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ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ASPECTOS LEGAIS E ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS.

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Apresentação em tema: "ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ASPECTOS LEGAIS E ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS."— Transcrição da apresentação:

1 ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO ASPECTOS LEGAIS E ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS

2 EDUCAÇÃO ESPECIAL: TRATAMENTO DIFERENCIADO QUE LEVA À INCLUSÃO OU A EXCLUSÃO DE DIREITOS? Para tratar deste tema é imprescindível conhecer o que nos move neste projeto – o direito de todos e para todos, sem exclusões, discriminação e preconceitos

3 No campo jurídico, uma das maiores preocupações é a aplicação eficaz do princípio da igualdade para se alcançar a justiça. O dilema é saber em qual hipótese tratar igualmente o igual e desigualmente o desigual. O objetivo deste estudo é inusitado, pois o fato de referirmos a pessoas com deficiência e seu direito á educação, faz com que surja, de imediato a noção de diferenciação. Isto é comum pois estamos acostumados a identificar tais pessoas como titulares de um ensino especial. O nosso desafio é exatamente o contrário: elaborar elementos para a implementação do princípio da igualdade.

4 QUAL O FATOR DE DIFERENCIAÇÃO QUE É INVOCADO PARA INDICAÇÃO DE SERVIÇOS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL OU ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO? Não há um fator, todos devem ser tratados igualmente.

5 QUAL O DIREITO VISADO? É o direito à educação, observando os princípios de igualdade de acesso e permanência em escola, bem como a garantia de Ensino Fundamental obrigatório.

6 A DIFERENCIAÇÃO FEITA LEVA A QUALQUER FORMA DE NEGAÇÃO AO EXERCÍCIO DO DIREITO? O Atendimento Educacional Especializado, chamado pela LDB, DE Educação Especial, apresenta duas facetas: A primeira, e mais conhecida, é a que levou á organização de escolas separadas, chamadas especiais ou especializadas, voltadas somente para pessoas com deficiência. Para os defensores deste ensino, o aluno ali matriculado está tendo acesso à educação, seu direito esta sendo garantido, e isso bastaria. A segunda faceta da Educação especial é a que vem sendo propagada pelo movimento que defende a inclusão escolar, ou seja a freqüência a um mesmo ambiente por alunos com e sem deficiência, entre outras características. Esta segunda faceta é a do Atendimento Educacional Especializado, destinado a oferecer a formação de um aluno com deficiência, sem impedi-lo de freqüentar, quando em idade própria, ambientes comuns de ensino, em estabelecimentos oficiais comuns.

7 HÁ JUSTIFICATIVAS PARA A ADOÇÃO DESSE TIPO DE TRATAMENTO DIFERENCIADO? Sim, na maioria da vezes. Os alunos com deficiência têm limitações físicas, sensoriais ou intelectuais significativas e, muitas vezes, para poderem se relacionar com ambiente necessitam de instrumentos e apoio que os demais alunos não necessitam.

8 TRATA-SE DE TRATAMENTO DIFERENCIADO QUE IMPLICA EXERCÍCIO SEPARADO DE DIREITOS, OU FERE EM SI MESMO O DIREITO À IGUALDADE? É preciso ainda que o Atendimento Educacional Especializado não gere uma situação por si só constrangedora para que recebe o tratamento desigual.

9 FINALMENTE: HÁ OBRIGATORIEDADE DE ACEITAÇÃO DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO? Não. O ensino que nossa Constituição prevê como obrigatório é o Fundamental, o AEE, bem como qualquer um dos apoios e instrumentos que ele compreende, é uma faculdade do aluno ou seus responsáveis.

10 CONSIDERAÇÕES Dentro desta reflexão permite-nos concluir que o Atendimento Educacional Especializado, destinado a alunos com deficiência, também chamado de Educação Especial, é uma forma válida de tratamento diferenciado se for observado: Seja adotado quando realmente exista uma necessidade especial; Seja oferecido preferencialmente no mesmo ambiente escolar freqüentado pelos demais alunos, e se houver necessidade à parte que ocorra sem dificultar ou impedir a criança e adolescente de ter acesso às salas de ensino no mesmo horário que os demais a freqüentam; Não deverá ser adotado de forma obrigatória. Se forem observados esses requisitos levará o aluno a inclusão e não exclusão de direitos.

