A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Sexta-Feira da Paixão do Senhor PÁSCOA DA CRUZ: O CORDEIRO PASCAL É IMOLADO.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Sexta-Feira da Paixão do Senhor PÁSCOA DA CRUZ: O CORDEIRO PASCAL É IMOLADO."— Transcrição da apresentação:

1

2 Sexta-Feira da Paixão do Senhor

3 PÁSCOA DA CRUZ: O CORDEIRO PASCAL É IMOLADO

4 DIA DE JEJUM E ABSTINÊNCIA

5 Nesta solene ação litúrgica, acompanhamos os passos de Jesus em sua

6 paixão e entrega total na cruz. Contemplando e adorando o

7 Crucificado, elevamos nossas preces por toda a humanidade.

8 Comungando seu Corpo e Sangue, recebemos a força para

9 viver da esperança e da vitória que nascem da cruz. Do lado

10 aberto pela lança, brota para nós a vida divina: passamos do

11 pecado para a vida nova da ressurreição. É a Páscoa da Cruz.

12

13 Oração Forma 2

14 Ó Deus, pela paixão de nosso Senhor Jesus Cristo

15 destruístes a morte

16 que o primeiro pecado transmitiu a todos.

17 Concedei que nos tornemos semelhantes ao vosso Filho

18 e, assim como trouxemos pela natureza

19 a imagem do homem terreno,

20 possamos trazer pela graça

21 a imagem do homem novo.

22 Por Cristo, nosso Senhor.

23 Amém.

24

25 Participando da Mesa da Palavra, compreendemos que Jesus deu

26 um sentido à morte. Ele entrega livremente a

27 sua vida pelos seus, porque os ama e é fiel ao Pai.

28 Acompanhemos atentos sua via- sacra.

29

30 Primeira Leitura Is 52,1353,12

31 Leitura do Livro do Profeta Isaías

32 13 Ei-lo, o meu Servo será bem sucedido;

33 sua ascensão será ao mais alto grau.

34 14 Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo

35 – tão desfigurado ele estava que não parecia ser um homem

36 ou ter aspecto humano –,

37 15 do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos.

38 Diante dele os reis se manterão em silêncio,

39 vendo algo que nunca lhes foi narrado

40 e conhecendo coisas que jamais ouviram.

41 53,1 Quem de nós deu crédito ao que ouvimos?

42 E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor?

43 2 Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta

44 ou como raiz em terra seca.

45 Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos,

46 não tinha aparência que nos agradasse.

47 3 Era desprezado como o último dos mortais,

48 homem coberto de dores, cheio de sofrimentos;

49 passando por ele, tapávamos o rosto;

50 tão desprezível era, não fazíamos caso dele.

51 4 A verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades

52 e sofria, ele mesmo, nossas dores;

53 e nós pensávamos fosse chagado,

54 golpeado por Deus e humilhado!

55 5 Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados,

56 esmagado por causa de nossos crimes;

57 a punição a ele imposta era o preço da nossa paz,

58 e suas feridas, o preço da nossa cura.

59 6 Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas,

60 cada qual seguindo seu caminho;

61 e o Senhor fez recair sobre ele

62 o pecado de todos nós.

63 7 Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca;

64 como cordeiro levado ao matadouro

65 ou como ovelha diante dos que a tosquiam,

66 ele não abriu a boca.

67 8 Foi atormentado pela angústia e foi condenado.

68 Quem se preocuparia com sua história de origem?

69 Ele foi eliminado do mundo dos vivos;

70 e por causa do pecado do meu povo,

71 foi golpeado até morrer.

72 9 Deram-lhe sepultura entre ímpios,

73 um túmulo entre os ricos, porque ele não praticou o mal,

74 nem se encontrou falsidade em suas palavras.

75 10 O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos.

76 Oferecendo sua vida em expiação,

77 ele terá descendência duradoura,

78 e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor.

