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CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz Organizar a Pastoral Social.

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Apresentação em tema: "CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz Organizar a Pastoral Social."— Transcrição da apresentação:

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2 CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz Organizar a Pastoral Social

3 Antes de tudo A Pastoral Social, seguindo o caminho de Jesus Cristo, expressa o amor preferencial de Deus pelos mais pobres e excluídos.

4 Organização A Pastoral Social tem condições de se organizar: Numa comunidade sensível e solidária com pessoas e situações onde a vida é negada ou ameaçada.

5 Organização Esta solicitude e solidariedade deve perpassar toda a vida da comunidade: Na dimensão da Palavra: Catequese, homilia, encontros de formação, etc..

6 Organização Nos Sacramentos: De forma privilegiada na Eucaristia. Cada comunhão ao Corpo de Cristo é igualmente comunhão com os irmãos.

7 Organização Eucaristia celebrada em comunidade: É o impulso para um compromisso real na edificação duma sociedade mais eqüitativa e fraterna. ( Mane Nobiscum Domine, João Paulo II, nº 27).

8 Objetivos Traduzir em ações sociais e políticas a solicitude da Igreja para com os mais pobres e indefesos. Unir numa mesma preocupação pastoral fé e vida, oração e ação. Tornar viva a Boa Nova do Evangelho junto aos excluídos. Garantir em toda a ação evangelizadora, a evangélica opção pelos pobres.

9 objetivos Contribuir para a transformação social e a mudança das estruturas injustas. Explicitar e vivenciar a dimensão sócio-política da fé. Alertar toda a Igreja para os problemas sociais Fazer a ponte entre a Igreja e a sociedade, buscando, em parceria com outras Igrejas, entidades e movimentos sociais a construção do Reino de Deus.

10 Atribuições Presença cotidiana junto aos mais excluídos - nos porões da sociedade, nos infernos do sofrimento humano; nas periferias mais afastadas. Acompanhamento a rostos específicos: presos, nômades, migrantes, agricultores e sem-terra, mulheres prostituídas, menores, crianças, pescadores, operários, doentes.

11 Atribuiçoes Diante dos caídos: sensibilidade, solidariedade e profetismo, (a exemplo do Bom Samaritano do Evangelho) Criação de espaços e encontros de partilha e intercâmbio para as pastorais. Trabalho de base: conscientização e organização, trabalho de formiguinha.

12 Formação permanente, geral e específica: bíblico-teológica, sócio-política-econômica, histórico-pastoral, Doutrina Social da Igreja Integração com CEBs, pastorais, setores e movimentos da Paróquia/Diocese/CNBB. Articulação com outras Igrejas cristãs e outras confissões religiosas. Atribuições

13 Parcerias com entidades, associações, ONGs e organizações da sociedade civil. Ponte entre Igreja e sociedade: As alegrias e as esperanças... (Gaudium et Spes) Atribuições

14 É importante observar que a Pastoral Social não detém o monopólio do serviço da caridade e da transformação social. Outras pastorais e dimensões da Igreja também trabalham na mesma direção.

15 Vale sublinhar, ainda, que sequer a Igreja detém semelhante monopólio. Outras Igrejas, cristãs ou não, preocupam-se pela transformação das estruturas injustas da sociedade. O mesmo se pode dizer de inúmeras e variadas instituições civis, entidades, movimentos sociais, organizações de base, associações, pessoas, enfim, milhares de iniciativas em curso.

16 Mas, no caso da Pastoral Social, o serviço da caridade cristã e da transformação social são a sua missão específica, intransferível. É a razão de sua existência. Constitui sua identidade.


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