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Trabalho de Geografia Blocos econômicos Gabriel Padilha nº9 Ricardo Machado nº22 Luiz Fernando nº16 Thiago Sartorelli nº27 8ºb.

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1 Trabalho de Geografia Blocos econômicos Gabriel Padilha nº9 Ricardo Machado nº22 Luiz Fernando nº16 Thiago Sartorelli nº27 8ºb

2 Sumário O que é um bloco econômico hoje Vantagens e desvantagens Tipos de blocos econômicos Dados gerais MERCOSUL Histórico de formação Funcionamento

3 O QUE É UM BLOCO ECONÔMICO HOJE. Os blocos comerciais, ou blocos econômicos, são um tipo de acordo intergovernamental, muitas vezes parte de uma organização intergovernamental, onde barreiras ao comércio são reduzidas ou eliminadas entre os Estados participantes. A maioria dos blocos comerciais estão definidos por uma tendência regional e podem ser classificados de acordo com seu nível de integração econômica.

4 VANTAGENS E DESVANTAGENS. Vantagens A redução ou eliminação das tarifas ou importação; Produtos mais baratos; Desvantagens Desemprego; Diminuição da produção de empresas

5 TIPOS DE BLOCO ECONÔMICO. Zona de comércio livre: o principal objetivo é a redução ou eliminação de taxas alfandegárias. União aduaneira: é uma zona livre de comércio, dos países do bloco com outras nações. Mercado comum: engloba a zona de livre comércio e a união aduaneira. União política, econômica e monetária: é o estágio mais avançado de um bloco econômico, além dos três níveis de integração acima.

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7 MECOSUL: Dados Gerais Bandeira: Países membros: O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL),é formado pelo Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, Chile, Peru,Bolívia. País sede: Montevidéu – Uruguai. Significado da sigla: Mercado Comum do Sul Estrutura: O MERCOSUL possui uma estrutura orgânica intergovernamental (não há órgãos supranacionais), havendo, contudo, uma Presidência Pro Tempore, exercida por sistema de rodízio semestral.

8 O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) foi criado em março de 1991, com a assinatura do Tratado de Assunção por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. A formação do bloco, no entanto, tem seus embriões no final da Segunda Guerra Mundial, quando os países da América Latina tentaram agilizar um processo econômico que implicasse a sua industrialização. Essas tentativas resultaram, inicialmente, na formação da Associação Latino-Americana de Livre-Comércio (ALALC), em 1960, cujo objetivo era eliminar as barreiras alfandegárias entre as nações participantes para incentivar e fortalecer a industrialização e a integração entre elas. Mas em 1980, percebeu-se que ainda se estava longe de alcançar as metas propostas, e a conclusão foi a de que, considerando a assimetria entre os países, os mais desenvolvidos, como Brasil e Argentina, levariam mais vantagens sobre os outros. Assim, em agosto daquele mesmo ano, a ALALC foi substituída pela Associação Latino- Americana de Integração (ALADI), que estabeleceu um novo ordenamento jurídico-operacional para dar continuidade ao processo iniciado com o Tratado de Montevidéu de Mais do que pensar em multilateral ismo, levou-se em conta a possibilidade de haver integrações sub- regionais e com bilateral ismo. Com isso, Brasil e Argentina passaram a pensar em um processo de integração não apenas em relação às barreiras alfandegárias entre eles, mas também para terceiros, ou seja, mais que estabelecer uma área de livre-comércio, a idéia seria criar uma união aduaneira. Com essa proposta, ambos os países viram vantagens em incluir outros membros do Cone Sul, e então se deu a entrada de Uruguai e Paraguai. HISTÓRICO DE FORMAÇÃO.

9 FUNCIONAMENTO. A secretaria do Centro de Integração do MERCOSUL(CIM) comunica que devido à continuação da obra de reforma da rede elétrica e lógica do andar térreo, as atividades administrativas estarão suspensas no período da tarde desta segunda (28) e terça-feira (29). No período da manhã as atividades serão normais. O CIM comunica ainda que os agendamentos feitos anteriormente, para uso do saguão e Auditório Simon Bolívar, estão suspensos. Novos agendamentos só serão realizados a partir do mês de junho, quando a reforma estiver concluída. A administração do Centro pede desculpas e a compreensão de todos pelo transtorno, e salienta que as reformas realizadas trarão melhorias na qualidade do serviço prestado, o que será benéfico para as comunidades universitária e em geral.

10 Objetivo político O objetivo representa um salto qualitativo nas relações econômicas entre os quatro Estados- membros que o integram.

11 Objetivo perspectivais As perspectivas são: A livre circulação, de bens, serviços e capitais e o tratamento homogêneo nas relações comerciais com 3 ºs. países foram escolhidos como estratégias para o aprimoramento da competitividade dos agentes econômicos intra- bloco, tendo-se como horizonte sua melhor inserção econômica em um cenário internacional caracterizado pela globalização dos circuitos produtivos financeiros e pela consolidação dos blocos regionais de comércio, num contexto histórico pós-guerra fria marcado pelo influxo das novas tecnologias de informação e das novas organizações enxutas e flexíveis. A direção que vêm sendo proposta para a educação, pode alavancar ou dificultar o incremento da competitividade das empresas da região. A educação encontra-se novamente no centro das estratégias governamentais e empresariais pois é fator fundamental no processo de qualificação dos indivíduos para a produção e consumo baseados em tecnologias evoluídas adequadas ao nível da competitividade internacional

12 Relações econômicas Espera-se que o MERCOSUL supere suas dificuldades e comece a funcionar plenamente e possibilite a entrada de novos parceiros da América do Sul. Esta integração econômica, bem sucedida, aumentaria o desenvolvimento econômico nos países membros, além de facilitar as relações comerciais entre o MERCOSUL e outros blocos econômicos, como o NAFTA e a União Européia. Economistas renomados afirmam que, muito em breve, dentro desta economia globalizada as relações comerciais não mais acontecerão entre países, mas sim entre blocos econômicos. Participar de um bloco econômico forte será de extrema importância para o Brasil.

