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Linguagem e ideologia Baseado nos textos de: José Luiz Fiorin, Adilson Citelli, M.L. e M. B. Abaurre Profa. Érica L. Lima de Paulo.

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1 Linguagem e ideologia Baseado nos textos de: José Luiz Fiorin, Adilson Citelli, M.L. e M. B. Abaurre Profa. Érica L. Lima de Paulo

2 Definição segundo o Houaiss Ideologia é um sistema de ideias (crenças, tradições, princípios e mitos) interdependentes, sustentadas por um grupo social de qualquer natureza ou dimensão, as quais refletem, racionalizam e defendem os próprios interesses e compromissos institucionais, sejam estes morais, religiosos, políticos ou econômicos

3 De acordo com Abaurre, se a ideologia é definida como um sistema de ideias, precisamos identificar, no texto, as ideias básicas que, nele presentes, podem ser associadas aos valores, aos princípios, às crenças de um determinado grupo social.

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5 Segundo Fiorin, embora haja, numa formação social, tantas visões de mundo quantas forem as classes sociais, a ideologia dominante é a ideologia da classe dominante. No modo de produção capitalista, a ideologia dominante é a ideologia burguesa.

6 Alguns valores aceitos pela classe dominante e que encontram expressão na linguagem da propaganda são: o valor do tradicional, do antigo, conjugado com o moderno e com o que tem qualidade; a juventude e a beleza; o requinte dos alimentos e bebidas; ecologia e alimentos naturais, etc.

7 Exemplos de ideologias do século XX - Ideologia fascista (caráter autoritário, militarista) - Ideologia comunista (igualdade social) - Ideologia democrática (participação na vida política) - Ideologia capitalista (visa o lucro e riquezas) - Ideologia conservadora (valores morais e sociais) - Ideologia anarquista (liberdade e a eliminação das formas de controle de poder) - Ideologia nacionalista (exaltação e valorização da cultura do próprio país) - Outros tipos: ideologia machista, ideologia feminista, ideologia política, religiosa, etc.

8 Formação ideológica: conjunto de valores e crenças a partir dos quais julgamos a realidade na qual estamos inseridos Formação discursiva: é um conjunto de temas (categorias ordenadoras do mundo natural: alegria, medo, vergonha, solidariedade, honra, liberdade, opressão, etc.) e de termos (elementos que estabelecem uma relação com o mundo natural: mesa, carro, árvore, mulher, etc.) que concretizam uma visão de mundo específica. (Abaurre)

9 Sempre que identificamos, em um conjunto de texto, uma regularidade (recorrência de temas e termos), estamos diante de uma mesma formação discursiva. Vejamos, por exemplo, as propagandas do Quais os temas presentes nesta formação discursiva? Esses temas estão relacionados à qual formação ideológica?

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13 Discurso e texto Quando consideramos os fatores extralinguísticos associados ao contexto de produção de um texto, percebemos a importância de sua participação na construção de sentido, na definição de uma formação ideológica e discursiva. Como membros de uma sociedade, tomamos contato com a formação discursiva própria do nosso grupo social, que se torna base dos discursos que construímos, mesmo sem termos consciência disso.

14 DISCURSO Refere-se ao uso da língua em um contexto específico, ou seja, à relação entre os usos da língua e os fatores extralinguísticos presentes no momento em que esse uso ocorre. É o espaço de materialização das formações ideológicas.

15 TEXTO: É o espaço de concretização do discurso. É uma manifestação individual, o sujeito escolhe como organizar os elementos de expressão para veicular o discurso do grupo a que pertence. A liberdade do autor de um texto nunca é total, já que todos os membros de um grupo social expressam, em alguma medida, a formação discursiva que reflete a sua ideologia.

16 CONTEXTO Para que haja a interpretação de um texto precisamos do CONTEXTO. Como afirma Citelli, se as palavras nascem neutras, mais ou menos como estão em estado de dicionário, ao se contextua-lizarem, passam a expandir valores, conceitos, pré-conceitos (…). As palavras, no contexto, perdem sua neutralidade e passam a indicar aquilo a que chamamos propriamente de ideologias.

17 Modalidades discursivas Citelli, retomando Eni Orlandi, apresenta três tipos de discurso, dentro dos quais podemos agrupar vários outros tipos. Há sempre a possibilidade da ocorrência simultânea de mais de um discurso. São eles: discurso lúdico, discurso autoritário e discurso polêmico

18 Discurso lúdico É marcado pelo jogo de interlocuções, caracterizado pelo quase desaparecimento do imperativo e da verdade única e acabada. Aparece principalmente em textos com forte polissemia, como música, literatura, jogos de palavras, etc.

19 Discurso polêmico: Apresenta maior grau de persuasão e menor grau de polissemia que o lúdico. Caracteriza-se por apresentar argumentos que podem ser contestados. Aparece em situações como: editorial jornalístico, discussão entre amigos, defesa de tese, aula, etc.

20 Discurso autoritário É a formação discursiva persuasiva por excelência. O destinatário da mensagem não tem qualquer possibilidade de interferir e modificar o que está sendo dito. É a dominação pela palavra, na voz de um emissor que irá ditar verdades. É encontrado principalmente em relações como: pai e filho, padre e fiéis, militares, etc.

21 Características do discurso autoritário: uso do imperativo, caráter parafrástico, não há espaço para a fala do receptor, a mensagem é clara, o grau de polissemia é diminuído. Ocorre muitas vezes no texto publicitário, mesmo que de forma não explícita.


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