valor das mercadorias concebido como idêntico aos preços preço natural reduzida ao tempo de trabalho enquanto critério de valor de troca leis históricas x leis eternas A NOVA DIREITA

8 lei da oferta e da demanda Explicação teoria subjetiva do valor A oferta A demanda Lei imutável da utilidade e da necessidade contradições dos preços sob o aparente equilíbrio da lei da oferta e da procura A NOVA DIREITA nova direita, racionalismo econômico e neoliberalismo

9 DEFININDO NEOLIBERALISMO

10 neo e o clássico discurso liberal Não são idênticos o liberalismo clássico concepção negativa do poder do estado o individual x a intervenção do estado Neoliberalismo concepção positiva do papel do estado leis e instituições necessárias para a operacionalização do mercado. ESTADO reduz a burocracia mas não o controle. NEOLIBERALISMO

11 liberalismo clássico o individual autonomia humana natural e a prática da liberdade. Individuo empreendedor e competitivo o individual auto-interesse egoísmo laissez-faire Mão invisível dita o interesse do individuo homo economicus bem estar universal preguiça e indolência novas formas de vigilância, fiscalização e controle NEOLIBERALISMO

12 A base comum variações em relação as teorias de mercado e estado Frederich Hayek, Milton Friedman Robert Nozick James Buchanan Gary Becker Oliver Williamsin Todos eles compartilham do compromisso básico para a liberdade individual e do lobby para a redução do estado superioridade dos mecanismos de mercado transação social é empreendedorismo ganho pessoal. Competição Competências individuais NEOLIBERALISMO

13 modelo responsabilidades humanas perpétuas flexibilidade MONETARISMO TEORIA DO CAPITAL HUMANO PUBLIC CHOICE THEORY AGENCY THEORY TRANSACTION COST ECONOMICS varias formas de gerenciamento NEOLIBERALISMO

14 o pensamento neoclássico -os sujeitos economicamente auto-interessados; otimizadores racionais; melhores juízes de seus ganhos, interesses e necessidades; -a competitividade é um mecanismo de qualidade e eficiência -os governos regular a distância através do gerenciamento - redução dos serviços do estado: privatização, contratos, cartões do usuário NEOLIBERALISMO pressupostos:

15 - a flexibilidade: desregulamentação do mercado de trabalho e promove a oportunidade das pessoas usarem suas habilidades e otimizarem sua meta de vida; - Livre comércio e a economia aberta é um pré requisito para o crescimento econômico; e - tarifas, subsídios e controles de investimentos ou mercado estrangeiros poderiam ser abolidos NEOLIBERALISMO pressupostos:

16 a ética: matéria do individuo privado e não é um interesse de estado... a sustentação do estado para iniciativas igualitários da política é um ataque no " empreendedorismo e esforço", " auto-gerência" responsável; e " sacrifício pessoal; (Keat,1991;Peters, 1992) nova moralidade: revisão na concepção de individuo revisão na concepção de natureza revisão do papel do estado democracia política e seus resultados NEOLIBERALISMO... a sustentação do estado para iniciativas igualitários da política é um ataque no " empreendedorismo e esforço", " auto-gerência" responsável; e " sacrifício pessoal; (Keat,1991;Peters, 1992) nova moralidade: revisão na concepção de individuo revisão na concepção de natureza revisão do papel do estado democracia política e seus resultados

17 Década de 1970 Estagnação e inflação Choque do petróleo Instrumentos de liquidez para financiar a dívida Economia do endividamento Mercado de títulos Reforço do dólar em relação a outras moedas Euromercados e mercados financeiros NEOLIBERALISMO

18 Eurodólares-concentração de capitais industriais das multinacionais americanas Forma-dinheiro Lucros na produção e na esfera financeira Queda de rentabilidade do capital industrial (estagnação e inflação) Quebra das legislações nacionais protetoras impulsiona os euromercados Trajetória de crescimento 1973 até 1980 NEOLIBERALISMO Década de 1970

