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O Modernismo no Brasil. Modernismo no Brasil Fim da semana de arte moderna. Urgência de se divulgar o ideal de rompimento com a tradição literária. Desejo.

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1 O Modernismo no Brasil

2 Modernismo no Brasil Fim da semana de arte moderna. Urgência de se divulgar o ideal de rompimento com a tradição literária. Desejo de criar uma literatura, efetivamente, nacional, com escritores cada vez mais conscientes do seu papel de criadores e de pesquisadores de novas estéticas. Grupos diversos se formaram, optando por caminhos diferentes. Literatura que subverte a forma. Cotidiano elevado ao patamar poético por meio de uma simplicidade que causa, às vezes, hermetismo.

3 Modernismo no Brasil Revistas foram criadas para a divulgar as propostas modernistas: Klaxon, Estética Verde, A Revista. Primeira fase do Modernismo (1922 a 1930). Primeira fase marcada pela poesia. Principais publicações em prosa foram, Macunaíma, Memórias sentimentais de João Miramar, Brás, Bexiga e Barra Funda. Primitivismo: buscavam a criação de uma literatura, realmente, nacional, através de uma expressão mais natural e espontânea. Daí nascem as estéticas do movimento Pau- Brasil, Verdeamarelismo e Antropofagia.

4 Modernismo no Brasil Movimento Pau-Brasil: Criado por Oswald de Andrade. Optou por fazer uma releitura de nossa história passada e do momento. Busca o espírito primitivo da cultura brasileira. Levou a dessacralização da versão oficial da história do brasil, inaugurando um novo olhar para a literatura brasileira, tendo como base a paródia, o pastiche, a desconstrução da sintaxe, a falta de lógica aparente, a sintaxe, o antidiscursivismo, a simplicidade do cotidiano, a valorização da linguagem coloquial e oral, entre outros aspectos. Criar uma literatura autenticamente nacional que fosse produto de exportação como o pau-brasil.

5 Modernismo no Brasil A poesia existe nos fatos. Os casebres de açafrão e de ocre nos verdes da Favela, sob o azul cabralino, são fatos estéticos. Ágil o teatro, filho do saltimbanco. Ágil e ilógico. Ágil o romance, nascido da invenção. Ágil a poesia. A poesia Pau-Brasil. Ágil e cândida. Como uma criança. Contra o gabinetismo, a prática culta da vida. Engenheiros em vez de jurisconsultos, perdidos como chineses na genealogia das ideias. Só não se inventou uma máquina de fazer versos – já havia o poeta parnasiano.

6 Modernismo no Brasil A síntese, o equilíbrio, a invenção, a surpresa, uma nova perspectiva, uma nova escala. O trabalho contra o detalhe naturalista – pela síntese; contra a morbidez romântica – pelo equilíbrio geômetra e pelo acabamento técnico; contra a cópia, pela invenção e pela surpresa. O contrapeso da originalidade nativa para inutilizar a adesão acadêmica.

7 Modernismo no Brasil Escapulário No Pão de Açúcar De Cada Dia Dai-nos Senhor A Poesia de Cada Dia Canto de regresso à pátria Minha terra tem palmares Onde gorjeia o mar Os passarinhos daqui Não cantam como os de lá Minha terra tem mais rosas E quase que mais amores Minha terra tem mais ouro Minha terra tem mais terra Ouro terra amor e rosas Eu quero tudo de lá Não permita Deus que eu morra Sem que volte para lá Não permita Deus que eu morra Sem que volte pra São Paulo Sem que veja a Rua 15 E o progresso de São Paulo

8 Modernismo no Brasil Tupi or not tupi – This the question Brasil O Zé Pereira chegou de caravela E preguntou pro guarani da mata virgem Sois cristão? Não. Sou bravo, sou forte, sou filho da Morte Teterê Tetê Quizá Quizá Quecê! Lá longe a onça resmungava Uu! ua! uu! O negro zonzo saído da fornalha Tomou a palavra e respondeu Sim pela graça de Deus Canhém Babá Canhém Babá Cum Cum! E fizeram o Carnaval

