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Vias Parenterais Professor: Gilmar de Moura Aula 21.

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1 Vias Parenterais Professor: Gilmar de Moura Aula 21

2 Nestes tipos de via, a medicação é colocada diretamente em contato com o meio interno. São usadas quando o cliente tem alguma intolerância digestiva e em muitos casos, quando o problema exige uma intervenção mais rápida. Vias Parenterais

3 Intradérmica Subcutânea Intramuscular Endovenosa ou Intravenosa

4 Via Intradérmica A medicação é injetada entre tumefação local. Esta via é utilizada principalmente para fins diagnósticos (alergias, tuber-culose - PPD, etc), mas também pode ser utilizada para administração de vacinas. Deve ser utilizado pouco volume – no máximo 0,5 ml

5 Equipamentos necessários: Prescrição do cliente; Seringa (geralmente de 1 ml); Agulha de (13 x 4,5) (13 x 3,8); Medicação prescrita; Luvas; Chumaços de algodão com álcool 70%

6 Observações Importantes ! Ocorre formação de pápula que não se mexe. Não friccionar ou massagear a região (para evitar retorno do líquido e dificultar a reação à droga) Aspirar e injetar a substância com a mesma agulha. Normalmente, em caso de teste alérgico, marcar o local da punção com caneta. Teste alérgico proceder à leitura 15 minutos após a administração. PPD proceder à leitura 72 horas após a aplicação.

7 Preparo da injeção 1. Identifique o material a ser utilizado durante a aplicação confrontando com a receita; 2. Lave bem as mãos e antebraço quando possível antes de preparar a injeção (conforme descrito anteriormente); 3. Seque as mãos com toalha de papel; 4. Aplique um anti-séptico nas mãos (ex.: álcool 70 %); 5. Abra a embalagem da seringa utilizando o local correio de abertura, sempre pelo lado do êmbolo da seringa, para diminuir o risco de contaminação. Certifique-se de que o invólucro não esteja molhado, úmido ou danificado; 6. Conecte a agulha aplicando uma força e rotacionando-a para que ela fique travada. Se houver alguma demora na preparação mantenha a seringa dentro da embalagem; 7. Não toque na agulha, bico da seringa ou na haste;

8 8. Retire o protetor da agulha e aspire o medicamento; 9. Reencape a agulha tomando o cuidado para não tocar a ponta contaminando-a ou se ferindo. 10. Retire o ar da seringa; 11. Troque a agulha; 12. Realize anti-sepsia do local da aplicação com algodão e álcool 70%. NOTA: Um procedimento correto é usar uma agulha para aspirar o medicamento da ampola ou frasco ampola, e outra para realizar a aplicação, desta maneira diminui o risco de contaminação e de agulhas rombudas, melhorando a eficiência e segurança durante a aplicação. Agulha para aspiração 40 x 12

9 Via Subcutânea É também chamada de via hipodérmica, a introdução de medicamento no tecido subcutâneo. Ulitiza-se pequeno volume, no máximo 2 ml. As soluções devem ser de fácil absorção, não irritantes para o tecido – prevenir necrose tecidual. A absorção é lenta devido a pouca vascularização.

10 Via indicada quando não se quer uma absorção muito rápida, e na aplicação de alguns medicamentos: insulina, adrenalina, vacina anti- rábica, anticoagulantes. A agulha poderá ou não ser trocada após a aspiração da substância. Os locais de aplicação são: deltóide, face externa do braço, face externa da coxa, face anterior da coxa, parede abdominal, região escapular. Seringa de 1 a 3 ml Agulha 45º - 25 x 7 90º - 13 x 4,5/ 13 x 3,8 Realizar rodízio para evitar necrose tecidual.

11 Equipamentos necessários: Prescrição do cliente; Seringa de 1 a 3 ml; Agulha de acordo com o ângulo de adminis-tração; Medicação prescrita; Luvas; Chumaços de algodão com álcool 70%

12 Área de Aplicação: tecido subcutâneo, entre a pele e o músculo usado para medicamentos que devem ser absorvidos lentamente; Fazer o constante rodízio dos locais de aplicação em diabéticos

13 Técnica Preparar a medicação; Realizar anti-sepsia do local; Segurar a seringa com uma mão e com a outra fazer uma prega com o dedo indicador e polegar; Introduzir a agulha em ângulo de 90° profundamente com rapidez e firmeza na prega; Aspirar para verificar se não atingiu vaso sanguíneo; Injetar o líquido, vagarosamente, retirar a agulha com auxílio do algodão (seco); Não massageie o local da aplicação; Em pessoas magras fazer a aplicação com a seringa inclinada para não atingir o músculo.

