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NOMES: Ana Beatriz e Carolina TURMA: 37. Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento 13 de dezembro de 1912. Local onde nasceu Na fazenda.

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1 NOMES: Ana Beatriz e Carolina TURMA: 37

2 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento 13 de dezembro de Local onde nasceu Na fazenda Caiçara,na Cidade do Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidas Asa Branca, A feira de Caruaru, A dança da Moda, Açucena Cheirosa e Sangue de Nordestino. Curiosidades Com apenas 8 anos de idade substituiu um sanfoneiro em festa tradicional. Data de falecimento Dia 2 de agosto de FOTO

3 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados

4 Sangue de Nordestino Quando eu vim da minha terra Foi com dor no coração Quando lá deixei meus pais Meus parentes, e meus irmãos Aquela gente querida Faz parte da minha vida Como vou dizer que não } bis Se eu não sentisse saudade Tanto assim eu não diria Minha história era sem versos Inspiração não teria Era uma dor sem jeito Que rojando no meu peito Coração se afogaria } bis Se passaram muitos anos Mas a saudade ficou Levo a vida assim cantando Sufocando a minha dor Sou sangue de nordestino Marcado pelo destino De ser sempre um sofredor Santo Antonio nunca casou SANGUE NORDESTINO

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7 NOMES:Enzo e Flora TURMA:37

8 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de Local onde nasceu Na fazenda de Caiçara, cidade de Exu, no estado de Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidas Asa Branca e Xote de Meninas. Curiosidades Ele teve 9 irmãos e seu último show foi no dia 6 de junho,em 1983 lançou o disco 70 anos de sanfona e simpatia,em 1984 recebe o primeiro disco de ouro com o LP Danado de Bom, qual tinha o João Silva por principal parceiro,a partir de então.Gonzaga recebe prêmio Shell. Data de falecimento 2 de agosto de 1989, as 5.15h no Hospital Santa Joana em Recife.

9 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados Texto coletivo da turma 37.

10 Adeus da Asa Branca ( Tributo a Humberto Teixeira) (Dalton Vogeler) Quando o verde dos teus óio Se espáia na prantação Uma lágrima doída Vai moiá todo o sertão No cantá do assum preto Vai se ouvir mágoas e dor Ribaçã morrê de sede Com sodade de douto Foi se embora a Asa Branca Lá pro céu ela levou O poeta de alma franca Que todo mundo cantou Meu Padrinho Padim Ciço Faça dele um acessô Morre o homem fica o nome E o nome dele ficou O HOMEM DA TERRA; 1980; RCA

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13 NOMES:Lucas Cuan e Sophie TURMA:37

14 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Na fazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidas Asa Branca,O xote das meninas. Curiosidades Luiz Gonzaga com 8 anos de idade, Luiz Gonzaga substituiu um sanfoneiro numa festa tradicional na fazenda Caiçara. Data de falecimento Ele faleceu no dia 2 de agosto1989. FOTO

15 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados Texto coletivo da turma 37.

16 ABC DO SERTÃO ( Zé Dantas / Luiz Gonzaga) Lá no meu sertão pros caboclo lê Têm que aprender um outro ABC O jota é ji, o éle é lê O ésse é si, mas o érre Tem nome de rê Até o ypsilon lá é pssilone O eme é mê, O ene é nê O efe é fê, o gê chama-se guê Na escola é engraçado ouvir-se tanto "ê" A, bê, cê, dê, Fê, guê, lê, mê, Nê, pê, quê, rê, Tê, vê e zê.

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19 NOMES:Maria Luísa Braun e Pedro Hajdu TURMA:37

20 Nome completoLuiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento13 de dezembro de 1912 Local onde nasceuFazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. FiliaçãoJanuário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidasAsa Branca – Xote das Meninas – ABC do sertão CuriosidadesContam que, um dia, Luiz Gonzaga chegou, de avião, ao Rio de Janeiro.Numa mão, uma sacola com roupas e na outra, a inseparável sanfona. Data de falecimento02 de agosto de 1989 (76 anos),ás 05:15

21 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados. Texto coletivo da turma 37

