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Fundadores da União Europeia Konrad Adnauer Alcide de Gaspieri Jean Monet Paul Henri Spaak Robert Schuman.

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Apresentação em tema: "Fundadores da União Europeia Konrad Adnauer Alcide de Gaspieri Jean Monet Paul Henri Spaak Robert Schuman."— Transcrição da apresentação:

1 Fundadores da União Europeia Konrad Adnauer Alcide de Gaspieri Jean Monet Paul Henri Spaak Robert Schuman

2 Konrad Adnauer ( ) O primeiro Chanceler da República Federal Alemã, que se manteve à frente dos destinos deste Estado entre 1949 e 1963, contribuiu, mais do que qualquer outra personalidade, para alterar a face da Alemanha e a história da Europa do pós-guerra. Como muitos outros políticos da sua geração, Adenauer já tinha compreendido depois da Primeira Guerra Mundial que a paz duradoura apenas poderia ser alcançada através da união da Europa. A sua experiência sob o Terceiro Reich (foi destituído das suas funções de burgomestre de Colónia pelos nazis) vieram confirmar esta opinião. Em apenas seis anos, entre 1949 e 1955, Adenauer pôs em prática iniciativas de política externa de grande alcance com o objectivo de vincular a Alemanha à aliança ocidental: a adesão ao Conselho da Europa (1951), a fundação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (1952) e a entrada da Alemanha na NATO (1955). Um marco fundamental da política externa de Adenauer foi a reconciliação com a França. Juntamente com o Presidente francês Charles de Gaulle, realizou um feito histórico: em 1963, a Alemanha e a França, antigos arqui-inimigos, assinaram um tratado de amizade que veio a tornar-se um marco no processo de integração europeia.

3 Alcide de Gaspieri ( ) Entre 1945 e 1953, Alcide de Gasperi, na sua qualidade de Primeiro- Ministro e de Ministro dos Negócios Estrangeiros, apontou o caminho das políticas interna e externa da Itália nos anos do pós- guerra. Nasceu na região de Trentino-Alto Adige (Tirol do Sul), que pertencera à Áustria até Como outros homens de Estado excepcionais da sua geração, lutou activamente pela unidade da Europa. As suas experiências com o fascismo e com a guerra (esteve preso entre 1926 e 1929, ano em que conseguiu encontrar asilo no Vaticano), convenceram-no de que apenas a união da Europa seria capaz de evitar a repetição destes fenómenos. Uma após outra, lançou iniciativas para a união da Europa Ocidental, trabalhando na execução do Plano Marshall e criando laços económicos com outros países europeus, em particular com a França. Além disso, apoiou o Plano Schuman de fundação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e ajudou a desenvolver a ideia da política europeia comum de defesa..

4 Jean Monet ( ) O consultor económico e político francês Jean Monnet dedicou a sua vida à causa da integração europeia, tendo sido o inspirador do «Plano Schuman» que previa a fusão da indústria pesada da Europa Ocidental. Monnet era oriundo da região de Cognac, em França. Quando terminou a escola, aos 16 anos de idade, viajou por vários países como comerciante de cognac e, mais tarde, como banqueiro. Durante as duas guerras mundiais, ocupou posições elevadas relacionadas com a coordenação da produção industrial em França e no Reino Unido. Como consultor de alto nível do Governo francês, foi o principal inspirador da famosa «declaração Schuman» de 9 de Maio de 1950, que conduziu à criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço, considerada o antecedente da União Europeia. Foi, entre 1952 e 1955, o primeiro Presidente do órgão executivo desta Comunidade. No entanto, seria injusto limitar a influência de Monnet à esfera económica. Teve uma frase famosa e que é frequentemente citada: "Não coligamos Estados, unimos homens". Hoje em dia, os programas de intercâmbio cultural e educativo da

5 Paul Henri Spaak ( ) Um homem de Estado europeu - assim pode ser descrita, em poucas palavras, a carreira política do belga Paul Henri Spaak. Tendo mentido acerca da sua idade, conseguiu ser recrutado pelo exército belga durante a Primeira Guerra Mundial, ficando dois anos como prisioneiro de guerra na Alemanha. Durante a Segunda Guerra Mundial, como Ministro dos Negócios Estrangeiros, tentou em vão preservar a neutralidade belga. Foi para o exílio, juntamente com o resto do Governo, primeiro para Paris e, mais tarde, para Londres. Após a libertação da Bélgica, Spaak entrou no Governo, tendo desempenhado as funções de Ministro dos Negócios Estrangeiros e de Primeiro-Ministro. Ainda durante a Segunda Guerra Mundial, tinha formulado planos para a fusão dos países do Benelux e, imediatamente a seguir à guerra, fez campanha pela unificação da Europa, tendo apoiado a criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço e a Comunidade Europeia de Defesa. Para Spaak, a união dos países através de obrigações vinculativas decorrentes de tratados internacionais constituía a forma mais efectiva de garantir a paz e a estabilidade. Contribuiu para estes objectivos como Presidente da primeira assembleia plenária das Nações Unidas, em 1946, e como Secretário-Geral da NATO, entre 1957 e Spaak foi uma personalidade determinante no contexto do Tratado de Roma. Durante a chamada «Conferência de Medina», em 1955, os seis governos participantes nomearam-no Presidente do grupo de trabalho que elaborou o Tratado.

6 Robert Schuman ( ) Robert Schuman, um advogado de alto nível, foi Ministro dos Negócios Estrangeiros da França entre 1948 e Originário da região da Alsácia, na fronteira entre a França e a Alemanha, apesar das suas experiências na Alemanha nazi (ou talvez devido a elas) compreendeu que a base da união da Europa consistia numa reconciliação duradoura entre a França e a Alemanha. Deportado para a Alemanha em 1940, veio a juntar-se à resistência francesa dois anos mais tarde, depois de ter fugido. Apesar deste acontecimento, nunca manifestou qualquer ressentimento para com a Alemanha quando se tornou, no fim da guerra, Ministro dos Negócios Estrangeiros. Em colaboração com Jean Monnet, elaborou o conhecido Plano Schuman, que tornou público em 9 de Maio de 1950, dia que é hoje considerado o do nascimento da União Europeia. Propôs que a produção de carvão e de aço, as matérias-primas mais importantes para a produção de armamento, fossem colocadas em comum. A ideia subjacente a esta proposta era que um país que não pudesse controlar a sua produção de carvão e de aço, não estaria em condições de fazer a guerra. Schuman informou deste plano o Chanceler alemão Adenauer, que compreendeu imediatamente estar perante uma oportunidade de pacificar a Europa e aderiu ao mesmo. Pouco depois, os governos da Itália, da Bélgica, do Luxemburgo e dos Países Baixos também reagiram favoravelmente. Os seis países vieram a assinar o acordo constitutivo da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço em Paris, em Abril de Schuman apoiou igualmente a criação de uma política europeia comum de defesa, tendo sido Presidente do Parlamento Europeu entre 1958 e 1960.

7 Fátima Teixeira A. Jorge Costa


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