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Programa Estadual de Controle da Tuberculose Cavalcante GO; 18 de dezembro de 2013.

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1 Programa Estadual de Controle da Tuberculose Cavalcante GO; 18 de dezembro de 2013

2 O que é Tuberculose??? É uma das doenças infecciosas mais antigas e que continua preocupando a Humanidade até os dias atuais.doençasHumanidade A Tuberculose é causada por uma bactéria denominada Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch. É uma doença contagiosa, quer dizer, que passa de uma pessoa para outra. Mycobacterium tuberculosisBacilo de Koch Acomete principalmente os pulmões.Outros órgãos podem ser atingidos sendo estas denominadas de Tuberculose Extra pulmonar as quais não são contagiosas.

3 Forma de Transmissão É transmitida de uma pessoa doente para outra sadia pelo ar que respiramos através da tosse, espirro ou fala. As formas extrapulmonares não são contagiosas. Pessoas com AIDS, diabetes, insuficiência renal crônica, desnutridas, além de idosos doentes, alcoólatras, viciados em drogas e fumantes são mais propensos a contrair a Tuberculose.

4 Sinais Sintomas Tosse por tempo igual ou superior a 03 semanas com ou sem expectoração; Perda de peso acompanhado simultaneamente com a perda do apetite; Suor excessivo a noite; Febre geralmente no período da tarde.

5 Diagnóstico da Tuberculose Avaliação Clínica Principais exames que fecham o diagnóstico de Tuberculose Raio X de Tórax; Baciloscopia (Exame do Escarro); Cultura do Escarro.

6 Tratamento Em geral, o tratamento dura seis meses. Os remédios, são oferecidos pela rede pública de saúde. O Sistema Único de Saúde (SUS) recomenda que o tratamento seja supervisionado. Durante o tratamento, dependendo do seu estado geral de saúde, a pessoa pode voltar a trabalhar e levar uma vida normal. Somente em casos graves o paciente precisa de internação. 15 dias após o tratamento

7 Controle de Contatos É uma atividade importante para prevenir o adoecimento e diagnosticar o quanto antes casos de tuberculose ativa entre a população. Todos os contatos de pacientes com tuberculose pulmonar bacilífera tem o maior risco de adoecimento, os mesmos devem ser avaliados por uma equipe de saúde preparada. As unidades de saúde devem se organizar para garantir a realização e o acesso a esta atividade. OBS: Fundamental na atenção básica

8 Controle de Contatos CASO ÍNDICE: TB pulmonar ativa, prioritariamente com baciloscopia positiva CASO ÍNDICE: TB pulmonar ativa, prioritariamente com baciloscopia positiva CONTATO: mesmo ambiente – casa, trabalho, instituições de longa permanência CONTATO: mesmo ambiente – casa, trabalho, instituições de longa permanência AVALIAÇÃO: individualizada (forma da doença, ambiente e tempo de exposição) AVALIAÇÃO: individualizada (forma da doença, ambiente e tempo de exposição)

9 Detecção de Casos A principal forma de controlar a tuberculose e quebrar a cadeia de transmissão é a detecção e diagnóstico precoce. Os doentes responsáveis pela alta transmissão da tuberculose são os casos pulmonares bacilíferos.

10 Busca Ativa Descoberta precoce dos casos transmissíveis (PULMONARES BACILÍFEROS); Quebra da cadeia de transmissão da tuberculose; Todos os serviços de saúde devem realizar essa busca.

11 Sintomático Respiratório Todos indivíduos que apresentem tosse por tempo igual ou superior a 3 semanas; Moradores de Rua: Tosse independente do tempo; Índios e Pessoas privada de liberdade: Tosse por tempo igual a 2 semanas;

12 Busca do Sintomático Respiratório Identificar precocemente os casos bacilíferos, a fim de interromper a cadeia de transmissão pelo Mycobacterium tuberculosis e reduzir a incidência da doença a longo prazo. OBS: Trata-se então de uma ação dentro do programa, cuja operacionalização requer uma atuação do Enfermeiro com vistas à captação de suspeitos.