14 Administração da Insulina Material: algodão com álcool, seringa de insulina com graduação para 100 Unidades ou menos, frasco de insulina U-100 tipo R, N, ou L de acordo com o prescrito pelo médico. Técnica para aplicação de insulinas: misturar a insulina movimentando suavemente o frasco entre as mãos; Fazer a desinfecção da tampa de borracha com algodão e álcool; Aspirar a dose indicada na receita; Retirar eventuais bolhas; Aplicar seguindo as indicações para via subcutânea; Não massageie o local da aplicação; NOTA: Evitar aplicar a insulina sempre no mesmo local para que não apareça lesões, saliências e depressões na pele, pois o diabético normalmente toma insulina diariamente, durante anos.

15 Não reutilizar agulhas, pois quando isso é feito a mesma perde a lubrificação tomando as aplicações mais dolorosas e a insulina que sobra na agulha pode cristalizar-se bloqueando a passagem na próxima aplicação. Com a reutilização a ponta adquire formato de gancho provocando lacerações e microtraumas no local da aplicação. Neste caso, podem formar lipodistrofias e acarretar extravasamento de insulina no local de aplicação causando hipoglicemia.

16 Para garantir precisão nas doses preparadas, a seringa possui escala de graduação em unidades, acompanhando a concentração da insulina que também é em unidades (U-100).

17 A seringa com capacidade para 100 unidades de insulina é ideal para você que utiliza quantidades superiores a 50 unidades por aplicação. A seringa com capacidade para até 50 unidades de insulina é a mais adequada para você que utiliza quantidades inferiores a 50 unidades por aplicação. A seringa com capacidade para até 30 unidades de insulina é a melhor opção para você que utiliza quantidades inferiores a 30 unidades por aplicação.

18 Riscos da aplicação no músculo (intramuscular) Pode acelerar a ação da insulina causando hipoglicemia logo após a aplicação e hiperglicemia tardia, pois a insulina é absorvida rapidamente. A aplicação é mais descon-fortável e existe maior probabilidade de sangramentos, pois o músculo tem mais e maiores vasos sangüíneos que no tecido subcutâneo. Riscos de aplicação na pele (intradérmica) Pode formar uma pequena elevação na pele no ponto de aplicação com saída de insulina, causando hiperglicemia, pois há perda de insulina e o restante do hormônio é absorvido lentamente. A aplicação é dolorosa, pois temos mais terminações nervosas na pele. Atenção: quando ocorrer erros, não tente corrigir repetindo a aplicação. Observe a criança e realize testes de glicemia com mais freqüência. Detectando alterações importantes, procure ajuda profissional.

19 Pegue a seringa e puxe o êmbolo, aspirando ar até a sua extremidade de borracha alinhar-se com a marca da escala que indica a quantidade de insulina prescrita pelo médico. Mantenha a agulha com o protetor. Retire o protetor da agulha e injete o ar no frasco, pressionando o êmbolo. Para sua segurança mantenha o frasco de insulina apoiado em uma mesa ou balcão nesta fase. Pegue o frasco sem retirar a agulha e vire-o de cabeça para baixo. Puxe o êmbolo lentamente, aspire a insulina até a marca da escala, que indica a quantidade de insulina a ser aplicada.

20 Verifique se há bolhas de ar na seringa. Se houver, elimine-as batendo levemente com o dedo na parte onde elas se encontram. Quando as bolhas atingirem o bico da seringa, empurre o êmbolo para que elas voltem ao frasco de insulina. Repita o procedimento até que as bolhas desapareçam pois onde há ar não tem insulina. Inverta o frasco de insulina e retire lentamente a agulha prevenindo desperdícios. Se a aplicação não for imediata, recoloque o protetor da agulha para prevenir contaminação. Injete a insulina pressionando o êmbolo continuamente, nem muito rápido nem muito devagar. Após injetar toda insulina aguarde 5 segundos com a agulha na pele, para garantir que toda a insulina preparada foi aplicada.

21 Solte a prega cutânea e retire a agulha suavemente, mas com um único movimento. Não faça massagem para não acelerar o tempo de absorção da insulina. Caso ocorra sangramento faça uma leve pressão no local por alguns segundos.

