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COMU NIDADE. COMUNIDADE… O QUE É? Foto: Capela Nossa Senhora Mãe dos Homens Bom Jardim Carandaí

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Apresentação em tema: "COMU NIDADE. COMUNIDADE… O QUE É? Foto: Capela Nossa Senhora Mãe dos Homens Bom Jardim Carandaí"— Transcrição da apresentação:

1 COMU NIDADE

2 COMUNIDADE… O QUE É? Foto: Capela Nossa Senhora Mãe dos Homens Bom Jardim Carandaí

3 PODEMOS DIZER QUE: COMUNIDADE = Vida em comum… a SERVIÇO A PALAVRA ESTÁ LIGADA A MUNUS, SIGNIFICA SERVIÇO, COMPROMISSO. Lembra : UNIDADE e CORRESPONSABILIDADE.

4 EU SOU FELIZ... Eu sou feliz é na comunidade, na comunidade eu sou feliz. (bis) 1. A nossa comunidade se reúne todo dia. E a nossa comunidade se transforma em alegria. 2. A Igreja de Jesus/ é uma Comunidade/ onde todos nós vivemos na maior fraternidade. 3. Onde há comunidade, lá não há miséria não/ pois aquele que tem mais/ vai partir com seu irmão. 4. E assim todos unidos: pobre, rico, homem, mulher/ como uma só família; isto é o que Deus quer.

5 CARACTERÍSTICAS DE UMA IGREJA- COMUNIDADE

6 NA CONFERÊNCIA DE APARECIDA, O PAPA BENTO XVI DIZIA QUE A IGREJA DEVE SER UMA FAMÍLIA, DE FORMA QUE NINGUÉM SE SINTA SOZINHO E ABANDONADO. Foto: Festa de Nossa Senhora da Gloria – Ressaca/Carandaí

7 A IGREJA-COMUNIDADE É LUGAR ONDE TODOS: TÊM NOME E SUA HISTÓRIA; SÃO TRATADOS COMO GENTE; SE CONHECEM E SÃO CONHECIDOS PELOS OUTROS; TÊM ESPAÇO PARA CELEBRAR, TRABALHAR, ALEGRAR-SE, PARTILHAR SUAS DORES E ALEGRIAS; TÊM APOIO E APOIAM OS IRMÃOS; SENTEM-SE EM CASA; TÊM LUGAR, VEZ E VOZ.

8 QUAL É O SONHO, O OBJETIVO DO PROJETO ARQUIDIOCESANO DE EVANGELIZAÇÃO (PAE)?

9 FORMAR UMA IGREJA: VIVA ATRAENTE DINÂMICA ATUANTE SAMARITANA PARTICIPATIVA BEM ARTICULADA QUE VALORIZA OS PEQUENOS CORAJOSA PROFÉTICA COM CELEBRAÇÕES ENCARNADAS E FESTIVAS CORRESPONSÁVEL E ENTUSIÁSTICA

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11 1 – CENTRALIDADE DA PALVRA Quem ouve a minha Palavra e a põe em prática é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha (Mt 7,24)

12 ESTE É O APELO DO PAE: Não apenas uma pastoral bíblica, mas animar biblicamente toda ação pastoral e todas as pastorais; As paróquias e comunidades valorizem a celebração da Palavra. Onde não houver padre para missa dominical, toda comunidade promova a celebração do culto; Propaguem-se os grupos de reflexão, ofício divino, leitura orante, catequese/formação bíblica, religiosidade popular amadurecida.

13 Comunidade centrada na Palavra é casa construída sobre a rocha.

14 1) Toda palavra de vida é Palavra de Deus/ Toda ação de liberdade :é a Divindade agindo entre nós: (bis). :Boa nova em nossa vida/ Jesus semeou/ o Evangelho em nosso peito/ é chama de amor: 2) Todo grito por justiça que sobe do chão/ é clamor, é profecia/ :que Deus pronuncia para a conversão: (bis). :Aleluia, aleluia/ bendita a Palavra que faz libertar:

15 2 – CENTRALIDADE DA EUCARISTIA E DA ORAÇÃO

16 A Liturgia ocupa lugar central na vida da Igreja. É cume e fonte. Faz memória do passado, celebra o presente, anima a esperança, envia para a missão. A oração, pessoal e comunitária, nos sustenta. Toda comunidade deve se reunir cada DOMINGO, para celebrar o PAI que cria, o FILHO que redime e revela o Pai, o ESPÍRITO que santifica e garante a missão. É o Dia do Senhor, dia da comunidade, dia da família. Não substituir a celebração do culto por adoração ou grupos de oração. É diferente.

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18 1) Na mesa sagrada se faz unidade, no pão que alimenta, que é pão do Senhor/ formamos família na fraternidade; não há diferença de raça e de cor. Importa viver, Senhor/ unidos no amor; na participação/ vivendo em comunhão! (bis) 2) Chegar junto à mesa/ é comprometer-se/ é a Deus converter-se com sinceridade. O grito dos fracos/ devemos ouvir, e em nome de Cristo/ amar e servir. 3) Enquanto na terra/ o pão for partido/ o homem nutrido se transformará/ vivendo a esperança/ num mundo melhor: com Cristo lutando, o amor vencerá. 4) Se participarmos/ da Eucaristia/ é grande a alegria que Deus oferece. Porém não podemos/ deixar esquecida/ a dor, nesta vida, que o pobre padece.

19 3 – CENTRALIDADE DO AMOR E DO SERVIÇO

20 Jesus é modelo de servidor, de pessoa solidária; sempre preocupado com o bem-estar do outro, sobretudo os mais pobres e sofridos. Acolhe e ajuda os doentes, pecadores, excluídos, mulheres marginalizadas; também os ricos que se abrem à conversão. Sua presença sempre liberta e faz a pessoa melhor. Ao voltar ao Pai, deixa aos seus discípulos(as) a missão de dar continuidade à sua obra. A IGREJA se torna então o Corpo por meio do qual Jesus pode continuar a promover a vida.

21 Não pode ser uma instituição fria e burocrática, mas uma extensão do coração de Jesus. Nisto conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros (Jo 13,34). O PAE lembra que, em nossa Arquidiocese, merecem atenção especial: desempregados, migrantes, vítimas da violência e da droga, mulheres idosos, moradores de rua, pessoas com deficiência, encarcerados, pessoas do campo, pessoas que vivem na miséria. Engajamento nas Pastorais sociais, Movimentos de luta pela vida, política, sindicatos, Conselhos etc...

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23 CANTO - Pelo batismo recebi uma missão/ vou trabalhar pelo Reino do Senhor. Vou anunciar o Evangelho para os povos/ vou ser profeta, sacerdote, rei e pastor. Vou anunciar a Boa Nova de Jesus/ como profeta recebi esta missão/ lá onde eu for serei fermento, sal e luz/ levando a todos a mensagem de cristão. - O evangelho não pode ficar parado/ vou anunciá- lo, esta é minha obrigação. A messe é grande e precisa de operários/ vou cooperar na evangelização. Sou mensageiro enviado do Senhor/ onde houver trevas irei levar a luz. Também direi a todos que Deus é Pai/ anunciando a mensagem de Jesus.


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