79 11 Por esta vida de sofrimento,

80 alcançará luz e uma ciência perfeita.

81 Meu Servo, o Justo, fará justos inúmeros homens,

82 carregando sobre si suas culpas.

83 12 Por isso, compartilharei com ele multidões

84 e ele repartirá suas riquezas com os valentes seguidores,

85 pois entregou o corpo à morte,

86 sendo contado como um malfeitor;

87 ele, na verdade, resgatava o pecado de todos

88 e intercedia em favor dos pecadores.

89 Palavra do Senhor. Graças a Deus.

90

91 Salmo responsorial Sl 30

92 Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

93

94 1. Senhor, eu ponho em vós minha esperança;

95 que eu não fique envergonhado eternamente!

96 Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito,

97 porque vós me salvareis, ó Deus fiel!

98 Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

99 2. Tornei-me o opróbrio do inimigo,

100 o desprezo e zombaria dos vizinhos,

101 e objeto de pavor para os amigos;

102 fogem de mim os que me veem pela rua.

103 Os corações me esqueceram como um morto,

104 e tornei-me como um vaso espedaçado.

105 Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

106 3. A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio,

107 e afirmo que só vós sois o meu Deus!

108 Eu entrego em vossas mãos o meu destino;

109 libertai-me do inimigo e do opressor!

110 Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

111 4. Mostrai serena a vossa face ao vosso servo,

112 e salvai-me pela vossa compaixão!

113 Fortalecei os corações, tende coragem,

114 todos vós que ao Senhor vos confiais!

115 Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

116

117 Segunda Leitura Hb 4,14- 16;5,7-9

118 Leitura da Carta aos Hebreus

119 Irmãos: 14 Temos um sumo- sacerdote eminente, que entrou no céu,

120 Jesus, o Filho de Deus.

121 Por isso, permaneçamos firmes na fé que professamos.

122 15 Com efeito, temos um sumo- sacerdote

123 capaz de se compadecer de nossas fraquezas,

124 pois ele mesmo foi provado em tudo como nós,

125 com exceção do pecado.

126 16 Aproximemo- nos então, com toda a confiança,

127 do trono da graça,

128 para conseguirmos misericórdia e alcançarmos

129 a graça de um auxílio no momento oportuno.

130 5,7 Cristo, nos dias de sua vida terrestre,

131 dirigiu preces e súplicas,

132 com forte clamor e lágrimas,

133 àquele que era capaz de salvá- lo da morte.

134 E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus.

135 8 Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa

136 a obediência a Deus, por aquilo que ele sofreu.

137 9 Mas, na consumação de sua vida,

138 tornou-se causa de salvação eterna

139 para todos os que obedecem.

140 Palavra do Senhor. Graças a Deus!

141

142 Aclamação antes da Leitura da Paixão

143

144 Anúncio da Paixão de Cristo Jo 18,1-19,42

145 PAIXÃO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO SEGUNDO JOÃO Leitor 1:

146 Naquele tempo, 1 Jesus saiu com os discípulos para Leitor 1:

147 o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, Leitor 1:

148 onde ele entrou com os discípulos. 2 Também Leitor 1:

149 Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus Leitor 1:

150 costumava reunir-se aí com os seus discípulos. Leitor 1:

151 3 Judas levou consigo um destacamento de soldados e Leitor 1:

152 alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e Leitor 1:

153 chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4 Então Jesus, Leitor 1:

154 consciente de tudo o que ia acontecer, saiu Leitor 1:

155 ao encontro deles e disse: Leitor 1:

156 A quem procurais? Presidente:

157 5 Responderam: Leitor 1:

158 A Jesus, o Nazareno. Povo:

159 Ele disse: Leitor 1:

160 Sou eu. Presidente:

161 Judas, o traidor, estava junto com eles. 6 Quando Jesus Leitor 1:

162 disse: Sou eu, eles recuaram e caíram por Leitor 1:

