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Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL AO ADOLESCENTE EM CUMPRIMENTO.

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1 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL AO ADOLESCENTE EM CUMPRIMENTO DE MSE DE LA E PSC SUAS - SINASE Secretaria Nacional de Assistência Social Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL AO ADOLESCENTE EM CUMPRIMENTO DE MSE DE LA E PSC SUAS - SINASE Secretaria Nacional de Assistência Social Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

2 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social SUAS: RECONSTRUINDO A HISTÓRIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NO BRAISL A ASSISTÊNCIA SOCIAL COMO POLÍTICA PÚBLICA; DEFINIÇÃO DE COMPETÊNCIAS DA ASSISTÊNCIA SOCIAL; AFIANÇAR SEGURANÇAS (ACOLHIDA, RENDA, CONVÍVIO, AUTONOMIA, SOBREVIVÊNCIA A RISCOS); ACESSO A DIREITOS; CONTEXTUALIZAÇÃO DA REALIDADE DE VIDA DE INDIVÍDUOS E FAMÍLIAS; TERRITORIALIZAÇÃO INCOMPLETUDE INSTITUCIONAL E FORTALECIMENTO DA INTERSETORIALIDADE;

3 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social SUAS Riscos Perdas Rupturas PSE – AC Acolhimento Personalizado. Resgate do convívio. PSE – MC Acompanhamento Especializado. Prevenção da institucionalização. Mudanças em padrões de relacionamento familiares e comunitários. Proteção Social Básica Prevenção: fortalecimento das ações preventivas e da capacidade protetiva. Fortalecimento de vínculos.

4 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL Organiza a oferta de serviços, programas e projetos de caráter especializado; Público: famílias e indivíduos em situação de risco pessoal e social, com violação de direitos. Tais situações são multideterminadas e podem incidir sobre o indivíduo, as relações familiares e comunitárias, gerando conflitos, tensões e agravamentos. violência física, psicológica e negligência; abandono; violência sexual; situação de rua; trabalho infantil; cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto; afastamento do convívio familiar, dentre outras

5 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social SUAS – SINASE DO PROCESSO DE MUNICIPALIZAÇÃO DAS MSE EM MEIO ABERTO NO SUAS - HISTÓRICO Agenda Social Define que a partir 2008 o MDS assuma o co- financiamento das MSE em Meio Aberto, no CREAS, viabilizando o processo de municipalização; Realização de levantamento nacional da situação das MSE em meio aberto, para formular proposta de co-financiamento do MDS e definir a oferta do serviço das MSE no SUAS; O levantamento identificou três movimentos históricos: 1. Instituições vinculadas ao modelo FUNABEM; 2. Execução direta pelo Poder Judiciário; 3. Programas desenvolvidos pelos Municípios com a participação direta de entidades;

6 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Inserção de ação específica no PPA 2008/2011, denominada Serviço de Proteção Social aos Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas de LA e PSC; Pactuação na Comissão Intergestora Tripartite – CIT, realizada em 07 de maio de 2008 definindo o co-financiamento Federal do Serviço; Comissão Intersetorial – acompanha a implementação do SINASE, composta por 12 Ministérios e 2 Conselhos (Conanda e CNAS) e pelo Congemas, Fonseas e Fonacriad. SUAS – SINASE DO PROCESSO DE MUNICIPALIZAÇÃO DAS MSE EM MEIO ABERTO NO SUAS - HISTÓRICO

7 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social SUAS – materializa o sistema descentralizado e participativo da Assistência Social, regula e organiza as ações socioassistenciais em todo o território nacional, sob a lógica de ação em rede e sustentado na matricialidade sociofamilair, territorialização, precedência da gestão pública e financiamento partilhado. SINASE – conjunto ordenado de princípios, regras e critério jurídico, politico, pedagógico, financeiro e administrativo, que envolve apuração, aplicação execução das medidas socioeducativas e se comunica e sofre influência dos demais sistemas. Diálogo SUAS e SINASE Serviço MSE de LA e PSC

8 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Tipificação dos Serviços de PSE - Média Complexidade