19 aumento das taxas de inflação política internacional abrir o mundo economicamente e o comércio mundial liberalizado em 1971 o acordo de Bretton Woods foi rompido taxa de cambio flexível o controle do cambio foi abolido em 1974 na America e em 1979 na Inglaterra teoria keynesyana era incapaz de conviver com a inflação. dificuldade em prever a taxa de inflação nível de desemprego e taxas de crescimento se tornarem dependentes das condições de mercado NEOLIBERALISMO Década de 1970

20 A CONFERÊNCIA DE BRETTON WOODS (1944) O regime de câmbio fixo com o padrão-ouro internacional não sobreviveu aos conflitos da Primeira Guerra Mundial, retomada do comércio internacional Utilização do dólar como veículo das transações entre países. Dominada pelos Estados Unidos, organizou regime de câmbio relativamente fixo, no centro o dólar, unidade contábil e padrão monetário paridade ouro fixada em 35 dólares a onça. Os estados membros controlar dos movimentos de capitais proteger a estabilidade do câmbio de suas moedas.

21 DÉCADA 1980/90 NEOLIBERALISMO Ampliação da liberalização monetária (fim do câmbio fixo) Crise do Leste europeu Queda do muro Reordenação das relações de poder mundial

22 EUA-bônus do tesouro americano Ativo financeiro Atrair dinheiro de fora-fundos líquidos Financiamento de déficits orçamentários Aplicação Mercados financeiros: Bônus do tesouro Outros ativos da dívida Cada vez mais distante da produção Compra e venda de títulos DÉCADA 1980/90 NEOLIBERALISMO

23 Mercados Financeiros Países da OCDE Países da economia de transição Rússia Países de industrialização recente Ásia America Latina DÉCADA 1990 NEOLIBERALISMO

24 Mercado interbancário Ações Títulos Bancos X Bolsas de valores Convenção fictícia de liquidez (Chesnais, 1999) Sem maiores preocupações com produção NEOLIBERALISMO DÉCADA 1990

25 Taxas de cambio flutuantes Operadores privados Determinação de preços relativos das moedas nacionais- taxas de cambio Comite de credores Planos de escalonamento da divida estatal Privatizações –títulos da dívida em títulos de propriedade NEOLIBERALISMO DÉCADA 1990

26 Abolição do controle sobre fluxo de capitais Abertura do mercado de títulos públicos Economias nacionais impacto da especulação financeira Queda de crescimento Pagamento da dívida Concorrência mundial comercial e financeira NEOLIBERALISMO DÉCADA 1990

27 A DOUTRINA DO MONETARISMO

28 política neoliberal 1960 e 1970 resposta para a inflação da teoria monetarista para mudar a demanda Keynesiana. gerenciamento da demanda ( salários e preços) X auto-estabilização de mercado. keynesianos X monetaristas Inflação x emprego natural taxa de desemprego taxas de câmbio flutuantes x padrão ouro prever a demanda provou ser difícil, especialmente pelas exportações e investimentos privados A solução para os monetaristas, são adotadas na oferta MONETARISMO

29 teoria da quantidade do dinheiro Milton Friedman 1912 – 2006 QUANTITY THEORY OF MONEY CHIGAGO e LONDON SCHOOL OF ECONOMICS MONETARISMO

30 idéias da economia política clássica e análise econômica do século 20 o núcleo central : saúde financeira mudanças na quantidade de dinheiro único modo de efetivar mudanças na renda nominal estratégias praticas para mudar agendas econômicas e da política social compromisso renovado com o laissez-faire Mercado se estabiliza porque a oferta e demanda são balanceadas pelo mecanismo do preço. MONETARISMO

31 flexibilidade do trabalho reduzir a natural taxa de desemprego. Redução dos gastos públicos O neo-keynesianismo Mercado de trabalho rígidos Sindicatos: acordos coletivos de ajuste de salário e negociação das condições de trabalho contribuem para o desemprego. MONETARISMO

32 ESCOLAS DE ECONOMIA AUSTRIA E CHIGACO Escola de Chicago Milton Friedman e seus seguidores na escola austríaca Ludwig Von Mises ( ) Friderich A Hayek ( )