163 terra. 7 De novo lhes perguntou: Leitor 1:

164 A quem procurais? Presidente:

165 Eles responderam: Leitor 1:

166 A Jesus, o Nazareno. Povo:

167 8 Jesus respondeu: Leitor 1:

168 Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, Presidente:

169 então deixai que estes se retirem. Presidente:

170 9 Assim se realizava a palavra que Jesus tinha Leitor 1:

171 dito: Não perdi nenhum daqueles que me confiaste. Leitor 1:

172 10 Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou Leitor 1:

173 dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a Leitor 1:

174 orelha direita. O nome do servo era Malco. Leitor 1:

175 11 Então Jesus disse a Pedro: Leitor 1:

176 Guarda a tua espada na bainha. Não Presidente:

177 vou beber o cálice que o Pai me deu? Presidente:

178 12 Então, os soldados, o comandante e os guardas dos Leitor 1:

179 judeus prenderam Jesus e o amarraram. Leitor 1:

180 13 Conduziram- no primeiro a Anás, que era sogro de Caifás, Leitor 1:

181 o Sumo Sacerdote naquele ano. 14 Foi Caifás que Leitor 1:

182 deu aos judeus o conselho: É preferível que um só morra Leitor 1:

183 pelo povo. 15 Simão Pedro e um outro discípulo Leitor 1:

184 seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Leitor 1:

185 Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Leitor 1:

186 Sacerdote. 16 Pedro ficou fora, perto da porta. Então o Leitor 1:

187 outro discípulo, que era conhecido do Sumo Leitor 1:

188 Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da Leitor 1:

189 porta e levou Pedro para dentro. 17 A criada que Leitor 1:

190 guardava a porta disse a Pedro: Leitor 1:

191 Não pertences também tu aos discípulos desse homem? Mulher:

192 Ele respondeu: Leitor 1:

193 Não! Leitor 2:

194 18 Os empregados e os guardas fizeram uma Leitor 1:

195 fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Leitor 1:

196 Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19 Entretanto, o Leitor 1:

197 Sumo Sacerdote interrogou Jesus a Leitor 1:

198 respeito de seus discípulos e de seu Leitor 1:

199 ensinamento. 20 Jesus lhe respondeu: Leitor 1:

200 Eu falei às claras ao mundo. Ensinei Presidente:

201 sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os Presidente:

202 judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. Presidente:

203 21 Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram Presidente:

204 o que falei; eles sabem o que eu disse. Presidente:

205 22 Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava Leitor 1:

206 deu-lhe uma bofetada, dizendo: Leitor 1:

207 É assim que respondes ao Sumo Sacerdote? Leitor 2:

208 23 Respondeu- lhe Jesus: Leitor 1:

209 Se respondi mal, mostra em quê; mas, Presidente:

210 se falei bem, por que me bates? Presidente:

211 24 Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Leitor 1:

212 Sacerdote. 25 Simão Pedro continuava lá, Leitor 1:

213 em pé, aquecendo-se: Disseram-lhe: Leitor 1:

214 Não és tu, também, um Povo:

215 dos discípulos dele? Povo:

216 Pedro negou: Leitor 1:

217 Não! Leitor 2:

218 26 Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, Leitor 1:

219 parente daquele a quem Pedro tinha Leitor 1:

220 cortado a orelha, disse: Leitor 1:

221 Será que não te vi no jardim com ele? Leitor 2:

222 27 Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. Leitor 1:

223 28 De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era Leitor 1:

224 de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para Leitor 1:

225 não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. Leitor 1:

226 29 Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse: Leitor 1:

227 Que acusação apresentais contra este homem? Leitor 2:

228 30 Eles responderam: Leitor 1:

229 Se não fosse malfeitor, Povo:

230 não o teríamos entregue a ti! Povo:

231 31 Pilatos disse: Leitor 1:

232 Tomai-o vós mesmos e julgai-o de Leitor 2:

233 acordo com a vossa lei. Leitor 2:

