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1 Gestão do Ciclo de Vida um Guia de Negócios para a Sustentabilidade Sessão de capacitação 3 de 4 Novembro 2006.

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1 1 Gestão do Ciclo de Vida um Guia de Negócios para a Sustentabilidade Sessão de capacitação 3 de 4 Novembro 2006

2 2 2 Gestão do Ciclo de Vida Treinamento - Sumário Introdução à GCV –Primeira sessão Como a GCV é usada na Prática –Segunda sessão Comunicando os Resultados da GCV –Esta Sessão! GCV e expectativas das Partes Interessadas –Quarta Sessão

3 3 3 Introdução à GCV –Primeira sessão Objetivo de aprendizado: Entender as bases teóricas da gestão do ciclo de vida & sua história O que é ciclo de vida? Impactos & valores criados ao longo do ciclo de vida de um produto ou serviço Definições História Uso Por que a GCV é necessária nos negócios e no governo? Agentes O que a GCV compreende? Quais os aspectos únicos da GCV? Exercício em grupo Intervalo para café feita

4 4 4 Como GCV é usada na Prática –Sessão prévia Objetivo de aprendizado: Entende os aspectos da GCV no desenvolvimento de políticas e nas operações de negócios, por meio de discussões de como integra-los na tomada de decisões e por meio de exemplos de casos Gestão do ciclo de vida Definições e benefícios Gestão do ciclo de vida envolve… Aprendizado a partir de exemplos Um processo para implementar GCV Planejar – Fazer – Conferir – Ajustar Um enfoque no projeto Mais exemplos ilustrativos Exercício em grupo Intervalo para almoço feita

5 5 5 Objetivos de aprendizado: fornecer um bom entendimento de estratégias e ferramentas de comunicação. Como e porque elas podem ser úteis aos negócios? Por que comunicar GCV Para quem? Definição e escopo, indutores, público alvo da comunicação Caixa de ferramentas de comunicação Principais características e vínculo com GCV Exemplos e difusão de ferramentas Estudos de caso Indutores de setores específicos Estratégias de comunicação Combinação de ferramentas Exercício em grupo Intervalo para café Comunicando resultados –Esta sessão!

6 6 6 GCV e expectativas das partes interessadas –Quarta Sessão Objetivo de aprendizado: entender como identificar stakeholdes, bem como suas prioridades e preocupações Por que envolver partes interessadas? Identificando partes interessadas Partes interessadas potenciais Consulte a pessoa certa Ranking Importância de incluir partes interessadas Evitando riscos Criando oportunidades Exemplo de caso Exercício em grupo Intervalo para almoço

7 7 7 1.Definição, escopo e objetivos da seção 2.Panorama geral da caixa de ferramentas de Comunicação da GCV – Principais características e relação com GCV 3.Quais meios de comunicação são usados na prática? Exemplos e difusão 4.Estudos de caso –Requisitos específicos do setor –Empresas líderes com estratégias de comunicação 5.O que vem depois? Recentes tendências e panorama Conteúdo

8 8 8 Definição e Escopo & Objetivos da Seção

9 9 9 Definição de Comunicação pelo kit de treinamento atual: Qualquer meio de compartilhamento de informação com as partes interessadas, geralmente por meio de processos unilaterais e não-interativos, p. ex. Relatório Corporativo de Sustentabilidade ou Rotulagem ambiental de produto Definição

10 10 Demandas do consumidor Informações requeridas por clientes de negócios (ex. na cadeia de suprimentos) Pressões externas pelas partes interessadas da sociedade civil (ex. ONGs) Estimular a atenção de partes interessadas do setor financeiro Programas de compras verdes pelas administrações públicas Requisitos de tomadores de decisão (ex.: WEEE e RoHS Diretivas Européias) Agentes – Porque comunicar GCV?

