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A Realidade é um Desafio - Um Caso bem sucedido Seminário REUNI/UFV: O DESAFIO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Maria Luiza Martins Alessio Secretária de Educação,

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1 A Realidade é um Desafio - Um Caso bem sucedido Seminário REUNI/UFV: O DESAFIO DA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Maria Luiza Martins Alessio Secretária de Educação, Esporte e Lazer Recife/PE

2 A busca de uma educação pública de qualidade é sem dúvida o maior desafio de um governo realmente comprometido com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Numa cidade como Recife que apresenta as maiores desigualdades, onde mais de 1 milhão de pessoas vivem na pobreza, trabalhamos com limites ideológicos, políticos, econômicos e culturais. Os desafios na área da educação significaram encarar de frente a estrutura histórica das escolas públicas: – Falta de professores, –alto índice de evasão escolar, –crianças fora da escola, –problemas estruturais das escolas, –falta de gestão democrática e de uma visão sistêmica da rede municipal de ensino. REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

3 A Cidade do Recife Composição Territorial Morros 67,43% Planícies 23,26% Ambiente aquático 9,31% Praias: 8,6 km 25% da área do Recife é ocupada por 490 favelas; 66 ZEIS; 80% das favelas, são ZEIS; 40% da população está em favelas.

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5 CRIANÇAS DE 10 A 14 ANOS COM MAIS DE UM ANO DE ATRASO ESCOLAR, 2000

6 Era necessário mudar radicalmente a visão da educação escolar. A partir de 2001 na Prefeitura do Recife as mudanças mais importantes foram sem dúvida: – a decisão política de ruptura com a organização escolar em classes seriadas, –a implantação do Ensino Fundamental de nove anos, – a democratização da gestão escolar, dentro do projeto coletivo de sociedade democrática, com a eleição direta de dirigentes escolares, – a implantação do Sistema Municipal de Ensino – a contratação massiva de professores.

7 Foram abertas 2650 novas vagas professores efetivos no período 2001 a Em 2000: Em 2008: Desafios: Implantação do PCCR Valorização da titulação o que exigiu:

8 –promoção da titulação dos professores em Licenciatura em Pedagogia, PROGRAPE em parceria com a UPE –valorização da carreira equiparação salarial do Professor I com curso superior aos vencimentos do Professor II promoção por habilitação e titulação a todos os professores em estágio probatório; Apoio a cursos de pós-graduação latu sensu e strito sensu;

9 Compondo o conjunto das políticas educacionais, a formação de educadores da Rede Municipal de Ensino do Recife é integrada a um processo de construção de possibilidades que procura garantir: –uma acessibilidade cada vez maior do conjunto da população (e, especialmente, dos mais excluídos) à educação escolar –uma qualificação permanente e contínua do processo educacional na direção da cidadania plena. REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

10 Exclusão de alguns segmentos de profissionais atuantes na escola dos processos de formação; Falta de articulação entre as diversas instâncias de formação; Escassez de tempo/espaço para o atendimento a necessidades de formação; Pouca ênfase em questões/temáticas específicas importantes detectadas pelos coordenadores pedagógicos junto aos docentes, as quais envolveram demandas prioritárias Modelos de Formação Continuada pautados na atualização técnico- científica em encontros intensivos; Complexidade do cotidiano escolar e demanda por intervenções que revertam práticas cristalizadas. DESAFIOS CONSIDERADOS: REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

11 Criação do GT de Formação Continuada com a participação de gerentes da administração da Secretaria de Educação, assessores, coordenadores pedagógicos e dirigentes de escolas. Março a Maio de 2005

12 REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES PRINCÍPIOS Aperfeiçoamento permanente – como direito de todos os segmentos e atores/agentes da Educação Consideração do educador e da educadora como sujeitos de sua formação e profissionalização na constituição de sua identidade Formação como espaço de ressignificção de práticas pedagógicas Locus propiciador da construção/implementação das políticas de qualidade do ensino e de incusão social.