234 Os judeus lhe responderam: Leitor 1:

235 Nós não podemos condenar Povo:

236 ninguém à morte. Povo:

237 32 Assim se realizava o que Jesus tinha dito, Leitor 1:

238 significando de que morte havia de morrer. 33 Então Pilatos Leitor 1:

239 entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe: Leitor 1:

240 Tu és o rei dos judeus? Leitor 2:

241 34 Jesus respondeu: Leitor 1:

242 Estás dizendo isso por ti mesmo, Presidente:

243 ou outros te disseram isso de mim? Presidente:

244 35 Pilatos falou: Leitor 1:

245 Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos Leitor 2:

246 sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste? Leitor 2:

247 36 Jesus respondeu: Leitor 1:

248 O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino Presidente:

249 fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado Presidente:

250 para que eu não fosse entregue aos Presidente:

251 judeus. Mas o meu reino não é daqui. Presidente:

252 37 Pilatos disse a Jesus: Leitor 1:

253 Então, tu és rei? Leitor 2:

254 Jesus respondeu: Leitor 1:

255 Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para Presidente:

256 isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele Presidente:

257 que é da verdade escuta a minha voz. Presidente:

258 38 Pilatos disse a Jesus: Leitor 1:

259 O que é a verdade? Leitor 2:

260 Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos Leitor 1:

261 judeus, e disse- lhes: Leitor 1:

262 Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39 Mas Leitor 2:

263 existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos Leitor 2:

264 solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus? Leitor 2:

265 40 Então, começaram a gritar de novo: Leitor 1:

266 Este não, mas Barrabás! Povo:

267 Barrabás era um bandido. 19,1 Então Pilatos mandou Leitor 1:

268 flagelar Jesus. 2 Os soldados teceram uma coroa de Leitor 1:

269 espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus. Leitor 1:

270 Vestiram-no com um manto vermelho, Leitor 1:

271 3 aproximavam- se dele e diziam: Leitor 1:

272 Viva o rei dos judeus! Povo:

273 E davam-lhe bofetadas. 4 Pilatos saiu de Leitor 1:

274 novo e disse aos judeus: Leitor 1:

275 Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que Leitor 2:

276 saibais que não encontro nele crime algum. Leitor 2:

277 5 Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de Leitor 1:

278 espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse- lhes: Leitor 1:

279 Eis o homem! Leitor 2:

280 6 Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os Leitor 1:

281 guardas começaram a gritar: Leitor 1:

282 Crucifica-o! Povo:

283 Pilatos respondeu: Leitor 1:

284 Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois Leitor 2:

285 eu não encontro nele crime algum. Leitor 2:

286 7 Os judeus responderam: Leitor 1:

287 Nós temos uma Lei, e, segundo Povo:

288 essa Lei, ele deve morrer, porque se Povo:

289 fez Filho de Deus. Povo:

290 8 Ao ouvir essas palavras, Pilatos ficou com mais medo Leitor 1:

291 ainda. 9 Entrou outra vez no palácio e Leitor 1:

292 perguntou a Jesus: Leitor 1:

293 De onde és tu? Leitor 2:

294 Jesus ficou calado. 10 Então Pilatos disse: Leitor 1:

295 Não me respondes? Não sabes que tenho Leitor 2:

296 autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar? Leitor 2:

297 11 Jesus respondeu: Leitor 1:

298 Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela Presidente:

299 não te fosse dada do alto. Quem me Presidente:

300 entregou a ti, portanto, tem culpa maior. Presidente:

301 12 Por causa disso, Pilatos procurava Leitor 1:

302 soltar Jesus. Mas os judeus gritavam: Leitor 1:

303 Se soltas este homem, não és amigo Povo:

304 de César. Todo aquele que se faz Povo:

305 rei, declara- se contra César. Povo:

306 13 Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora Leitor 1:

307 e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Pavimento, Leitor 1:

