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1 PROF/ENFª. TATIANY CAVALCANTE BIOSSEGURANÇA. A biossegurança é o conjunto de ações voltadas para a prevenção, e proteção do trabalhador, minimização.

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1 1 PROF/ENFª. TATIANY CAVALCANTE BIOSSEGURANÇA

2 A biossegurança é o conjunto de ações voltadas para a prevenção, e proteção do trabalhador, minimização de riscos inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, visando à saúde do homem, dos animais, a preservação do meio ambiente e a qualidade dos resultados" (Teixeira & Valle, 1996). 2

3 BIOSSEGURANÇA Ciência surgida no século XX, voltada para o controle e a minimização de risco advindos da prática de diferentes tecnologias. (ComissãoTécnica Nacional de Biossegurança – CTNBio). 3

4 APH Atendimento que procura chegar precocemente a vítima, após ter ocorrido um agravo a saúde; A equipe de saúde atua em diversos locais, com espaço restrito e limite de tempo; Exposição diária a riscos ocupacionais; 4

5 APH Fundamental que seja estabelecido, normas de biossegurança que tenham como objetivo: PREVENÇÃO,MINIMIZAÇÃO OU ELIMINAÇÃO DE RISCOS INERENTES AS ATIVIDADES. Utilização de EPIs; 5

6 RISCO E PERIGO RISCO: é o perigo mediado pelo conhecimento que se tem da situação. É o que temos como prevenir. PERIGO: existe enquanto não se conhece a situação. É o desconhecido ou mal conhecido. 6

7 BIOSSEGURANÇA 7 No ambiente hospitalar há RISCOS FÍSICOS, QUÍMICOS e BIOLÓGICOS e para cada um deles há NORMAS específicas disponíveis visando proteger a CLIENTELA dos estabelecimentos a saber: o paciente, o trabalhador de saúde, o acompanhante e a preservação do meio ambiente.

8 8 Riscos Físicos (formas de energia como ruídos, vibrações, pressões anormais, radiações ionizantes ou não, ultra e infra-som. Riscos Biológicos: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus.

9 9 Riscos Químicos (substâncias, compostos ou produtos que podem penetrar no organismo por via respiratória, absorvidos pela pele ou por ingestão, na forma de gases, vapores, neblinas, poeiras ou fumos.

10 COMO NOS PROTEGER DURANTE O TRABALHO EM SAÚDE - CUIDADOS PRECAUÇÕES PADRÃO Lavagem das Mãos Manipulação de Instrumentos e Materiais Manipulação de Materiais Cortantes e de Punção Ambiente e Equipamentos Roupas e Campos de Uso no Paciente Vacinação 10

11 MANIPULAÇÃO DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS CORTANTES E DE PUNÇÃO Instrumentos pérfuro-cortantes devem ser descartados em caixas apropriadas, rígidas e impermeáveis que devem ser colocadas próximo a área em que os materiais são usados. 11

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13 MANIPULAÇÃO DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS CORTANTES E DE PUNÇÃO Nunca deve-se reencapar agulhas após o uso. Não remover com as mãos agulhas usadas das seringas descartáveis e não as quebrar ou entortar. 13

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15 COMO E QUANDO USAR LUVAS? Usar luvas de procedimento, não estéril, quando houver possibilidade de tocar em sangue, fluídos corporais, membranas mucosas, pele não íntegra e qualquer item contaminado, de todos os clientes; Lavar as mãos imediatamente após a retirada das luvas; Trocar as luvas entre um procedimento e outro; Calçar as luvas imediatamente antes do cuidado a ser executado, evitando contaminação prévia das mesmas; 15

16 Estando de luvas, não manipule objetos fora do campo de trabalho; Retirar as luvas imediatamente após o término da atividade; Removê-las sem tocar na parte externa das mesmas; Usar luvas adequadas para cada procedimento. - Luvas cirúrgicas estéreis; - Luvas de procedimentos não estéreis. 16

17 LUVAS Luvas de procedimentos Luvas de borracha Luvas cirúrgicas 17

18 18 AVENTAIS, MÁSCARAS, ÓCULOS, CALÇADOS E GORROS.