13 DIRETRIZES Articulação da formação à profissionalização: certificação de estudos, valorização do aprofundamento teórico-prático, das experiências e da produção autoral do professor; Foco no cotidiano escolar/reflexão sobre a prática docente na escola; Consulta às demandas das unidades de ensino/ educadores(as). REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

14 POLÍTICA EDUCADORES EM REDE: ARTICULANDO A DIVERSIDADE e CONSTRUINDO SINGULARIDADES Atendimento à diversidade com formação específica por modalidade de ensino e apoio à especialização Formação específica para atender diferentes demandas: Artes, Professores do Ano 1 do Ciclo 1, Alfabetizadores. REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

15 POLÍTICA EDUCADORES EM REDE: ARTICULANDO A DIVERSIDADE e CONSTRUINDO SINGULARIDADES Construção/valorização de singularidades no que se refere a: Constituição de novos atores no processo de formação continuada: Coordenadores pedagógicos, Auxiliares de Desenvolvimento Infantil (ADIs), Professores de Biblioteca,etc. REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

16 POLÍTICA EDUCADORES EM REDE: ARTICULANDO A DIVERSIDADE e CONSTRUINDO SINGULARIDADES Construção/valorização de singularidades no que se refere a: Proposta de incentivos ao professor pesquisador envolvendo valorização do aprofundamento teórico- prático, das experiências e da produção autoral do professor. Apoio à socialização e publicação de experiências de professores e alunos. Constituição da Rede de Pesquisadores do Recife. REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

17 ESTRATÉGIAS (alguns destaques) Definição de tema condutor: processos de aquisição de leitura de leitura/escrita; letramento. Certificação dos cursos de formação pela Rede Nacional de Formação Continuada/MEC. Ampliação (seleção) do grupo de coordenadores pedagógicos para as unidades de ensino. Formação dos coordenadores pedagógicos das escolas para a função de professores-formadores no cotidiano da escola, pelo CEEL/UFPE. REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

18 ESTRATÉGIAS Disponibilização de tempo/espaço escolar para a formação dos professores de 1º e 2º ciclos pelos coordenadores pedagógicos, sem prejuízo de carga horária dos alunos; Atualmente estamos utilizando o mesmo esquema para o PROLETRAMENTO, atingindo assim os 2400 professores Redefinição dos Encontros Pedagógicos Mensais (EPM) com os professores de 3º e 4º ciclos, redirecionando-os para a reflexão sobre a prática/implementação da proposta pedagógica interdisciplinares (EPM por escola e não por disciplina); REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

19 ESTRATÉGIAS Encontros de formação de professores de Educação de Jovens e Adultos dos módulos 1 a 3 e projeto piloto Módulo 4 e 5; culminou com um curso de especialização NUPEP/UFPE Cursos temáticos com encontros mensais para professores de Educação Infantil. Formação de gestores (formação pelas equipes técnicas da SEEL, formação de gestores MEC/UFPE e curso de especialização com a UFRPE de direito em educação REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

20 ESTRATÉGIAS: IMPLANTAÇÃO DO MAIS –MOVIMENTO – Conjunto de oportunidades em que o tempo-lugar da escola assume significados específicos e permanentes para professores e estudantes. –APRENDIZAGENS – São, por natureza, o objeto e o objetivo desse espaço, nele envolvidos os professores, os estudantes, os professores estagiários do curso de Pedagogia e os professores alfabetizadores. –INTERATIVAS – Trabalho compartilhado entre sujeitos e/ou instituições para vivenciar experiências e construir saberes significativos. REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE FORMAÇÃO CONTINUADA DE EDUCADORES

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22 Conexão 17 mobilizou mais de cinco mil professores(as) em espetáculos e atividades culturais pelo Recife.

