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Curso Proteção Respiratória na Indústria da Madeira -Série Solução SST- Aula 1 Departamento Regional Coordenadoria de Educação Local, 00 de mês de ano.

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1 Curso Proteção Respiratória na Indústria da Madeira -Série Solução SST- Aula 1 Departamento Regional Coordenadoria de Educação Local, 00 de mês de ano.

2 Introdução Nas atividades de trabalho existem inúmeros contaminantes que, por ficarem suspensos no ar, podem resultar em intoxicações e doenças respiratórias nas pessoas desprotegidas.

3 Objetivo Compreender que a indústria madeireira atual é uma indústria sustentável, cujo processo envolve cobertura florestal, extração e beneficiamento da madeira e que, como em qualquer indústria, é importante proteger-se dos resíduos industriais, que podem causar doenças. Disponível em: Acesso em: 27 abr

4 Notícias da Mídia Alguns trabalhadores apresentam rinite alérgica em decorrência da exposição ao pó de madeira. Disponível em: Acesso em: 27 abr Alguns trabalhadores apresentam rinite alérgica em decorrência da exposição ao pó de madeira. Disponível em: Acesso em: 27 abr

5 Máquinas muito antigas e sem proteção para o trabalhador aumentam a necessidade de atenção para o uso de EPI. Revista FAE BUSINESS, 9 setembro Máquinas muito antigas e sem proteção para o trabalhador aumentam a necessidade de atenção para o uso de EPI. Revista FAE BUSINESS, 9 setembro Notícias da Mídia

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7 Conceito - Indústria Madeireira Setor da atividade industrial baseado no processamento da madeira, desde o plantio até a transformação em objetos de uso prático, passando pela extração, corte, armazenamento, tratamento bioquímico e modelagem. Disponível em: Acesso em: 27 abr

8 Cobertura florestal A crescente demanda por matéria-prima do setor madeireiro vem reforçando a importância de incentivos e investimentos em florestas plantadas (ABRAF1, 2007). As exigências do consumidor consciente fazem com que as indústrias se preocupem e façam uso dos recursos naturais de forma adequada e sustentável.

9 Composição do ar limpo Disponível em: Acesso em: 27 abr

10 Sistema respiratório Disponível em: Acesso em: 27 abr

11 Defesas naturais Pelos Cílios Muco Disponível em:http://pt.wikipedia.org. Acesso em: 27 abr

12 Principais agentes presentes defensivos agrícolas (no campo); produtos químicos (no tratamento da madeira e na industrialização); e, poeiras da madeira (processo de beneficiamento e industrialização); SESI, 2008.

13 Defensivos agrícolas Também conhecidos como agroquímicos ou agrotóxicos, são produtos empregados para evitar ou reduzir os danos econômicos causados por pragas, doenças e ervas invasoras na área florestal. Disponível em: Acesso em: 27 abr

14 Defensivos agrícolas Manuseio

15 Manuseio e aplicação Atividades consideradas de maior risco, pois o usuário irá manipular um produto altamente concentrado. Defensivos agrícolas Fundacentro, 2002.

16 Velocidade aproximada do ar na altura do bico DescriçãoSinais visíveisPulverização Menos que 2,0 km/hCalmo A fumaça sobe verticalmente. Pulverização não recomendável De 2,0 a 3,2 km/h Quase calmo A fumaça é inclinada. Pulverização não recomendável De 3,2 a 6,5 km/hBrisa leve As folhas oscilam. Sente-se o vento na face. Ideal para pulverização De 6,5 a 9,6 km/hVento leve Folhas e ramos finos em constante movimento. Evitar pulverização De 9,6 a 14,5 km/h Vento moderado Movimento de galhos. Poeira e pedaços de papel são levantados. Impróprio para pulverização Defensivos agrícolas - aplicação Disponível em: Acesso em: 20 mar

17 Boné Árabe Viseira Respirador com carvão ativado Jaleco de algodão com hidrorrepelente Avental Impermeável Luva de nitrila ou neoprene Calça de algodão com hidrorrepelente Bota de borracha EPI Disponível em: Acesso em: 24 mar

18 Forma dos agentes químicos Poeiras Material sólido quebrado, moído ou triturado. Quanto menor, mais tempo fica em suspensão (NO AR): chance de inalação. Névoas Material líquido SPRAY Quebra mecânica, resultando em pequenas gotículas OLIVEIRA e DIETRICH, s.d.

