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Cuidados em saúde nos abrigos Gilton Luiz Almada.

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Apresentação em tema: "Cuidados em saúde nos abrigos Gilton Luiz Almada."— Transcrição da apresentação:

1 Cuidados em saúde nos abrigos Gilton Luiz Almada

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3

4 Dor da alma

5

6

7 O que fazer?

8 Sentar e chorar?

9 É o melhor que podemos fazer?

10 Por quanto tempo ?

11

12 Justificativa (Continua) Abrigos merecem um destaque especial nas ações de resposta ao desastre. Aglomeração de pessoas e das condições desfavoráveis do ambiente, geralmente associadas ao despreparo da comunidade.

13 Justificativa Grande quantidade de pessoas convivendo em um mesmo espaço pode favorecer a disseminação de doenças de transmissão respiratória e ligadas às más condições de higiene.

14 Gestão (Continua)

15 Gestão Saúde Ação social

16 Ações (Continua) Definir, avaliar e aprovar previamente locais a serem utilizados como abrigos. Avaliar as instalações físicas do local. Avaliar a capacidade instalada de cada abrigo (banheiros, cozinha, acesso à água, metragem etc.).

17 Ações (Continua) Estratificar a população dos abrigos.

18 Ações (Continua)

19

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21 Monitorar o abastecimento de serviços básicos nos abrigos. Alimentação, abastecimento de água, qualidade da água para consumo humano, controle e manejo de dejetos etc.). Ações (Continua)

22

23 Intensificar ações de vigilância da qualidade da água.

24 Ações (Continua)

25

26 Intensificar ações de vigilância epidemiológica e de promoção da saúde. Ações (Continua)

27 Assistência farmacêutica (Continua)

28 Orientar os responsáveis pelos abrigos que se mantenham em alerta, no sentido de encaminhar para assistência médica imediata todos os casos de síndromes febris e diarréia que possam vir a ocorrer na população sob sua responsabilidade. Ações (Continua)

29 Realizar a monitorização das doenças diarréicas agudas (MDDA) em todos os abrigos, anotando diariamente os casos em planilha específica e encaminhar para VE Municipal. Investigar os surtos. Ações (Continua)

30 Assistência Psicológica (ação profissional): Avaliar e mobilizar os recursos de saúde mental disponíveis no município afetado. Auxiliar no diagnóstico de transtornos psíquicos que por ventura surjam no decorrer do abrigo, bem como encaminhar aos Serviços de Saúde Mental, caso necessário. Ações (Continua)

31

32 Avaliar a necessidade de vacinação, principalmente dos grupos de risco de cada doença imunoprevenível associada com a ocorrência de inundação e/ou aglomeração de pessoas. Ações (Continua)

33 Identificar a necessidade de completar o esquema de vacinação, conforme calendário preconizado pelo Ministério da Saúde ou mesmo iniciar a vacinação. Ações (Continua)

34 Intensificar ações de vigilância epidemiológica e de promoção da saúde. Ações (Continua)

35 Intensificar ações de vigilância epidemiológica e de promoção da saúde. Ações (Continua)

36 Promover ações de educação em saúde. Orientar a lavagem frequente das mãos com água tratada antes de manipularem os alimentos. Ações (Continua)

37

38 Intensificar ações de vigilância sanitária para segurança alimentar e nutricional. Ações (Continua)

39

40 Articular com a área de limpeza urbana da prefeitura para intensificar a coleta dos resíduos sólidos nos abrigos e áreas críticas/vulneráveis evitando o acúmulo de lixo, garantindo a disposição adequada dos mesmos. Ações (Continua)

41 Orientar a população do abrigo a sacudir roupas, toalhas e sapatos antes de usá-los, bem como vistoriar e sacudir roupas de cama e colchões antes de deitar. Ações (Continua)

42 Realizar atividades com as crianças. Ações (Continua)

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47

48

49 Não misturar local de distribuição de alimentos e roupas com o Abrigo

50

51 Obrigado!


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