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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA CAMPUS XI – SERRINHA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO - DEDC INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NAS SÉRIES INICIAIS.

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1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA CAMPUS XI – SERRINHA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO - DEDC INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE IRARÁ. VALÉRIA CELIS BORGES

2 ORIENTADORAS: PROFESSORA Ms. ZENILDA FONSECA DE J. SOUZA PROFESSORA GENNY MAGNA M. AYRES

3 PROBLEMATIZAÇÃO O programa de Educação Inclusiva consiste em pôr em prática um novo conceito, que tem como base tornar a educação acessível a todas as pessoas, incluindo então às pessoas com necessidades educacionais especiais (N.E.E.) no sistema regular de ensino. Portanto, a inclusão tem um sentido inovador e é um processo cheio de imprevistos, sem fórmulas prontas, e que exige aperfeiçoamento constante dos atuantes da área educativa.

4 O sucesso da inclusão de alunos com deficiência auditiva na escola regular decorre das possibilidades de se conseguir progressos significativos por meio da adequação das práticas pedagógicas à diversidade dos estudantes. Diante disso, por que ainda existem classes especiais nas séries iniciais para crianças com deficiência auditiva ? Qual a formação do docente que atua nesta classe e quais as suas dificuldades para trabalhar com essas crianças?

5 OBJETIVOS: Investigar como se processa a inclusão de crianças com deficiência auditiva nas séries iniciais no ensino regular no município de Irará; Identificar a formação do docente que atua na classe de crianças com deficiência auditiva; Evidenciar as dificuldades do professor para trabalhar com crianças com deficiência auditiva.

6 APORTE TEÓRICO: Teoria Sócio-interacionista; Vygotsky; Rosita Edler Carvalho;

7 APORTE METODOLÓGICO: Abordagem Qualitativa; Tipo de investigação: Estudo de Caso; Instrumentos: Entrevista semi-estruturada e observação.

8 ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES: Categoria 1: Concepção de Inclusão; Categoria 2: As condições para favorecer a inclusão; Categoria 3: Barreiras encontradas no ensino de crianças com deficiência auditiva;

9 CONSIDERAÇÕES FINAIS: O paradigma da inclusão remete a pensar as questões do acesso e da qualidade na educação, chamando a atenção dos sistemas de ensino para a necessidade de uma nova organização dos espaços educacionais, com vistas a eliminação das barreiras que dificultam ou impedem a participação e a aprendizagem de todos na escola;

10 A inclusão de crianças com deficiência auditiva em escolas regulares, deve acontecer urgentemente, pois essas crianças têm o direito de freqüentar escolas regulares como garantem as leis, mas para isso as escolas devem se adaptar as necessidades dos mesmos, oferecendo o ensino da Língua Brasileira de Sinais como primeira língua. Enfim, deve-se valorizar o potencial que cada sujeito com deficiência auditiva possui, respeitando o tempo de desenvolvimento de cada um.

11 A formação do professor é uma das principais condições para que se efetive a inclusão; Esta pesquisa poderá contribuir para que o município venha a romper com a ideologia da exclusão, proporcionando a implantação da política de inclusão para alunos com DA, e para que aconteça necessita que se aperfeiçoe os docentes para atender as necessidades desses alunos, oferecendo também a educação bilíngüe, bem como a formação e atuação de professores bilíngüe e instrutores de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais).

12 As escolas inclusivas são escolas para todos, implicando num sistema educacional que reconheça e atenda às diferenças individuais, respeitando as necessidades de qualquer dos alunos. Sob essa ótica, não apenas portadores de deficiência seriam ajudados e sim todos os alunos que, por inúmeras causas, endógenas ou exógenas, temporárias ou permanentes, apresentem dificuldades de aprendizagem ou no desenvolvimento ( CARVALHO, 2004, p. 29).


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