19 Fumos Na fundição de metais, o vapor resfria rapidamente, criando partículas muito finas. Vapores Evaporação de líquidos ou sólidos. Geralmente são caracterizados pelos odores. Gases Substâncias que na CNTP (Condições Normais de Temperatura e Pressão) encontram-se na forma gasosa. OLIVEIRA e DIETRICH, s.d.

20 Os produtos químicos podem ser de tipo: Disponível em: Acesso em: 27 abr

21 Sintomas de intoxicação Intoxicação aguda Intoxicação crônica Disponível em: Acesso em: 27 abr

22 O que fazer em casos de intoxicação? Disponível em: Acesso em: 27 abr Chame imediatamente: Corpo de Bombeiros: 193 SAMU: 192 Informações importantes podem ser obtidas no Centro de Informações Toxicológicas (CIT) –

23 Principais doenças Asma ocupacional Pneumoconiose Doenças granulomatosas

24 Asma ocupacional Pulmões normais Disponível em: Acesso em: 27 abr Disponível em: Acesso em: 27 abr

25 Asma Disponível em: Acesso em: 27 abr Figura 1 Figura 2 Figura 3

26 Sintomas da asma ocupacional Dispnéia (falta de ar) Tosse Sibilos Espirros Lacrimejamento Disponível em: Acesso em: 27 abr

27 Diagnóstico da asma ocupacional Disponível em: Acesso em: 27 abr

28 Prevenção e tratamento da asma Disponível em: Acesso em: 27 abr

29 Pneumoconiose Vista frontal dos pulmões (cortados) Disponível em: Acesso em: 27 abr

30 Sintomas da pneumoconiose Disponível em: Acesso em: 27 abr

31 Diagnóstico da pneumoconiose Publio, Espirometria

32 Prevenção da pneumoconiose Publio, 2008.

33 Doenças granulomatosas Doença potencialmente letal. Nessa doença, os vasos sanguíneos dos pulmões inflamam e pode haver uma destruição parcial do tecido pulmonar.

34 Sintomas e diagnóstico da granulomatosa Disponível em: Acesso em: 27 abr

35 Tratamento da granulomatosa Caso não seja tratada, a doença pode piorar rapidamente e levar à morte. Por essa razão, o tratamento deve ser iniciado imediatamente após o estabelecimento do diagnóstico.

36 Fatores que podem desencadear uma doença profissional a concentração do agente contaminante no ambiente de trabalho; o tempo de exposição; as características pessoais de cada indivíduo; a presença de vários agentes contaminantes ao mesmo tempo; a falta da devida proteção.

37 O que devemos fazer para nos protegermos? ? ? ? ? ? ? ? ? ?

38 Agradecemos sua participação e esperamos você na próxima aula.

39 Curso Proteção Respiratória na Indústria da Madeira - Série Solução SST - Aula 2 Departamento Regional Coordenadoria de Educação Local, 00 de mês de ano.

40 Resgatando os principais temas da aula 1 Você aprendeu sobre a indústria madeireira e suas atuações sustentáveis; conheceu o sistema respiratório e seu mecanismo de funcionamento; foi instruído sobre os riscos dessa atividade profissional; foi informado sobre as principais doenças respiratórias relacionadas às atividades profissionais da Indústria Madeireira, suas formas de diagnóstico e tratamento.