19 A MELHOR PREVENÇÃO É NÃO É NÃO SE ACIDENTAR! BIOSSEGURANÇA

20 HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 20

21 O QUE É HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS? É a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde. Higienização das mãos = lavagem das mãos 21

22 INDICAÇÃO DA LAVAGEM DAS MÃOS após tocar fluidos, secreções e itens contaminados; após a retirada das luvas; antes de procedimentos no paciente; entre contatos com pacientes; entre procedimentos num mesmo paciente; antes e depois de atos fisiológicos; antes do preparo de soros e medicações. 22

23 23 As técnicas de higienização das mãos podem variar, dependendo do objetivo ao qual se destinam. Podem ser divididas em: Higienização simples das mãos. Higienização anti-séptica das mãos. Anti-sepsia cirúrgica ou preparo pré operatório A eficácia da higienização das mãos depende da duração e da técnica empregada.

24 24 Antes de iniciar qualquer uma dessas técnicas, é necessário retirar jóias (anéis, pulseiras, relógio), pois sob tais objetos podem acumular microrganismos.

25 HIGIENIZAÇÃO SIMPLES DAS MÃOS Finalidade Remover os microrganismos que colonizam as camadas superficiais da pele, assim como o suor, a oleosidade e as células mortas, retirando a sujidade que propícia à permanência e à proliferação de microrganismos. Duração do procedimento: 40 a 60 seg. 25

26 LAVAGEM DAS MÃOS Na lavagem rotineira das mãos o uso de sabão neutro é o suficiente para a remoção da sujeira, da flora transitória e parte da flora residente. Maior concentração bacteriana: pontas dos dedos, meio dos dedos e polegares. 26

27 HIGIENIZAÇÃO ANTI-SÉPTICA DAS MÃOS Finalidade Promover a remoção de sujidades e de microrganismos, reduzindo a carga microbiana das mãos, com auxílio de um anti-séptico. Duração do procedimento: 40 a 60 segundos 27

28 TÉCNICA A técnica de higienização anti-séptica é igual àquela utilizada para higienização simples das mãos, substituindo-se o sabão por um anti-séptico. Exemplo: anti-séptico degermante. 28

29 FRICÇÃO ANTI-SÉPTICA DAS MÃOS (COM PREPARAÇÕES ALCOÓLICAS) Álcool Gel ou álcool glicerinado Finalidade Reduzir a carga microbiana das mãos (não há remoção de sujidades). A utilização de gel alcoólico a 70% ou de solução alcoólica a 70% com 1-3% de glicerina pode substituir a higienização com água e sabão quando as mãos não estiverem visivelmente sujas. Duração do Procedimento: 20 a 30 segundos. 29

30 ANTI-SEPSIA DAS MÃOS A anti-sepsia é a utilização de um anti-séptico com ação bactericida ou bacteriostática que irá agir na flora residente da pele. Os anti-sépticos são indicados para a anti-sepsia das mãos dos profissionais e para pele ou mucosa do paciente em áreas onde serão realizados procedimentos invasivos ou cirúrgicos. 30

31 AGENTES ANTI-SÉPTICOS São substâncias aplicadas à pele para reduzir o número de agentes da microbiota transitória e residente. Entre os principais anti-sépticos utilizados para a higienização das mãos, destacam-se: Álcoois, Clorexidina, Compostos de iodo, Iodóforos e Triclosan. 31

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42 IMPORTANTE No caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel-toalha 42

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44 44 BIOSSEGURANÇA

45 BIBLIOGRAFIA OPPERMANN, Carla Maria, Lia Capsi Pires. Manual de biossegurança para serviços de saúde. Porto Alegre,PMPA / SMS/CGVS, PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos Básicos em Enfermagem. Senac – SP,


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