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As Tecnologias da Informação Espacial no apoio ao Controle de Endemias: Dos Lugares das Doenças às Doenças do Lugar Projeto.

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Apresentação em tema: "As Tecnologias da Informação Espacial no apoio ao Controle de Endemias: Dos Lugares das Doenças às Doenças do Lugar Projeto."— Transcrição da apresentação:

1 As Tecnologias da Informação Espacial no apoio ao Controle de Endemias: Dos Lugares das Doenças às Doenças do Lugar Projeto Aprovado - Processo CNPq Projeto Aprovado - Processo CNPq / MCT/SEPIN - FINEP - CNPq 01/2002, Programa de Apoio a Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Tecnologia da Informação – PD&I-TI. Rel Parcial: Ano 1Ano 2 Rel Parcial: Ano 1 - Ano 2

2 Motivação: Afinal, Porque se Preocupar com PD&I-TI para Sistemas de Vigilância em Saúde Pública no Brasil? Leptospirose Leptospirose : enfermidade causada por uma espiroqueta patogênica do gênero Leptospira. É uma das zoonoses mais difundidas no mundo. Pode ser adquirida através do contato com reservatórios animais ou ambientes contaminados pela urina destes. Brasil1985 a 1997 (casos variando de 1.594[87] a 5.576[97]) Brasil : 1985 a 1997 (casos variando de 1.594[87] a 5.576[97]) 12.5% Tx. Média Letal. (1998) 50.0% Tx. Letal. Apres. Graves Síndromes Weil e Hemorrágica Pulmonar Óbitos Registrados Casos Notificados O Brasil Real: Três Exemplos Contemporâneos Município do Rio de JaneiroFevereiro, 1996 Município do Rio de Janeiro : Fevereiro, 1996 Casos Notificados Óbitos Registrados Aspectos Socioambientais na caracterização apropriada das Situações Epidemiológicas e de riscos. Ambientes para Integração variáveis sócio- demográficas e ambientais – Espaço e Tempo!

3 Afinal, Porque se Preocupar com PD&I-TI para Sistemas de Vigilância em Saúde Pública no Brasil? Dengue Dengue : o registro de casos de dengue nos últimos anos, no Brasil, caracteriza a repetição anual de ocorrência de surtos epidêmicos. As dificuldades que estão sendo enfrentadas para impedir a intensificação da transmissão apontam a necessidade de mais conhecimentos para compreender, com bases científicas, as situações ambientais e biológicas que precedem os surtos, particularmente nos ambientes urbanos. Rio de Janeiro Incidência Média de Dengue por hab. Rio de Janeiro : Incidência Média de Dengue por hab. Anos não Epidêmicos Casos/ hab Anos Epidêmicos Casos/ hab Os vetores do dengue: culicideos do gênero Aedes. Colonizadoras de habitats instáveis. Estratégia de sobrevivência: crescimento populacional rápido - elevada capacidade reprodutiva e ciclo de vida curto (13 a 17 gerações anuais). Populações, ditas r-estrategistas, apresentam acentuadas flutuações temporais de densidade e alta capacidade de dispersão Os vetores do dengue: culicideos do gênero Aedes. Colonizadoras de habitats instáveis. Estratégia de sobrevivência: crescimento populacional rápido - elevada capacidade reprodutiva e ciclo de vida curto (13 a 17 gerações anuais). Populações, ditas r-estrategistas, apresentam acentuadas flutuações temporais de densidade e alta capacidade de dispersão. Monitoramento no Espaço e no Tempo Monitoramento no Espaço e no Tempo! (populações e ambiente)

4 Afinal, Porque se Preocupar com PD&I-TI para Sistemas de Vigilância em Saúde Pública no Brasil? Violência Violência : é um problema de saúde pública, caracterizada hoje como endemia urbana, com importante interação com as demais endemias, seja porque atinge os mesmos grupos populacionais, seja por dificultar a ação dos serviços de saúde [OPS, 1994].

