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Terceiro Setor Mineiro. Apresentação: Modelo do 3º Setor Mineiro Instituto Cultural Sérgio Magnani – ICSM Termos de Parceria ICSM x Estado de Minas Gerais.

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1 Terceiro Setor Mineiro

2 Apresentação: Modelo do 3º Setor Mineiro Instituto Cultural Sérgio Magnani – ICSM Termos de Parceria ICSM x Estado de Minas Gerais TP1 - Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes TP2 - Secretaria de Estado de Cultura – Plug Minas Análise SWOT Conclusão

3 Modelo do 3º Setor Mineiro: Implantação do Modelo Choque de Gestão do Estado de Minas Gerais Objetivo =fazer mais com menos Alteração contexto Mundial de Gestão Pública - Estado Provedor Direto => Promotor / Regulador Burocrático => Gerencial Controle => Resultado Ação Política + Ação Popular Legitimação do modelo de parceria = Estado + 3º Setor Regulamentação Vontade Política = Executivo + Legislativo + TCE

4 Modelo do 3º Setor Mineiro: Marcos Regulatórios Lei /03 – Legislação Mineira de OSCIP / OS Qualificação – Áreas de Interesse e Pressupostos Termo de Parceria – Requisitos Fiscalização – AUGE, TCE, MP, Estado e Sociedade Fomento – Bens, recursos e pessoal ( semelhante modelo OS ) Decreto /08 – Regulamenta a Lei /03 Responsabilidades das partes – Estado x OSCIP Acompanhamento – Conselho, Supervisão, Sociedade, etc Prestação de Contas – Transparência Auditoria Externa – Acima de R$ 600 K

5 Modelo do 3º Setor Mineiro: Parceria Estado x OSCIP Termo de Parceria materializa vínculo de cooperação; Estado como formulador, cooperador, fiscalizador e parceiro na execução da política pública de forma integrada com a OSCIP; Responsabilidade compartilhada entre Estado e OSCIP; O processo não deve ser visto como delegação ou privatização de atividades do Estado.

6 Modelo do 3º Setor Mineiro: Pressupostos de Parceria Estado x OSCIP Parceria voltada para resultados Gestão profissional e transparente Experiência projetos de interesse público ( 02 anos ) Equilíbrio no binômio parceria x controle Equilíbrio no binômio público x privado

7 Instituto Cultural Sérgio Magnani: Instituição Personalidade Jurídica Associação sem fins lucrativos Fundada em 13 de abril de 2004 Constituição Assembléia Geral Conselho de Administração / Fiscal Presidência Diretoria Executiva Objeto Social Promover iniciativas culturais em consonância com a legislação brasileira, observando os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade, razoabilidade e eficiência.

8 Instituto Cultural Sérgio Magnani: Instituição Objetivos Específicos Promoção da cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e artístico; Promoção de espetáculos de artes cênicas, música erudita e popular, exposições, mostras e outros eventos de caráter cultural; Desenvolvimentos de projetos culturais e educativos que tenham como objeto promover a integração social de comunidades excluídas do acesso a bens culturais; Realizar projetos relacionados ao audiovisual e à cultura digital; Colaborar direta ou indiretamente com projetos de geração de recursos para entidades e órgãos do Sistema Estadual de Cultura; Construção, reforma e manutenção de bens públicos ou privados, móveis e imóveis, necessários à execução das finalidades culturais do instituto ou de seus parceiros;

9 Instituto Cultural Sérgio Magnani: Instituição Presidência Representação Legal e Articulação Institucional Comunicação Jurídico Diretoria de Projetos Culturais Elaboração de projetos para Leis de Incentivo Gestão e prestação de contas de Projetos de Leis de Incentivo Gestão do Centro Técnico de Produção - CTP Diretoria de Projetos Especiais Gestão do Projeto Plug Minas Gestão de Festivais e Eventos Culturais – Cultura Digital Diretoria de Administrativa e Financeira Gestão de pessoal, administrativa, financeira e fiscal Prestação de Contas

10 Termos de Parceria: Termo de Parceria FCS – TP1 Parceiros: Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes Secretaria de Estado de Cultura (Interveniente) Data da Assinatura: 23/12/2005 Objeto:...estabelece vinculo de cooperação entre as partes, com o fim de apoiar a produção, exibição e formação artística mineira por meio do apoio à gestão e geração de recursos para a execução de projetos e programas do Sistema Estadual de Cultura, especialmente da Fundação Clóvis Salgado Primeiro Orçamento: R$ ,00 Situação atual: Vigente em seu V Termo Aditivo com orçamento de R$ ,00

