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BIOSSEGURANÇA É um conjunto de medidas voltadas para prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino,

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Apresentação em tema: "BIOSSEGURANÇA É um conjunto de medidas voltadas para prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino,"— Transcrição da apresentação:

1 BIOSSEGURANÇA É um conjunto de medidas voltadas para prevenção, minimização ou eliminação de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços que podem comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos

2 Biossegurança onde? hospitais indústrias veterinárias laboratórios universidades PCMSO Programa de controle médico de Saúde Ocupacional CIPA Comissão Interna de prevenção de acidentes de trabalho engenharia de segurança medicina do trabalho saúde do trabalhador higiene industrial infecção hospitalar

3 Biossegurança é um conjunto de medidas voltadas para a prevenção de riscos... O QUE É RISCO? RISCO: perigo mediado pelo conhecimento! PERIGO: é o desconhecido ACIDENTES!

4 BIOSSEGURANÇA ACIDENTES NOTIFICADOS SEGUNDO CATEGORIA PROFISSIONAL - RJ 35%-enfermagem de nível médio 18%-médicos e fisioterapeuta 15%-estagiários 13%-equipe de limpeza 6%-enfermeiros 5%-laboratoristas Fonte: Relatório da SMS da pref. do Rj

5 O QUE É RISCO? Entende-se por agente de risco qualquer componente de natureza FÍSICA, QUÍMICA ou BIOLÓGICA que possa comprometer a saúde do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos trabalhos desenvolvidos Para que tenhamos AÇÃO em Biossegurança, é imprescindível realizar uma AVALIAÇÃO DE RISCOS!

6 TIPOS DE RISCOS GRUPO 1: RISCOS FÍSICOS GRUPO 2: RISCOS QUÍMICOS GRUPO 3: RISCOS BIOLÓGICOS GRUPO 4: RISCOS ERGONÔMICOS GRUPO 5: RISCOS DE ACIDENTES

7 Grupo 1 : RISCOS FÍSICOS Consideram-se agentes de risco físico as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações,materiais cortantes e ponteagudos. Grupo 2: RISCOS QUÍMICOS Consideram-se agentes de risco químico as substânciass ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvido pelo organismo através da pele ou por ingestão. Grupo 3: RISCOS BIOLÓGICOS Consideram-se agentes de risco biológico as bactérias, fungos, parasitos, vírus, entre outros.

8 Grupo 4: RISCOS ERGONÔMICOS Considera-se risco ergonômico qualquer fator que possa interferir nas características psicofisiológicas do trabalhador causando desconforto ou afetando sua saúde. São exemplos de risco ergonômico: o levantamento e transporte manual de peso, o rítmo excessivo de trabalho, a monotonia, a repetitividade, a responsabilidade excessiva, a postura inadequada de trabalho e o trabalho em turnos. Grupo 5: RISCOS DE ACIDENTES Considera-se risco de acidente qualquer fator que coloque o trabalhador em situação de perigo e possa afetar sua integridade, bem estar físico e moral. São exemplos de risco de acidente: as máquinas e equipamentos sem proteção, probabilidade de incêndio e explosão, arranjo físico inadequado e armazenamento inadequado.

9 BIOSSEGURANÇA NR - NORMAS REGULAMENTADORAS NR-1: Disposições Gerais NR-2: Inspeção Prévia NR-3: Embargo e Interdição NR-4: SESMT NR-5: CIPA NR-6: EPI NR-7: Exames Médicos NR-8: Edificações NR-9: Riscos Ambientais NR-10: Instalações e Serviços de Eletricidade

10 BIOSSEGURANÇA NR-11: Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais NR-12: Máquinas e Equipamentos NR-13: Vasos Sob Pressão NR-14: Fornos NR-15: Atividades e Operações Insalubres NR-16: Atividades e Operações Perigosas NR-17: Ergonomia NR-18: Obras de Construção, Demolição e Reparos NR-19: Explosivos NR-20: Combustíveis Líquidos e Inflamáveis NR-21: Trabalhos a Céu Aberto NR-22: Trabalhos Subterrâneos

11 BIOSSEGURANÇA NR-23: Proteção Contra Incêndios NR-24: Condições Sanitárias dos Locais de Trabalho NR-25: Resíduos Industriais NR-26: Sinalização de Segurança NR-27: Registro de Profissionais NR-28: Fiscalização e Penalidades NR-29: Segurança e Saúde no Trabalho Portuário NR-30: Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário NR-31: Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados NR-32: Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde PORTARIA 485

12 Cremos que nenhum homem vive ou trabalha completamente só. Ele se envolve com outros, é influenciado pelas realizações e marcado pelos fracassos dos seus companheiros. Cada homem que fracassa com o próximo, falha consigo mesmo e partilhará o peso do fracasso. O horror de um acidente é constatar que o homem fracassou; e mais, que seus companheiros também fracassaram. Cremos que os acidentes são gerados por práticas inseguras, nascem nos momentos de ações impensadas, e cessarão quando a prática segura for suficientemente forte para preceder a ação Texto da American Society of Safety Engineers

13 NORMAS NAS ÁREAS ESPECÍFICAS COM RESPECTIVOS RISCOS E RESÍDUOS SETOR DE PEDIATRIA Uso da meia ou sapatilha branca limpa dentro da sala de pediatria; Uso da luva de procedimento em caso de alteração clínica suspeita. Resíduos gerados no setor: luvas, papel toalha, calça plástica ou fraldas descartáveis. Procedimentos recomendados para o descarte : Devem ser recolhidos em lixeiras com tampa e pedal, com símbolo de lixo comum.

