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Colheita em AP Profa. Dra. Marisa S. A. R. Faulin.

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1 Colheita em AP Profa. Dra. Marisa S. A. R. Faulin

2 Mapa de produtividade Informação mais completa Materializa a resposta da cultura Década de 80: primeiras tentativas de se medir fluxo Dados devem ser tratados, pois possuem erros intrínsecos ao sistema Não descrédito – apenas uma preocupação a mais Amostragem tardia

3 Estimativas: Pesagem e totalização da produção por talhão = gerenciamento por talhão Pesagem de cada tanque graneleiro associado a alguma forma de medição da área

4 Vamos assumir que: Mapa de um talhão é o conjunto de muitos pontos Ponto é uma pequena porção da lavoura Quais são os dados importante para o ponto??

5 1.O dado mais importante é a quantidade de grão colhidos no ponto: sensor no elevador de grãos limpos

6 2. O tamanho da área que o ponto representa: retângulo da largura da plataforma Largura plataforma 1 a 3 segundos

7 3.Posição do ponto: GNSS – GPS 4. Umidade no ponto: mapa produtividade com base no grão seco conversão da umidade real para padrão Mapa de produtividade: 500 a 1300 pontos /ha, que corresponde de 8 a 20 m 2 (definido antes de iniciar a colheita)

8 Posteriormente: Informação é armazenada na forma de texto e cada ponto corresponde a uma linha Com várias informações Pode ser visualizada no monitor

9 Largura da plataforma Produtividade (Kg/ha x 10) Latitude Longitude Umidade do grão (%) Produção Exemplos de algumas informações em um arquivo de dados de colheita

10 Componentes de um medidor de Produtividade - grãos Sensor de fluxo de massa Sensor de umidade Receptor de GPS Monitor/ Computador/ Interface

11 O que é um Mapa? Um mapa nada mais é do que a plotagem de cada um dos pontos em um sistema cartesiano, onde o eixo X é a longitude e o eixo Y é a latitude. Pontos são coloridos Linhas de iso-produtividade (mesmo intervalo de produtividade)

12 O mapa mostra o que queremos ver!!! Critério para manipulação dos dados: intervalos de produtividade (ex: normalização); Número de intervalos (maior detalhamento) = pode mascarar o objetivo de visualização de manchas Entre 3 e 5 = boa escolha, não mais que 6.

13 O mapa mostra o que queremos ver!!! Escolha das cores, Escolha dos tons Escolha do contraste boa visualização

14 Existem vários erros sistemáticos Largura incorreta da plataforma; Ajuste do interruptor da plataforma; Tempo de enchimento da colhedora; Posicionamento incorreto; Calibração do volume; Suavização; Outros.

15 Largura incorreta da plataforma: Área = largura da plataforma x distância percorrida (derivada do sensor de velocidade) Ex: Largura de colheita menor que a plataforma (arremates do talhão)

16 Ajuste do interruptor da plataforma: A correta regulagem deste sensor é importante, principalmente em cabeceiras. Para que a área que não pertença ao talhão não seja contabilizada na área total. Gera áreas de cabeceira com produtividade e redução da produção média do talhão.

17 Tempo de enchimento da colhedora: É o tempo gasto para que a máquina atinja seu ritmo normal e fluxo. Gera falhas de baixa produtividade nas cabeceiras do talhão ou onde a colhedora fizer manobras. Tempo de enchimento tempo de retardo (tempo gasto entre o início do corte pela plataforma e a chegada dos grãos no sensor, os sistemas comerciais já o consideram)

18 Posicionamento incorreto: Erros esporádicos de posição Erro de posicionamento da antena – no teto da cabine e não sobre a barra de corte

19 Calibração do volume: Ocorrem quando se utiliza sensores volumétricos para medir o fluxo de grãos que passa pela colhedora em direção ao tanque graneleiro. Esse volume é convertido em massa pela densidade do grão. A densidade do grão deve ser medida 5 ou 6 vezes por dia.

20 Suavização: Oriundos da redução dos limites locais de máxima e mínima variação dos dados. Outros: Velocidade da máquina Retrilha de grãos Perdas de colheita

21 Observações Os monitores atuais possuem um bom nível de acurácia Erros da ordem de 2% em relação a balança Necessário uma boa calibração do equipamento

22 Transformar o número gerado pelo sensor de fluxo em um valor equivalente ao que a balança demonstra Se o sensor tem boa linearidade e está ajustado para a máquina e para o produto que está sendo colhido (peso da balança) Então o peso da balança é o que monitor está mostrando.

23 Cada equipamento tem seu processo de calibração especificado no manual (sequência de pesagem de alguns tanques graneleiros) Repetir a calibração sempre que mudar de cultura e mesmo variedade, dependendo do sensor de fluxo de grãos.

24 Umidade padrão e densidade de grão

25 Cálculo da produtividade em massa Y= Produtividade (sacas/ha, T/ha) m= fluxo de massa (lbs/s, kg/s) p= período de ciclo (1/s) d= distância percorrida w=largura da colheideira

26 Cálculo da produtividade em massa d w m, U t1t1t1t1 t2t2t2t2 t3t3t3t3 t4t4t4t4 t5t5t5t5

27 Correção da Umidade Não é regra de 3!!!!

28 Conversão de Unidades 1 lb = kg 1 in = 2.54 cm 1 ft = cm 1ha = m 2 1 acre = 4 046,85642 m 2 1saca = 60kgs 1 US bushel = litros


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