11 Termos de Parceria: Termo de Parceria FCS – TP1 Metas:

12 Termos de Parceria: Termo de Parceria FCS – TP1 Metas:

13 Termos de Parceria: Termo de Parceria FCS – TP1 Metas:

14 Termos de Parceria: Termo de Parceria FCS – TP1 Metas:

15 Termos de Parceria: Termo de Parceria FCS – TP1 Ações Estruturantes:

16 Termos de Parceria: Termo de Parceria FCS – Resultados Aproveitamento de conhecimento técnico e ganho em escala na formulação, apresentação e prestação de contas de projetos de Leis de Incentivo à Cultura Incremento na execução de atividades artísticas pela FCS Desburocratização na execução de projetos culturais via lei de incentivo à cultura – Parceria Governo, Sistema de Cultura e OSCIP Destinação direta de recursos Federais para projetos de interesse Estaduais Agilidade no processo de reestruturação, catalogação e aluguel do acervo da FCS– Destinação Social e Econômica Agilidade no processo de elaboração, oferta e contratações para cursos de capacitação do CTP Alavancagem da entidade com recursos do Termo de Parceria Incremento financeiro e remuneração de Diretoria Executiva

17 Termos de Parceria: Termo de Parceria Plug Minas – TP2 Parceiros: Secretaria de Estado de Cultura Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Interveniente) Data da Assinatura: 16/10/2008 Objeto:...estabelece vinculo de cooperação entre as partes, com o objeto de contribuir para o desenvolvimento do protagonismo juvenil em Minas Gerais por meio da implantação e gestão administrativa e pedagógica do Plug Minas – Centro de Formação e Experimentação Digital Primeiro Orçamento: R$ ,75 ( 2008/2009 ) Situação atual: Vigente em seu I Termo Aditivo – Revisão das Metas

18 Termos de Parceria: Termo de Parceria Plug Minas – TP2 Metas:

19 Termos de Parceria: Termo de Parceria Plug Minas – TP2 Ações Estruturantes:

20 Termos de Parceria: Termo de Parceria Plug Minas – Resultados Facilidade e agilidade de interlocução e negociação com diferentes ONGs e projetos Captação de recursos para incentivo ao projeto e conseqüente benefício aos jovens atendidos Agilidade no processo de manutenção e inovação no espaço físico e nas ferramentas de gestão e controle Agilidade de contratação e realização de eventos destinados à sociedade e seu público alvo – Jovens Pronto atendimento às demandas dos seus usuários e parceiros Monitoramento e entrega de resultados finalísticos ao Estado e sua população – Balanço Social Gestão desburocratizada de espaços públicos Alavancagem da entidade com recursos do Termo de Parceria Incremento financeiro e remuneração de Diretoria Executiva

21 Análise SWOT: Adequação Cultural Ferramenta de administração utilizada para realização de planejamento estratégico e análise de viabilidade de projetos ou produtos

22 Análise SWOT: Forças Capacidade de se alavancar resultados em áreas sociais e políticas públicas de execução não exclusiva Entrega de resultados à população com menor custo e burocracia Transparência na utilização dos recursos públicos Remuneração Dirigentes e Funcionários de acordo com Mercado e sem perda da isenção do IR e CSLL ( Lei 9.532/97 e /02 ) Profissionalização de atividades destinadas à população em geral Fortalecimento da sociedade civil e programas de interesse social Manutenção das atividades e identidade da OSCIP e seus projetos próprios Gestão de Projetos Gestão de políticas públicas Gestão de projetos de interesse público Gestão de espaços

23 Análise SWOT: Fraquezas Adequação de entidades para qualificação como OSCIP Conhecimento da Sociedade Profissionalização de pessoal para o modelo de gestão que aplica conceitos de gestão pública e privada Estado e OSCIPs Legitimidade do Modelo Ação Social e Governamental integradas

24 Análise SWOT: Oportunidades Aprendizado com Estados onde o modelo está implementado ou maduro Ganho de força do modelo em nível Nacional Aproveitamento pelo Estado da capacidade de execução de atividades fim pelas entidades do Terceiro Setor Desburocratização e Ganho de agilidade no atendimento à população

25 Análise SWOT: Ameaças Não compreensão do modelo pelos órgãos de controle Informalidade e falta de profissionalismo das atividades meio nas OSCIPs Mudança na escala e cultura de trabalho nas entidades Equilíbrio de forças – Teoria do Pêndulo Controle Estado x Controle Interno OSCIP Mudança de Governos Políticas de Estado

26 Conclusão: O modelo está posto como uma oportunidade para que Governos e Sociedade Civil, sejam parceiros com o fim específico de entregar melhores resultados à população O modelo é novo e a sociedade tem dificuldade de promover alterações tão significativas em sua estrutura. A inovação e gestão do conhecimento direcionarão a administração pública para o atingimento de melhores resultados Apenas com integração entre vontade política e sociedade, as mudanças estruturais acontecerão nos Estados. Este processo deve ter como foco a entrega de resultados à sociedade, não dando lugar a vaidades e interesses individuais

27 OBRIGADO Bruno S. K. Volpini Diretor Presidente Instituto Cultural Sérgio Magnani


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