5 Principalmente Porque … Os aspectos fundamentais para o enfrentamento destes problemas envolvem: 1.a capacidade de detecção precoce de número de casos que caracterizam surtos epidêmicos, e 2.a modelagem e identificação de fatores de risco e de proteção nas situações endêmica e epidêmica. O monitoramento da ocorrência e ações de controle têm se caracterizado no Brasil por uma inversão lógica no processo. A detecção e o acompanhamento do comportamento vetorial e/ou da ocorrência violenta, são função da incidência de casos da doença ou do ato violento já executado. Os sistemas de vigilância em saúde são assim de natureza Reativa e não Preemptiva!

6 ... ampliar a capacidade do setor saúde no controle das doenças endêmicas, desenvolvendo novos instrumentos para a prática da vigilância epidemiológica. Então Tecnologias da Informação e Inovações podem ….... produzir os instrumentos tecnológicos necessários à antecipação e, conseqüentemente, a ampliação da capacidade preventiva do setor saúde, para que este possa otimizar suas atividades e recursos visando a prevenção das doenças, a promoção da saúde, e a minimização dos danos à população exposta a estes riscos....possibilitar a incorporação de aspectos ambientais, identificadores de riscos, e métodos automáticos e semi-automáticos, que permitam, a detecção de surtos e o seu acompanhamento no espaço e no tempo.

7 Como ? Nossa Opção foi … Reunirdiferenteshabilidades disciplinares, instituições de referência, uma história de trabalho anterior, um propósito (foco), fronteiras técnico-científicas-operacionais a explorar, e buscar estabilidade de financiamento para criar e sustentar operando uma Rede Inter(Intra)-Institucional... Reunir diferentes habilidades disciplinares, instituições de referência, uma história de trabalho anterior, um propósito (foco), fronteiras técnico-científicas-operacionais a explorar, e buscar estabilidade de financiamento para criar e sustentar operando uma Rede Inter(Intra)-Institucional...

8 ... o Projeto SAUDAVEL. Que se organiza em torno de uma aplica ç ão-chave, de relevância para um pa í s como o Brasil, com um objetivo bem definido: encontrar as respostas e produzir os instrumentos de TI Espacial: m é todos, algoritmos e produtos de software m é todos, algoritmos e produtos de software que possam dotar os sistemas de vigilância epidemiol ó gica, e de controle de endemias, de capacidade de antecipa ç ão, atrav é s da inser ç ão das TI Espaciais: Bancos de Dados Geogr á ficos, Sistemas de Informa ç ão Geogr á fica, An á lise Estat í sticas para Dados Espa ç o-T emporais, Uso intensivo da Web, Integra ç ão de ambientes e Modelagem no contexto dos sistemas de informa ç ão em S á ude.

9 Desenvolver m é todos, algoritmos e produtos de software para produzir os instrumentos tecnol ó gicos necess á rios à constru ç ão de sistemas de vigilância epidemiol ó gica e de controle de endemias de capacidade pr ó -ativa a partir da possibilidade de tratar grandes bases de dados espa ç o-temporais, com dados de notifica ç ão do sistema de sa ú de, e com dados caracterizadores da popula ç ão e de seu territ ó rio Desenvolver m é todos, algoritmos e produtos de software para produzir os instrumentos tecnol ó gicos necess á rios à constru ç ão de sistemas de vigilância epidemiol ó gica e de controle de endemias de capacidade pr ó -ativa a partir da possibilidade de tratar grandes bases de dados espa ç o-temporais, com dados de notifica ç ão do sistema de sa ú de, e com dados caracterizadores da popula ç ão e de seu territ ó rio. Objeto do SAUDAVEL

10 Recife - PE Rio - RJ BH - MG SJC - SP Curitiba- PR UFPR LEG Rede SAUDAVEL: Estrutura Organizacional Distribuição Geográfica

