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CAPÍTULO 4 CAPÍTULO 4 HISTOLOGIA DOS TECIDOS CONJUNTIVO E ADIPOSO Profa.Ivana BM Cruz, UFSM - 2011.

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1 CAPÍTULO 4 CAPÍTULO 4 HISTOLOGIA DOS TECIDOS CONJUNTIVO E ADIPOSO Profa.Ivana BM Cruz, UFSM

2 Características Gerais sustentaçãoBase de sustentação das partes moles do corpo Apoiar, ligar outros Preenche espaços vazios do corpo ajudando a manter a sua forma tridimensional

3 Características Gerais -Grande quantidade de matriz extracelular -Células distanciadas uma das outras -Função de difusão e fluxo de metabólitos -Fundamental para a defesa corporal

4 HISTOGÊNESE -Existe o tecido conjuntivo propriamente dito e tecidos derivados

5 Características Cito-histológicas -Células [Fibroblastos e outras] -Fibras [Colágenas, Reticulares, Elásticas] -Substância fundamental amorfa Responsáveis pela notável diversidade funcional do tecido conjuntivo

6 Tipos de Tecidos Conjuntivos

7 Características Cito-histológicas Fibras colágenas Substância Fundamental Amorfa Capilares Fibroblastos Lâmina basal Macrófagos Fibras elásticas Mastócitos Epitélio

8 Principais células do tecido conjuntivo propriamente dito Fibroblastos – síntese das substâncias extracelulares e do colágeno Citoplasma abundante, prolongamentos citoplasmáticos, núcleo oval e grande. Células mais comuns neste tecido Fibrócitos –menores, fusiformes, com menor quantidade de prologamentos. Macrófagos – células de defesa imunológica. fagocitose de corpos estranhos. se originam dos monócitos dependendo do local onde se encontram apresentam nomes diferentes.

9 Principais células do tecido conjuntivo propriamente dito Macrófagos Plasmócitos – células ovóides, núcleos esféricos. se originam dos linfócitos B presentes nos tecidos do sistema linfático São pouco comuns no tecido conjuntivo exceto quando existe penetração de bactérias ou elementos estranhos ou em casos de inflamação crônica

10 Principais células do tecido conjuntivo propriamente dito Mastócitos – células globosas, grandes, não possuem prolongamentos. Núcleo esférico e global. Papel importante nas reações imunes: inflamação, reação alérgica. Presentes no tecido conjuntivo da pele e da cavidade peritoneal e nas mucosas dos intestinos e dos pulmões. Grânulos com grande quantidade de histamina.

11 ALERGIAS E ASMA Prevalência: 20% da população de países desenvolvidos ETIOLOGIA: Resposta exagerada do sistema imunológico a um determinado agente (antígeno). A ativação dos MASTÓCITOS tem um papel central na fase imediata e aguda da asma. Reações de Sensibilidade Imediata

12 ASMA: afeta 150 milhões de pessoas no mundo Reações de Sensibilidade Imediata

13 ASMA: CAUSAS Reações de Sensibilidade Imediata

14 EDEMA DE QUINCKE Inchaço no rosto, nas mucosas da boca e garganta. Alto risco de asfixia Reações de Sensibilidade Imediata

15 ECZEMA Inchaço no rosto, nas mucosas da boca e garganta. Alto risco de asfixia Reações de Sensibilidade Imediata

16 CHOQUE ANAFILÁTICO Reação alérgica Potencialmente fatal Causado pela abundante liberação de HISTAMINA pelos mastócitos e basófilos Reações de Sensibilidade Imediata

17 CHOQUE ANAFILÁTICO: Sintomas da Anafilaxia Reações de Sensibilidade Imediata

18 Tecido Conjuntivo Frouxo Suporta estruturas que geralmente estão adaptadas pressão e atritos a pressão e atritos pequenos Freqüente no preenchimento de espaços entre as Células musculares Tecido que fica abaixo e dá suporte as células Epiteliais do organismo – encontrado na DERME Células mais numerosas: fibroblastos e macrófagos Flexível, bem vascularizado e não muito resistente a trações Fibras colágenas, reticulares, elásticas – arranjo ao acaso Muita substância fundamental amorfa- gelatinosa