308 em hebraico Gábata. 14 Era o dia da preparação da Leitor 1:

309 Páscoa, por volta do meio- dia. Pilatos disse aos judeus: Leitor 1:

310 Eis o vosso rei! Leitor 2:

311 15 Eles, porém, gritavam: Leitor 1:

312 Fora! Fora! Crucifica-o! Povo:

313 Pilatos disse: Leitor 1:

314 Hei de crucificar o vosso rei? Leitor 2:

315 Os sumos sacerdotes responderam: Leitor 1:

316 Não temos outro rei senão César. Povo:

317 16 Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e Leitor 1:

318 eles o levaram. 17 Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o Leitor 1:

319 lugar chamado Calvário, em hebraico Gólgota. 18 Ali Leitor 1:

320 o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Leitor 1:

321 Jesus no meio. 19 Pilatos mandou ainda escrever um Leitor 1:

322 letreiro e colocá-lo na cruz. nele estava escrito: Leitor 1:

323 Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus. 20 Muitos judeus Leitor 1:

324 puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi Leitor 1:

325 crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava Leitor 1:

326 escrito em hebraico, latim e grego. 21 Então os sumos Leitor 1:

327 sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos: Leitor 1:

328 Não escrevas O Rei dos Povo:

329 Judeus, mas sim o que ele Povo:

330 disse: Eu sou o Rei dos judeus. Povo:

331 22 Pilatos respondeu: Leitor 1:

332 O que escrevi, está escrito. Leitor 2:

333 23 Depois que crucificaram Jesus, os soldados Leitor 1:

334 repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para Leitor 1:

335 cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem Leitor 1:

336 costura, em peça única de alto abaixo. Leitor 1:

337 24 Disseram então entre si: Leitor 1:

338 Não vamos dividir a túnica. Povo:

339 Tiremos a sorte para Povo:

340 ver de quem será. Povo:

341 Assim se cumpria a Escritura que diz: Leitor 1:

342 Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte Leitor 1:

343 sobre a minha túnica. Assim procederam os soldados. Leitor 1:

344 25 Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a Leitor 1:

345 irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Leitor 1:

346 26 Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o Leitor 1:

347 discípulo que ele amava, disse à mãe: Leitor 1:

348 Mulher, este é o teu filho. Presidente:

349 27 Depois disse ao discípulo: Leitor 1:

350 Esta é a tua mãe. Presidente:

351 Dessa hora em diante, o discípulo a acolheu Leitor 1:

352 consigo. 28 Depois disso, Jesus, sabendo Leitor 1:

353 que tudo estava consumado, e para que a Leitor 1:

354 Escritura se cumprisse até o fim, disse: Leitor 1:

355 Tenho sede. Presidente:

356 29 Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram Leitor 1:

357 numa vara uma esponja embebida de vinagre e Leitor 1:

358 levaram-na à boca de Jesus. 30 Ele tomou o vinagre e disse: Leitor 1:

359 Tudo está consumado. Presidente:

360 E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. Leitor 1:

361 ( Todos se ajoelham )

362 31 Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus Leitor 1:

363 queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o Leitor 1:

364 o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Leitor 1:

365 Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as Leitor 1:

366 pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32 Os Leitor 1:

367 soldados foram e quebraram as pernas de um e, depois, do outro Leitor 1:

368 que foram crucificados com Jesus. 33 Ao se aproximarem Leitor 1:

369 de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe Leitor 1:

370 quebraram as pernas; 34 mas um soldado abriu-lhe o lado Leitor 1:

371 com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35 Aquele que Leitor 1:

372 viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e Leitor 1:

373 ele sabe que fala a verdade, para que vós também Leitor 1:

374 acrediteis. 36 Isso aconteceu para que se Leitor 1:

375 cumprisse a Escritura, que diz: Não quebrarão Leitor 1:

376 nenhum dos seus ossos. 37 E outra Escritura ainda Leitor 1:

377 diz: Olharão para aquele que transpassaram. 38 Depois disso, Leitor 1:

378 José de Arimatéia, que era discípulo de Jesus – mas às Leitor 1:

379 escondidas, por medo dos judeus – pediu a Pilatos para Leitor 1:

380 tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio Leitor 1:

381 tirar o corpo de Jesus. 39 Chegou também Leitor 1:

382 Nicodemos, o mesmo que antes tinha ido de noite Leitor 1:

383 encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de Leitor 1:

384 perfume feito de mirra e aloés. 40 Então tomaram o Leitor 1:

385 corpo de Jesus e envolveram- no, com os aromas, em Leitor 1:

386 faixas de linho, como os judeus costumam sepultar. 41 No Leitor 1:

387 lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim Leitor 1:

388 e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha Leitor 1:

389 sido sepultado. 42 Por causa da preparação da Páscoa, e como Leitor 1:

390 o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus. Leitor 1:

391 Palavra da Salvação. Leitor 1:

392 Glória a vós, Senhor! Povo:

393 APROXIMEMO-NOS COM CONFIANÇA DO TRONO DA GRAÇA!

394

395 Oração Universal

396 No dia da morte de Cristo, a Igreja abre os braços e o coração numa

397 oração de intercessão pela salvação do mundo. Toda

398 a humanidade é trazida aos pés da Cruz.

399 I. Pela Santa Igreja

400 Oremos, irmãos e irmãs caríssimos,

401 pela santa Igreja de Deus:

402 que o Senhor nosso Deus lhe dê a paz e a unidade,

403 que ele a proteja por toda a terra

404 e nos conceda uma vida calma e tranquila,

405 para sua própria glória. (Silêncio)

406 Deus eterno e todo-poderoso,

407 que em Cristo revelastes a vossa glória a todos os povos,

408 velai sobre a obra do vosso amor.

409 Que a vossa Igreja espalhada por todo o mundo,

410 permaneça inabalável na fé

411 e proclame sempre o vosso nome.

412 Por Cristo, nosso Senhor.

413 Amém.

414 II. Pelo Papa

415 Oremos pelo nosso santo Padre, o Papa N.

416 O Senhor nosso Deus, que o escolheu para o Episcopado,

417 o conserve são e salvo à frente da sua Igreja,

418 governando o povo de Deus. (Silêncio)

419 Deus eterno e todo-poderoso,

420 que dispusestes todas as coisas com sabedoria,

421 dignai-vos escutar nossos pedidos:

422 protegei com amor o Pontífice que escolhestes,

423 para que o povo cristão que governais por meio dele

424 possa crescer em sua fé.

425 Por Cristo, nosso Senhor.

426 Amém.

427 III. Por todas as ordens e categorias de fiéis

428 Oremos pelo nosso Bispo N.,

429 por todos os bispos, presbíteros e diáconos da Igreja

430 e por todo o povo fiel. (Silêncio)

431 Deus eterno e todo-poderoso,

432 que santificais e governais pelo vosso Espírito

433 todo o corpo da Igreja,

434 escutai as súplicas que vos dirigimos

435 por todos os ministros do vosso povo.

436 Fazei que cada um, pelo dom da vossa graça,

437 vos sirva com fidelidade.

438 Por Cristo, nosso Senhor.

439 Amém.

440 IV. Pelos catecúmenos

441 Oremos pelos (nossos) catecúmenos:

442 que o Senhor nosso Deus abra os seus corações

443 e as portas da misericórdia,

444 para que, tendo recebido nas águas do batismo

445 o perdão de todos os seus pecados,

446 sejam incorporados no Cristo Jesus. (Silêncio)

447 Deus eterno e todo-poderoso,

448 que por novos nascimentos

449 tornais fecunda a vossa Igreja,

450 aumentai a fé e o entendimento dos (nossos) catecúmenos,

451 para que, renascidos pelo batismo,

452 sejam contados entre os vossos filhos adotivos.