22 Glicemia Capilar - HGT

23 Conceito Exame realizado para medir os níveis de glicose na corrente sanguinea

24 Porque fazer? Para controle e avaliação em pacientes diabéticos e para atender imediatamente os quadros clínicos cuja sintomatologia seja sugestiva de hipo e hiperglicemia em pacientes suspeitos e diagnosticados com diabetes, e/ou outra patologia que provoque a disfunção da insulina endógena.

25 Quem deverá fazer? Quando deverá fazer ? Equipe enfermagem e médica Quando se deseja verificar os índices de glicemia capilar para auxilio de diagnóstico clínico e/ou como controle destes índices para fins terapêuticos. E nos casos de atendimento imediato.

26 Como fazer Através de punção puntiforme nas polpas digitais dos membros superiores, com equipamento apropriado (lanceta).

27 Material Cuba rim, com: Luva de Procedimentos Lanceta específica ou Agulha 13X 4,5, em caso de absoluta inexistência da lanceta. Dispositivo de leitura glicêmica Caixa de fita reagente para glicose Bolas de algodão embebido em álcool a 70%.

28 Desenvolvimento do Processo: Explicar o procedimento ao cliente e acompanhante, Lavar as mãos Reunir o material dentro da cuba rim Verificar se o aparelho de leitura está calibrado e pronto para o procedimento Colocar luvas de procedimento Limpar a polpa digital de eleição do paciente com algodão embebido no álcool a 70%, aguardar secar;

29 Colocar a fita reagente no aparelho e aguardar o surgimento da figura da gota de sangue; Lancetar a polpa digital e coletar material na fita reagente, para a leitura glicêmica; Aguardar o tempo necessário para que o aparelho realize a leitura; Pressionar o local da punção o suficiente para suspender o sangramento; Realizar a leitura do índice glicêmico; Certificar-se de que não há prolongamento do período de sangramento;

30 Desprezar o material utilizado na caixa Descarpack; Retirar luva de procedimentos e desprezá-la no lixo Lavar as mãos Registrar a taxa de glicemia capilardo paciente, no plano terapêutico de enfermagem.

31 Via Intramuscular A medicação é administrada nas camadas musculares, em regiões como o glúteo (qua-drante superior externo); face ântero-lateral da coxa, terço médio do vasto-lateral e o músculo deltóide. Na via IM a agulha é inserida na pele, formando um ângulo de 90º graus, alcançando o tecido muscular. É de absorção rápida, mas mais lenta do que EV.

32 Escolha da via IM – seguintes critérios: Substância muito irritante; Ser muito volumosa (aproximadamente 5 ml); Ser de difícil absorção.

33 Músculo Músculo deltóide (no braço): 4 dedos abaixo do final do ombro e no meio do músculo no sentido da largura); Músculo glúteo: no quadrante superior externo; Músculo vasto-lateral: no terço médio da coxa. O paciente poderá apresentar sinais de complicações decorrentes de acidentes ou falhas técnicas: Lesão de nervos – principalmente do nervo ciático; Lesão de vasos – acidentalmente, pode-se perfurar um vaso sanguíneo; Lesão de tecido subcutâneo – injeções superficiais, erro na administração – provocam dor, nódulos e eacessos.

34 Abcessos – por falhas assépticas

35 Atenção! Local de administração – deltóide – 4 dedos abaixo do ombro. Para intoduzir no músculo o bisel deve estar voltado para cima

36 Cuidados de Enfermagem

37 Equipamentos necessários Prescrição do cliente; Seringa de 3 a 5 ml; Agulhas 30 x 8/ 30 x 7/ 25 x 7 ou 25 x 8; Medicação prescrita; Luvas; Chumaços de algodão com álcool 70%

38 Procedimentos: Preparar psicologicamente o cliente, orientando sobre a técnica e a medicação que será administrada; Lavar as mãos; Trazer a bandeja e colocá-la sobre a mesinha do cliente; Posicioná-lo confortavelmente; Realizar a anti-sepsia do local; Introduzir a agulha em um único movimento; Aspirar para certificar-se de que não atingiu vaso sanguíneo; Injetar lentamente o líquido e, quando terminar, retirar rapidamente a agulha; Atentar para o bisel para cima; Colocar o cliente em posição confortável; Retirar o material desprezando em local adequado e registrar.

39 Via Endovenosa – EV/ IV De todas as vias esta é a preferida em casos de urgência. Administração de drogas diretamente na veia, a fim de obter uma ação imediata do medicamento. A medicação poderá ser administrada em qualquer veia periférica acessível, mas com preferência (veia mediana, basílica e cefálica) Dobra do cotovelo – basílica, mediana e cefálica; Antebraço; Dorso das mãos e pés. Podendo ainda ser administrada através de cateteres endovenosos: intracather e flebotomia – dissecção da veia.