13 Busca do Sintomático Respiratório O Enfermeiro deve organizar essa busca considerando: O caráter continuado, permanente e organizado da busca de casos suspeitos, de forma a fazer parte da rotina diária da US, e, não se caracterizar por uma ação eventual. A organização do agendamento aberto para pessoas que procuram a US e dos suspeitos encaminhados dos outros serviços. Que os serviços de busca dos sintomáticos devem ter abrangência multiprofissional e envolvimento da totalidade dos profissionais da US.

14 Busca do Sintomático Respiratório Busca na demanda Investigação sistemática de todas pessoas que consultam nos serviços de saúde por qualquer motivo, questionando-a acerca de tosse por três e mais semanas. Busca nos grupos de diabéticos, hipertensos, idosos, aqueles com problemas pulmonares, e em locais como a triagem, marcação de consultas, sala de acolhimento, entre outros. Na sala de espera dos pacientes para consulta, colocar cartazes, faixas e realizar palestras rápidas sobre a tuberculose, indicando o local de acesso onde o paciente possa procurar o serviço de tuberculose. Também, se sugere a apresentação de filme sobre tuberculose, álbum seriado, meios eletrônicos, uso do alto-falante das US orientando os SR a procurarem à sala de orientação em tuberculose. Trata-se de uma responsabilidade de toda a equipe de saúde.

15 Lembre-se que não é todo dia que você vai encontrar um SR, mas todo dia você deve realizar esta busca de casos.

16 Meta Alcançada para Busca do Sintomático Respiratório 2012 Cavalcante: 06 Sintomáticos Respiratórios ; Teresina de Goiás: 00 Sintomáticos Respiratórios; Monte Alegre: 00 Sintomáticos Respiratórios.

17 Meta para Busca do Sintomático Respiratório 2013 Cavalcante: 25 Sintomáticos Respiratórios; Teresina de Goiás: 25 Sintomáticos Respiratórios; Monte Alegre: 25 Sintomáticos Respiratórios.

18 Procedimento para realizar a Busca do Sintomático Respiratório Observar e perguntar: Presença e duração da tosse; Orientar: Solicitação e coleta do escarro; Conduzir: Corretamente os casos com exame de escarro positiva e negativa.

19 A Procura de Casos de Tuberculose Quanto maior o número de Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de equipes do ESF desenvolvendo as ações de controle da tuberculose: maior abrangência da procura de sintomáticos respiratórios mais rápido o início do tratamento mais adequada a supervisão direta do tratamento maior a garantia de cura do doente mais rápida e eficaz a interrupção da transmissão da doença.

20 Locais Estratégicos para a Busca do Sintomático Respiratório Domicílios Cobertos pela ESF; Todas as Unidades de Saúde; Serviços que atendem pessoas que vivem com AIDS/HIV; Presídios; Instituições de longa permanência.

21 A Procura de Casos de Tuberculose Grupos com maior probabilidade de apresentar tuberculose: Os sintomáticos respiratórios; Contatos de casos de tuberculose; Residentes em comunidades fechadas; Usuários de álcool, drogas e mendigos Queda da imunidade Profissionais da área de Saúde em situações especiais. RX suspeito

22 Medidas de Prevenção mais Importantes Cura comprovada dos bacilíferos; Diagnóstico precoce dos casos de tuberculose; Controle dos contatos; Tratamento preventivo da tuberculose.

23 Instrumentos de Registro do Programa de Tuberculose

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33 Boletim de acompanhamento do SINAN

34 Obrigado!!! Coordenação Estadual de Controle das Doenças Crônicas Transmissíveis – Subcoordenação de Tuberculose Emílio Alves Ana Lourdes Seyssa Cristina Glênia Feitosa Fone: (62)


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