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POVOS BÁRBAROS: OS FRANCOS. Dinastia Merovíngia -Principal governante: Clóvis -Unificou a Gália, atual França, parte da Alemanha, da Bélgica e da Itália.

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1 POVOS BÁRBAROS: OS FRANCOS

2 Dinastia Merovíngia -Principal governante: Clóvis -Unificou a Gália, atual França, parte da Alemanha, da Bélgica e da Itália. -Cristão, apoiado pela Igreja, fundou o Reino Franco.

3 -Com a perda gradativa do poder pelos reis Merovíngios, vão ganhando força os majordomus – os prefeitos de palácio – tornando-se uma espécie de Primeiro Ministro de Estado. -Com a invasão dos árabes sobre a Gália em 732, surge a figura de Carlos Martel, um majordomus, que salva a cristantade do domínio mouro – Batalha de Poitiers ou também chamada de Batalha de Tours.

4 Dinastia Carolíngia -Em 751, o filho de Carlos Martel – Pepino, o Breve – ajudado pela Igreja, afasta os últimos remanescentes da dinastia Merovíngia e se proclama o novo rei. -Consequências da aliança entre Estado e Igreja: *fortalecimento militar; *interação das culturas romana e germânica. *expansão do cristianismo.

5 O maior dos soberanos: Carlos Magno -Filho mais velho de Pepino, o Breve, assume o trono em Com a ajuda da Igreja, expande seu território anexando a Germânia e a Itália ao seu reino. -É sagrado pelo Papa Leão III o novo chefe do Império do Ocidente. O cristianismo ganha um novo aliado.

6 Divisão política do Império Carolíngio -Os cargos eram divididos pela aristocracia territorial e guerreira: *Ducados (Duques) *Condados (Condes) *Marcas (Marqueses). -Assessoria cabia aos funcionários reais: os missi dominici – enviados do Senhor. -Os enviados cuidavam da aplicação correta das leis e dos mandos do Rei – LEIS CAPITULARES (ordenadas em capítulos).

7 Fim do Império... -Com a morte de Carlos Magno, em 814, o império começa a sucumbir. -Em seu lugar assumiu Luís, o Piedoso - filho de Carlos. -Após vinte e seis anos de governo, Luís, o Piedoso, faleceu, deixando o império bastante instável. -Seus três filhos – Carlos, Lotário e Luís – passaram a lutar pelo domínio do Império.

8 O Império Bizantino

9 Localização *Fundada pelo imperador Constantino sobre uma antiga colônia grega (Bizâncio), hoje denominada de Istambul. *Rota marítima (entre o Mar Negro e o Mediterrâneo) e vias terrestres.

10 Evolução Política -Entre 395 e 457 governou o Império Romano do Oriente a Dinastia Teodosiana. Posteriormente assumiu a Dinastia dos Leoninos. -O imperador de maior destaque foi Justiniano *Corpus Juris Civilis (Código, Digesto, Institutas e Novelas) *Construiu fortificações, estradas, pontes, templos e edifícios. *Perseguiu inimigos, judeus, pagãos, entre outros.

11 -Período Pós-Justiniano *Pode-se destacar como bons administradores os imperadores Heráclio, Leão III, Basílio II, Constantino VIII, entre outros. *A partir do ano inicia a decadência. 1-Derrota do exército para os turcos (1.071). 2-Ocupação de Bizâncio pelos venezianos (1.204). 3-Invasão e derrota dos Turcos-Otomanos (1.453).

12 -Economia, Sociedade e Política *Economia: - Sofria forte intervenção estatal. - Pesca, agricultura, pastoreio, comércio. *Sociedade: - Essencialmente urbana. - Formada por banqueiros, comerciantes e grandes proprietários de terra, animais, instrumentos de trabalho e escravos. *Política: - O despotismo e teocentrismo era a marca registrada da sociedade bizantina. O imperador era o chefe da política e da religião.

13 Religião *A sociedade bizantina era extremamente religiosa. *Monofisismo – Cristo possuía uma única natureza divina. Havia muitos seguidores dessa corrente no Egito e na Síria. Iconoclastia – Entendiam que as imagens não deviam ser objeto de adoração. *Em Bizâncio, o chefe religioso era o bispo ou patriarca de Constantinopla, enquanto os papas se declaravam como sucessores de São Pedro. *Cisma do Oriente (1054): rompimento da Igreja Católica Apostólica Romana com a Igreja Ortodoxa Grega. A Igreja Bizantina adotou o grego enquanto a Igreja Católica permaneceu com o latim.

14 Cultura e Arte Bizantina *Influência de diversos povos (gregos, romanos, árabes, persas, entre outros. *Destacaram-se, principalmente, na construção e na decoração de igrejas.

15 Islamismo

16 Geografia *A Arábia Saudita localiza-se na Península Arábica.

17 Características Gerais dos Árabes *Dividiam-se em grupos nômades e sedentários. *Viviam de saques, pequenos comércios e agricultura. *Eram politeístas. *Principais cidades da Arábia: Yatreb e Meca. -Esta última, destacava-se como o principal centro comercial da Arábia Saudita.

18 Destacava-se também na cidade de Meca, além do comércio, um grande centro de peregrinação, pois era nela que se encontrava, por exemplo, a CAABA, a morada dos deuses.

19 O profeta Maomé -Pertencia a tribo coraixita. -Sofreu influência da religião judaica e cristã. -Afirmando ter visões do céu, passa a criticar o politeísmo dos Árabes. -Inicia suas pregações afirmando que era um profeta enviado de Alá. -Perseguido, deixa a Meca e parte para Yatreb. *Este fato é conhecido com o nome de HÉGIRA (fuga) que marca o início do calendário muçulmano em 622.