19 Tecido Conjuntivo Frouxo

20 Abaixo da Epiderme PELE Epiderme Derme Papilas conjuntivas

21 Tecido Conjuntivo Frouxo Abaixo da Epiderme PELE Epiderme Derme Lâmina Basal Fibroblastos Fibras

22 Tecido Conjuntivo Denso Adaptado a oferecer resistência aos tecidos a Pressão Possui maior quantidade de fibras colágenas do que o tecido conjuntivo frouxo Como tem mais fibras colágenas é menos flexível Quando as fibras formam feixes é denominado de modelado Tecido conjuntivo denso modelado Por ser rico em fibras colágenas sua coloração A fresco é esbranquiçada Formam os tendões que ligam músculos aos ossos

23 Tecido Conjuntivo Denso

24 Músculo Esquelético Osso Tendões que ligam músculos Aos ossos

25 Tecido Conjuntivo Elástico Composto por feixes espessos e paralelos de Fibras elásticas Espaços entre estas fibras é preenchido por Fibras delgadas colágenas e fibroblastos achatados Abundância de fibras elásticas dá uma coloração Amarelada ao tecido Pouco freqüente no organismo Encontrados nos ligamentos amarelos da Coluna vertebral

26 Tecido Conjuntivo Reticular Tecido delicado que forma uma rede tridimensional Dá suporte a células de alguns órgãos corporais Cria um ambiente especial para os órgãos Linfóides e hematopoiéticos (associados ao Sistema imune a a produção das células do sangue) Órgãos com tecido conjuntivo reticular: - Medula óssea vermelha - Linfonodos - Baço

27 Tecido Conjuntivo Reticular Fibras reticulares

28 Tecido Conjuntivo Mucoso Tecido com uma consistência gelatinosa causada ácido hialurônico Pela grande quantidade de ácido hialurônico Pouca quantidade de fibras em relação aos Outros tecidos conjuntivos Principais células: fibroblastos Órgãos com tecido conjuntivo mucoso: - Cordão umbilical - Polpa jovem dos dentes

29 Aspectos Funcionais e Clínicos do Tecido Conjuntivo

30 O COLÁGENO

31 Proteína mais abundante do corpo (30%) COLÁGENO Produção feita por diversos tipos de células Existem mais de 12 tipos (isoformas) de colágeno No organismo Auxiliar na composição dos diversos níveis de rigidez de estruturas corporais

32 PRINCIPAIS TIPOS DE COLÁGENO DO ORGANISMO

33 GRUPOS DE COLÁGENO SEGUNDO SUA ESTRUTURA E FUNÇÃO 1 Colágenos que formam fibrilas Ex. Colágeno do Tipo I Ossos, dentina, tendões, cápsulas de diversos órgãos etc. 2 Colágenos associados a fibrilas Ex. Moléculas pequenas Colágenos dos Tipos IX e XII Componentes da matriz extracelular 3 Colágenos que formam redes Ex. Colágeno do Tipo IV Lâmina basal 4 Colágenos de ancoragem Ex. Colágeno do Tipo VII Lâmina basal

34 SÍNDROME DE MARFAN Doença congênita hereditária que afeta o tecido conjuntivo Autossômica dominante Prevalência estimada: 1/ pessoas gene da fibrilina Causa: mutação no gene da fibrilina situado no Cromossomo 15 Fibrilina – molécula importante na formação das fibras elásticas Quadro clínico – miopia, deslocamento de retina, hipermobilidade das articulações estatura elevada, dedos longos, desvio de coluna e lesões na aorta

35 SÍNDROME DE MARFAN

36 Pectus Excavatum

37 SÍNDROME DE EHLERS-DANLOS Conjunto de doenças em que ocorrem alterações na Estrutura e/ou quantidade de colágeno Estas alterações podem levar a uma elasticidade Aumentada da pele (colágeno tipo VI) e Hipermobilidade das articulações Estas alterações podem levar a rupturas na pele, na aorta, nas paredes intestinais (colágeno tipo III)