9 Modernismo no Brasil "Serenata sintética", de Cassiano Ricardo Rua Torta Lua Morta Tua Porta

10 Modernismo no Brasil Verdeamarelismo: Literatura com base nas origens históricas do Brasil, porém sem o olhar crítico e denunciador da realidade brasileira. Ufanismo. Próxima à visão romântica. Idealizada. Antropofagismo Mantém os princípios primitivistas, de nacionalismo crítico, somados à possibilidade de uma ingestão ativa da cultura estrangeira para a construção de uma literatura nacional.

11 Modernismo no Brasil Desvairismo Criado por Mário de Andrade. Propunha o escrever brasileiro sem preocupação com a gramática e com os aspectos formais, como a métrica e a rima. Valorizou o subconsciente que se externalizava por associações livres, palavras em liberdade, velocidade e síntese. As ideias sobre a corrente estética foram expostas em Pauliceia Desvairada.

12 Modernismo no Brasil Corrente Espiritualista ou Espiritualista Sofreram influência do simbolismo. Principais escritores: Tasso da Silveira, Augusto Frederico Schmidt, Cecília Meireles, etc.

13 Modernismo no Brasil Quando eu morrer o mundo continuará o mesmo, A doçura das tardes continuará a envolver as coisas todas. Como as envolve agora neste instante. O vento fresco dobrará as árvores esguias E levantará as nuvens de poesia nas estradas... Quando eu morrer as águas claras dos rios rolarão ainda, Rolarão sempre, alvas de espuma Quando eu morrer as estrelas não cessarão de acender-se no lindo céu noturno, E nos vergéis onde os pássaros cantam as frutas continuarão a ser doces e boas. Quando eu morrer os homens continuarão sempre os mesmos. E hão de esquecer-se do meu caminho silencioso entre eles, Quando eu morrer os prantos e as alegrias permanecerão Todas as ânsias e inquietudes do mundo não se modificarão. Quando eu morrer os prantos e as alegrias permanecerão. Todas as ânsias e inquietudes do mundo não se modificarão. Quando eu morrer a humanidade continuará a mesma. Porque nada sou, nada conto e nada tenho. Porque sou um grão de poeira perdido no infinito. Augusto Frederico Schmidt

14 Modernismo no Brasil Quando eu morrer Quando eu morrer o mundo continuará o mesmo, A doçura das tardes continuará a envolver as coisas todas. Como as envolve agora neste instante. O vento fresco dobrará as árvores esguias E levantará as nuvens de poesia nas estradas... Quando eu morrer as águas claras dos rios rolarão ainda, Rolarão sempre, alvas de espuma Quando eu morrer as estrelas não cessarão de acender-se no lindo céu noturno, E nos vergéis onde os pássaros cantam as frutas continuarão a ser doces e boas. Quando eu morrer os homens continuarão sempre os mesmos. E hão de esquecer-se do meu caminho silencioso entre eles, Quando eu morrer os prantos e as alegrias permanecerão Todas as ânsias e inquietudes do mundo não se modificarão. Quando eu morrer os prantos e as alegrias permanecerão. Todas as ânsias e inquietudes do mundo não se modificarão. Quando eu morrer a humanidade continuará a mesma. Porque nada sou, nada conto e nada tenho. Porque sou um grão de poeira perdido no infinito. Augusto Frederico Schmidt

15 Modernismo no Brasil Murmúrio Traze-me um pouco das sombras serenas que as nuvens transportam por cima do dia! Um pouco de sombra, apenas, - vê que nem te peço alegria. Traze-me um pouco da alvura dos luares que a noite sustenta no teu coração! A alvura, apenas, dos ares: - vê que nem te peço ilusão. Traze-me um pouco da tua lembrança, aroma perdido, saudade da flor! - Vê que nem te digo - esperança! -Vê que nem sequer sonho - amor! Cecília Meireles


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