11 11 Vantagem competitiva em mercados emergentes ou novos mercados verdes –Consumidores finais –Clientes de negócios –Administração pública Melhor imagem –Consumidores e clientes –Partes interessadas do setor financeiro –ONGs e sociedade civil –Legisladores Regulações influentes e processos pré-normativos Oportunidades / Público alvo

12 12 partes interessadas externas Consumidores finais Clientes de negócios partes interessadas do setor financeiro Administradores públicos e elaboradores de políticas Sociedade civil e partes interessadas da sociedade Fornecedores partes interessadas internas Acionistas Funcionários e gerência Grupo alvo da comunicação

13 13 Oferecer um bom entendimento de: –Ferramentas e estratégias de comunicação –Por que e como eles podem ser valiosos para os negócios? Objetivos da Seção

14 14 Quais ferramentas de comunicação são usadas na prática pela indústria e nos negócios? Distinguir ferramentas de comunicação vs. partes interessadas almejadas –O que é usado para se comunicar com quem? Por que e como a comunicação é valiosa para os negócios? –Relevância e difusão das ferramentas de comunicação –Estudos de caso de empresas com estratégias de comunicação compreensivas –Agentes específicos do setor e necessidades de comunicação Principais questões/ Tópicos

15 15 Panorama das ferramentas de comunicação Principais características e relação com GCV

16 16 NÍVEL ORGANIZACIONAL (F&O) Relatórios ambientais Relatórios EHS Relatórios sociais Relatórios de sustentabilidade CSR – Responsabilidade social corporativa Códigos da Empresa Manuais de Conduta Auditorias Sistemas de avaliação de fornecedores PRODUTO-RELACIONADAS (P-R) Selos ambientais Declarações ambientais Declarações ambientais de produtos Indicadores de desempenho ambiental do produto Perfis do produto Análises de ecoeficiência Esquemas de informação de Prod. Diretrizes GPP Propagandas, Cadernos informativos & campanhas, websites F&O P-R Caixa de ferramentas da Comunicação

17 17 F&O Ext Int P-R Int Ext Qual ferramenta para se comunicar com quem? partes interessadas externas Consumidores finais Clientes de negócios partes interessadas do setor financeiro Administradores públicos e elaboradores de políticas Sociedade civil e partes interessadas da sociedade Fornecedores partes interessadas internas Acionistas Funcionários e gerência

18 18 F&O Reporting - From Environmental Reporting to Corporate Social Responsibility (CSR) Relatório – Do Relatório Ambiental à Responsabilidade Social Corporativa (CSR) Global report output by « type » since 1992.

19 19 Muitas aproximações diferentes Diferentes diretrizes (ex. GRI – Global Reporting Initiative) Classificação difícil, devido aos –Instrumentos voluntários –Setores diferentes e heterogêneos da indústria Pensamento de Ciclo de Vida (PCV) e Gestão de Ciclo de Vida (GCV) não são levados em conta / relatados sempre F&O Relatório – Conteúdo & GCV

20 20 Grupo de requisitos em –Ética –Social –Saúde & Segurança –Aspectos ambientais A serem realizados internamente na empresa Normalmente estendido aos fornecedores Boa ferramenta para interagir com SMEs Relação com a GCV intrínseca em –Responsabilidade Social Corporativa –Responsabilidade Extendida ao Produtor –Envolvimento dos Fornecedores F&O Códigos de Conduta & Seleção de fornecedores

21 21 Grande abrangência de Esquemas de Informação Ambiental de Produto (EPIS) Principal classificação de acordo com a verificação: –Verificação de primeira parte –Verificação/Certificação de terceira parte Codificação pelas normas ISO 1402x P-R Ferramentas de comunicação relacionadas ao produto

22 22 Normas ISO Reivindicações Ambientais e declarações Tipo-I ISO (1999) Rótulos ambientais (ex. EU-Flower, Blue Engel, White Swan) Tipo-II ISO (1999) Auto-declaração ambiental Tipo-III ISO (2006) Declarações ambientais (e.g. EPD ®, Eco-leaf) P-R Esquemas de Informação Ambiental de Produto (EPIS) – Normas de Referência

23 23 Indica a preferência ambiental geral de um produto a partir de uma categoria particular do produto Informação concisa e qualitativa –Permite aos consumidores tomarem rápidas decisões de aquisição Características/fatores principais: –Instrumento voluntário –Critério múltiplo –Aproximação do ciclo de vida –Verificação independente por terceira parte (instituições nacionais) PCV – Pensamento do Ciclo de Vida (mas não necessariamente ACV) explicitamente usados para estabelecer os critérios (indicadores múltiplos) P-R Selos ambientais ISO-tipo I