13 O Brasil está sob pressão para concluir as negociações entre Mercosul e União Europeia, que já duram mais de uma década. Esse deve ser um dos principais efeitos no País do anúncio da intenção de Estados Unidos e Europa de negociarem uma área de livre comércio. Segundo uma fonte do governo brasileiro, um acordo com os europeus seria a única maneira de o Brasil tentar influenciar na decisão de padrões globais para segurança de alimentos, medicamentos e outros produtos, caso avance a parceira transatlântica entre EUA e UE. "Os europeus não poderiam acertar nada com os americanos sem nos consultar também", disse um experiente negociador. Hoje padrões técnicos e outras regras de governança global são decididos em órgãos multilaterais como a Organização Mundial do Comércio (OMC) ou a Organização de Agricultura e Alimentação (FAO). Com um acordo transatlântico, os padrões estabelecidos por americanos e europeus podem ser impostos ao resto do mundo. Também preocupa o Brasil que os Estados Unidos, importante produtor de carne bovina e de frango, consiga um melhor acesso ao mercado europeu. Recentemente, Mercosul e UE decidiram retomar as negociações e trocar ofertas de abertura de mercado no último trimestre deste ano. O Ministério do Desenvolvimento fez uma consulta a indústria brasileira, que está "um pouco menos reticente" a um acordo. A maior dificuldade, porém, é convencer a Argentina a aceitar qualquer liberalização de comércio. /R.L. Acordo vai pressionar negociação entre Mercosul e União Europeia

14 A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou nesta terça-feira a isenção de tarifa de importação para um volume de 1 milhão de toneladas de trigo de fora do Mercosul, disse o secretário de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Célio Porto. A isenção na tarifa para essa cota é válida no período de abril a julho, segundo ele. O benefício tarifário foi concedido após uma quebra de safra no Mercosul. Segundo o secretário, essa cota de 1 milhão de toneladas é inicial e pode até ser elevada para 2 milhões de toneladas dependendo da disponibilidade de trigo da Argentina. "Vamos ter uma reunião com a Argentina no dia 4 de março para aprofundar os números e saber quanto poderão fornecer", disse Porto a jornalistas após participar da reunião da Camex em que a decisão foi tomada. Camex aprova isenção de tarifa para trigo de fora do Mercosul

15 O acordo comercial entre União Europeia e Mercosul voltou efetivamente à mesa de negociações. Ontem, durante a Cúpula Brasil-UE, o assunto ocupou boa parte do encontro de mais de quatro horas no Palácio do Planalto. Ao final, a presidente Dilma Rousseff, e os presidentes da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, e do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, defenderam claramente que um acordo "equilibrado" e que respeite as "sensibilidades" das duas regiões seja negociado em breve. "Seria muito importante para as duas regiões", disse a presidente Dilma, ressalvando que é preciso, para isso, buscar um "reequilíbrio das assimetrias" e também avançar nas ofertas dos dois lados para alcançar algo "bom para ambas as partes". "Um acordo em que se leve em conta as sensibilidades de cada região", afirmou. Abandonadas desde 2006, as negociações para um acordo de livre comércio entre os dois blocos voltaram à cena nos últimos meses por pressão dos europeus. Envolvida em uma crise econômica, a UE começou a busca por novos mercados para seus produtos. Mesmo que, para isso, tenha de abrir mão de alguns pontos, especialmente na área agrícola, que pareciam imutáveis há seis anos e terminaram por travar as conversas com o Mercosul na época. Mudança. Ontem, a conversa foi outra. Os europeus defenderam com veemência os benefícios de um acordo. "Se ultimado, esse acordo consolidaria o livre fluxo de bens, fortaleceria os investimentos e abriria novas avenidas de cooperação. A cúpula de hoje expressa a forte vontade política de alcançarmos um acordo", afirmou Van Rompuy. Durão Barroso lembrou que uma união entre os dois blocos seria "a maior do mundo". UE e Mercosul voltam a discutir acordo Fragilizados pela crise, europeus até aceitariam reduzir subsídios agrícolas para abrir mercado sul-americano para seus produtos.

16 Dentro do Mercosul, o Brasil e o Uruguai são hoje os maiores defensores da negociação. Na Argentina, o tema ainda enfrenta resistências e a Venezuela é indiferente. O Paraguai, suspenso, não opinou. Na última reunião do bloco, em dezembro, os presidentes decidiram levar adiante as conversas e o Uruguai, que ocupa a presidência pró-tempore do Mercosul, deve chamar ainda este semestre uma reunião sobre as relações externas do bloco, focando no acordo com a UE. A intenção é que na próximo cúpula do Mercosul, em julho, os presidentes fechem uma minuta para começar a discussão com os europeus. Uma pesquisa feita pelo Ministério do Desenvolvimento entre empresários brasileiros mostrou que 88% dos setores consultados defendem a negociação com a UE. O levantamento ajudou a vencer as resistências da equipe econômica, que não via com bons olhos mais uma negociação de livre comércio. Dilma Rousseff, no entanto, sempre defendeu que ao menos se abram as discussões, mesmo que um acordo não seja alcançado no curto prazo. / COLABOROU RAFAEL MORAES MOURA FONTE:ESTADÃO.COM. BR "Estou convencido que ambos serão capazes de tirar proveito de um acordo e foi importante ver a prioridade que a União Europeia e a presidente Dilma dão a esse tema", afirmou.


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