22 Asa Branca Asa Branca (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira) Quando oiei a terra ardendo Qua fogueira de São João Eu perguntei a Deus do céu, uai Por que tamanha judiação Que braseiro, que fornaia Nem um pé de prantação Por farta d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão Até mesmo a asa branca Bateu asas do sertão Então eu disse a deus Rosinha Guarda contigo meu coração Hoje longe muitas léguas Numa triste solidão Espero a chuva cair de novo Para eu voltar pro meu sertão Quando o verde dos teus oio Se espalhar na prantação Eu te asseguro não chore não, viu Que eu voltarei, viu Meu coração 78 RPM V800510b 1947 (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira)Quando oiei a terra ardendoQua fogueira de São JoãoEu perguntei a Deus do céu, uaiPor que tamanha judiaçãoQue braseiro, que fornaiaNem um pé de prantaçãoPor farta d'água perdi meu gadoMorreu de sede meu alazãoAté mesmo a asa brancaBateu asas do sertãoEntão eu disse a deus RosinhaGuarda contigo meu coraçãoHoje longe muitas léguasNuma triste solidãoEspero a chuva cair de novoPara eu voltar pro meu sertãoQuando o verde dos teus oioSe espalhar na prantaçãoEu te asseguro não chore não, viuQue eu voltarei, viuMeu coração78 RPM V800510b 1947 (Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira)Quando oiei a terra ardendoQua fogueira de São JoãoEu perguntei a Deus do céu, uaiPor que tamanha judiaçãoQue braseiro, que fornaiaNem um pé de prantaçãoPor farta d'água perdi meu gadoMorreu de sede meu alazãoAté mesmo a asa brancaBateu asas do sertãoEntão eu disse a deus RosinhaGuarda contigo meu coraçãoHoje longe muitas léguasNuma triste solidãoEspero a chuva cair de novoPara eu voltar pro meu sertãoQuando o verde dos teus oioSe espalhar na prantaçãoEu te asseguro não chore não, viuQue eu voltarei, viuMeu coração78 RPM V800510b 1947

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25 NOMES:Ana Júlia Bessa e Pedro Mahfuz TURMA:37

26 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 DE DEZEMBRO DE 1912 Local onde nasceu Cidade do Exu,em Pernambuco. Filiação Ana Batista de Jesus Santana e Januário José dos Santos. Músicas mais conhecidas Asa Branca e Baião. Curiosidades Luiz Gonzaga sofria de osteoporose há alguns anos. Morreu vítima de parada cardiorespiratória. Data de falecimento 02 de agosto de FOTO

27 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados. Texto coletivo da turma 37

28 Asa branca Quando oiei a terra ardendo Qua fogueira de São João Eu perguntei a Deus do céu, uai Por que tamanha judiação Que braseiro, que fornaia Nem um pé de prantação Por farta d'água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão Até mesmo a asa branca Bateu asas do sertão Então eu disse a deus Rosinha Guarda contigo meu coração Hoje longe muitas léguas Numa triste solidão Espero a chuva cair de novo Para eu voltar pro meu sertão Quando o verde dos teus oio Se espalhar na prantação Eu te asseguro não chore não, viu Que eu voltarei, viu Meu coração

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31 NOMES:Gabriela e Uriel TURMA:37

32 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento 13 de dezembro de1912. Local onde nasceu Fazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidas Asa Branca,O Xote das meninas, Pau de Arara, Respeita Januário e Paraíba. Curiosidades Cantou as dores e amores de um povo que ainda não tinha voz. Data de falecimento 2 de agosto de FOTO

33 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados Texto coletivo da turma 37

34 Pobreza por pobreza Pobreza por Pobreza (Gonzaguinha) Meu sertão vai se acabando Nessa vida que o devora Pelas trilhas só se vê gente boa indo embora Mas a estrada não terá o meu pé pra castigar Meu agreste vai secando E com ele vou secar Pra que me largar no mundo se nem sei se vou chegar A virar em cruz de estrada Prefiro ser cruz por cá Ao menos o chão que é meu Meu corpo vai adubar Ao menos o chão que é meu Meu corpo vai adubar Se doente sem remédio, remediado está Nascido e criado aqui Sei o espinho aonde dá Pobreza por pobreza Sou pobre em qualquer lugar A fome é a mesma fome que vem me desesperar E a mão é sempre a mesma que vive a me explorar Se doente sem remédio, remediado está Nascido e criado aqui Sei o espinho onde dá Pobreza por pobreza Sou pobre em qualquer lugar A fome é a mesma fome que vem me desesperar E a mão é sempre a mesma que vive a me explorar {BIS

