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FAMÍLIA: APRENDIZADO DE AMOR –Somos convidados a aprender a exercitar o amor na convivência levando-a com suavidade e leveza.

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2 FAMÍLIA: APRENDIZADO DE AMOR –Somos convidados a aprender a exercitar o amor na convivência levando-a com suavidade e leveza.

3 O EXERCÍCIO DE AMOR EM FAMÍLIA – A prática do amor em família requer renúncia, dedicação, paciência, tolerância, respeito.

4 O EXERCÍCIO DE AMOR EM FAMÍLIA – A prática do amor em família requer limites. –Dificuldades maiores que encontramos na família de hoje é a ausência de limites.

5 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Os limites podem ser: Rígidos – predominam a onipotência, prepotência, autoritarismo, individualismo, agressividade, imposição. Rígidos – predominam a onipotência, prepotência, autoritarismo, individualismo, agressividade, imposição. O não é colocado de forma rude. As coisas tem que ser como eu quero: Eu e não o outro. O não é colocado de forma rude. As coisas tem que ser como eu quero: Eu e não o outro.

6 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Difusos – predominam a impotência, permissividade e individualismo. Difusos – predominam a impotência, permissividade e individualismo. Há uma pseudoliberdade, pois tudo é sim. Eu e o outro de forma individualista cada um por si. Há uma pseudoliberdade, pois tudo é sim. Eu e o outro de forma individualista cada um por si.

7 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Equilibrado – predominam o poder de realização e transformação, autoridade, individualidade, flexibilidade, respeito. Equilibrado – predominam o poder de realização e transformação, autoridade, individualidade, flexibilidade, respeito. Usa-se o sim quando é sim e não, quando é não. Usa-se o sim quando é sim e não, quando é não.

8 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Eu e o outro com respeito, formando o nós, cada um com sua individualidade. Eu e o outro com respeito, formando o nós, cada um com sua individualidade. Um não mal colocado pode virar sim após reflexão de que não foi bem colocado. Assim como o sim. Um não mal colocado pode virar sim após reflexão de que não foi bem colocado. Assim como o sim.

9 A COLOCAÇÃO DE LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Tipos de relacionamento em família quanto aos limites Tipos de relacionamento em família quanto aos limites R. conjugal saudável R. conjugal saudável Horizontal: colaborativa e orientativa – eu e você=nós – casal colabora um com o outro numa relação de igual para igual, orientando-se sempre na horizontalidade da relação. Horizontal: colaborativa e orientativa – eu e você=nós – casal colabora um com o outro numa relação de igual para igual, orientando-se sempre na horizontalidade da relação.

10 A COLOCAÇÃO DE LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR R. conjugal doentio R. conjugal doentio Conjugal-vertical – a verticalidade não é natural na relação conjugal – impositiva = eu e não você – relação é autoritária de dominador/ dominado. Conjugal-vertical – a verticalidade não é natural na relação conjugal – impositiva = eu e não você – relação é autoritária de dominador/ dominado.

11 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Horizontal-difuso – permissivo = eu ou você – relação sem limites na qual não há o nós – cada um faz o que quer e como quer. Horizontal-difuso – permissivo = eu ou você – relação sem limites na qual não há o nós – cada um faz o que quer e como quer.

12 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Relacionamento pais e filhos saudávelRelacionamento pais e filhos saudável Vertical: a verticalidade é natural no relacionamento entre pais e filhos – função colaborativa, orientativa e diretiva = nós (pais) com vocês (filhos) Vertical: a verticalidade é natural no relacionamento entre pais e filhos – função colaborativa, orientativa e diretiva = nós (pais) com vocês (filhos)

13 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Função colaborativa – pai e mãe são colaboradores de Deus na formação do caráter do irmão em humanidade, momentaneamente na condição de filho(a) – face co- criadora da paternidade/ maternidade Função colaborativa – pai e mãe são colaboradores de Deus na formação do caráter do irmão em humanidade, momentaneamente na condição de filho(a) – face co- criadora da paternidade/ maternidade

14 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Função orientativa – pai e mãe são os orientadores para a formação do caráter dos filhos, a partir da observação das características individuais, reforçando as positivas e corrigindo as negativas. Função orientativa – pai e mãe são os orientadores para a formação do caráter dos filhos, a partir da observação das características individuais, reforçando as positivas e corrigindo as negativas.

15 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Função diretiva – pai e mãe vão dirigir os seus filhos para a prática do bem, do bom e do belo, fortalecendo o amor a si mesmo, ao próximo e a Deus. Função diretiva – pai e mãe vão dirigir os seus filhos para a prática do bem, do bom e do belo, fortalecendo o amor a si mesmo, ao próximo e a Deus.

16 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Essas funções existem em todas as fases da formação do filho: 1ª.infância, 2ª. Infância, pré-adolescência, adolescência e vida adulta. Na 1ª. Infância é eminentemente colaborativa e diretiva; a partir da 2ª. Infância é mais orientativa. Essas funções existem em todas as fases da formação do filho: 1ª.infância, 2ª. Infância, pré-adolescência, adolescência e vida adulta. Na 1ª. Infância é eminentemente colaborativa e diretiva; a partir da 2ª. Infância é mais orientativa.

17 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Relacionamento pais e filhos doentio Relacionamento pais e filhos doentio Vertical-rígido = nós (pais) e não vocês (filhos). Relação autoritária. Gera a tirania paterna e/ou materna, mesmo na forma do mártir-salvador. Deformam o caráter. Há uma demissão da função co-criadora. Troca-se as funções orientativa e diretiva pela impositiva. Vertical-rígido = nós (pais) e não vocês (filhos). Relação autoritária. Gera a tirania paterna e/ou materna, mesmo na forma do mártir-salvador. Deformam o caráter. Há uma demissão da função co-criadora. Troca-se as funções orientativa e diretiva pela impositiva.

18 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Vertical invertida – eu(filho) e não vocês(pais) – gera a tirania dos filhos que mandam nos pais. Vertical invertida – eu(filho) e não vocês(pais) – gera a tirania dos filhos que mandam nos pais.

19 LIMITES NO RELACIONAMENTO FAMILIAR: PRÁTICA DE AMOR Horizontal – relação permissiva – eu(filho) e não vocês(pais) - ninguém dirige ou orienta ninguém. Horizontal – relação permissiva – eu(filho) e não vocês(pais) - ninguém dirige ou orienta ninguém.


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