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 Difração: desvio da trajetória retilínea + interferência  Ponto claro de Fresnel: teoria ondulatória vs. teoria corpuscular (Newton) da luz.

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2  Difração: desvio da trajetória retilínea + interferência  Ponto claro de Fresnel: teoria ondulatória vs. teoria corpuscular (Newton) da luz.

3  Fenda comprida e estreita de largura a  Ondas luminosas planas de comprimento de onda.  Anteparo à distância D >> a (difração de Fraunhofer).  Princípio de Huygens: Cada ponto da fenda age como uma fonte de luz.  Divida a fenda em duas partes: raios 1 e 3 produzirão interferência destrutiva quando: ou (1º mínimo)  Qualquer outro par de raios em pontos semelhantes também obedece a relação acima.  Divida a fenda em quatro partes: (p/ interferência destrutiva) (2º mínimo)  Dividida a fenda em seis partes: (p/ interferência destrutiva) (3º mínimo)

4  Fasores  Mínimos ocorrem em: Applet

5  Dois comprimentos de onda, 650 e 430 nm, são usados separadamente em um experimento de difração por uma fenda. A figura mostra os resultados na forma de gráficos da intensidade I em função do ângulo  para as duas figuras de difração. Se os dois comprimentos de onda forem usados simultaneamente, que cor será vista na figura de difração resultante (a) para o ângulo A e (b) para o ângulo B?

6  Difração para abertura circular:  Primeiro mínimo (d = diâmetro da abertura):  Compare com fenda única:

7  Resolução:  Suponha a imagem formada por duas fontes distintas após passar por uma fenda circular (ex.: olho humano)  Fontes próximas: figuras de difração sobrepostas.  Critério de Rayleigh:  duas fontes são distinguíveis se máximo de uma figura de interferência coincide com o mínimo da outra.  Para ângulos pequenos:

8  Resolução: Pontilhismo

9  Suponha que você mal consiga resolver dois pontos vermelhos por causa da difração na pupila do olho. Se a iluminação ambiente aumentar, fazendo a pupila diminuir de diâmetro, será mais fácil ou mais difícil distinguir os pontos? Considere apenas o efeito da difração.

10  Suponha que as fendas agora têm uma largura não desprezível (diferentemente do capítulo anterior!!!)  Uma fenda de tamanho a:  Duas fendas de tamanho desprezível:  Duas fendas de largura a e distância d:

11  Suponha que as fendas agora têm um tamanho a (diferentemente do capítulo anterior!)  Uma fenda de tamanho a:  Duas fendas de tamanho desprezível: a/ = 3 d/ = 30 convolução

12  Rede de difração: arranjo de várias fendas (~ 1000/mm)  Máximos: Applet

13  Largura de linha N = # ranhuras d = espaçamento  Dispersão  Resolução

14  Dispersão vs. Resolução

15  Espectroscópio  Linhas de emissão do Neônio

16  Difração de raios-X  raios-X: ~ 1Å  Difração “visível” quando obstáculos tiverem mesma ordem de.  Sólidos cristalinos (ex.: NaCl)  Experimento de difração:  Tubo de raios-X convencional  Luz síncrotron LNLS, Campinas

17  Lei de Bragg máximos

18  Sólido cúbico ZnO nanowires SiC diamond

19  Raios-X de comprimento de onda de 0,12 nm sofrem reflexão de segunda ordem em um cristal de fluoreto de lítio para um ângulo de Bragg de 28 o. Qual é a distância interplanar dos planos cristalinos responsáveis pela reflexão?


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