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37 NOMES:Luiza e Felipe Antelo TURMA:37

38 Nome completoLuiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento13de dezembro de 1912 Local onde nasceuNasce na fazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. FiliaçãoJanuário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidasAsa Branca – Xote das meninas- ABC do sertão CuriosidadesEm 1929, por causa de um namoro proibido pela família da moça, Luiz Gonzaga foge para a cidade do Crato no Ceará e Aos 13 anos, com o dinheiro emprestado compra sua primeira sanfona. Data de falecimento Luiz Gonzaga é internado no Recife, no dia 21 de junho de 1989 e morre no dia 02 de agosto de FOTO

39 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados Texto coletivo da turma 37

40 Aquarela Nordestina Aquarela Nordestina (Rosil Cavalcanti) No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra, Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra. Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte, Como que reclamando sua falta de sorte. Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida. Não tem água a lagoa, já está ressequida. E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste. Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste. Ai, ai, ai, ai meu Deus Ai, ai, ai, ai meu Deus No Nordeste imenso, quando o sol calcina a terra, Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Juriti não suspira, inhambú seu canto encerra. Não se vê uma folha verde na baixa ou na serra. Acauã, bem no alto do pau-ferro, canta forte, Como que reclamando sua falta de sorte. Asa branca, sedenta, vai chegando na bebida. Não tem água a lagoa, já está ressequida. E o sol vai queimando o brejo, o sertão, cariri e agreste. Ai, ai, meu Deus, tenha pena do Nordeste. Ai, ai, ai, ai meu Deus Ai, ai, ai, ai meu Deus AQUARELA NORDESTINA; 1989; Copacabana

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44 NOMES:Pedro Henrique Achete e Helena TURMA:37

45 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de Local onde nasceu Fazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidas Asa Branca, Assum Preto e Xote das meninas. Curiosidades Em 1947, começa a usar um chapéu de couro parecido ao usado por Lampião. Data de falecimento 2 de agosto de FOTO

46 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados. Texto coletivo da turma 37.

47 O Andarilho (Dalton Vegeler e Orlando Silveira) Caí do céu por descuido Se tenho pai, num sei não Venho de longe,m seu moço Lugar chamado sertão Vivo sozinho no mundo Zombei da sede, zombei Cortei com minha peixeira Todo mal que encontrei Fui caminhando, enfrentando As terras que o sol secou Até chegar a cidade Dos homens que Deus olhou Que o Santo Padre perdoe A triste comparação Melhor viver no cangaço Que a tal civilização Brinquei com o mal, brinquei Sorrí quando matei Eu vím pra ser melhor Cheguei aqui, chorei } bis SÃO JOÃO DO ARARIPE; 1968; RCA VICTOR (Dalton Vegeler e Orlando Silveira) Caí do céu por descuido Se tenho pai, num sei não Venho de longe,m seu moço Lugar chamado sertão Vivo sozinho no mundo Zombei da sede, zombei Cortei com minha peixeira Todo mal que encontrei Fui caminhando, enfrentando As terras que o sol secou Até chegar a cidade Dos homens que Deus olhou Que o Santo Padre perdoe A triste comparação Melhor viver no cangaço Que a tal civilização Brinquei com o mal, brinquei Sorrí quando matei Eu vím pra ser melhor Cheguei aqui, chorei } bis SÃO JOÃO DO ARARIPE; 1968; RCA VICTOR (Dalton Vegeler e Orlando Silveira) Caí do céu por descuido Se tenho pai, num sei não Venho de longe,m seu moço Lugar chamado sertão Vivo sozinho no mundo Zombei da sede, zombei Cortei com minha peixeira Todo mal que encontrei Fui caminhando, enfrentando As terras que o sol secou Até chegar a cidade Dos homens que Deus olhou Que o Santo Padre perdoe A triste comparação Melhor viver no cangaço Que a tal civilização Brinquei com o mal, brinquei Sorrí quando matei Eu vím pra ser melhor Cheguei aqui, chorei } bis SÃO JOÃO DO ARARIPE; 1968; RCA VICTOR