38 SÍNDROME DE EHLERS-DANLOS Colágeno Tipo VI

39 SÍNDROME DE EHLERS-DANLOS Colágeno Tipo VI

40 SÍNDROME DE EHLERS-DANLOS Colágeno Tipo III

41 CONTRATURA DE DUPUYTREN

42 Desordem que afeta os dedos da mão Origem não conhecida parece ter influência genética Freqüente em homens caucasianos de meia-idade (principalmente escandinavos de descendência viking). Fumantes e alcoolistas têm mais risco Pode aparecer abruptamente mas também pode Ser progressiva. Parte afetada: tecido conjuntivo que forma a fascia palmar que recobre os tendões da mão

43 CONTRATURA DE DUPUYTREN Contratura de Dupuytren Tratamento: cirúrgico e não-cirúrgico (fisioterapia)

44 QUELÓIDES Caso especial de cicatriz Lesões fibroelásticas, escuras, rosadas, as vezes Brilhantes com forma côncava Causa problemas estéticos Indivíduos afro-descendentes têm 50 vezes mais quelóides que outras etnias Ocorrem em locais de lesões prévias

45 QUELÓIDES Intenso depósito de colágeno com hialinização (aumento nas Pontes de enxofre) desta molécula que a torna mais rígida

46 QUELÓIDES

47 TUMORES DO TECIDO CONJUNTIVO

48

49 Células fusiformes

50 TECIDO CONJUNTIVO E SAÚDE BUCAL Cada dente é unido e ao mesmo tempo separado do osso alveolar por uma estrutura de suporte maciça feita de Colágeno – LIGAMENTO PERIODONTAL Ligamento periodontal Gengiva Tecido Conjuntivo Frouxo Patologias no ligamento e gengiva significam doenças associadas ao tecido conjuntivo

51 TECIDO CONJUNTIVO E SAÚDE BUCAL Alves et al. - Arq Bras Endocrinol Metab, 2007

52 TECIDO CONJUNTIVO E SAÚDE BUCAL Alves et al. - Arq Bras Endocrinol Metab, 2007

53 TECIDO CONJUNTIVO E SAÚDE BUCAL Doença periodontal Doença periodontal –processo inflamatório que ocorre na gengiva em resposta a placa bacteriana que se forma na margem da gengiva – pode evoluir para a periodontite Alves et al. - Arq Bras Endocrinol Metab, 2007

54 ESCORBUTO Doença causada pela falta de ingestão de alimentos frescos e frutas ricas em Vitamina C Com o tempo a gengiva ulcera, sangra, os dentes caem, aumenta a halitose

55 ESCORBUTO Doença causada pela falta de ingestão de alimentos frescos e frutas ricas em Vitamina C Lesões cutâneas Alterações no tecido conjuntivo ao redor do folículo piloso Hemorragia debaixo das unhas

56 Edema O edema é causado pelo acúmulo de água na matriz extracelular do tecido conjuntivo

57 Edema

58 Edema: causas Obstrução dos vasos sanguíneos Ex. filariose Parasita: Wuchereria brancofti Transmissão: Aedes

59 Edema: causas Associado: - Tumores malignos - Cirrose - Insuficiência cardíaca avançada - Processos inflamatórios - Obesidade - Hipotireoidismo grave - Lesões mecânicas

60 Edema: causas Associado: - Desnutrição: deficiência proteíca

61 Tecido Adiposo Principal função: armazenamento de triglicerídeos (energia) Adipócitos – isolados ou em grupos no tecido conjuntivo Adulto jovem: ~15% do corpo Idoso: ~30% do corpo Moléculas de triglicerídeos: continuamente renovadas Tipos de tecido adiposo Tipos de tecido adiposo: UNILOCULAR - gordura branca/amarela MULTILOCULAR - gordura parda 5