9 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social SERVIÇO DE PROTEÇÃO E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO A FAMÍLIA E INDIVÍDUOS - PAEFI: violência física, psicológica e negligência; violência sexual: abuso e/ou exploração sexual; famílias de adolescentes em cumprimento de MSE; tráfico de pessoas situação de rua e mendicância; abandono vivência de trabalho infantil; descumprimento de condicionalidades do PBF e do PETI; outras violações de direitos; CREAS SERVIÇOS DA PSE de MÉDIA COMPLEXIDADE

10 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social CREAS Serviço de Proteção Social aos Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto de Liberdade Assistidade e Prestação de Serviço à Comunidade OBJETIVO GERAL: prover atenção socioassistencial no âmbito da proteção social especial do Sistema Único de Assistência Social/SUAS aos adolescentes em cumprimento de tais medidas e suas famílias, de modo a contribuir para o acesso a direitos e resignificação de valores na vida social.

11 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS: FUDAMENTAM A OFERTA DO SERVIÇO NO SUAS Constituição Federal – 1988 LOAS – 1993 ECA PNAS – 2004 NOB/SUAS – 2005 NOB-RH/SUAS – 2006 SINASE Portaria 843/2010 Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais – 2009

12 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social FUNDAMENTOS TEÓRICOS DO SERVIÇO Adolescência e Juventude, relações familiares e comunitárias a construção sociocultural da categoria adolescentes; adolescentes que vivem em famílias cuja condição social é de maior vulnerabilidade e instabilidade; cometimento de atos infracionais, uma circunstância vivida e uma problemática a ser enfrentada;

13 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Violência que envolve a adolescência no Brasil contemporâneo violência como processo complexo, com muitos fatores geradores, em interação; violência, em seu sentido mais abrangente, faz parte da vida cotidiana das pessoas, acontece em todos os segmentos sociais e está em todas as instituições; os adolescentes têm tido protagonismo na reprodução da violência e da criminalidade, mas também têm se constituído em suas maiores vítimas;

14 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Ato Infracional e medidas socioeducativas no contexto do ECA Sistema de responsabilização previsto na Constituição Federal Brasileira e Estatuto da Criança e do Adolescente; Natureza Jurídica das medidas socioeducativas. Três dimensões: Sancionatória e restritiva de direitos; Processo de responsabilização como apropriação, ou compreensão acerca do ato praticado, seu significado pessoal e social; Processo de aquisições de direitos sociais, violados ou não garantidos até então.

15 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social EIXOS ESTRATÉGICOS DO SERVIÇO O Serviço de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medidas Socioeducativas de Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviço à Comunidade (PSC), deve organizar-se em três eixos: acolhida, articulação na elaboração e execução do plano de atendimento atividades de seu acompanhamento/avaliação

16 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social A dimensão da acolhida deve levar em consideração a tarefa de fazer as pessoas sentirem-se bem no espaço do Serviço. Seu objetivo deve ser a constituição de vínculos, de relações de confiança, de segurança e de afeto Aspectos Importantes: Considerar as especificidades de encaminhamentos e de experiências institucionais vividas; ciência do teor do encaminhamento realizado e do percurso do(a) adolescente até o respectivo momento da acolhida; fluxos de encaminhamento monitorados; informações muito claras sobre o funcionamento e as atividades que serão desenvolvidas; sugere-se, inclusive que seja confeccionado um tipo de agenda de atendimento ACOLHIDA

17 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social O PIA é o instrumento necessário para a pactuação com o(a) adolescente, com apoio da equipe e de sua família acerca do cumprimento da medida socioeducativa a que estiver sujeito(a), bem como, do atendimento que será prestado e do trabalho que será desenvolvido O PIA deve, ainda, ter a função instrumental de organizar a atuação interdisciplinar da equipe. Cada PIA construído e pactuado, deve constituir-se no caminho a ser seguido pela equipe, enquanto distribuição de tarefas, avaliação de resultados e de responsabilidades técnicas assumidas. Deve conter metas a serem atingidas, não apenas no âmbito específico do Serviço, mas na rede de atendimento em que estiver inserido. PLANO INDIVIDUAL DE ATENDIMENTO