40 A solução deve ser cristalina, não oleosa e não conter flocos em suspensão. Retirar todo o ar da seringa para não Entrar na circulação. Aplicar lentamente observando as reações do cliente. Fazer rodízio nos locais de aplicação. Verificar se a agulha permanece dentro da veia, durante a aplicação. Retirar a agulha na presença de hematomas ou infiltrações ou dor. A nova picada deverá ser em outro membro. Aquecer ou massagear o local são artifícios utilizados para melhorar a visualização da veia.

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42 Fazer escolha da melhor veia. A punção pode ser inicialmente dolorosa. A administração deve ser lenta. Administração em bolos. Não esquecer de identificar a seringa com a medicação.

43 PROCEDIMENTO Lavar as mãos, reunir material, conferir a medicação, dose, hora, via e cliente ( cinco certos); Explicar o procedimento ao cliente; Escolher o local do membro a ser puncionado. Se necessário, aquecê-lo provocando vaso-dilatação; Garrotear o local a ser puncionado cerca de 4 cm acima da via escolhida; Solicitar ao cliente que abra e feche a mão (no caso MMSS) algumas vezes e, então, mantê-la fechada.

44 Calçar as luvas e fazer anti-sepsia de baixo para cima; Fixar a veia com o polegar abaixo do local a ser puncionado; Puncionar a veia com a agulha inicialmente a cerca de 45º e depois paralela à pele, com a ponta do bisel para cima, constatada a presença de sangue, soltar o garrote; Injetar o medicamento lentamente, observando possíveis reações do cliente; Retirar a agulha e comprimir o local com algodão e álcool; Recolher material, retirar luvas, lavar as mãos e registrar a medicação feita.

45 Via Endovenosa por venóclise introdução de soro Tem por finalidade a infusão de grande volume de líquidos, além de proporcionar uma via de administração de medicamentos. Os locais de aplicação são: veias calibrosas e longe de articulações, para evitar que, com o movimento, seja perdida a veia ou a mesma seja transfixada.

46 Equipamentos necessários: Bandeja contendo luvas de procedimento; Algodão com álcool 70%; Garrote; Escalpe, Jelco ou cateter curto, equipo de soro;

47 Soro prescrito; Tiras de micropore ou esparadrapo.

48 Procedimentos: Seguir os mesmos passos da técnica da medicação via endovenosa até o passo de soltar o garrote, tomando o cuidado de selecionar veias de preferência das áreas distais. Após soltar o garrote, conectar a extremidade do dispositivo venoso com o equipe de soro (já adaptado à bolsa do soro prescrito e retirado o ar); Fixar o dispositivo venoso com micropore ou esparadrapo; Controlar o gotejamento do soro; Recolher material, retirar luvas, lavar as mãos e registrar a medicação; Não esquecer de identificar o soro;

49 Orientar o cliente a evitar levantar o braço puncionado, não alterar o gotejamento e chamar caso perceba alguma anormalidade. Durante ou após a aplicação do medicamento o cliente poderá apresentar: Choque: apresenta como principais sintomas a palidez, ansiedade, tremores, hiperemia, cianose. O choque poderá ser: Pirogênico – devido a introdução de solução contaminada; Anafilático – devido a hipersensibilidade do paciente à droga;

50 Periférico – devido a causas diversas, como aplicações rápidas, dosagem elevada, etc. Embolia – em geral, é de prognóstico fatal, podendo ser: Gasosa – devido a introdução de ar na circulação sanguínea; Oleosa – devido a introdução de solução oleosa na circulação sanguínea; Sanguínea – devido a mobilização do trombo.

51 Atenção! Atentar para flebites – é um processo inflamatório das veias, tornando a área dolorosa e hiperemiada. Atentar para esclerose das veias – devido a injeções freqüentes no local. Atentar para hematomas. Atentar para infiltração medicamentosa – devido ao extravasamento de medicamento fora do interior da veia. Atentar para Abcessos – são processos infecciosos, devido à falta de assepsia e introdução de soluções irritantes fora da veia.

52 Reflexão "Tudo o que você tem, tudo o que você faz, tudo aquilo em que você mesmo se transforma, é o resultado de suas escolhas. Qual é a sua escolha nesse exato instante?" Daisaku Ikeda


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