62 Tecido Adiposo Unilocular Grande gota de gordura no seu citoplasma 1 Coloração da gordura: branca ou amarela conforme a dieta 2 Forma o chamado: PANÍCULO ADIPOSO 3 Células: Isoladas – esféricas Em grupos - poliédricas 4 Gordura encontrada no adulto 5 Homem Mulher

63 Tecido Adiposo Unilocular CS= capilar sangüíneo; N- núcleo; Ap= adipócito

64 Tecido Adiposo: morbidades OBESIDADE EDEMATOSE-FIBROSCLERÓTICA PANNICULOPATIA. Celulite

65 Tecido Adiposo: morbidades SÍNDROME DE HUTCHINSON-GILFORDPROGERIA Doença genética autossômica rara Acelera o processo de envelhecimento em cerca de sete vezes em relação aos indivíduos saudáveis Expectativa de vida média: 14 anos – Mulher 16 anos - Homem Mutação no gene LMNA (Lâmina A) que torna o Núcleo da célula instável o que impede a regeneração celular

66 Tecido Adiposo: morbidades SÍNDROME DE HUTCHINSON-GILFORDPROGERIA Artrose Baixa estatura ou nanismo Cabelo rarefeito ou ausente Clavícula ausente ou anormal Dificuldades na alimentação no lactente Envelhecimento prematuro Erupção tardia dos dentes Face estreita Fenótipo emagrecido Hipoplasia terminal dos dedos Luxação do quadril Micrognatia/retrognatia Mobilidade articular diminuída (PERDA TECIDO ADIPOSO) Pele fina (PERDA TECIDO ADIPOSO) Pilosidade corporal reduzida Puberdade tardia/hipogonadismo Sobrancelhas ausentes/rarefeitas Unhas dos pés finas/hipoplásicas Unhas finas/hipoplásicas/hiperconvexas Choro/voz anormal Fontanela grande Lábios finos Lóbulo do pavilhão auricular pequeno/hipoplásico Osteoporose

67 Tecido Adiposo: morbidades SÍNDROME DE HUTCHINSON-GILFORD PROGERIA

68 Tecido Adiposo: morbidades SÍNDROME DE HUTCHINSON-GILFORD PROGERIA Alterações no tecido conjuntivo (fibras) Diminuição na camada de gordura sub-cutânea

69 Tecido Adiposo Multilocular Apresenta diversas gotículas de gordura no citoplasma 1 Também conhecido como tecido adiposo pardo 2 Ocorre no feto e recém-nascido 3 Principal função: produção de calor Proteína: termogenina na membrana interna das mitocôndrias 4 Após o nascimento as células da gordura Marrom não continuam se dividindo e regridem 5

70 REFERÊNCIAS – BIBLIOGRÁFICAS E DE FIGURAS JUNQUEIRA LC & CARNEIRO J. Histologia Básica. Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro, 2004; 2008 KERR JB. Atlas de Histologia Funcional. Artes Médicas, Porto Alegre, GARTNER Color Atlas Histology. Williams & Wilkins, Baltimore, KIERSZENBAUM AL. Histologia e biologia celular: uma introdução a patologia. Elsevier, Rio de Janeiro COCHARD LR. Atlas de embriologia humana de Netter. Artmed, Porto Alegre, DOYLE MJ. Embriologia humana, Atheneu, São Paulo, MOORE K. Embriologia Clínica, Elsevier, Rio de Janeiro, BREW MCC. Histologia geral para a odontologia, Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro, ATLAS DE HISTOLOGIA – UFRGS - ATLAS DE HISTOLOGIA – UERJ - ATLAS DE HISTOLOGIA CLARETIANO - ATLAS DE HISTOLOGIA UFPEL-http://minerva.ufpel.edu.br/~mgrheing/cd_histologia/index.htm ATLAS DE EMBRIOLOGIA HUMANA (Inglês) -http://www.embryo.chronolab.com/fertilization.htm MULTIDIMENSIONAL HUMAN EMBRYO (Inglês) - ATLAS OF HUMAN BIOLOGY – CRONOLAB (Inglês) -Http://www.embryo.chronolab.com/ fertilization.htm ATLAS DE HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA VIRTUAL UFSM.


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