18 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Considerando os objetivos: responsabilização do(a) adolescente, enquanto apropriação, ou compreensão acerca do ato praticado, seu significado pessoal e social; aquisições de direitos sociais, em geral violados, ou não garantidos até então O(a) adolescente atendido deve frequentar atividades desenvolvidas no âmbito da comunidade que propiciem a aquisição/exercício de direitos. Além destas, os serviço específico deve responsabilizar-se pelo acompanhamento do(a) adolescente em atendimento ATIVIDADES DE ACOMPANHAMENTO/AVALIAÇÃO

19 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Atividades Individuais de Acompanhamento Constitui-se em atividade precípua do orientador(a) da medida socioeducativa, o acompanhamento individual aos(às) adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas em meio-aberto Faz parte de tal atividade: Monitoramento da execução do PIA; Atendimentos individuais e familiares no espaço do Serviço, visitas domiciliares e visitas às demais instituições onde o(a) adolescente cumpre seu PIA; Devem proporcionar espaço de escuta, que permita a reflexão sobre as respectivas realidades individuais e familiares, garantindo que cada adolescente tenha respeitada a sua singularidade

20 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Atividades de Acompanhamento Coletivo Utilização de metodologia que possibilite a convivência entre os adolescentes e propicie a reflexão e apropriação sobre suas próprias realidades para a sua facilitação O atendimento em grupos somente pode ser planejado em complemento ao acompanhamento individual, Sugere-se a organização de grupos de apoio ao cumprimento das medidas socioeducativas, Devem ser planejadas com cuidado as regras de convivência em tais espaços, as atividades que serão realizadas e os momentos específicos de ingresso dos(as) adolescentes nos respectivos grupos.

21 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Financiamento do Serviço de MSE no SUAS Co-responsabilidade de cofinanciamento nas três esferas de Governo, construído a partir do pacto federativo. Transferência de recurso de forma regular e automática do FNAS para o FMAS

22 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social Expansão do Serviço de LA e PSC no ano de 2010

23 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social MAIO (2010) Folha de Pagamento (MAIO 2011) MSE UFNº MunicípiosNº GruposCap. Atd.Vlr. Pot.Nº MunicípiosNº GruposCap. Pot.Vlr. Pot. AC22 80 R$ 6.136, R$ ,00 AL R$ , R$ ,00 AM R$ , R$ ,00 AP R$ 8.204, R$ ,00 BA R$ , R$ ,00 CE R$ , R$ ,00 DF00 - R$ ES R$ , R$ ,00 GO R$ , R$ ,00 MA R$ , R$ ,00 MG R$ , R$ ,00 MS R$ , R$ ,00 MT R$ , R$ ,00 PA R$ , R$ ,00 PB R$ , R$ ,00 PE R$ , R$ ,00 PI R$ , R$ ,00 PR R$ , R$ ,00 RJ R$ , R$ ,00 RN R$ , R$ ,00 RO R$ , R$ ,00 RR11 40 R$ 2.068, R$ 6.600,00 RS R$ , R$ ,00 SC R$ , R$ ,00 SE R$ , R$ ,00 SP R$ , R$ ,00 TO22 80 R$ 4.136, R$ , R$ , R$ ,00

24 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social CENÁRIO do Estado da BA: antes e após a Expansão dos Serviços Socioassistenciais 2010 Maio de 2010 Junho de 2011 (Pós Expansão 2010) Total de Municípios2547 Capacidade Atendimento Valor Cofinanciado81.904, ,00

25 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social DESAFIOS Compreender e difundir o conteúdo pedagógico, social e jurídico da Medida Socioeducativa; Garantir a oferta das MSE em meio aberto de forma continuada assegurada pela competência do Estado; Expandir o co-financiamento para municípios que ainda apresentem demanda; Garantir a oferta das ações complementares na rede socioassistencial e nas políticas setoriais;

26 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social DESAFIOS Efetivar o co-financiamento nos três níveis de governo; Consolidar a prerrogativa de aplicação das MSE em meio aberto em relação a medida de internação; Estabelecer fluxos e competências das instâncias do sistema de garantia de direitos e da rede socioassistencial;

27 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Secretaria Nacional de Assistência Social OBRIGADO PELA ATENÇÃO! Valeria Gonelli


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