453 Por Cristo, nosso Senhor.

454 Amém.

455 V. Pela unidade dos cristãos

456 Oremos por todos os nossos irmãos e irmãs que creem no Cristo,

457 para que o Senhor nosso Deus se digne reunir

458 e conservar na unidade da sua Igreja

459 todos os que vivem segundo a verdade. (Silêncio)

460 Deus eterno e todo-poderoso,

461 que reunis o que está disperso

462 e conservais o que está unido,

463 velai sobre o rebanho do vosso Filho.

464 Que a integridade da fé e os laços da caridade

465 unam os que foram consagrados por um só batismo.

466 Por Cristo, nosso Senhor.

467 Amém.

468 VI. Pelos judeus

469 Oremos pelos judeus,

470 aos quais o Senhor nosso Deus falou em primeiro lugar,

471 a fim de que cresçam na fidelidade de sua aliança

472 e no amor do seu nome. (Silêncio)

473 Deus eterno e todo-poderoso,

474 que fizestes vossas promessas

475 a Abraão e seus descendentes,

476 escutai as preces da vossa Igreja.

477 Que o povo da primitiva aliança mereça alcançar

478 a plenitude da vossa redenção.

479 Por Cristo, nosso Senhor.

480 Amém.

481 VII. Pelos que não creem no Cristo

482 Oremos pelos que não creem no Cristo,

483 para que, iluminados pelo Espírito Santo,

484 possam também ingressar no caminho da salvação. (Silêncio)

485 Deus eterno e todo-poderoso,

486 dai aos que não creem no Cristo

487 e caminham sob o vosso olhar com sinceridade de coração,

488 chegar ao conhecimento da verdade.

489 E fazei que sejamos no mundo

490 testemunhas mais fiéis da vossa caridade,

491 amando-nos melhor uns aos outros

492 e participando com maior solicitude

493 do mistério da vossa vida.

494 Por Cristo, nosso Senhor.

495 Amém.

496 VIII. Pelos que não creem em Deus

497 Oremos pelos que não reconhecem a Deus,

498 para que, buscando lealmente o que é reto,

499 possam chegar ao Deus verdadeiro. (Silêncio)

500 Deus eterno e todo-poderoso,

501 vós criastes todos os seres humanos

502 e pusestes em seu coração

503 o desejo de procurar-vos

504 para que, tendo-vos encontrado,

505 só em vós achassem repouso.

506 Concedei que, entre as dificuldades deste mundo,

507 discernindo os sinais da vossa bondade

508 e vendo o testemunho das boas obras

509 daqueles que creem em vós,

510 tenham a alegria de proclamar

511 que sois o único Deus verdadeiro

512 e Pai de todos os seres humanos.

513 Por Cristo, nosso Senhor.

514 Amém.

515 IX. Pelos poderes públicos

516 Oremos por todos os governantes:

517 que o nosso Deus e Senhor,

518 segundo sua vontade,

519 lhes dirija o espírito e o coração

520 para que todos possam gozar de verdadeira paz e liberdade. (Silêncio)

521 Deus eterno e todo-poderoso,

522 que tendes na mão o coração dos seres humanos

523 e o direito dos povos,

524 olhai com bondade aqueles que nos governam.

525 Que por vossa graça se consolidem por toda a terra

526 a segurança e a paz,

527 a prosperidade das nações

528 e a liberdade religiosa.

529 Por Cristo, nosso Senhor.

530 Amém.

531 X. Por todos os que sofrem provações

532 Oremos, irmãos e irmãs, a Deus Pai todo- poderoso,

533 para que livre o mundo de todo erro,

534 expulse as doenças e afugente a fome,

535 abra as prisões e liberte os cativos,

536 vele pela segurança dos viajantes e transeuntes,

537 repatrie os exilados,

538 dê saúde aos doentes

539 e a salvação aos que agonizam. (Silêncio)

540 Deus eterno e todo-poderoso,

541 sois a consolação dos aflitos

542 e a força dos que labutam.