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50 NOMES:Bernardo Barros e Rafaela Villar TURMA:37

51 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Fazenda de Caiçara, Cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidas Asa Branca. Curiosidades Em 1920, com 8 anos, subiu no palco para se apresentar, recebeu o primeiro cachê de 2000 réisamolece o espírito da mãe. Morreu dia 02 de agosto de 1989 aos 76 anos. Data de falecimento 02 de agosto de 1989.

52 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados Texto coletivo da turma 37

53 Jesus Sertanejo (Janduhy Finizola) Jesus Meu Jesus sertanejo Presença maior, minha crença Nestas terras sem ninguém Silêncio Na serra, nos campos Ai desencanto que a gente tem E o vento que sopra, ressoa Ai sequidão que traz desolação Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão De sol vou sofrer ou morrer E as pedras resplandem A dureza, a pobreza desse chão João, um menino, um destino Ai nordestino, de arribação Cenário de dor e de calvário Ai muda a face desta provação Do céu há de vir solução Na terra, a semente agoniza Preconiza solidão E a tarde que arde, acompanha Ai tanta sanha de maldição Aqui vou ficar, vou rezar Ai vou amar a minha geração Ô ô Jesus razão Tão sertanejo Que entende até de precisão CHÁ CUTUBA; 1977; RCA

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56 NOMES:João Marcelo e Julia TURMA:37

57 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento 13 de dezembro de Local onde nasceu Fazenda Caiçara cidade de Exu, no estado de Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, O Xote das Meninas e Assum Preto. Curiosidades Com apenas 8 anos substitui um sanfoneiro numa festa tradicional na fazenda Caiçara. Data de falecimento 02 de agosto de FOTO

58 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados. Texto coletivo da turma 37

59 Boiadeiro Boiadeiro ( Klécius Caldas - Armando Cavalcanti) Vai boiadeiro que a noite já vem Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem De manhazinha quando eu sigo pela estrada Minha boiada pra invernada eu vou levar Quando as cabeça é muito pouco é quase nada mas não tem outras mais bonitas no lugar Vai boiadeiro que o dia já vem Levo o teu gado e vai pensando no teu bem De tardezinha quando eu venho pela estrada A fiarada ta todinha a me esperar São dez fiinha é muito pouco é quase nada mas não tem outros mais bonitos no lugar Vai boiadeiro que a tarde já vem Leva o teu gado e vai pensando no teu bem E quando eu chego na canssela da morada Minha Rosinha vem correndo me abraçar É pequenina é miudinha é quase nada mas não tem mais bonita no lugar Vai boiadeiro que a noite já vem Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem

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62 NOMES:João Marcelo e Julia TURMA:37

63 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento 13 de dezembro de Local onde nasceu Fazenda Caiçara cidade de Exu, no estado de Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca, O Xote das Meninas e Assum Preto. Curiosidades Com apenas 8 anos substitui um sanfoneiro numa festa tradicional na fazenda Caiçara. Data de falecimento 02 de agosto de FOTO

64 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados. Texto coletivo da turma 37

65 Boiadeiro Boiadeiro ( Klécius Caldas - Armando Cavalcanti) Vai boiadeiro que a noite já vem Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem De manhazinha quando eu sigo pela estrada Minha boiada pra invernada eu vou levar Quando as cabeça é muito pouco é quase nada mas não tem outras mais bonitas no lugar Vai boiadeiro que o dia já vem Levo o teu gado e vai pensando no teu bem De tardezinha quando eu venho pela estrada A fiarada ta todinha a me esperar São dez fiinha é muito pouco é quase nada mas não tem outros mais bonitos no lugar Vai boiadeiro que a tarde já vem Leva o teu gado e vai pensando no teu bem E quando eu chego na canssela da morada Minha Rosinha vem correndo me abraçar É pequenina é miudinha é quase nada mas não tem mais bonita no lugar Vai boiadeiro que a noite já vem Guarda o teu gado e vai pra junto do teu bem