11 A TENDIMENTO E DUCACIONAL E SPECIAL : ASPECTOS LEGAIS

12 O QUE DIZ A C ONSTITUIÇÃO F EDERAL ? Dentro de seus artigos e incisos a Constituição Federal garante a todos o direito à educação e ao acesso à escola, Não podendo excluir nenhuma pessoa em razão de sua origem, raça, sexo, cor, idade, deficiência e quaisquer outras formas de discriminação.

13 Q UANTO AO PREFERENCIALMENTE CONSTANTE DA C ONSTITUIÇÃO F EDERAL, ART. 208, INCISO III O Atendimento Educacional Especializado deve estar disponível em todos os níveis de ensino escolar, de preferência nas escolas comuns da rede regular munido dos instrumentos necessários à eliminação das barreiras que as pessoas com deficiência têm para relacionar-se com o ambiente externo.

14 A LDBEN E O ATENDIMENTO E DUCACIONAL E SPECIALIZADO. Em seu art. 58( e seguintes ) a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional refere-se: o Atendimento Educacional Especializado será feito em classes, escolas, ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns do ensino regular

15 A LDBEN E AS INOVAÇÕES TRAZIDAS PELO D ECRETO N 3.956/2001 (C ONVENÇÃO DA G UATEMALA ) Este documento se refere a direitos e garantias fundamentais da pessoa humana, e o acesso ao Ensino Fundamental como direito indisponível à pessoas portadoras de deficiência, não podendo ser admitido a substituição do ensino regular pelo Especial Outro esclarecimento que temos que não há discriminação quando se leva em conta a diferenciação, desde que a diferenciação não seja a deficiência. A Convenção da Guatemala dá o direito de escolha por parte da pessoa com deficiência ou de seu responsável, não estando ela obrigada a aceitar esse tratamento diferenciado.

16 I NSTITUIÇÕES ESPECIALIZADAS E ESCOLAS ESPECIAIS PODEM OFERECER E NSINO F UNDAMENTAL ? Uma instituição especializada ou escola especial é reconhecida justamente pelo tipo de atendimento que oferece, ou seja pelo Atendimento Educacional Especializado, não podendo substituir, mas complementar as escolas comuns

17 C OMO DEVEM FICAR AS ESCOLAS DAS INSTITUIÇÕES ESPECIALIZADAS ? As instituições que mantém escola especial, ainda que ofereça Atendimento Educacional Especializado, deve providenciar a matrículas dos alunos que atende, pelo menos daqueles em idade de 7ª 14 anos, no Ensino Fundamental, em escolas comuns da rede regular.Para os jovens que ultrapassem essa idade limite é importante que lhe seja garantida matrícula em escolas comuns, na modalidade EJA.

18 C OMO CUMPRIR A C ONSTITUIÇÃO F EDERAL E A C ONVENÇÃO DA G UATEMALA ? Os órgão normativos como Ministério da Educação, Conselhos de Educação e Secretarias de todas as esfera devem emitir diretrizes com orientações que irão observar no mínimo os seguintes aspectos: Mudanças arquitetônicas Critérios de avaliação As escolas de Educação Infantil, creches e similares devem estar preparadas para receber estes alunos Não deve ser permitida a realização de exames(vestibulinhos) com finalidade de aprovação ou reprovação.

19 O Ensino Médio e Cursos profissionalizantes e EJA devem ser organizados com o objetivo de atender a todos Serviços de apoio especializado e outros recursos especiais de ensino e aprendizagem que não irão caracterizar e nem substituir a função do professor responsável pela sala de aula comum do ensino regular Os cursos de formação de professores especializados em Educação Especial devem prepara esses profissionais, de modo que possam prestar Atendimento Educacional Especializado, em escolas comuns e em instituições. Cursos e capacitação para professores para receber nas salas de aula alunos com deficiência

20 T RATAR IGUALMENTE OS IGUAIS E DESIGUALMENTE OS DESIGUAIS É permitida a diferenciação com base na deficiência apenas para fim de se permitir o acesso ao seu direito e não para negá-lo.