24 24 Definição (ISO 14021):auto-declarações ambientais feitas por fabricantes, importadores, distribuidores, varejistas, ou quaisquer outros que se beneficiem com tais declarações sem uma certificação independente de terceira parte Diversas formas de comunicação: –Declarações, símbolos ou gráficos em produtos ou rótulos de embalagens, ou na literatura do produto, boletins técnicos, propagandas, publicidade, telemarketing, internet –Maior vantagem para empresas: flexibilidade P-R Declarações ambientais ISO-tipo II

25 25 Principais características/fatores: –Instrumento voluntário –Geralmente critério único –Auto declaração por primeira parte Relação com ciclo de vida de produto e GCV é implícita, geralmente fraca P-R Declarações ambientais ISO-tipo II

26 26 Definição (ISO 14025): Dados ambientais quantificados para um produto, com parâmetros pré- determinados, baseada na série de padrões da ISO 14040, a qual deve ser suplementada por outras informações qualitativas e quantitativas Declarações Ambientais de Produtos (EPD) P-R Declarações ambientais ISO-tipo III

27 27 Declarações Ambientais de Produtos (EPD) – Principais fatores/características: –Instrumento voluntário –Indicadores de múltiplos impactos ambientais (da ACV) –Inexistência de critérios iniciais / níveis mínimos para serem alcançados –Permite comparações de produtos –Verificação por terceira parte Regras de Categorias de Produtos (PCR) –Define as regras para o estudo de ACV e formato EPD para categorias específicas de produtos –Processo aberto de consulta à parte interessada Relação com ciclo de vida de produto é explícita, estritamente baseada no estudo de ACV subjacente P-R Declarações ISO-tipo III

28 28 Caixa de ferramentas de comunicação e GCV

29 29 Quais ferramentas de comunicação são usadas na prática pela indústria e pelo negócio? Exemplos e difusão

30 30 partes interessadas externas Consumidores finais Clientes de negócios partes interessadas do setor financeiro Administradores públicos e elaboradores de políticas Sociedade civil e partes interessadas da sociedade Fornecedores partes interessadas internas Acionistas Funcionários e gerência F&O Ext Int P-R Int Ext Qual ferramenta para comunicar com quem?

31 31 É muito difícil medir impactos de comunicações GCV –Impactos diretos (ex. aumentar a fatia do mercado) –Impactos indiretos (imagem, outros fatores, etc.) Um indicador indireto da importância das diferentes ferramentas de comunicação é o grau de sua difusão, ex. –Número de produtos rotulados –Quantia de vendas Importância e impactos da comunicação

32 32 Selos ISO-tipo I são ainda a ferramenta de comunicação mais amplamente usada para consumidores finais No entanto, importantes limitações de selos ambientais outras ferramentas de comunicação estão aumentando sua atenção e gerando o uso de produtos melhores Simplificação de informações complexas de ciclo de vida nas Declarações ISO-tipo II, no entanto há alguns problemas de credibilidade Declarações ISO-tipo III for B2B (negócio para negócio) – aumentando, mas ainda com difusão limitada Combinação de ferramentas e relatório para várias partes interessadas Tendências observadas

33 33 Comunicação para: I.Consumidores finais II.Clientes de negócios III.Administradores públicos IV.Várias partes interessadas V.Fornecedores VI.Comunicação interna Exemplos e difusão de ferramentas de comunicação em função do grupo alvo

34 34 Difusão dos selos ISO-tipo I como de Outubro de 2006 Fonte: Frankl et al (2006) I.1 – Consumidores finais - Selos ISO-tipo I Country (Status) Year of establishment Product groups Firms Products Japan (October 2006) South Korea (June 2006) (groups) 103 (categories) Germany (State July 2006) ,650 Nordic Countries (2006) n.a. EU (October 2005) n.a. The Netherlands (Milieukeur, October 2006) Catalonia (DGQA) Austria n.a. France n.a. Spain (AENOR) Sweden (Falcon) (October 06) n.a. China (2005) n.a. India (October 2006) n.a Brazil (ABNT– Qualidade Ambiental) (under development) n.a.