11 Dra. Marilia Sá Carvalho Métodos Quantitativos em Epidemiologia Espacial: Análise Espacial, SIG e Sensoriamento Remoto /Modelo Epidemiológico/ Teoria Escola Nacional de Saúde Pública CPqAM-Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães - Recife Dr. Wayner Vieira, Dra. Leda Régis e Dr. André Furtado Sistemas de Informação em Saúde/ Entomologia/ Modelos Entomológicos/ Teoria Dr. Renato Assunção Métodos Estatísticos para Espaço-Tempo Desenvolvimento de Algoritmos Desenvolvimento de Algoritmos Modelos Estatísticos Laboratório de Estatística Espacial Processamento de Dados de BH Dr. Clodoveu Davis Bancos de Dados Geográficos, SIG, Dados Geográficos em Ambiente Urbano Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais Dr. Antonio Miguel V. Monteiro Tecnologias da Informação Espacial SR, SIG, Software, Integração Laboratório de Estatística e Geoinformação Dr. Paulo Justiniano Métodos Geoestatísticos, Integração Ambientes, Modelos Estatísticos LEG Rede SAUDAVEL: Estrutura Organizacional Distribuição Funcional: Nós Focais e Responsabilidades

12 SAUDAVEL : PD&I-TI em Busca da Promoção da Saúde Pública Este diagrama é baseado no Documento para o PD&I-TI,aprovado pelo CATI em 05/06/2002 e pela Diretoria Colegiada do CNPq em 22/07/2002. Ele procura esclarecer a aderência do Projeto SAUDAVEL com as metas estabelecidas naquele documento. Vigilância e Controle de Endemias de Endemias& Alerta Epidemiológico Recomendações para os Serviços de Saúde Ações de Intervenção e/ou Controle Aplicação-Chave FundamentosCientíficos Tecnologia &Engenharia Teorias, Algoritmos &Modelos BD Espaço-Temporais & Sist. de Informação em Saúde Aplicativos Geográficos: Produtos de Software Integração de Ambientes Abertos :Geográficos, Estatísticos, Modelos Três Eixos de Ação Interdependentes: Aplicação, Tecnologia e Ciência

13 Dois destes Espa ç os-Laborat ó rio, têm fun ç ões relativas ao desenvolvimento, teste, avalia ç ão e valida ç ão de produtos e modelos intermedi á rios: São os Espa ç os: Rio-SAUDAVEL e BH-SAUDAVEL Rio-SAUDAVEL e BH-SAUDAVEL. Metodologia de Trabalho SAUDAVEL: Problemas Reais em Cidades Reais como Sítios Experimentais A Aplica ç ão-Chave, o Sistema de Apoio Unificado para Detec ç ão e Acompanhamento em Vigilância Epidemiol ó gica, é o vetor condutor da defini ç ão das a ç ões locais, e da montagem de cada atividade a ser conduzida. Ela se estrutura atrav é s de s í tios experimentais, com foco em três cidades, os nossos Espa ç os-Laborat ó rio.

14 Metodologia de Trabalho SAUDAVEL: Problemas Reais em Cidades Reais como Sítios Experimentais O terceiro Espa ç o-Laborat ó rio, é o espa ç o-s í ntese do projeto. A Base Recife foi definida como o experimento Piloto e demonstrativo do projeto. Ele incorpora um desenho integrado, com apoio da Secretaria de Sa ú de Municipal e da Vigilância Epidemiol ó gica Municipal em Recife com o uso dos ASA (Agentes de Sa ú de Ambiental) e do INMET- Escrit ó rio Regional.

