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1 Apresentação do Relatório Econômico do Brasil de 2006 Luiz de Mello, Sub-Divisão para o Brasil e a América do Sul, Departamento de Economia da OCDE Rio.

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1 1 Apresentação do Relatório Econômico do Brasil de 2006 Luiz de Mello, Sub-Divisão para o Brasil e a América do Sul, Departamento de Economia da OCDE Rio de Janeiro, 24 de novembro de 2006

2 2 Pergunta-chave: Como aumentar o potencial de crescimento da economia?

3 3 As taxas de crescimento do PIB brasileiro têm sido relativamente baixas e voláteis desde % Fonte: IPEA e OCDE.

4 4... de modo que o hiato de renda do país em relação à média da zona OCDE tem aumentado % Fonte: Banco Mundial e OCDE. Renda per capita do Brasil /Renda per capita média da OCDE

5 5 Esse diferencial de renda deve-se essencialmente a um hiato de produtividade em relação aos países mais avançados... Fonte: OCDE. Diferencial percentual em relação ao PIB per capita dos EUA (PPP), 2003

6 6 O grau de escolaridade da população, que continua aquém do padrão OCDE, tem sido um entrave ao aumento da produtividade Fonte: OCDE. Percentagem da população com ensino fundamental completo

7 7 A baixa escolaridade se reflete no estoque de capital humano da força de trabalho, apesar dos avanços recentes Fonte: OCDE. Anos de escolaridade de 90% da população

8 8 A qualidade do ensino fundamental também deixa a desejar, o que afeta o desempenho dos estudantes em exames estandardizados Fonte: Education at a Glance, OCDE. Resultado do Exame PISA, 2003 Pontuação no Exame PISA, 2003

9 9 Primeiro desafio: Consolidar o ajuste macroeconômico

10 10 O ajuste fiscal tem sido mantido em função da evolução do endividamento público (Setor público consolidado) Fonte: STN e OCDE.

11 11 Porém, a composição do ajuste fiscal tem privilegiado o aumento da arrecadação, ao invés da contenção do gasto corrente Fonte: STN e OCDE. % do PIB, governo central, fluxos acumulados em 12 meses

12 12 O aumento do gasto com benefícios previdenciários tem pressionado as despesas, apesar das reformas dos últimos anos Fonte: STN e OCDE. % do PIB, governo central, fluxos acumulados em 12 meses Benefícios previdenciários Despesa discricionária Pessoal e encargos

13 13 Há um descompasso entre o crescimento das despesas com benefícios e a expansão da base contributiva para o regime geral Fonte: IPEA e OCDE.

14 14 A administração da dívida pública tem sido exemplar, ainda que o nível de endividamento continue alto Dívida pública líquida (setor público consolidado) Fonte: STN e OCDE.

15 15 A política monetária tem conduzido à desinflação e ancorado as expectativas de inflação próximas à meta % % Fonte: BACEN e OCDE.

16 16 A maior previsibilidade da política monetária está minimizando os choques de expectativa Fonte: OCDE. Desvio das expectativas de inflacão em relacão aos seus determinantes de longo prazo

17 17 Os indicadores de vulnerabilidade externa têm melhorado significativamente Fonte: BACEN e OCDE.

18 18 Sumário das principais recomendações Reequilibrar o ajuste fiscal, privilegiando a contenção do gasto corrente –Introdução de limites para o gasto corrente, reformas paramétricas adicionais na Previdência, redução da rigidez orçamentária (desvinculacão de receitas), DRU, ICMS Fortalecer a administração da dívida pública Aumentar a eficiência da política monetária –Eliminação gradual do crédito direcionado e das reservas compulsórias

19 19 Segundo desafio: Estimular a inovação no setor privado

20 20 O investimento em P&D está aquém do nível dos países da OCDE e depende majoritariamente de fontes governamentais... Fonte: Ricyt e OCDE. Investimento em P&D, % do PIB em

21 21 Apesar de um bom desempenho em alguns nichos de mercado, os resultados da atividade inovadora também estão aquém do padrão OCDE Fonte: Ricyt y OCDE. Número de patentes triádicas por população economicamente ativa, 2002

22 22 O gasto das empresas em P&D está associado a ganhos de produtividade a nível setorial Variação do gasto em P&D ( / , %) Variação da produtividade (2003/2000, %) Fonte: IBGE/PINTEC e PIA.

23 23 Um entrave importante à inovação é o grau de escolaridade da força de trabalho a nível terciário... Fonte: OCDE.

24 24 Sumário das principais recomendações Reduzir a carga tributária e as tarifas aduaneiras sobre os bens de capital e de informática Facilitar o processo de patenteamento da propriedade intelectual Fortalecer os ensinos superior e técnico-vocacional Aumentar a eficiência do apoio governamental através de incentivos fiscais e/ou Fundos Setoriais

25 25 Terceiro desafio: Aumentar a utilização do trabalho formal

26 26 A taxa de participação é comparável à média da OCDE, ainda que seja ligeiramente inferior no caso das mulheres Fonte: IBGE/PNAD e OCDE. Faixa etária: anos

27 27 Porém, a informalidade aumentou nos anos 90 e concentra-se no setor de servicos Informalidade = trabalhadores por conta-própria e sem-carteira em relação à população empregada Fonte: IBGE/PME.Fonte: IBGE/PNAD. Informalidade em 6 regiões metropolitanas

28 28 A taxa de participação depende do grau de instrução do trabalhador, refletindo a demanda crescente por mão-de-obra qualificada Fonte: IBGE/PNAD e OCDE.

29 29 Sumário das principais recomendações Facilitar a entrada das mulheres no mercado de trabalho Desincentivar a aposendoria precoce e a inatividade por doença/invalidez Reduzir a informalidade no mercado de trabalho Tornar a qualificação profissional mais atrativa


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