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Curso: Publicidade e Propaganda- Conceitos e Categorias Turma: Manha Aluno: Alex da Fonseca Junior.

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1 Curso: Publicidade e Propaganda- Conceitos e Categorias Turma: Manha Aluno: Alex da Fonseca Junior

2 Bri efing são as instruções e diretrizes transmitidas, de forma resumida, pela chefia (de agência de propaganda, jornal, emissora de tv, etc.) aos responsáveis pela execução de um determinado trabalho (criação de uma campanha publicitária, cobertura jornalística etc.). Passagem correta de informação de uma pessoa para outra. Eficácia e objetividade Análise completa do produto e as formas ideais para sua exposição no mercado, divulgando a empresa a qual o produto está vinculado.

3 O propósito do briefing pode ser estabelecido como uma forma de organizar a passagem da informação certa – das pessoas certas para as pessoas certas – na hora certa, da maneira certa e ao custo certo. O briefing raramente é simples como aparenta. Deve ser organizado, planejado e apresentado da maneira correta pelo gerente de propaganda, que é o veículo ideal para levar as ideias da área de marketing para as agências.

4 1. Contexto Negócio (breve explicação do negócio da empresa e da sua evolução) Empresa (características genéricas da empresa, concorrência, etc.) Identificação dos segmentos-alvo da empresa (descrição dos segmentos alvos da empresa – dos seus clientes actuais e dos seus potenciais clientes) Estratégia de marketing da empresa (traços gerais) (explicação em traços gerais da estratégia de marketing da empresa – posicionamento, fontes de mercado, segmentação e marketing mix (distribuição, preço, produto e comunicação).

5 Objectivos, alvos e estratégias da empresa (explicação do motivo pelo qual se está a apostar nesse meio de comunicação, quais os objectivos que se pretendem alcançar, quais os alvos de comunicação e qual a estratégia definida). Nota: deverá sempre solicitar a opinião da empresa consultada, neste ponto, Podem trazer novas soluções à empresa que se adeqúem perfeitamente à estratégia definida e que vão de encontro aos objectivos definidos. 5. Orçamentação Deverá indicar qual o valor que dispõe para investir nesta área, para que as soluções propostas possam ir de encontro ao seu orçamento. 6. Tempo de entrega Indicação do tempo de execução desejado, com indicação de quando deverá iniciar e terminar o trabalho.

6 Briefings extensos: Deixa de ser seletivo, torna-se abarrotado de informações muitas vezes desnecessárias, e não atinge seu principal objetivo que é esclarecer o produto, ou ideia. Briefings curtos: Falta de informação, visivelmente deficiente na mensagem que deseja passar. Deixa livre a imaginação e na maioria das vezes não direciona ao foco correto.

7 O ideal para a coleta de informações é que seja uma pessoa com conhecimento de vários dados da empresa, e com autoridade para repassa-los. Coleta formal ou informal; em forma de questionário ou bate papo descontraído. Cuidar para não perder o foco e a oportunidade de coletar informações.

8 A melhor forma de coletar informações é em um encontro com seu cliente. Em uma coleta por telefone ou fax, você pode perder expressões corporais e faciais importantes de seu cliente, que podem ser cruciais na aceitação de suas propostas apresentadas.

9 Há basicamente 3 formas de se registrar os dados de um encontro seu com seu cliente. Anotar enquanto ele fala Anotar após a reunião Gravar a conversa Sempre pedir o consentimento do cliente pra uma conversa gravada. A situação te mostrará a melhor forma de registrar seus dados.

10 Transcrever em texto corrido Anotar em tópicos

11 Não há um modelo único de briefing a seguir. Cada caso é um caso. O importante é que as informações essenciais estejam ali. Mais importante que o modelo são as informações que constam no briefing.

12 Cliente: Revista Trip Fato Principal O Canal banca vem se tornado cada vez mais inóspito e difícil para produtos editoriais segmentados e dirigidos a um público mais intelectualizado. A banalização e comoditizacão de produtos entre outros fatores fazem com que a TRIP não tenha a mesma performance de venda de anos passados, uma vez que o canal ainda é muito importante pra revista. Por outro lado a TRIP tem uma base de admiradores que tem muito carinho, respeito e até uma certa mística em relação à revista e todos seus valores. Acreditamos que com o estímulo adequado, difundindo os principais valores da revista, vários desses admiradores podem facilmente vir a se tornar assinantes da revista. Objetivo da comunicação Gerar novas adesões à base de assinantes da Revista TRIP.

13 Público-Alvo Pessoas jovens, predominantemente homens, idade entre 20 a 30 anos, moradores dos principais centros urbanos, ligados ao que acontece no mundo e que buscam conhecimento, crescimento pessoal, diversão, novidades, coisas surpreendentes e inusitadas. Promessa Ler a revista TRIP e fazer parte do mundo TRIP é realmente uma coisa muito especial. Razão da promessa TRIP é vanguarda, antecipa tendências. TRIP é novidade, a expressão do novo. Tudo acontece primeiro na TRIP. Os expedientes editoriais de TRIP e as pessoas que aparecem na revista pautam muitos dos principais veículos de comunicação no Brasil. TRIP é diversão. TRIP é educação, formação de caráter, reflexão. TRIP é especialista em entender uma comunidade muito especial e gerar conteúdo e valores pra essa comunidade. TRIP exalta a mulher na sua essência, sem sexismos, preconceitos e formatos machistas. TRIP é polêmica.

14 Resíduo da Comunicação A TRIP é tudo que eu quero numa revista. Realmente ela expressa uma grande parte das coisas que eu sou e penso. Vou assinar Peças VT 30 Obrigatoriedades e limitações Apesar de ser uma campanha onde o principal objetivo é gerar assinaturas, não acreditamos numa campanha varejo clássico de produtos editoriais seja capaz de gerar os resultados esperados. A Campanha é institucional, ou seja, queremos que a partir dos valores da marca TRIP, as pessoas sejam instigadas em assinar/comprar a revista.


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