15 Metodologia de Trabalho SAUDAVEL: Problemas Reais em Cidades Reais como Sítios Experimentais É no experimento em Recife que todos os n ó s da REDE e parceiros trabalham juntos e coordenados para a instala ç ão do Recife-SAUDAVEL: Um Sistema de Vigilância e Controle para Dengue em Escala Intra- urbana baseado no Monitoramento da Densidade de Ovos de Aedes spp. e sua Populações com o uso intensivo de Tecnologias da Informação Integradas para Tratamento de Informações Espaço- temporais e Modelos Preditivos

16 Rio-SAUDAVEL Atrav é s do Estudo da Dinâmica da Leptospirose: 1996 a 1999, o experimento no Rio buscou: Desenvolver um Modelo Epidemiol ó gico para a Doen ç a; Desenvolver um Modelo Epidemiol ó gico para a Doen ç a; Desenvolver M é todos para Integra ç ão de Vari á veis Ambientais e do Caso Desenvolver M é todos para Integra ç ão de Vari á veis Ambientais e do Caso Desenhar e Implantar um BD Espa ç o-Temporal com Dados de fontes diversas para Estudo Epidemiol ó gico Desenhar e Implantar um BD Espa ç o-Temporal com Dados de fontes diversas para Estudo Epidemiol ó gico Testar, Avaliar e Especificar os requisitos necess á rios para o produto de An á lise e Visualiza ç ão TerraView+ Testar, Avaliar e Especificar os requisitos necess á rios para o produto de An á lise e Visualiza ç ão TerraView+ Especificar as necessidades b á sicas de algoritmos para o produto TerraStat Especificar as necessidades b á sicas de algoritmos para o produto TerraStat Avaliar as necessidades e requisitos para o produto TerraAddressLocator com base nos problemas reais encontrados para o georeferenciamento de casos em uma cidade como o Rio de janeiro. Base para a primeira versão, restrita, do OnCeTa Avaliar as necessidades e requisitos para o produto TerraAddressLocator com base nos problemas reais encontrados para o georeferenciamento de casos em uma cidade como o Rio de janeiro. Base para a primeira versão, restrita, do OnCeTa

17 Rio-SAUDAVEL: Resultados TerraView+ : Espec. Métodos Análise TerraStat, Interface, Testes Interações com: INPE/LESTE INPE/LESTE

18 Rio-SAUDAVEL: Resultados OnCeTa : Requisitos - Versão Restrita ALPHA– Algoritmo TerraAddressLocator inserido em ambiente de serviço geográfico via Web – Testes (Dados SJ Campos) Interações com: INPE/PRODABEL INPE/PRODABEL

19 BH-SAUDAVEL O LESTE em BH é respons á vel pelo desenho e implementa ç ão dos m é todos de an á lise estat í stica para espa ç o-tempo M é todos de Clusters espa ç o-temporal; M é todos de Clusters espa ç o-temporal; M é todos de Alarme com base em dados de evento; M é todos de Alarme com base em dados de evento; Implementa algoritmos em C++ Implementa algoritmos em C++ Principal contribuidor e repons á vel pela TerraStat – Reposit ó rio de Algoritmos estat í sticos integrado a biblioteca TerraLib, onde estão os m é todos para an á lises necess á rias incorporadas ao produto TerraView+ Principal contribuidor e repons á vel pela TerraStat – Reposit ó rio de Algoritmos estat í sticos integrado a biblioteca TerraLib, onde estão os m é todos para an á lises necess á rias incorporadas ao produto TerraView+ Utiliza para testes, avalia ç ão e valida ç ão dos algoritmos uma Base de Ocorrências policiais da RM de BH. Utiliza para testes, avalia ç ão e valida ç ão dos algoritmos uma Base de Ocorrências policiais da RM de BH. Respons á vel pelo produto TerraCrime (1.0 e 2.0) – Parceria INPE Respons á vel pelo produto TerraCrime (1.0 e 2.0) – Parceria INPE

