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Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004) Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos.

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1 Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004) Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências. VMP Responsabilidades legais Plano de amostragem Previsão de atualização da Portaria

2 Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004) Padrão microbiológico Padrão de turbidez para água pós-filtração ou pré-desinfecção Substâncias químicas que representam risco à saúde (inorgânicas, orgânicas, agrotóxicos, cianotoxinas, desinfetantes e produtos secundários da desinfecção) Padrão de radioatividade para água potável Padrão de aceitação para consumo humano

3 Turbidez VMP para a água entrando no sistema de distribuição (1,0 uT) VMP para pontos da rede de distribuição/desinfecção não comprometida (5,0 uT) Recomendação enfática de que a turbidez seja menor que 0,5 uT para assegurar eficiência de remoção de cistos de Giardia e oocistos de Cryptosporidium VMP para a filtração lenta (2,0 uT) Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004)

4 Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004) Cianotoxina e cianobactérias Microcistina (1 g/L) Saxitoxina (3 g/L) Cilindrospermopsina (15 g/L) análise semanal de cianotoxinas na água de saída do tratamento e nas entradas (hidrômetro) das clínicas de hemodiálise se exceder a cél/mL na água bruta; análise mensal se o número se o número de células/mL na água bruta for inferior a vedado o uso de algicidas se a concentração na água bruta for acima de cel/ mL

5 Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004) Whiton & Potts, 2000 Fonte: Viana, 2006

6 Plano de amostragem pH, perfil de OD e de temperatura, transparência, salinidade, nitrito, nitrato, amônia, ortofosfato, fósforo e nitrogênio totais, condutividade elétrica, salinidade, identificação e quantificação do fitoplâncton, carga sestônica, percentual de MO particulada, e feofitina Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004) Fonte: Bastos, 2006

7 § 1º A amostragem deve obedecer aos seguintes requisitos: I.distribuição uniforme das coletas ao longo do período; II. representatividade dos pontos de coleta no sistema de distribuição (reservatórios e rede), combinando critérios de abrangência espacial e pontos estratégicos, entendidos como aqueles próximos a grande circulação de pessoas (terminais rodoviários, terminais ferroviários, etc.) ou edifícios que alberguem grupos populacionais de risco (hospitais, creches, asilos, etc.), aqueles localizados em trechos vulneráveis do sistema de distribuição (pontas de rede, pontos de queda de pressão, locais afetados por manobras, sujeitos à intermitência de abastecimento, reservatórios, etc.) e locais com sistemáticas notificações de agravos à saúde tendo como possíveis causas agentes de veiculação hídrica. Requisitos para escolha dos pontos de amostragem Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004)

8 Foto: Dieter Buehne (Cáritas, 2001) Padrão de potabilidade de água Portaria n º 518, de 25 de março de 2004 (DOU. de 26/03/2004)

9 Qualidade da água bruta e tratamento de água NOTAS: FAD (flotação por ar dissolvido), COT (carbono orgânico total), NLO (número limiar de odor), UPA (unidade padrão de área). O tratamento de ciclo completo inclui processo de abrandamento. Recomenda-se a adoção de pré-sedimentadores quando previsto valor de turbidez da água bruta superior a uT. Em geral, a qualidade da água bruta para emprego da filtração lenta é a mesma daquela recomendada para a filtração direta. Fonte: Kawamura, 2000


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