35 35 Exemplo de difusão: Evolução das vendas de Produtos rotulados com o EU-Flower Fonte: I.1 – Consumidores finais - Selos ISO-tipo I

36 36 Selos e declarações ISO-type I like, ex. FSC – Forest Stewardship Council –4945 certificados Chain of Custody em 73 paises como em Set. de 2006 –854 certificados Forest management/COC em 74 paises –www.fsc.org PEFC – Pan European Forest Certification Blue Flag –www.blueflag.org/blueflag Eco-Tex standard –Milhares de concessões –www.oeko-tex.com I.2 - Consumidores finais – Selos ISO-tipo I like

37 37 Exemplos: UKCRA The United Kingdom Cartridge Recyclers Association (UK) NAPM The National Association of Paper Merchants (UK) Ecological Woodparticle board (Italy) DIGODREAM- 100% recyclable textile floor covering (Italy ) I.3 – Consumidores finais – Declarações ISO- tipo II

38 38 I.3 – Consumidores finais – Declarações ISO- tipo II

39 39 Exemplo: Fujitsu desenvolveu declarações ISO-tipo III e anúncios em jornais I.4 – Consumidores finais – Propagandas

40 40 Exemplo: Campanha AISE Washright gerou melhor uso de detergentes I.5 – Consumidores finais – Campanhas de informação

41 41 Programas Nacionais de EPD (Declarações Ambientais de Produtos) –Suécia (107 declarações até out. de 2006; participação de companhias vários paises) –Japão (210 declarações até out. de 2006) –Coréia do Sul (96 EDP até out. de 2006) –Noruega (96 declarações) Programas de EPD de setores específicos EPD –Particularmente na construção e consolidação do setor –Setor IT –Setor automotivo II.1 – Clientes de negócios Declarações ISO-tipo III

42 42 Exemplos: Eco-leaf japonesa e AUB EPD alemã II.1 – Clientes de negócios Declarações ISO-tipo III

43 43 Exemplo de marketing de Eco-leaf no exemplo de emissões de CO 2 na Fujitsu II.2 – Clientes de negócios Relatórios de marketing e sustentabilidade

44 44 Example: BASF Análise de Eco-efficiência combinada com declaração ISO- tipo II incrementada (revisão crítica por terceira parte) II.4 – Clientes de negócios Ecoeficiencia + ISO-tipo II

45 45 Declaração Qualitativa Visual Auto-declaração II.5 - All clients –ddd Exemplo: DOW BUILDING MATERIALS [Fonte: T.Smith 2005] II.5 – Todos os clientes Propagandas (ISO-tipo II)

46 46 Diretrizes de compras verdes na Dinamarca Atualmente 50 grupos de produtos Diretriz: documento tipicamente com 4 páginas Checklist para maior profundidade III.1 Administradores Publicos Diretrizes GPP

47 47 Combinação de ferramentas usadas por empresas japonesas para oferecer informações de ciclo de vida às partes interessadas públicas para compras verdes [Fonte: Resource: Japanese Ministry of Environment, 2003 Report of Green procurement] III.2 Administrações Públicas Combinações das ferramentas

48 48 [Fonte: J&J sustainability report 2003] Custos evitados de CV na Johnson&Johnson IV.1 Various partes interessadas Sustainability reporting IV.1Várias partes interessadas Relatório de sustentabilidade

49 49 Henkel: 1992 primeiro Relatório Ambiental corporativo Desde 2000 Relatório de Sustentabilidade Procter&Gamble: 1993 primeiro Relatório Ambiental corporativo Desde 1999 Relatório de Sustentabilidade Unilever: 2000 primeiro Relatório Ambiental corporativo Desde 2001 Relatório Ambiental + Relatório Social Johnson&Johnson: Desde 2000 Relatório de Sustentabilidade corporativo IV.1Várias partes interessadas Relatório de sustentabilidade

50 50 [Fonte: Menichetti, in Largo Consumo 1/2004] ASPECTOSReported instrumentsHenkelJ&JP&GUnilever QualidadeISO9000 N.a. Ambiente ISO14000 Since 2003 all business units N.d. Since 2003 for all main sites EMAS---- LCA Responsabilelidade Social SA8000On-goingN.a. OHSAS plants N.a. Sustentabilidade GRI Guidelines (in accordance) No DJSI (Eco-rating) Outros Use of renewable energy sources N.a. IV.1 Relatórios de sustentabilida e Informações de ciclo de vida

