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O COLAR DE PÉROLAS by Toda a vez que escrevo uma crônica, sempre acredito que irei passar às pessoas alguma coisa que consegui vivenciar, ou.

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2 O COLAR DE PÉROLAS by

3 Toda a vez que escrevo uma crônica, sempre acredito que irei passar às pessoas alguma coisa que consegui vivenciar, ou que de algum modo me sensibilizou. Sinto como se houvesse um verdadeiro turbilhão de pensamentos, de imagens e emoções que, dançando em minha mente, tende a me impulsionar sobre o computador, de forma a completar o que poderíamos considerar como uma verdadeira transfusão de idéias da minha memória para a dele. Há vezes em que Ele (o computador) reclama, alertando- me de que alguma coisa no texto ainda não está muito certa.

4 Por vezes, chego até a ficar meio irritado com a fragilidade humana e a pretensa perfeição da tecnologia moderna. Aí, percebo que estou entrando em conflito com algo que não passa de uma máquina e que somente funciona sob o nosso comando. Acalmo-me um pouco, mas sempre fica aquela pontinha de mau humor. No dia seguinte, quando vou dar uma lida no texto, sinto parecer que não fui eu quem o escreveu. Agora mesmo, tenho a sensação de que alguma coisa impulsiona os meus dedos no computador colocando, frase após frase, as minhas idéias além da imaginação. No dia seguinte, quando vou dar uma lida no texto, sinto parecer que não fui eu quem o escreveu. Agora mesmo, tenho a sensação de que alguma coisa impulsiona os meus dedos no computador colocando, frase após frase, as minhas idéias além da imaginação.

5 Como a vida é linda! As emoções que envolveram os meus passos quando eu, ainda criança, escapava da mão do meu pai e corria para me esconder atrás de alguma árvore plantada bem no fundinho do baú das minhas recordações, ainda continuam fazendo vibrar o meu velho e saudoso coração. Quando entramos nos sonhos que sonhamos, passando pelos acontecimentos por que passamos, sentimo-nos como verdadeiros participantes de uma novela fantástica. Somos os autores, os diretores, os contra-regras, os cenógrafos, os compositores e inclusive os protagonistas do grande espetáculo do balé da vida.

6 Apesar de vestidos com as cores nobres dos artistas raros, entramos sempre em cena como meros principiantes, de forma a termos muitas vezes que nos adaptarmos aos mais simples cenários que a vida oferece. O carrossel da vida não pode parar, mesmo que para isto tenhamos muitas vezes que tentar modificar o nosso roteiro, ou mesmo fecharmos as cortinas um pouco antes do espetáculo terminar. Olhamos à nossa volta e... que platéia maravilhosa! Saindo do nebuloso palco das nossas limitações, os horizontes que se abrem à nossa frente nos concedem o privilégio de vivenciarmos a profundidade magnífica da realidade da vida.

7 Se conseguíssemos enxergar as pessoas que nos rodeiam através das lentes que projetam o nosso sorriso, o que iríamos ver? Todos alegres e nos olhando com a singeleza da curiosidade, da amizade e da certeza que estamos num sinuoso e longo caminho o qual, mesmo ultrapassando em muito os limites da nossa compreensão, concede- nos sempre a certeza de que nunca, nunca estamos sozinhos. Cada um de nós representa uma pérola do reluzente colar que por todos os tempos vem ligando as pessoas ao imensurável poder universal. Cada um de nós representa uma pérola do reluzente colar que por todos os tempos vem ligando as pessoas ao imensurável poder universal.

8 Se, entretanto, num momento ímpar, uma delas se desprender, todas as outras irão gradativamente transmutando seu colorido, passando da cor pérola para vinho, que se derramando sobre a humanidade, irão preencher o vazio que porventura ainda exista dentro do divino cálice que abriga a felicidade e todo o amor neste mundo.

9 Texto: Sady Ricardo dos Santos Formatação: Vera Lúcia de Siqueira Música: L´amour L´amour - André Gagnon


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