21 S OBRE A NECESSÁRIA EVOLUÇÃO INTERPRETATIVA DE OUTRAS NORMAS : INTEGRAÇÃO X INCLUSÃO Mesmo uma pessoa com sério comprometimento precisa inquestionavelmente da convivência, sendo respeitada sua limitação e oferecida condições e recursos adequados a sua diferença. Além disso, os conteúdos escolares que esse aluno não conseguir aprender em uma escola que lhe proporcione um ambiente desafiador que adote práticas de ensino adequada as diferenças existentes nas salas de aula, provavelmente não serão aprendidas em um ambiente segregado. Nesta perspectiva da política de educação inclusiva não os alunos com deficiência, mas também os sem deficiência serão beneficiados, tanto no aspecto humano como pedagógico através da presença e convivência de todos

22 EDUCAÇÃO INCLUSIVA ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS

23 A educação é amor pelas nossas crianças, oportunidades de empreender coisas novas preparando-as com antecedência pra renovação de mundo comum.

24 O DESAFIO DA INCLUSÃO A inclusão provoca melhoria da qualidade da educação básica, e superior, para que esses alunos possam exercer o direito a educação em plenitude.

25 M UDANÇA NA ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA DAS ESCOLAS Visa estimular a escola para que elabore com autonomia e de forma participativa o seu Projeto Político Pedagógico. Ele implica em um estudo e planejamento de trabalho envolvendo todos da comunidade escolar.

26 C OMO ENSINAR A TURMA TODA ? Para melhorar a qualidade do ensino e trabalhar com as diferenças existentes nas salas de aula, é preciso enfrentar desafios da inclusão escolar sem fugir das causas do fracasso e da exclusão. O ensino para todos desafia o sistema educacional e toda uma rede de pessoas num movimento vivo e dinâmico de fazer educação.

27 E AS PRÁTICAS DE ENSINO ? Essas práticas estão voltadas para o ensino de temas, de assuntos do interesse da turma, nelas os conteúdos disciplinares não são fins em si mesmos. As escolas são espaços educativos de construção de personalidades humanos autônomas, críticas, onde as crianças aprendem ser pessoas.

28 Q UE TIPOS DE ATIVIDADES E QUAIS OS PROCESSOS PEDAGÓGICOS ? As atividades são exploradas, segundo as possibilidades e interesses dos alunos, após serem livremente escolhidas por eles. Debates, pesquisas, registros escritos, falados, observação, vivência são alguns dos processos pedagógicos utilizados, entre outros.Os conteúdos das disciplinas vão sendo espontaneamente chamados para esclarecer os temas/assuntos em estudos.

29 C OMO AVALIAR ? O processo de avaliação que é coerente com uma educação inclusiva acompanha o percurso de cada estudante a evolução de suas competências e conhecimentos Alguns instrumentos para se avaliar Os registros e anotações diárias do professor, os chamados portfólios e demais arquivos de atividades dos alunos e os diários de classe. Provas, desde que haja o objetivo de analisar, junto aos alunos e seus pais, os sucessos e as dificuldades escolares.

30 CONSIDERAÇÃO Todo educando pode aprender, mas no tempo e do jeito que lhe são próprios. O sucesso da aprendizagem esta em explorar talentos, e o grande desafio é passar de um ensino transmissivo para uma pedagogia ativa. Sem estabelecer uma referência, sem buscar o consenso, mas investindo nas diferenças e na riqueza de um ambiente que confronta significados, desejos e experiências, o professor garantirá a liberdade e as diferentes opiniões dos alunos. Então, aprendemos quando resolvemos nossas dúvidas, superamos nossas incertezas e satisfazemos nossa curiosidade


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