51 51 IV.1 - Relatório – Difusão por países

52 52 V.I – Fornecedores – Códigos de conduta Exemplo: LEGO Códigos de conduta introduzidos em 1997 –Ética –Social –Ambiental –Saúde e segurança Requisitos internos + estendidos a 200 fornecedores Auditoria de fornecedores por auditores independentes

53 53 Exemplo: INMINSUR, Peru ISO no principal sítio de mineração Antapite Aplicação estendida de EMS para fornecedores (10) Aplicação estendida para cobrir aspectos de saúde e segurança Política de avaliação de fornecedores: –Obediência à lei –Atenção à Saúde&Segurança de funcionários e subcontratados –Impactos positivos na vizinhança –Mitigar a poluição nos cursos dágua V.II - Fornecedores – Sistemas de Classificação

54 54 GCV é uma parte formal do processo de introdução mundial de um novo produto 3M Equipes multisetoriais, de lançamento de novos produtos usam a matriz GCV para uma avaliação holística e sistemática [Fonte: Lienne Pires – 3M Brazil] VI.1 – Comunicação Interna Matriz GCV na 3M Brasil Análise de matriz GCV aplicada à 3M Brasil em um produto adesivo Como conseqüência da análise da matriz GCV, foram identificadas oportunidades para as fases do processo, estágio de uso e estágio de disposição levando em consideração a mudança de forma dos adesivos e dos pellets

55 55 VI.2 – Comunicação Interna Modelo - STEP® da Hartmann Modelo - STEP® (Ferramenta Sistemática para Progresso Ambiental) desde 1997 Integra impactos ambientais com avaliações de saúde, segurança, e relações sociais no ciclo de vida de produto. Departamento de Desenvolvimento Sustentável do Hartmann Corporate Headquarter na Dinamarca é responsável pelas diretrizes dos sítios de produção Ferramenta simples para não-experts –Desenvolvida e organizada pela organização integração progressiva na tomada de decisão diária [Fonte: A.A.Jensen 2006]

56 56 VI.3 – Comunicação Interna KEPIs na Nokia Indicadores chave de Desempenho Ambiental (KEPIs) –Baseados nos resultados da ACV de um projeto KEPI pela Motorola, Nokia, Panasonic e Philips –Método reduz significantemente a confiança na cadeia de suprimentos para dados em fluxos de material –Identifica componentes e materiais que contam para a maioria dos impactos ambientais do ciclo de vida Canais de comunicação interna com funcionários: –Intranet –Dois eventos globais anuais –Revistas globais in-house, revista eletrônica ambiental global, folhetos informativos mensais e várias outras publicações internas [Fonte: Nokia, Integrated Product Policy Pilot Project – Stage 1 Final Report: Life Cycle Environmental Issues of Mobile Phones, Finland, April 2005]

57 57 Selos ambientais ISO-tipo I –Mais adequado para comunicação com consumidores, permite decisões rápidas, milhares de produtos classificados –Prós: Credibilidade (critério, envolvimento das partes Interessadas, verificação por terceira parte) –Contras: Diversas limitações (modelo top-down, número limitado de grupos de produtos, formato nem sempre apropriado, burocracia) Selos similares ao ISO-tipo I –Bem adequado para comunicação com consumidores, pertmite decisões rápidas, milhares de produtos classificados –Prós: Credibilidade (critério, verificação por terceira parte) –Contras: restrito a setores específicos (ex. madeira, tecido) Declaração ambiental ISO-tipo II –Bem adequado para comunicação com consumidores, milhares de declarações –Prós: Flexibilidade (modelo bottom-up) –Contras: credibilidade limitada, freqüentemente ciclo de vida não integral, somente um parâmetro ambiental Considerações Sumárias

58 58 Declarações ambientais ISO-tipo III –Mais adequado para comunicação B2B, complexo para consumidores, permite comparações, centenas de declarações em todo o mundo –Prós: Credibilidade (PCR com envolvimento de partes interessadas, verificação por terceira parte), grande quantidade de informação detalhada, ciclo de vida completo –Contras: Informações complexas sem tamanho real, alta necessidade de recursos (ACV completa), complicado para SMEs (necessários sistemas simplificados, atualmente sendo testados) Códigos de conduta, sistemas de classificação de fornecedores –Adequado para comunicação com e para coletar informações de fornecedores –Prós: Simplicidade e flexibilidade, adequado para envolver SMEs –Contras: Limitado a berço-ao-portão, não necessariamente verificado por terceira parte Considerações Sumárias – (cont.)

