A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Gestão de bacias hidrográficas para mitigação de desastres naturais Exemplo do sistema hidrológico do rio Araranguá Éverton Blainski Dr. Eng° Agrônomo.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Gestão de bacias hidrográficas para mitigação de desastres naturais Exemplo do sistema hidrológico do rio Araranguá Éverton Blainski Dr. Eng° Agrônomo."— Transcrição da apresentação:

1 Gestão de bacias hidrográficas para mitigação de desastres naturais Exemplo do sistema hidrológico do rio Araranguá Éverton Blainski Dr. Eng° Agrônomo Epagri - Ciram

2 CONCEITOS BÁSICOS DE RISCO E DE ÁREAS DE RISCO EVENTO METEOROLÓGICOS Fenômeno com características, dimensões e localização geográfica registrada no tempo, sem causar, necessariamente, danos econômicos e/ou sociais PERIGO (evento extremo) Condição ou fenômeno com potencial de causar danos VULNERABILIDADE Grau de perda para um dado elemento, grupo ou comunidade dentro de uma determinada área passível de ser afetada por um fenômeno ou processo SUSCETIBILIDADE Indica a potencialidade de ocorrência de processos naturais e induzidos em uma dada área, expressando-se segundo classes de probabilidade de ocorrência RISCO Relação entre a possibilidade de ocorrência de um fenômeno e a magnitude dos danos. Quanto maior a vulnerabilidade, maior o risco ÁREA DE RISCO Área passível de ser atingida por um fenômeno natural que cause efeito adverso. As pessoas que habitam essas áreas estão sujeitas à integridade física e danos materiais. Normalmente correspondem a núcleos habitacionais de baixa renda

3 ENCHENTE ou CHEIA Situação de enchente no canal de drenagem do rio Itajaí - Blumenau Enchente ou cheia Elevação temporária do nível dágua em um canal de drenagem devida ao aumento de vazão, normalmente ocasionado pela chuva, mas também em função do aumento do nível de maré, operação de barragens, etc.

4 INUNDAÇÃO Inundação Processo de extravasamento das águas do canal de drenagem para as áreas marginais (planícies de inundação). Ocorre quando a enchente atinge uma cota acima do nível máximo da calha principal do rio. Situação de enchente no canal de drenagem do rio Itajaí - Blumenau

5 SITUAÇÃO NORMAL INUNDAÇÃO ENCHENTE ÁREAS DE RISCO DE ENCHENTE E INUNDAÇÃO CANAL DE DRENAGEM ÁREA DE INUNDAÇÃO Perfil do rio

6 OCUPAÇÃO DAS ÁREAS DE RISCO ÁREA DE ENCHENTE PLANÍCIE DE INUNDAÇÃO

7 Modificação no hidrograma pela impermeabilização da bacia EFEITO DA URBANIZAÇÃO Alteração da cobertura natural do solo; Impermeabilização do solo; Canalização dos cursos dágua; Alterações no relevo local; Diminuição do tempo de concentração de água nas bacias Alterações nos hidrogramas.

8 GERENCIAMENTO DE ÁREAS DE RISCO MEDIDAS DE PREVENÇÃO – Medidas estruturais MEDIDAS ESTRUTURAISSoluções de engenharia Estabilização de encostasCortes e aterros; muros de gravidade; barreiras vegetais; etc. Drenagem Recomposição de cobertura vegetal; controle de sedimentos, desobstrução de canais; construção de reservatórios; diques; canalização; etc. Reurbanização de áreas Evitar a ocupação de áreas vulneráveis; destinação destas áreas para outras atividades (parques); etc. Realocação de moradias Mapeamento de áreas aptas à implantação de programas habitacionais; sustentabilidade em novos projetos; infraestrutura básica; etc.

9 GERENCIAMENTO DE ÁREAS DE RISCO Qual a dificuldade em implementar as medidas estruturais? Falta de planejamento Ausência de estudos de vulnerabilidade Inexistência ou não cumprimento dos planos diretores Falta de fiscalização Especulação imobiliária Elevados custos de implantação e manutenção

10 GERENCIAMENTO DE ÁREAS DE RISCO MEDIDAS DE PREVENÇÃO – Medidas não estruturais MEDIDAS NÃO ESTRUTURAISAção Planejamento urbanoCrescimento ordenado (Plano diretor) LegislaçãoMeio ambiente; uso e ocupação do solo; normas de construção; licenciamentos. Política habitacionalSubsídios e orientação para construções em comunidades de baixa renda; urbanização de comunidades vulneráveis. Pesquisas Estudos dos fenômenos naturais, causas, ocorrência; Mapas de Vulnerabilidade e de risco. Educação e capacitação Difundir a cultura de prevenção em todos os níveis de ensino; capacitação profissional; etc. Sistemas de alerta e contingência Previsão de ocorrência de eventos extremos; monitoramento; planejamento de ações mitigatórias.