543 Cheguem até vós as preces

544 dos que clamam em sua aflição,

545 sejam quais forem os seus sofrimentos,

546 para que se alegrem em suas provações

547 com o socorro da vossa misericórdia.

548 Por Cristo, nosso Senhor.

549 Amém.

550

551 Adoração da Cruz

552 Hoje a liturgia está centralizada na morte de Jesus. Por isso,

553 recebemos a Cruz para adoração. Não adoramos o madeiro da

554 cruz, mas a Pessoa do Cristo, que nela morreu por nós. Mesmo sendo

555 um momento de morte, a liturgia nos lembra que Cristo está vivo e

556 ressuscitado. A Cruz é sinal da vitória de Jesus, que arrebenta as portas do

557 mal. É a expressão máxima do amor de Deus por nós.

558

559 Exortação ao erguer a Cruz

560 Eis o lenho da cruz,

561 do qual pendeu a salvação do mundo.

562 Vinde, adoremos!

563

564 Eis o lenho da cruz,

565 do qual pendeu a salvação do mundo.

566 Vinde, adoremos!

567

568 Eis o lenho da cruz,

569 do qual pendeu a salvação do mundo.

570 Vinde, adoremos!

571

572 Canto para Adoração da Cruz

573

574 Rito da Comunhão

575 Rezemos, com amor e confiança,

576 a oração que o Senhor nos ensinou:

577 Pai nosso que estais nos céus,

578 santificado seja o vosso nome,

579 venha a nós o vosso reino,

580 seja feita a vossa vontade

581 assim na terra como no céu.

582 O pão nosso de cada dia nos dai hoje;

583 perdoai-nos as nossas ofensas,

584 assim como nós perdoamos

585 a quem nos tem ofendido

586 e não nos deixeis cair em tentação,

587 mas livrai-nos do mal.

588 Livrai-nos de todos os males, ó Pai,

589 e dai-nos hoje a vossa paz.

590 Ajudados pela vossa misericórdia,

591 sejamos sempre livres do pecado

592 e protegidos de todos os perigos,

593 enquanto, vivendo a esperança,

594 aguardamos a vinda do Cristo Salvador.

595 Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

596

597 Felizes os convidados para a ceia do Senhor!

598 Eis o Cordeiro de Deus,

599 que tira o pecado do mundo.

600 Senhor, eu não sou digno (a)

601 de que entreis em minha morada,

602 mas dizei uma palavra e serei salvo (a).

603

604 Canto da comunhão

605

606 Oração depois da comunhão

607 OREMOS: Ó Deus, que nos renovastes

608 pela santa morte e ressurreição do vosso Cristo,

609 conservai em nós a obra de vossa misericórdia,

610 para que, pela participação deste mistério,

611 vos consagremos sempre a nossa vida.

612 Por Cristo, nosso Senhor.

613 Amém.

614

615 Estamos encerrando esta celebração. Mas a vivência do Tríduo Pascal

616 continua. Não devemos nos desviar do pensamento central da

617 Igreja para este dia e amanhã: silêncio, meditação e

618 reflexão diante do túmulo de Jesus, que morreu por nós.

619

620 Oração sobre o povo

621 Que a vossa bênção, ó Deus,

622 desça copiosa sobre o vosso povo,

623 que acaba de celebrar a morte do vosso Filho,

624 na esperança da sua ressurreição.

625 Venha o vosso perdão,

626 seja dado o vosso consolo;

627 cresça a fé verdadeira

628 e a redenção se confirme.

629 Por Cristo, nosso Senhor.

630 Amém.

631


Carregar ppt "Sexta-Feira da Paixão do Senhor PÁSCOA DA CRUZ: O CORDEIRO PASCAL É IMOLADO."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google