59 59 Aproximações por setores específicos & Estudos de caso

60 60 Presença de uma Estratégia de comunicação Agentes específicos de setor Combinação de ferramentas –Relatório no nível empresarial –Comunicação orientada por produtos (combinação de rótulos) Selos ambientais ISO-tipo I Selos e certificações similares ao ISO-tipo I Declarações ambientais ISO-tipo II Declarações ambientais ISO-tipo III Selos sociais –Propaganda & marketing Foco em Sustentabilidade Dois setores: I.Energia II.Eletrônicos Aspectos chave dos estudos de caso

61 61 Pressão dos regulamentos / Diretriz européia sobre mercados de eletricidade –Liberação de misturas de combustíveis –Informação pública de impactos ambientais, pelo menos em termos de emissões de CO 2 e rejeitos radioativos Pedido de informação de clientes de negócios Mercados emergentes para Eletricidade Verde –Fixação de preços verdes / tarifas –Selos de eletricidade verde Programas de compras verdes por administradores públicos Problemas de aceitação social / Diálogo com partes interessadas –ex. nuclear, mas também renováveis I.Energia Agentes específicos de Setor

62 62 Vattenfall (SE) Enel (IT) British Energy (UK) Electricité de France (FR) I.Energia Exemplos de Comunicação de Ciclo de Vida

63 63 Longa experiência em ACV Relatório extensivo –Relatórios ambientais –Análise de ciclo de vida do suprimento de energia de Vattenfall na Suécia, 2005 –Diversas EPDs EPD Lule River 1999 primeiro EPD® absoluto no sistema sueco Selo ambiental ISO-tipo I para certificado de energia verde Setor I.Energia Estudo de caso 1: Vattenfall (Suécia)

64 64 Vattenfall pode pleitear o selo para eletricidade ca 1 TWh, Bra Miljöval, Boa Escolha Ambiental 95% da produção de eletricidade é certificada com uma Declaração Ambiental de Produto [Fonte: Bodlund 2005] I.1Vattenfall Combinação de EPIS para comunicação

65 65 Sistema de informação aberto para todos os produtos e serviços Baseado na ISO/DIS Terceira parte verificada e certificada Uma EPD ® para eletricidade e aquecimento distrital contém –Análise de Ciclo de Vida (ACV) –Estudo de impactos na biodiversidade –Análise de Risco Ambiental (ARA) –Radiologia (energia nuclear) [Fonte: Bodlund 2005] I.1Vattenfall Valor adicionado do certificado EPD ® - Mais do que ACV

66 66 ACV dirigida à prática comum Credibilidade necessária, assegurada pela certificação por terceira parte e Regras para Categorias de Produto (PCR) com participação de parte interessada Foco em diversas questões ambientais e não em apenas uma EPD ® é um caminho, o qual os paises nórdicos Vattenfall escolheram para trilhar Valores chave: Abertura e responsabilidade [Source: Bodlund 2005] I.1Vattenfall Estratégia e conclusões chave em Vattenfall

67 67 Atividades de ACV –Desde 1999 a nível de R&D –Apenas recentemente a nível empresarial (Direção Ambiental) Dois primeiros EPDs em no contexto do projeto LIFE-INTEND EPDs em duas tecnologias de energia renovável –Eólica (primeiro EPD de sistema de eletricidade na Itália) –Geotérmica (primeira EPD no mundo) EPDs usadas para comunicação com autoridades locais –Problemas de aceitação social (eólica) –Fornece aproximação holística e nova perspectiva na comparação de tecnologias Canais de comunicação: website + relatório de sustentabilidade Preço verde: adoção de selo de garantia 100% energia verde Sector I.Energia Estudo de caso 2: Enel (Itália)

68 68 I.2Enel EPDs na Enel

69 69 I.2Enel - Rotulagem de eletricidade verde para clientes de negócios e consumidores Selo de eletricidade verde é também anexado aos produtos dos clientes empresariais que compram energia renovável da Enel (ex. produtor de água mineral) Significados importantes da comunicação de CV