41 Usando-se equipamento de proteção individual – EPI. O EPI estabelece um certo grau de proteção, entretanto o usuário deverá manter atenção ao que está fazendo e procurar se expor o mínimo necessário. O risco pode ser administrado

42 O empregador avalia os riscos para a segurança e a saúde dos trabalhadores de acordo com a presença de agentes prejudiciais. A empresa assegura que os riscos sejam minimizados. Disponível em: Acesso em: 27 abr

43 Medidas de Prevenção Coletiva Fundacentro, 2002.

44 EPI - Equipamentos de Proteção Individual O uso dos EPI é fundamental para reduzir o risco de absorção do produto tóxico pelo organismo, protegendo a saúde do trabalhador.

45 A empresa fornece aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas seguintes situações: NR6 – 6.3

46 Respiradores Disponível em: Acesso em: 27 abr

47 com filtros mecânicos (contra partículas); com filtros químicos (contra gases ou vapores nocivos). Respiradores Disponível em: Acesso em: 27 abr

48 Disponível em: Acesso em: 10 mar

49 Em um respirador deve-se considerar a eficiência do filtro; a vedação; o tempo de uso.

50 Treinamento Todo o usuário recebe treinamento inicial, quando designado para uma atividade. Esse treinamento pode se repetir, quando necessário, a cada 12 meses. ANDEF, 2006.

51 Uso correto dos respiradores descartáveis 123 Disponível em: Acesso em: 10 mar

52 Uso correto dos respiradores não descartáveis Disponível em: Acesso em: 10 mar

53 Cuidados com o respirador Disponível em: Acesso em: 10 mar

54 Procedimentos para evitar contaminação Usar o EPI necessário, em bom estado e de forma adequada; lavar bem as mãos e o rosto antes de comer, beber ou fumar; tomar banho com bastante água e sabão ou sabonete, lavando bem o couro cabeludo, as axilas, as unhas e as regiões genitais; mantenha sempre a barba bem feita, unhas e cabelos cortados.

55 Procedimentos para lavar os EPI Os EPI devem ser lavados separadamente da roupa comum. As vestimentas de proteção devem ser enxaguadas com bastante água corrente para diluir e remover os resíduos. A lavagem deve ser feita de forma cuidadosa, com sabão neutro. O enxágue deve remover todo o sabão.

56 Controle médico Nos trabalhadores expostos aos contaminantes o exame clínico é realizado anualmente, enquanto os exames toxicológicos têm uma periodicidade semestral. Não deixe de fazer os exames! Disponível em: Acesso em: 27 abr

57 Atividade em Grupo

58 PARA REFLETIR Não existem substâncias seguras. Existem formas seguras de utilizá-las!

59 ALVES FILHO, J. P. Cartilha do Trabalhador: Prevenção de Acidentes no Uso de Agrotóxicos. Fundacento: ANDEF – Associação Nacional de Defesa Vegetal. de Manual de uso Correto e Seguro de Produtos Fitossanitários / Agrotóxicos. BAGATIN, E. et.al. Doenças Granulomatosas Ocupacionais. Jornal Brasileiro de Pneumologia 2006;32(Supl 1):S69-S84. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Pneumoconioses. Editora do Ministério da Saúde, Brasília, CARNEIRO, L. REACH. Nos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho. ACT – Autoridades para as Condições de Trabalho. Porto, Portugal: Setembro/2009. LIMA, M. M. T. M Desafios e Resultados da Boa Prática da Higiene Ocupacional: Alguns Estudos no Campo da Avaliação das Poeiras. XIII Simpósio do ISMAI Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho. Maia, Portugal: novembro de PLUBIO, A. Z. Prevalência de sintomas respiratórios entre trabalhadores da indústria moveleira, da cidade de Votuporanga – SP. Tese de Doutorado apresentada à Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas, para obtenção de título de Doutor em Saúde Coletiva, área de concentração em Saúde Coletiva. Campinas, São Paulo: Referências

60 Obrigada pela Atenção.


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