20 BH-SAUDAVEL: Resultados TerraStat 1.0: Situação Atual e Perspectivas Versão 2.0 Interações com: INPE/ENSP/CPqAM/LEG INPE/ENSP/CPqAM/LEG Método Kernel** Sistema de Vigilância ** Skater (Árvore Geradora Mínima) ** Satscan + (Satscan Generalizado) ** Knox* Knox + ** Função K- Ripley * Taxas Baesianas ** Bayes Empírico (Global e Local) ** Séries Temporais (somente tempo) ** Geometria Pontos Pontos Área Pontos Áreas Áreas Pontos Pontos Área Área Ponto/Área Aplicativos Tipo Adaptativo (Média Móvel) Univariado Bivariado (Razão de Kernel) Rogerson (2001) 1-Kulldorf (2001) 1 Cluster Espacial – Regiões Homogêneas – Sem Teste Código – LESTE 2 Código – Marcos Neves –INPE/EMBRAPA Código de Luiz Duczmal (Baseado no Kulldorf) Foco + Teste Estatístico Teste para Cluster Espaço + Tempo + Identificação dos Clusters Teste de Cluster Espacial Univariado Univariado Suavização Visualização Suavização (Alisamento Exponencial) Predição ** - Altíssima Prioridade * - Média Prioridade 3-Andrea,Renato,Kuldorf (2003) STATUS/set 2004 Concluído Opção 3 Pronta para Porte Opção 2 Pronta para Integração Iniciado Porte Iniciado o Porte Em Revisão para Integração Em Porte Em Desenvolvimento Em Integração GWR Simplificado Área Em Integração

21 BH-SAUDAVEL: Resultados TerraCrime 2.0 TerraStat 2.0 BETA TerraView 3.0 Base TerraView 3.0 Interações com: SENASP-MJ - Offspring SENASP-MJ - Offspring

22 BH-SAUDAVEL: Resultados Alarme: Desenvolvido e Ajustado – Em Porte

23 BH-SAUDAVEL: Resultados Alarme: Novo Algoritmo Early Space-Time Warning scan-statistics, Assunção et ali. 2004

24 Integração Ambientes Integração R-TerraLib: Faciliatr Rápida Prototipação

25 Integração Ambientes Integração R-TerraLib: Resultados e Produtos do LEG/UFPR Integração Terralib - R aRTaRT : (API R-TerraLib) é um aplicativo utilizado para fazer a integração entre o software R e a biblioteca TerraLib, combinando informações estatísticas e geoespaciais. myRmyR: é uma biblioteca escrita em C++ para o acesso às funcionalidades do R, sem precisar entender o seu funcionamento interno. Com o myR é possível chamar as funções e algoritmos da TerraLib de dentro de um aplicativo C++. Exemplo em andamento é o uso do myR para executar de dentro do TerraView+ algoritmos em pacotes R, como por exemplo o pacote: geoRgeoR, um conjunto de rotinas computacionais em linguagem R para análise geoestatística.

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27 Integração Ambientes Exemplo: Kernel em R rodando via TerraView+

28 Integração Ambientes Exemplo: Uma sessão em R se conectando a banco TerraLib

29 Recife-SAUDAVEL Das Armadilhas de Oviposição à Tomada de Decisão: Um Sistema de Vigilância e Controle para Dengue em Escala Intra-Urbana SAUDAVEL 1.0 ALPHA Geographical Epidemiological DB Recife-SAUDAVEL + TerraStat SAUDAVEL Node 1,4 SAUDAVEL Node 1, 3 SAUDAVEL Node 1,2 Statiscal Predictive Modeling Health Authorities Local Health Services SAUDAVEL Node 2, 4 Epidemiologists Decision Making Health Services Intervention Web

30 Sistema de alerta, controle e intervenção para dengue, baseado em armadilhas de oviposição para Aedes spp SAUDAVEL 1.0 ALPHA : Da Vigilância Entomológica a Vigilância Epidemiológica

31 Engenho do Meio

32 Dados do Censo – IBGE Dados sobre Saúde – DataSUS Dados Ambientais – INMET, CPTEC-INPE Dados de Coleta de Campo – Formulários de pesquisa, posição das armadilhas (GPS), registro fotográfico Base Cartográfica – várias fontes Imagens de Satélites – INPE, NASA Outros SAUDAVEL 1.0 ALPHA : Recife em Pedaços