11 SISTEMAS DE MONITORAMENTO E PREVISÃO

12 UTILIZAÇÃO DE MODELOS NUMÉRICOS DE MANEIRA ACOPLADA (PREVISÃO HIDROLÓGICA) Trabalho Piloto (Bacia hidrográfica do rio Araranguá) SISTEMAS DE MONITORAMENTO E PREVISÃO

13 Bacia hidrográfica do rio Araranguá 14 municípios km² ÁREA DE ESTUDO

14 Rio Itoupava Rio Manoel Alves Rio Mãe Luzia Rio Araranguá

15 PROBLEMÁTICA

16

17 Fonte: Pandolfo et al. (2002) CLIMATOLOGIA - Chuvas

18 ATENDIMENTO HÍDRICO

19 RELEVO E CARACTERÍSTICAS LOCAIS Relevo plano; Proximidade do mar; Relevo acidentado ao fundo; Chuvas (estratiforme longa duração e intensidade moderada (primavera) / orográfica (relevo – grande intensidade e baixa duração); Maré.

20 UTILIZAÇÃO DE MODELOS DE SIMULAÇÃO Modelos – representações da realidade Modelos Atmosféricos – previsão do tempo Modelos Hidrológicos – representa a distribuição de água ao longo da bacia hidrográfica. Modelos atmosféricos Modelos hidrológicos Previsão de chuvas Previsão de vazão Previsão de NÍVEL Tomada de decisão

21 MODELOS UTILIZADOS ATMOSFÉRICOHIDROLÓGICO WRF (Weather Research and Forecasting) Resolução 15 x 15 km Intervalo de tempo = até 48 horas Usado operacionalmente no Ciram e em outros centros de previsão de tempo e clima Domínio Público SWAT (Soil and Water Assessment Tools) Modelo de bases físicas; Dinâmico no tempo e espaço; Permite avaliar diferentes parâmetros (água, sedimentos, nutrientes); Pode ser trabalhado em diferentes escalas temporais; Possibilita o estudo de cenários (alterações de uso do solo, mudanças climáticas, etc) Domínio Público.

22 Precipitação Produção de sedimentos Produção de água Escoamento lateral Escoamento superficial Produção de água Evaporação do solo Percolação Transpiração das plantas Aquífero raso Escoamento de retorno Percolação Aquífero profundo Evaporação Infiltração Propagação no reservatório Produção de água Produção de sedimentos Evaporação Propagação no canal PRODUÇÃO DE ÁGUA E SEDIMENTOS ESTRUTURA DO SWAT

23 Coleta de dados (Estações) Transmissão (Telemetria) Armazenamento (Banco de dados) Análise NORMAL ATENÇÃO ALERTA EMERGÊNCIA Previsão (Modelos hidrológicos) Previsão Meteorológica Disponibilização das informações (internet)

24 PROPOSTA DE TRABALHO Utilizar dados de previsão atmosférica associado a uma rede de monitoramento para avaliar e simular o regime hidrológico na bacia hidrográfica, disponibilizando dados de previsão para auxiliar no gerenciamento dos recursos hídricos mitigação de eventos extremos Modelo Atmosférico (WRF) Monitoramento hidrológico (Rede de estações) Dados georeferenciados Relevo Levantamento de solos Mapa de uso e ocupação Características edáficas SWAT Previsão de vazão PROPOSTA DE TRABALHO

25 OPERACIONAL

26 USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DADOS DE ENTRADA

27 CARACTERIZAÇÃO DO SOLO DADOS DE ENTRADA

28 DISCRETIZAÇÃO DA BH

29 Modelo Dig. Elevação SOLOS USO E OCUPAÇÃO Rede de Monitoramento Previsão atmosférica Entrada SWAT Processamento Saída Análise de sensibilidade Calibração Validação Simulação Resultados DADOS DE ENTRADA

30

31

32 EXEMPLO DE APLICAÇÃO Evento de cheia ocorrido entre 01/01/09 e 06/01/09

33

34

35

36 CANAIS DE COMUNICAÇÃO

37

38

39

40

41

42

43

44

45 DIVULGAÇÃO DAS INFORMAÇÕES DISPONÍVEIS PARA OS ÓRGÃO COMPETENTES

46 Éverton Blainski Dr. Eng° Agrônomo – Manejo e conservação de solo e água Epagri / Ciram – Gestão e saneamento ambiental 48 – Apoio financeiro:


Carregar ppt "Gestão de bacias hidrográficas para mitigação de desastres naturais Exemplo do sistema hidrológico do rio Araranguá Éverton Blainski Dr. Eng° Agrônomo."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google