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68 NOMES:Bernardo Oliveira e Brenda TURMA:37

69 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento 13 de dezembro de Local onde nasceu Na fazenda de Caiçara, Cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana. Músicas mais conhecidas Asa Branca e Baião Curiosidades Com apenas 8 anos substitui um sanfoneiro e uma festa. Morreu com 76 anos. Data de falecimento 02 de agosto de 1989

70 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados Texto coletivo da turma 37

71 Hora do Adeus O meu cabelo já começa pratiando Mas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantando Que é a mesma voz de quando meu reinado começou Modéstia à parte é que eu não desafino Desde o tempo de menino Em Exu no meu sertão Cantava solto que nem cigarra vadia E é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baião Eu agradeço ao povo brasileiro Norte Centro Sul inteiro Onde reinou o baião Se eu mereci minha coroa de rei Esta sempre eu honrei Foi a minha obrigação Minha sanfona minha voz o meu baião Este meu chapéu de couro e também o meu gibão Vou juntar tudo dar de presente ao museu É a hora do Adeus De Luiz rei do baião LP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR O meu cabelo já começa pratiandoMas a sanfona ainda não desafinou A minha voz vocês reparem eu cantandoQue é a mesma voz de quando meu reinado começouModéstia à parte é que eu não desafinoDesde o tempo de meninoEm Exu no meu sertãoCantava solto que nem cigarra vadiaE é por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baiãoEu agradeço ao povo brasileiroNorte Centro Sul inteiroOnde reinou o baiãoSe eu merecí minha coroa de reiEsta sempre eu honreiFoi a minha obrigaçãoMinha sanfona minha voz o meu baiãoEste meu chapéu de couro e também o meu gibãoVou juntar tudo dar de presente ao museuÉ a hora do AdeusDe Luiz rei do baiãoLP: ÓIA EU AQUI DE NOVO; 1967; RCA VICTOR

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74 NOMES:Luana e Maria Clara TURMA:37

75 Nome completo Luiz Gonzaga do Nascimento Data de nascimento 13 de dezembro de 1912 Local onde nasceu Na fazenda de Caiçara, cidade de Exu,em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus Santana Músicas mais conhecidas Asa Branca Curiosidades Com apenas 8 anos substituiu um sanfoneiro em festa tradicional. Data de falecimento 2 de agosto de 1989 FOTO

76 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados. Texto coletivo da turma 37.

77 Canto do Povo (Jurandi da Feira) Quero cantar pro meu povo Sanfona não vai calar Quero alegria chegando Tristeza não vai ficar Quero ver tudo verdinho Toda esperança brotar Cheiro da terra molhada Um risco em cada olhar Encher de vida essa gente Esperar sem reclamar Plantar de novo a semente Que brote o fruto, nos dá Depois pegar a morena Na rede me balançar Vamos ter Na pisada do xote, baião No galope, o mote, o repente Cantador de viola na mão 70 ANOS DE SANFONA E SIMPATIA; 1983; RCA

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80 NOMES:Maria Eduarda Roma e Rodrigo TURMA:37

81 Nome completo Luis Gonzaga do Nascimento. Data de nascimento 13 de dezembro de Local onde nasceu Na fazenda Caiçara, cidade de Exu, em Pernambuco. Filiação Januário José dos Santos e Ana Batista de Jesus. Músicas mais conhecidas Asa Branca e Xote de Meninas. Curiosidades Logo com 8 anos se tornou um sanfoneiro tradicional. Data de falecimento 2 de agosto de FOTO