33 SAUDAVEL 1.0 ALPHA : Recife em Pedaços BDG – Recife-SAUDAVEL (espaço + tempo)

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36 Interface na Internet – ferramenta de inserção remota de dados TerraView+ (TerraStat) – aplicativo de visualização/ Aplicativo de análise dos dados SAUDAVEL 1.0 ALPHA : Operação

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45 Primeiros Resultados Vigilância Entomológica com Base nos Novos Instrumentos

46 < > < > < > Total de ovos coletados (fev a maio/2004)

47 O registro de casos de dengue nos últimos anos, no Brasil, caracteriza a repetição anual de ocorrência de surtos epidêmicos, sempre no período janeiro a maio. A intensificação da transmissão nesse período indica a convergência de situações ambientais e biológicas resultando em elevação da densidade populacional do vetor no período que precede os surtos. Com base em metodologias de estimação da densidade populacional e taxas de infecção vetorial, propomos desenvolver metodologias capazes de predizer aumentos significativos de densidade populacional de Aedes spp, visando antecipar intervenções. Para isto, um sistema regular de coleta de amostras populacionais foi implantado e conectado à rede SAUDAVEL – Sistema de Apoio Unificado para Detecção e Acompanhamento em Vigilância EpidemioLógica - que desenvolve novas técnicas em tecnologia de informação espacial para a vigilãncia e controle de doenças transmissíveis. INTRODUÇÃO Como 1 a meta, foi montado, com apoio do Programa de Saúde Ambiental (Prefeitura do Recife), um sistema de coleta de ovos em 6 áreas definidas segundo parâmetros sócio-ambientais. Em cada área 100 ovitrampas foram instaladas, geo-referenciadas e registradas no banco de dados Recife-SAUDAVEL. As 3 palhetas de cada ovitrampa são substituídas mensalmente, em um sistema de rodízio que permite a contagem semanal de ovos em ¼ das armadilhas de cada área. Esta rotina será mantida durante 24 meses. Os dados semanais sobre número de ovos de Aedes spp são inseridos na base de dados que integra também dados de cartografia básica, setores censitários, meteorológicos e imagens de satélites, para apoiar a construção de um sistema de alarme para densidade populacional de Aedes. MATERIAIS E MÉTODOS MONITORAMENTO DE DENSIDADES POPULACIONAIS DE Aedes spp (DIPTERA: CULICIDAE) Os resultados obtidos nas 12 primeiras semanas mostram que: o índice de positividade da ovitrampa (IPO) foi 100% em todas as áreas e semanas, com uma única exceção: IPO = 88% na área Dois Irmãos (DI) na 1 a semana; nesta área, com menor concentração de imóveis e menor densidade demográfica, foram registradas menores densidades populacionais de Aedes spp do que nas outras áreas; o número de ovos/ovitrampa/mês variou, nas diferentes áreas, entre 405,4 (em Dois Irmãos) e 1.358,1 (em Brasília Teimosa). Estes dados revelam altos níveis de infestação por Aedes spp em todos os cenários urbanos estudados. RESULTADOS Autores e Instituições bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb Armadilha com 3 palhetas, infusão de gramínea a 30%, tratada com Bacillus thuringiensis israelensis Contagem de ovos nas palhetas. Número médio de ovos de Aedes spp por ovitrampa, coletados nas 6 áreas, de abril a junho Número de ovos de Aedes spp contados por semana em lotes de 25 ovitrampas, em Casa Forte-Parnamirim, Recife PE. Abril- junho FIOCRUZ Departamento de Entomologia, Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, FIOCRUZ

48 SAUDAVEL 1.0 ALPHA : Avançar para Vigilância com Alarme e Predição: Mais Dados e Modelo Integrado INMET Parceria Clima Estação Simples- Leitura Diária Por Sítio Modelo Preditivo Em Avaliação