14 SETOR DE UROLOGIA, GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA Riscos : contato com material biológico (urina, fezes e secreção vaginal); EPIs Obrigatórios Sapato fechado; Avental plástico durante exame físico e técnicas que necessitem de contato com material biológico; Luva de procedimento no manuseio dos eletrodos, sondas, cones vaginais, biofeedback, terapia manual, exame físico (vaginal e das mamas) e em casos de alterações dérmicas suspeitas; Lençol descartável por cima das macas, Máscaras quando necessário.

15 Resíduos gerados no setor : Luvas; Máscaras; Fita adesiva; Hastes flexíveis (cotonetes); Gaze; preservativos; Algodão; Papel toalha; Lençol de papel; Absorventes; Sacos plásticos. Procedimentos recomendados para o descarte : Luvas, gazes, algodão, materiais descartáveis e outros materiais que entraram em contato com material biológico devem ser recolhidos em lixeiras com tampa e pedal, com símbolo de risco biológico ou infectante.

16 SETOR DE CARDIO-PULMONAR Descrição dos equipamentos, materiais e resíduos no setor de fisio respiratória : BIPAP, Ventilador Mecânico, Ezpap, Treschold, Respiron, Epap, Nebulizador. EPI s obrigatórios Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) como luvas, máscaras, sapatos fechados, jalecos fechados; protetor facial (óculos quando for realizar procedimento invasivo); Lavagem rotineira das mãos; evitar contato mão-face; não beber, comer ou aplicar cosméticos no setor; não usar pias de desinfecção para higiene pessoal; cobrir todos os cortes superficiais e ferimentos; Desinfecção e higienização de materiais e equipamentos; Manutenção preventiva e periódica de materiais e equipamentos;

17 Utilização de avental plástico durante o atendimento de alguns pacientes Utilizar óculos e gorro quando aspirar ou nebulizar o paciente; Utilizar máscaras e luvas durante a realização da conduta terapêutica ou manuseio de fluidos orgânicos ou qualquer tipo de manipulação que envolvam riscos de contágios. Lembrar que não pode tocar em outra superfície com as luvas contaminadas; Preferir o uso de soro fisiológico de pequenas quantidades para serem desprezados diariamente.

18 Resíduos gerados no setor Luvas estéreis e de procedimento; Máscaras; Fita adesiva; Copos; Abaixadores de língua; Gaze; Sacos plásticos; Sondas; Papel toalha; Gorro; Agulhas; Recipiente de soro fisiológico. Procedimentos recomendados para o descarte 1.Lixo com contaminação (contato com a secreção), descartar em lixo infectante. 2. Lixo sem contaminação (sem contato com secreção), descartar em lixo comum. 3. Caixa de perfuro-cortantes: Agulhas.

19 SETOR DE TRAUMATO-ORTOPEDIA Riscos Recursos Eletrotermofototerápicos: Exposição à radiação Laser sem óculos protetores – risco de descolamento da retina; Exposição à diatermia por Ondas Curtas – exposição a campo eletromagnético e alteração da regulação metabólica; Exposição à onda Ultrassônica ao contato manual direto quando em tratamento subaquático – exceto quando do uso de luva de borracha, visto representar um meio de bloqueio de passagem da onda ultrassônica; Exposição à radiação Infravermelha e Ultravioleta sem óculos protetores – risco de queimadura da retina e ceratoconjuntivite;

20 Recursos Cinesioterapêuticos: Limpeza das faixas elásticas, a qual deve ser realizada apenas com talco hidratado; Escorregão da bola terapêutica, quando não usado piso de E.V.A. ou colchonetes; Queda do minitrampolim, caso não haja orientação quanto à decida por trás em relação ao equipamento; Queda das plataformas instáveis, prancha de equilíbrio, disco inflável, em caso da não orientação correta quanto seu uso em terreno não escorregadio; Resíduos gerados no Setor de Traumato-Ortopedia Esparadrapo e/ou fita adesiva; Papel toalha; Algodão umedecido; Gesso e atadura de crepom. Estes resíduos devem ser descartados em lixeira de pedal com identificação de lixo comum Cuidados Gerais Compartilhamento de estetoscópio entre colegas, devido possibilidade de disseminação de infecção do aparelho auditivo; Queda de objetos pesados sobre os pés ou mãos de terapeutas e/ou pacientes em caso de descuido e desatenção; Disseminação de dermatite infecciosa quando do contato manual direto com feridas abertas contaminadas; Uso de adornos nas mãos, pescoço e orelhas, em virtude do contato constante com o paciente e material de trabalho, o que predispõe à proliferação de microorganismos infecciosos; Disseminação de agentes bacterianos, virais e/ou fúngicos entre os pacientes, como também entre pacientes e terapeuta, quando da não assepsia das mãos, macas, travesseiros, cunhas, mobiliário e equipamentos eletrônicos em geral.

