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A Transição da Idade Média para os Tempos Modernos Objetivo: Explicar os principais fatos da transição.

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1 A Transição da Idade Média para os Tempos Modernos Objetivo: Explicar os principais fatos da transição

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19 Crise do Sistema Feudal Enfraquecimento Político da Aristocracia Senhorial e Crise da Instituição Eclesiástica Católica. Cruzadas. Proliferação de guerras no continente europeu. Renascimento do comércio e das Cidades. Crise do Século XIV. Peste negra. Revoltas Camponesas (Jacqueries).

20 O Estado nacional moderno Moeda nacional Língua nacional Exército nacional Unidades de pesos e medidas Substituição do direito canônico pelo direito moderno Substituição da lei canônica pela lei secular Deslocamento da guerra das fronteiras para o monopólio do Estado

21 Modernidade - Significado Pragmatismo – Tendência do sujeito à ação/Ruptura com pensamento contemplativo Ruptura radical com o período anterior, considerando- se as mais diversas esferas da vida social A esfera política permanece centrada nas esferas religiosa e aristocrata-senhorial As contradições apresentadas pelos novos tempos demanda o surgimento de utopias (Jesuítas – Tomás Campanella e Thomas Morus) O termo moderno é histórico, dialético e não deve ser simplificado conforme seu uso em senso comum. O adjetivo novo é apenas a ponta de um iceberg.

22 Política Segundo as Sagradas Escrituras: Teoria do Direito Divino dos Reis, segundo a qual, a vontade do soberano expressa a vontade de Deus na terra. O Príncipe: É lícito ao soberano utilizar quaisquer meios para manter a ordem, inclusive a violência. O poder do príncipe é soberano e deve ser exercido através de leis seculares (escritas). A origem de seu poder (legítimo) está na virtude (qualidades como governante) ou na fortuna (guerras).

23 O Leviatã: O soberano está acima da sociedade, possui o monopólio do uso da violência e, com isso, evita que a sociedade se degladie em guerras infinitas. Segundo Hobbes, o homem é o lobo do próprio homem e necessita de um poder acima dele para pacificá-lo. O contratualismo de Hobbes expressa-se na renúncia, pela sociedade civil, de todos os seus direitos em prol do soberano, condição necessária para se manter a ordem social. Essa idéia é conhecida como o Tema Hobbesiano da Ordem. A República: A soberania do poder político reside na vontade do soberano é indivisível. Bodin entendia que apenas um governo forte e centralizado seria capaz de manter a soberania do Estado. Um governo com o poder político descentralizado, invariavelmente sucumbiria diante das relações de força que caracterizam os Estados Nacionais Modernos.

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26 Renascimento Cultural Manifesta-se através de uma explosão de criações artísticas, literárias e científicas que revalorizam a Antigüidade clássica greco-romana e o humanismo. Chocam-se com os dogmas religiosos e as proibições da Igreja Católica, enfrentam a Inquisição e criticam o mundo medieval. Vários dos literatos e cientistas desse período são perseguidos e mortos. Seus precursores são Dante Alighieri, Petrarca e Bocaccio. Mecenas – A difusão das idéias da Antigüidade clássica na Itália e outros centros europeus se dá, inicialmente, por emigrados gregos, judeus e bizantinos. Mas é a concentração da riqueza nos comerciantes e banqueiros dos centros urbanos que permite transformar a arte e a cultura em produtos comerciais e fazer com que potentados econômicos como os Médicis de Florença se tornem grandes mecenas ou incentivadores do movimento cultural e artístico da época.

27 Humanismo Tem por base o neoplatonismo, que exalta os valores humanos e tenta dar nova dimensão ao homem. O humanismo se expande a partir de 1460, com a fundação de academias, bibliotecas e teatros em Roma, Florença, Nápoles, Paris e Londres. A escultura e a pintura redescobrem o corpo humano. A arquitetura retoma as linhas clássicas e os palácios substituem os castelos. A música instrumental e vocal polifônica se sobrepõe ao cantochão (monótico). Expandem-se a prosa e a poesia literárias, a dramaturgia, a filosofia e a literatura política. Filosofia – O holandês Erasmo de Roterdã rechaça a intolerância escolástica, critica a guerra, a avareza, os vícios da igreja e nega a predestinação. Vives, da Espanha, afirma que os sentidos abrem caminho ao conhecimento, propõe o método indutivo e inicia a psicologia. Giordano Bruno, da Itália, defende a idéia de um infinito sem ponto central e de uma única matéria universal, da qual Deus seria o intelecto. Literatura poética – O italiano Ariosto cria o poema épico cavaleiresco, legendário e realista. Tasso exprime o sentimento religioso da contra-reforma. Rabelais (França) faz poemas satíricos e epicuristas. Camões (Portugal) cria a épica dos descobrimentos marítimos. Dramaturgia – Marlowe, inglês, recupera a tradição germânica do Dr. Fausto. Ben Jonson, também inglês, retoma as lendas sobre os alquimistas. Gil Vicente (Portugal) faz novelas picarescas. Shakespeare (Inglaterra), com dramas históricos, comédias de intrigas e tragédias, torna-se o maior dramaturgo de todos os tempos. Artes plásticas – Michelangelo (Itália) esculpe Moisés e Pietá, pinta o teto, as paredes principais e o altar-mor da Capela Sistina. Leonardo da Vinci (Itália) projeta palácios, inventa mecanismos, faz esculturas e pinta a Santa Ceia, Mona Lisa ou Gioconda. Fra Angélico, Boticelli, Rafael, Tiziano, Tintoretto e El Greco são destaques numa legião de pintores italianos e espanhóis que deixam obras inigualáveis.

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34 Grandes invenções – O polonês Copérnico fundamenta a noção de que o Sol é o centro do universo (heliocentrismo). Paracelso, da Suíça, reforma a química e a medicina. Leonardo da Vinci inventa a prensa hidráulica e as máquinas voadoras. O alemão Kepler inventa o telescópio e demonstra as teorias de Copérnico. O italiano Galileu Galilei desenvolve métodos científicos de análise da realidade e de comprovação experimental. A imprensa de letras metálicas móveis é inventada pelo alemão Johann Gutemberg em A pólvora começa a ser utilizada como arma de guerra. Em 1500 é inventado o relógio de bolso. Indicação de filmes: O Incrível Exército de Brancaleon Henrique V Giordano Bruno Lutero Referências bibliográficas Arquivos da Torre do Tombo/Pt Braudell, Fernand. Mediterrâneo e o Mundo Mediterrâneo.

35 The Revolutionibus orbium celestium

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