33 As escolas diferem mais em relação a detalhes específicos do que na ideologia geral compromisso com o individualismo-metodológico e político somente indivíduos são reais sociedade como uma composição de indivíduos isolados antipatias com o socialismo e o estado de bem estar social pontos em comum liberdade econômica conhecimento é subjetivo e local subjetivistas e não cognitivistas fundamentação da ética ESCOLAS

34 diferença entre as duas escolas relaciona-se ao método escola de Chicago mais positivista causalidade econômica e social pode ser substanciada através do recurso da ciência. Friedman (1953:4)empiricismo o humano resposta passiva da estrutura social, um agente que reage ao estimulo ESCOLAS

35 A ESCOLA AUSTRÍACA metodologia oposta a da escola de Chicago behaviorismo a mente humana como a fonte original do fenômeno social Influência de Kant os dados das ciências sociais fenômenos subjetivos e os objetos sociais como dinheiro são constituídos pela fé humana Hayek indicou em A contra- revolução da ciência: estudos do abuso da razão(1952) subjetivismo de Hayek ESCOLAS

36 A ESCOLA AUSTRÍACA as relações de mercado x planejamento público anti-socialismooposição ao marxismo o conhecimento sobre algumas partes da estrutura permite a formação do entendimento correto sobre o comportamento da estrutura por inteiro rejeição do racionalismo cartesiano evolução do darwinismo- Hayek mantém a evolução seletiva como fonte de toda a ordem (Gray, 1984) Hayek nega a independência lógica da mente, (Descartes), nega o completo auto- entendimento intelectual

37 a teoria da ordem espontânea A ESCOLA AUSTR Í ACA A ordem espontânea emerge como um processo natural, isso pode ser observado na população biol ó gica da esp é cie animal, na forma ç ão dos cristais e das gal á xias (Hayek, 1952, 1967, 1973; 1976). a idéia de auto-organização das estruturas ordem espontânea do mercado ESCOLAS

38 A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)

39 A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT) Emerge da economia neoclássica na segunda metade do século XIX investimento na educação explica o crescimento econômico. um investimento que possui retorno. capital humano como um produto comerciável capaz de se organizar de acordo com os princípios das mudanças de mercado. Gary Becker / Friedman mecanismo de adaptação funcional do sistema social no contexto de competição perfeita. equilíbrio como um produto da seleção natural da pratica competitiva comportamentalismo humano toda a ação humana como um fim ou com resultados em vista Gary Becker / Hayek

40 capital humano é uma modelo de escolha racional a combinação de suposições de maximização comportamental, mercado equilibrado e preferências estáveis a economia é uma estratégia na qual os humanos são programados para competir em ordem e para maximizar suas oportunidades um processo natural de seleção institucionais explicações nos termos de custo e beneficio na maximização da vontade/ desejo/ querer individual A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)

41 O capital humano da nação o estoque de capital humanoé a soma de habilidades, talentos e conhecimento da população. treinamento de emprego cuidados médicos educação formal educação e o treinamento como um investimento impacto direto da criação de habilidades na produtividade força de trabalho e gestão das habilidades essenciais determinantes para economia nacional. A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)

42 educação : bem privado e bem público. distinção interna na HCT taxa privada e as taxas sociais de retorno Como um bem privado, educação é vista como um produto comerciável no mercado por dinheiro ou status, avanço do individuo onde o retorno ocorre para o individuo. Educação como um bem publico é vista para desenvolver a moral, ética, a cultura e política e o processo democrático. investimentos públicos taxa privada de retorno de investimentos na educação A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)

43 apropriação neoliberal da HCT 1960 Marginson (1993) retorna em 1980 A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT) OECD treinamento perpétuo educação é um determinante da vantagem competitiva

44 OECD treinamento perpétuo Habilidade é a base de todo valor a infinita re-habilitação como a base da educação moderna e como a solução para os problemas econômicos O núcleo das suposições do neoliberalismo, juntos com as doutrinas do monetarismo e HCT tem suas origens na economia neoclássica, algumas da especificidade das prescrições da política neoliberal A TEORIA DO CAPITAL HUMANO (HCT)

45 FOTOS: SEBASTIÃO SALGADO POTINARI GARAPA area.dgidc.min-edu.pt BANCO DE IMAGENS


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