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O Romance de 30 Retratos do Brasil regional. O Romance de 30 As obras literárias da primeira fase do modernismo possuem um caráter mais experimental.

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1 O Romance de 30 Retratos do Brasil regional

2 O Romance de 30 As obras literárias da primeira fase do modernismo possuem um caráter mais experimental. Em 1926, por iniciativa de Gilberto Freire, realizou-se o Congresso Regionalista do Recife. Assim, um manifesto foi elaborado e nesse os fundamentos para o romance regionalista nordestino foram estabelecidos.

3 O Romance de 30 Os regionalistas valorizavam a tradição local, o estudo da história social das várias regiões brasileiras como um caminho para a criação duma literatura nacional. Os escritores buscaram o ambiente social, cultural e geográfico do Nordeste, seus tipos, problemas, episódios e linguagem como matéria para a ficção. A partir dos problemas das relações entre o homem e o ambiente físico e social, denunciaram os problemas gerados pela seca, pela economia baseada no latifúndio e na monocultura pelo autoritarismo e imobilidade das estruturas patriarcais.

4 O Romance de 30 Na segunda década do século XX, os romances de tese começaram a se tornar escassos no Brasil. O fato é que a literatura cientificista, após os horrores da Primeira Grande Guerra, de 1914, e os acontecimentos que desencadearam a Revolução Russa em 1917, entre outros eventos de cunho político ocorridos noutras partes do mundo, não correspondia mais aos anseios nem dos leitores, nem dos escritores.

5 O Romance de 30 No plano político, econômico e social, o Brasil também sofreu alterações com influência dos acontecimentos políticos internacionais mencionados anteriormente. Desse modo, no findar do segundo decênio do século XX, manifestações anarquistas e greves de trabalhadores eclodiram. De mais a mais, na década de 1920, o Tenentismo, a Coluna Prestes, a criação do PCB contribuíram para a derrocada da República Velha (com o golpe de 1930 que levou Getúlio Vargas à presidência do país), colocando fim à política do Café com Leite – alternância entre candidatos de São Paulo e Minas Gerais na chefia do Poder Executivo.

6 O Romance de 30 A década de 1930 contou com uma nova produção romanesca que, além de projetar novos autores, passou a conter, mais explicitamente, um engajamento político e social. As experimentações estéticas, promovidas pelos modernistas dos anos 1920, foram colocadas em segundo plano. Desse modo, poder-se-ia dizer que o contexto histórico de 1930, marcado por uma presença maior dos partidos políticos e pela expansão da indústria, trazendo, por conseguinte, a formação de uma classe proletária assalariada, contribuiu, sobremaneira, para a busca por um romance calcado no viés realista, em que algumas características mais tradicionais foram, pois, retomadas.

7 O Romance de 30 O engajamento político de esquerda, que tinha como base as ideias marxistas, fica nítido em várias obras do período. Faz-se importante destacar que agora o real, observado nos supraditos romances, é dado como fruto das relações econômicas, em uma perspectiva marxista de ideologia como reflexo dessas relações.

8 O Romance de 30 Principais autores: José Américo de Almeida (A bagaceira), Jorge Amado (Suor, Cacau, Capitães da areia, Seara Vermelha), Graciliano Ramos (Vidas secas, São Bernardo), José Lins do Rego (Pedra Bonita, Moleque Ricardo, Usina, etc).


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