70 70 Resultados da GCV (ex. rotulação de eletricidade verde) são comunicados através de Relatórios Empresariais de Sustentabilidade I.2Enel GCV no relatório sustentável

71 71 Ambiente embutido na estrutura de gerenciamento ACV/PCV e eco-design com objetivos claros Programas de compras verdes por administradores públicos –Japão, China, outros países e administradores públicos Pressão da regulamentação –WEEE, RoHS, Diretrizes para baterias e acumuladores contendo mercúrio, etc. Pedidos de informação de clientes empresariais Diversificação e competitividade do mercado Aumento na atenção de partes interessadas do setor financeiro II.Setor eletrônico Agentes específicos de setor

72 72 Samsung Seiko Epson Canon Konica Minolta Matsushita Electric / Panasonic Ricoh II.Setor eletrônico Exemplos de comunicação CV

73 73 Relatório de gerenciamento verde desde 1999 Meio ambiente/Comitê de Gerenciamento de Segurança, encabeçado pela ACV adotada desde 1995, atualmente aplicada para planejamento & desenvolvimento de produtos, combinada com DfX (projeto para reciclagem/uso/desmontagem/montagem) Ferramenta interna EPS – Eco-Product System (Sistema de produto Ecológico) –5 módulos: ACV, ecodesign, apresentação de um relatório ambiental, Aquisição Verde, Serviço ao Consumidor Grande alcance dos EPIS aplicados [Source: Menichetti 2005] Sector II.Setor Eletrônico Estudo de caso 1: Samsung (Coréias do Sul)

74 74 ISO TIPO I Kela (since 1995) More than 60 products, of which: 7 models of printer 1 model of fax 5 models of TV sets 20 models of computers+monitors 8 models of air purifiers 19 models of other products (not specified) TCO 15 models of displays Blue Angel 1 model of printer ISO TYPE II Eco – RoHS compliant label (for memories, PwBs, DVDs, digital cameras, etc. ISO TYPE III EMC (Korean EPD system) 1 model of digital camera 1 model of optical disk drive 1 model of TFT-LCD plate glass 1 model of CRT glass 1 model of TFT-LCD monitor 1 model of PDP TV 1 model of air conditioner 1 model of VCR 1 model of household refrigerator 1 model of laser printer [Fonte: Menichetti 2005] II.1Samsung Combinação de EPIS aplicado Diferentes EPIS aplicados para diferentes produtos e diferentes mercados

75 75 Selos de energia EU Energy Star 10 modelos de monitor de PC US Energy Star 15 modelos de monitor de PC 2 modelos de impressora/fax36 modelos de impressora/fax 16 modelos de impressora75 modelos de impressora 8 modelos de MFD14 modelos de MFD 3 modelos de fax18 modelos de fax Hong Kong Energy Efficiency labelling scheme 3 modelos de impressora Energy Saving Label South Korea Diversos produtos incluindo: TVs, notebooks, telefones celulares, condicionadores de ar [Fonte: Menichetti 2005] II.1Samsung Combinação de EPIS aplicado – (cont.) Selos de energia usados em mercados relevantes, adicionalmente aos selos e declarações ambientais

76 76 Auto-definição: Companhia Visionária –CEO: meta da corporação é estar cinco ou dez anos a frente de outras companhias na implementação de eco-programs inclusivos, excedendo assim as expectativas de seus partes interessadas Relatório ambiental desde 1999, Relatório de sustentabilidade e de CSR desde 2003 –Metas ambientais e progresso ACV em ambos os níveis: produto e planta produtiva –Fortes reduções de emissões atingidas na nova planta Metas focadas em PCV em cada nível: –Projeto, aquisição, manufatura, vendas, recuperação/reclico Obtenção de qualificações de selo ambiental é um objetivo de ambos departamentos: projeto e vendas [Fonte: Menichetti 2005] Setor II.Setor eletrônico Estudo de caso 2: Seiko-Epson (Japão)