21 Cuidados Gerais Compartilhamento de estetoscópio entre colegas, devido possibilidade de disseminação de infecção do aparelho auditivo; Queda de objetos pesados sobre os pés ou mãos de terapeutas e/ou pacientes em caso de descuido e desatenção; Disseminação de dermatite infecciosa quando do contato manual direto com feridas abertas contaminadas; Uso de adornos nas mãos, pescoço e orelhas, em virtude do contato constante com o paciente e material de trabalho, o que predispõe à proliferação de microorganismos infecciosos; Disseminação de agentes bacterianos, virais e/ou fúngicos entre os pacientes, como também entre pacientes e terapeuta, quando da não assepsia das mãos, macas, travesseiros, cunhas, mobiliário e equipamentos eletrônicos em geral.

22 SETOR DE DERMATOFUNCIONAL Riscos do setor de Dermato-Funcional Contato com material biológico como: sangue, lesões de pele e secreção de soluções de continuidade Contato com objetos perfuro-cortantes como: agulhas, estiletes, tesouras Contato com produtos químicos como: cosméticos, ácidos havendo o risco de desenvolvimento de processos alérgicos ou queimaduras químicas. Cuidados adotados: Retirar anéis, pulseiras, relógios e brincos grandes para evitar contaminação; Lavagem das mãos antes e depois de cada atendimento; Uso de sapatos fechados; Luva de procedimento no atendimento das pacientes; Lençol descartável por cima das macas; Máscaras quando necessário; Proibido atender telefones celulares dentro do setor; Utilização de pinças durante o encaixe das agulhas nos aparelhos; Teste de sensibilidade aos cosméticos, 30 minutos antes de cada utilização;

23 Resíduos gerados no setor: Luvas, touca, máscaras, fita adesiva, abaixadores de língua, gazes, algodão, papel toalha, lençol de papel e sacos plásticos. Procedimentos recomendados para o descarte : Luvas, gazes, algodão, materiais descartáveis e outros materiais que entraram em contato com material biológico devem ser recolhidos em lixeiras com tampa e pedal, com símbolo de risco biológico ou infectante.

24 SETOR DE NEUROLOGIA Lavagem rotineira das mãos; evitar contato mão-face; não beber, comer ou aplicar cosméticos no setor; Não usar pias de desinfecção para higiene pessoal; cobrir todos os cortes superficiais e ferimentos; Desinfecção e higienização de materiais e equipamentos; Resíduos gerados no setor Luvas, máscaras, fita adesiva, gaze, algodão e papel toalha. Procedimentos recomendados para o descarte Luvas, gaze, algodão, materiais descartáveis e outros materiais que não entram em contato com material biológico devem ser recolhidos em lixeiras com tampa e pedal, com símbolo de lixo comum

25 Riscos Gerais numa Clínica de Fisioterapia GRUPO DE RISCO FONTES DOENÇAS DE TRAB./ACIDENTES RISCO FÍSICO Radiação não ioniz. Radiação ionizante Ondas Curtas Setor de Traumato Doenças cancerígena RISCO QUÍMICO Produtos Químicos Depósito de esterilização Dermatites, cegueira RISCO BIOLÓGICO Vírus Bactérias Bacilos Parasitas Fungos Banheiro, equipamentos, pacientes, Almoxarifado, Urina, fezes, secreção vaginal, procedimentos respiratória Infecções, rinite, alérgica RISCO ERGONÔMICO Transporte de peso Esforço físico Intenso Posturas inadequadas Stress psíquico Equipamento, pacientes, espaço físico, demanda de pacientes LER/DORT, deformidades da coluna, estafa RISCO DE ACIDENTE Eletricidade Iluminação Equipamento sem proteção Contusão, trauma, laceração, morte, fadiga visual, escoriação. Fonte: Tomaz A.F., Oliveira S.C.F.. Análise de riscos do serviço ambulatorial de fisioterapia adulto de um hospital universitário -PB.

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27 Sugestões para minimizar as oportunidades de risco Realização de treinamento visando uma conscientização para os profissionais utilizar da melhor forma a mecânica corporal e a importância do uso dos EPI´s; Imunização preventiva e testes tuberculínicos periódicos para todos os funcionários; Realizar treinamento de procedimentos de desinfecção e higienização, Palestras educativas e orientações ergonômicas.

28 O uso adequado dos equipamentos e a manutenção preventiva e periódica contribuem para um local seguro.


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