82 Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados Luiz Gonzaga sofreu muito no Rio de Janeiro, para se firmar artisticamente. Com muita luta e vencendo as ironias de Ari Barroso, em 1942 Luiz Gonzaga começa a fazer sucesso nas emissoras de rádio. Em 1944 ele foi despedido da Rádio Tamoio e, logo em seguida foi contratado por Cr$ pela Rádio Nacional. Recebe neste ano o apelido de Lua, por Paulo Gracindo. Em 1945 Luiz Gonzaga conhece o futuro grande parceiro, o advogado Humberto Cavalcanti Teixeira, nascido em Iguatu, Ceará. No dia 11 de abril de 1945, Luiz Gonzaga gravou seu primeiro disco em voz. Em 1946 com Humberto Teixeira, Luiz Gonzaga compõe e grava a primeira de uma série de 18 parceria: NO MEU PÉ DE SERRA. O sucesso de Gonzaga com esta música começa a ser enorme e ao mesmo tempo seu nome começa a correr pelo mundo: Europa, EUA, Japão etc. Em 1947 no mês de março, Gonzaga gravou a música ASA BRANCA, que foi inicialmente refutada pelo diretor. A música ASA BRANCA começou a receber diferentes interpretações e gravações em vários países, como Israel e Itália. Em julho de 1947, na Rádio Nacional, Luiz Gonzaga conheceu Helena das Neves Cavalcanti, sua futura esposa. Em 1950 o Lua recebe dos paulistas o título de REI DO BAIÃO que o consagra até nossos dias. Neste mesmo ano Lua grava também a toada ASSUM PRETO e os baiões QUI NEM JILÓ e PARAÍBA, Gonzaga neste período está no auge de sua carreira. No ano de 1980 Luiz Gonzaga canta em Fortaleza para o Papa João Paulo II, que lhe agradeceu ao pegar em sua mão dizendo: OBRIGADO, CANTADOR!. Luiz Gonzaga fica envaidecido. Em 1981 o velho Lua recebe os dois únicos discos de ouro de toda sua carreira. Em 1982 Luiz Gonzaga vai tocar em Paris a convite de Nazaré Pereira. Permaneceu em Paris dez dias, conhecendo vários pontos importantes. Em 1984 Luiz Gonzaga recebeu o PRÉMIO SHELL. Em 1985 Luiz Gonzaga é agraciado com o troféu NIPPER DE OURO, uma homenagem internacional da RCA a um artista dela. Em 1986 Gonzagão vai pela segunda vez à França, participando no dia 06 de julho de um espetáculo que reúne cerca de 15 mil pessoas no Halle de la Villete. Luiz Gonzaga foi ladeado por Alceu Valença, Fafá de Belém, Morais Moreira e Armandinho, entre outros artistas brasileiros que integraram o Couleurs Brésil. Foi neste passeio que a jornalista francesa, DOMINIQUE DREYFUS, fala com Gonzagão na possibilidade de com ele, fazer um livro autobiográfico. Ainda em 1986 José de Jesus Ferreira lança o livro LUIZ GONZAGA O REI DO BAIÃO: SUA VIDA, SEUS AMIGOS, E SUAS CANÇÕES. Em 1984, o disco Luiz Gonzaga & Fagner, o primeiro dos dois discos gravados pela dupla, lançado nesse ano, também faz muito sucesso. Assim como Luiz Gonzaga recebe dois discos de ouro e o Prêmio Shell da MPB Luiz Gonzaga recebe o Nipper de Ouro, o prêmio internacional da gravadora RCA Victor. Ele ganha mais dois discos de ouro com o disco Sanfoneiro Macho desse ano, cantando com diversos artistas convidados Texto coletivo da turma 37

83 Pai Nosso Que estais no céu do sertão Santificado Quem vive sobre esse chão Sertanejo faz oração É sofrido, é vivido de solidão Nas quebradas, nos tabuleiros Só pensa que a vida está sem razão Passa o vento, redemoinho Que roda e acorda desilusão O pão nosso De cada dia nos guia Nos consola e transforma em coisas do dia Sertanejo planta a semente Que a terra não pode plantar Foi o amor que fez o homem Plantar nessa terra, o perdão Na poeira dos caminheiras A marca de uma vida de arribação } bis Perdoai o vaqueiro, Meu Senhor Que ele sempre nas contas lhe perdoou Na caatinga, o caminho, a solução A lição, a ilusão, a conformação Que não caia o vaqueiro em tentação Nem lhe traga perdição, maldição Corre o tempo e o vento pro fim do mundo O cavalo abalou, desembestou Acabou minha vida de vaquejada DENGO MAIOR; 1978; RCA

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