77 77 ISO TIPO I Eco Mark Impressoras jato de tinta, laser e SIDM + papel Blue Angel 2 modelos of impressora Taiwan Green Mark 41 produtos, incluindo impressoras a laser, jato de tinta e cartuchos ISO TIPO II 50% de todos os produtos e 43% do total de vendas em todos os negócios qualificam para o selo Epson Ecology ISO TIPO III Ecoleaf 1 modeo de notebook PC 15 modeols de impressora 1 modelo de desktop PC20 modelos of projetor 1 modelo de PC display 4 modelos de impressora de formato grande Selos de Energia International Energy Star 4 modeols de computador US Energy Star 1 modelo de MFD 6 modeos de impressora25 modelos de impressora 3 modelos de scanner7 modelos de scanner Energy Saving Label South Korea N.A. Energy Conservation Product Certification China several models of printers (inkjet, laser, SIDM) [Fonte: Menichetti 2005] II.2Seiko-Epson Combinação de aplicação de EPIS Diferentes EPIS aplicados para diferentes produtos e diferentes mercados

78 78 Existência de uma estratégia global de comunicação Cada tipo de EPIS tem seus próprios objetivos e público alvo O selo ISO-tipo II label Epson Ecology demonstra desempenho ambiental melhor do que os modelos convencionais (ambos: IT e semicondutores) –Usuários podem obter especificações com Epson Ecology Profile Selos específicos ISO-tipo II para compras sustentáveis –Declaração formato IT Eco nos paises escandinavos –Selo verde PC no Japão (indica promoção da sociedade da reciclagem e atingimento de metas industriais) [Fonte: Menichetti 2005] II.2Seiko-Epson Estratégia de comunicação

79 79 Alta prioridade nos selos ISO-type I –Japão, Taiwan e Alemanha –Em Taiwan, aumento de vendas Epson visa certificar pelo menos 80% de toda a gama de produtos –Resposta a um número crescente de regras de aquisições públicas verdes (ex: certificada pela Certificação de conservação de energia em produtos da China) 42 modelos têm a declaração Ecoleaf ISO-tipo III Forte comunicação interna sobre Gestão de Ciclo de Vida Uso de ferramentas de comunicação da internet [Fonte: Menichetti 2005] II.2Seiko-Epson Estratégia de comunicação – (cont.)

80 80 O que vem a seguir? Panorama

81 81 Relatórios: mais enfoque no Ciclo de Vida Comunicação relacionada ao produto: no sentido de promover benchmarks e comunicar o progresso Avaliação da sustentabilidade (também relacionada ao produto) integrando aspectos ambientais, sociais e econômicos Uma só ferramenta não é suficiente! Combinação de EPIS ao longo do ciclo vida do produto Tendências recentes e a curto prazo

82 82 Outubro de 2006: Revisão das diretrizes GRI (G3) Aumento da atenção sobre gestão do ciclo de vida Relatório de sustentabilidade

83 83 Exemplo: selos ISO-tipo II no Japão Panasonic: o fator X fornece informação concisa sobre a melhoria de novos produtos em relação aos antigos Comunicando o progresso (relativo ao produto) Novos requisitos ISO-tipo II Fator GHG = (eficiência GHG do novo produto / (eficiência GHG do produto antigo), where Eficiência GHG = (Vida do produto x Funções do produto) / (emissões GHG por todo o ciclo de vida)

84 84 Recente estudo (2006) sobre Demanda do Consumidor por Declarações Ambientais do Tipo III Recommendação: benchmark com apresentação gráfica –Benchmark econômico, refletindo a relação qualidade/preço –Benchmark tanto na categoria do produto quanto na média dos produtos [Fonte: K.Christiansen et al 2006] Futuras EPDs com benchmarking

85 85 Análise de Socio-Eco-Eficiencia (SEEbalance®) na BASF [Fonte: A.A.Jensen Rumo à comunicação da sustentabilidade relacionada a produto Uso para fins internos (eco-design, desenvolvimento de produto) mas também: Marketing, apoio a clientes externos e aceitação social do produto Para fins de comunicação, como em relatórios corporativos de sustentabilidade

86 86 Gestão do Ciclo de Vida Treinamento - Sumário Introdução à GCV –Primeira sessão Como a GCV é usada na Prática –Segunda sessão Comunicando os Resultados da GCV –Terceira Sessão GCV e expectativas das Partes Interessadas –Quarta Sessão


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