49 SAUDAVEL: Quadro Síntese Produtos Acadêmicos Produção Acadêmica entre 01/2003 e 08/2004 Situação Teses de Doutorado 4 Em andam. Disserta ç ões de Mestrado 7 3 concluídas Cap í tulo de Livros 2 Publicados Artigos em Peri ó dicos Nacionais 4 Publicados Artigos em Peri ó dicos Internacionais 6 2 submetidos Artigos em Conferências Nacionais 9 Publicados Artigos em Conferências Internacionais 1 Publicados Relat ó rios T é cnicos 9 Publicados

50 SAUDAVEL: Quadro Síntese Produtos de Desenvolvimento: Software Produtos Software entre 01/2003 e 08/2004 Situação Atual Bib. de Algoritmos Estat í sticos TerraStat 1.0 Integrada TerraStat 2.0 ALPHA Algoritmos Geogr á ficos Algoritmos Geogr á ficos TerraAddressLocator ALPHA Aplicativos Geogr á ficos Web & Desktop TerraView+1.0 TerraView+2.0 Liberado TerraView+3.0 ALPHA TerraCrime 1.0 Na Web TerraCrime 2.0 BETA Integra ç ão Ambientes myR 1.0 myR 2.0 BETA aRT 1.0 aRT 2.0 BETA Aplica ç ões Web OnCeta 1.0 ALPHA Sist. Ingestão BDG Recife Sistema Integrado SAUDAVEL 1.0 ALPHA

51 SAUDAVEL: Quadro Síntese Produtos de Transferência: Treinamento e Capacitação Treinamento e Capacitação entre 01/2003 e 08/2004 Particip. TerraCrime NEC- Núcleo Estudos Criminais – PM/ RS 10 Policia Nacional (Colombia) 40 Gestores Municipais (Colombia) 45 TerraView+ Sec. Saúde do RN + Alunos PG UFRN 20 Prefeitura Recife – Saúde+Planejamento 10 Congresso Bras. Epidemiologia 35 FNS – Fundação Nacional de Saúde ( Nov.) 35

52 SAUDAVEL: Quadro Síntese Desenvolvimento de Novos Projetos, Produtos e Serviços, Ampliação de Parcerias e Linhas de Pesquisa Decorrentes Offsprings e Parcerias entre 01/2003 e 08/2004 Offsprings e Parcerias entre 01/2003 e 08/2004 Nacionais ProjetoInstituições Análise Criminal - TerraCrime SENASP-MJ Capacitação Setor Saúde em Análise Dados Espaciais TerraView+RIPSA-MS Epidemiologia de Citros - Pinta Preta e Morte Súbita FUNDECITRUS Fundo de Defesa da Citricultura PDTSP-SUS – MS / Redes, Fluxos e Áreas, Rio DATASUS e IBGE PDTSP-SUS – MS - Sist. Informação em Saúde, Recife INMET/Defesa Civil PDTSP-SUS – MS – Monitoramento Vetor, Recife Prefeitura Recife

53 SAUDAVEL: Quadro Síntese Desenvolvimento de Novos Projetos, Produtos e Serviços, Ampliação de Parcerias e Linhas de Pesquisa Decorrentes Parcerias entre 01/2003 e 08/2004 Parcerias entre 01/2003 e 08/2004 Internacionais ProjetoInstituições Troca de Estudantes - PG Universidade Lancater – UK Prof. Peter Diggle Desenvolvimento Métodos Alarme Harvard School of Medical Science – Prof. Martin Kuldorf Modelos Preditivos em Epidemiologia/ Recife-SAUDAVEL Universidade de Exeter – UK Prof. Trevor Bailey

54 Obrigado !!! Visitemwww.dpi.inpe.br/saudavel Isto é SAUDAVEL Olinda, Junho Oficina Geral. Entomologistas, Engenheiros, Sanitaristas, Matemáticos, Estatísticos, Computeiros, Prefeitura, Alunos PG, Epidemiologistas, Clínicos juntos pensando Recife !!!!


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