23 Atividades apoiadas pelo MEC Outros Órgãos Públicos Municipais: Fundação de Cultura da Cidade do Recife; Companhia de Trânsito e Transportes Urbanos (CTTU); Secretaria de Direitos Humanos e Segurança Cidadã; Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Secretaria de Saúde. Instituições de Ensino Superior: UFRPE – Departamento de Ciências Domésticas; Pós-Graduação em Ensino de Ciências; UFPE – Centro de Educação (CE) – Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL); Núcleo de Educação Matemática; Centro Paulo Freire; Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão em Educação de Jovens e Adultos e Educação Popular (NUPEP); UFPA – Núcleo de Apoio ao Desenvolvimento Científico. Instituições da Sociedade Civil: Nestlé/Projeto Nutrir; Instituto Avisa-Lá; Instituto Ricardo Brennand; Oficina Francisco Brennand; Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF); Grupo Pró-voz; Interpoética.com; Bagulhadores do Mió; Centro Maria da Conceição; PEPSICO do Brasil Ltda/Projeto Crescer. Órgãos Federais: FUNDAJ; MEC – Secretaria de Educação Especial (SEESP); Secretaria de Educação Básica (SEB – Pró-Letramento); Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) – Brasil Alfabetizado. PRINCIPAIS PARCEIROS

24 Trata-se de um programa de formação continuada dos professores, para melhoria da qualidade de aprendizagem da leitura/escrita e matemática nos anos iniciais do ensino fundamental. Mediante adesão do Município à proposta do MEC, a realização do Programa ocorreu a partir do 2º semestre de 2006 Em parceria com Universidades que integram a Rede Nacional de Formação Continuada, no caso do Recife, com a Universidade Federal de Pernambuco/CEEL (Língua Portuguesa) e com a Universidade Federal do Pará/Núcleo de Apoio ao Desenvolvimento Científico (Matemática), Contou-se, também, com a colaboração de professores do Núcleo de Educação Matemática, do Centro de Educação da UFPE. Proletramento

25 Conforme o módulo padrão do Projeto o público alvo prioritário é de 15 tutores/ coordenadores pedagógicos por curso; 350 professores cursistas (grupos de 05 cursistas por tutor assessorado pelas Universidades). Na negociação com o MEC, a SEEL ampliou, com recursos próprios, o quantitativo atendido para todos os coordenadores pedagógicos (250) e a totalidade dos professores de 1º e 2º ciclos de aprendizagem (2.400 professores). Proletramento: novembro/2006 a outubro/2008

26 desafios: –Construir a formação a partir das boas práticas- no quadro anterior em parceria com as universidades, cada momento de formulação teórica do palestrante foi montado após análise dos relatos das professoras –Interdisciplinaridade, sobretudo no 3º e 4º ciclos e módulos IV e V de EJA – questão das licenciaturas. –Construção do diálogo intra e intercultural nos processos educativos das camadas popular - exemplo do PROJOVEM

27 Consolidação, dentro do quadro de educadores e educadoras, de uma rede própria de formadores constituída pelos coordenadores formados e pelas equipes de acompanhamento da Diretoria de Ensino e Formação Docente/SEEL; Estabelecimento de uma rotina de formação continuada no cotidiano escolar, sem prejuízo de carga horária dos estudantes e considerando as demandas dos educadores; Superação do modelo de formação continuada baseado em eventos intensivos semestrais pela introdução da formação processual e contínua, por etapas e modalidades de ensino, desenvolvida ao longo do ano letivo com calendário previamente estabelecido e divulgado na Agenda da Educação Municipal; Atuação de parcerias de profissionais e instituições qualificadas para interagir com os/as educadores da rede em suas áreas de especialização; Ação focal nos processos de alfabetização e letramento dos estudantes, estabelecidos como responsabilidade de todos os segmentos da unidade de ensino. Aspectos inovadores da política de formação continuada dos educadores.

28 É preciso enfatizar que a multiculturalidade como fenômeno que implica a convivência num mesmo espaço de diferentes culturas não é algo natural e espontâneo. É uma criação histórica que implica decisão, vontade política, mobilização, organização de cada grupo cultural com vistas a fins comuns. Que demanda, portanto uma certa prática educativa coerente com esses objetivos. Que demanda uma nova ética de respeito às diferenças. Paulo Freire – Pedagogia da Esperança

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31 Professoras(es), estudantes e animadores culturais participaram da Caminhada de 20 de Novembro pela Igualdade Racial.

32 Crianças participam do OP Criança nas escolas municipais.

33 88,8% tiveram elevação do IDEB

34 Importância do PDE e construção do PAR nesse processo – formação dos dirigentes municipais e avaliação Construção de uma política de Estado e não de governo Memorial de transição democrática como forma de garantir a continuidade


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