20 -Por influência de Maomé, mais tarde a cidade passou a se chamar de Medina, que significa, a Cidade do Profeta.

21 -Após a conversão do povo de Medina, realizou o que chamou de Jihad (a Guerra Santa). Convocou aqueles que lhe eram obedientes e partiram para Meca. Em 630, tomou a cidade e a proclamou como a cidade santa dos maometanos.

22 Unidade e Expansão *Maomé possibilitou que a Arábia Saudita se unificasse politicamente e religiosamente e que se iniciasse um projeto expansionista para conquista de novas terras, riquezas e fiéis.

23 Religião *O livro sagrado para os muçulmanos é o Alcorão (leitura). Neste livro estão as palavras de Deus revelas à Maomé. *Princípios: Alá como único Deus e Maomé como único profeta; acreditar no Alcorão, na ressurreição e no juízo final; fazer cinco orações diárias voltadas para Meca; dar esmolas aos pobres; não ingerir bebidas alcoólicas, comer carne de porco ou disputar jogos de azar. *É importante lembrar que todo muçulmano deve ao menos uma vez na vida visitar a cidade de Meca. Obs: a poligamia é permitida.

24 Xiitas e Sunitas São seguidores do islamismo, cuja base dos seus textos sagrados se encontram redigidos no livro Sunna (costume). Sunitas: maioria dos islâmicos, acreditam que a liderança após a morte de Maomé ficou a critério das grandes tribos. Xiitas: seguidores de Ali, primo e genro de Maomé, sustentam que só são autênticas as tradições que foram passadas pelo profeta por intermédio de membros de sua família.

25 Cultura Árabe Destacaram-se na tradução de textos gregos, chineses, persas; construíram bibliotecas, observatórios astronômicos; obtiveram significativos avanços médicos; destacaram-se na Matemática, Astronomia, Geografia, História, Literatura e, evidentemente, na Arquitetura.

26 O mundo feudal - I

27 Conceito de Feudalismo *É um período da história que se sustenta nas relações sociais de produção que, por sua vez, estão baseadas na servidão.

28 Economia *Sociedade essencialmente agrária, cuja produção servia para consumo próprio. *Pela precariedade dos instrumentos e da tecnologia empregada, pode-se afirmar que a produtividade era baixíssima. *Divisão de terras: manso senhorial (domínio); manso servil (terra arrendada) e manso comunal (terras comuns).

29 Obrigações servis *Corvéia *Banalidade *Tostão de Pedro *Mão-morta *Capitação *Talha *Formariage

30 Inquisição *A Igreja estabeleceu um tribunal especial para investigar as crenças de fé duvidosa ou mesmos os maus comportamentos dos homens e das mulheres para que fossem castigados, caso fosse comprovado práticas heréticas. Esse tribunal foi chamado de Inquisição, cuja pena máxima era a morte na fogueira, em ato público, chamado auto-de-fé.

31 *A Inquisição foi criada em 1183, no Concílio de Verona, mas passou a atuar com intensidade no Pontificado de Inocêncio III. *Na Idade Moderna, com a Contra-Reforma, a Inquisição tornou-se ainda mais atuante, notadamente na Itália, Portugal e Espanha.

32 Torturas

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41 O mundo feudal - II

42 O que foram as Cruzadas? Expedições organizadas por cristãos do Ocidente – incentivados pelo Papa – para libertar a Terra Santa, que estava em poder dos turcos, que eram muçulmanos.

43 Que fatores motivaram as Cruzadas? O excedente populacional; busca por terras férteis, riquezas minerais e um lucrativo comércio no Oriente; ânsia de obter a salvação eterna; etc.

44 Consequências das Cruzadas? Dinamizou as relações comerciais entre Oriente e Ocidente; enriquecimento da classe burguesa; massacre de inúmeros cristãos, muçulmanos e judeus.

45 História do Brasil

46 + Os jesuítas no Brasil Fundaram aldeias, catequizaram os índios e iniciaram a exploração das drogas do sertão.

47 + A Sociedade Mineradora Entradas e bandeiras Século XVII descobre-se ouro na região de Minas Gerais Efetiva-se o pacto colonial - com um rígido controle metropolitano na região mineradora Migração de populações para Minas Gerais e região.

48 + A Sociedade Mineradora Aristocrática, miscigenada com o negro, mobilidade social, urbana e escravocrata.

49 + Controle da região mineradora da metrópole Ouro de Aluvião - ouro em pó concentrado na flor da terra e nos fundos dos rios. Fiscalização – Intendências – Casas de Fundição - Controle do contrabando Todo indivíduo com ouro em pó era considerado contrabando e penalizado pela coroa Portuguesa.

50 + Controle da região mineradora da metrópole Em 1750 o governo instituiu o quinto. O quinto era um imposto que deveria atingir 100 arrobas de ouro por ano. Em 1765 instituiu a derrama que obrigava toda população mineradora a completar de qualquer maneira a soma acumulada de impostos devido.

51 + Conjurações pela Liberdade Amador Bueno-SP Beckman-MA Emboabas-MG Mascates-PE Felipe dos Santos-MG

52 + Inconfidência Mineira (1789) Elite ( 1789) Crise da economia mineradora - esgotamento do ouro de Aluvião e a opressão instituída pela cobrança da derrama. Libertar o Brasil de Portugal criando uma república com o capital em São João Del Rei. Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes). A liderança aristocrática não admitia abolir a escravidão.

53 + Conjuração Baiana (1798) Revolta dos Alfaiates Classes populares Apresentou um caráter mais progressista, ao incluir o ideário abolicionista e republicano nos objetivos da Independência. Violentamente reprimido, a conspiração teve quatro líderes executados em Salvador.


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