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NEUROSES E HISTERIA VISÃO PSICO-ESPIRITUAL LÍGIA POMPEU AMEMG.

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Apresentação em tema: "NEUROSES E HISTERIA VISÃO PSICO-ESPIRITUAL LÍGIA POMPEU AMEMG."— Transcrição da apresentação:

1 NEUROSES E HISTERIA VISÃO PSICO-ESPIRITUAL LÍGIA POMPEU AMEMG

2 Quem não sabe agradecer, não sabe receber e nem mesmo pedir Aniceto – em Os Mensageiros - André Luiz/F.C.Xavier

3 Introdução Angélica, jovem de aproximadamente 25 anos, internada em Hospital Psiquiátrico.

4 Portadora de psiconeurose histérica de longo curso, a caracterizar-se por ataques violentos de psicastenia dolorosa, que surgira em conseqüência dos distúrbios neurovegetativos, que vem experimentando desde há algum tempo, acompanhados por outros de ordem motora.

5 Sua enfermidade é descrita como tendo sido originada em passado delituoso, de conotação moral pouco recomendável. No início do século XX, constrangida a se casar com um homem mais velho, por imposição familiar.

6 O marido, ao confidenciar-lhe que não tinha condições de assumir a vida sexual, permitiu- lhe relativa liberdade, com o compromisso de manter as aparências da conveniência social.

7 Acobertada, assim, pelo esposo insensato e leviano, tombou em sucessivas quedas, cometendo abortos, por quatro vezes consecutivas. Na última ocorrência, desencarnou em conseqüência de violenta hemorragia.

8 NEUROSE

9 Do ponto de vista psicológico a criança, ao se deparar com um meio não adequado, onde os adultos vivem envolvidos em suas próprias dificuldades emocionais e vivenciais, pode se sentir desqualificada em seus sentimentos Não somente o seu verdadeiro eu é prejudicado no seu desenvolvimento normal, como a necessidade de criar meios estratégicos artificiais para lidar com os outros, obriga-a a passar por cima dos seus verdadeiros sentimentos, desejos e pensamentos.

10 Acrescentamos, que, além da influência sócio-familiar no desenvolvimento, não podemos nos esquecer que o indivíduo traz impresso em seu perispírito as tendências, conquistas e consequências de toda a existência, a qual se reflete no psiquismo atual, do ser encarnado. Portanto, o desenvolvimento, saudável ou neurótico, é muitíssimo mais complexo, para além das possibilidades que somos capazes de lançar o nosso olhar.

11 No processo neurótico, pela insegurança acima citada, o indivíduo cria todo um sistema de defesas, as quais não lhe permitem flexibilidade, por não expressar o seu verdadeiro eu, mas por sentir a necessidade de se transformar em alguém que deva ser aceito e amado, não pelo que é, mas pelo que acredita que o ajudará a compensar a falta de segurança de ser aceito pelo outro. Atitudes de defesa : Perfeccionismo; Rigidez; Não se permitir errar; Desejo de reformar o outro; Diversos mecanismos de controle;

12 Atingir o aperfeiçoamento é muito diferente do ser perfeito. Uma jornada que se atinge através de passos, às vezes quase imperceptíveis, compreende também retrocessos e quedas, erros e a certos. Aprender com os próprios equívocos, buscando recomeçar. Além do autoconhecimento que esta atitude traz para a pessoa, ensina-lhe também que o outro passa por processo semelhante, e, tem, como acontece consigo, o direito aos enganos, erros, ilusões, além, é claro, das atitudes positivas já adquiridas.

13 Este desejo de perfeição existe no íntimo de todos nós, como expressão da demanda evolutiva espiritual, em direção ao Pai. É a caminhada natural. O homem, na ótica espiritista, deve ser observado na sua dualidade, espírito e matéria e na sua relação com o Criador, percebendo-se que o Espírito caminha consciente ou inconscientemente para a perfeição. – Homero Gomez – Roberto Lúcio em O Homem Sadio – Uma Nova Visão

14 Mas, aparentemente, o ser humano não pode desenvolver completamente as suas potencialidades, se não for sincero para consigo próprio, se não for ativo e produtivo, e se não cooperar com os seus semelhantes; não pode se desenvolver se mergulhar numa profunda idolatria do ego, atribuindo, sempre, os seus defeitos às deficiências alheias. Somente será capaz de se desenvolver, no verdadeiro sentido do termo, se assumir a responsabilidade de seus atos K. Horney.

15 Precisamos desenvolver um trabalho pessoal e intransferível, primeiramente de autoconhecimento, reconhecimento de possibilidades e potencialidades próprias, reconhecimento da necessidade de crescimento e aprendizado, e, neste sentido, também a capacidade de recompor os caminhos, através de atitudes novas e transformadoras.

16 HISTERIA Aspectos Psicológicos A personalidade histérica gravita em torno de si mesma, numa postura regredida, de egocentrismo. Apresenta sintomas e alta sensibilidade, fortes exigências no campo afetivo, envolvendo, principalmente, a família e as pessoas próximas. Essas exigências revelam- se de forma mais acentuada na necessidade constante de obter provas de que é, realmente, amada.

17 Não ser atendido em suas exigências tem o significado de agressão e torna-se uma prova da falta de afeto e abandono. Quase sempre, essas exigências são mantidas em segredo, não verbalizadas, na esperança e crença de que serão percebidas, de forma quase mágica, dentro daqueles aspectos regredidos, dos quais falávamos.

18 Outra forte característica é a unilateralidade afetiva, pois acredita não ser necessário o movimento da busca do contato no relacionamento pessoal, nem a necessidade de se doar. Exige receber, mas não se sente em condições de doar.

19 Ressentimentos e mágoas; Facilmente influenciável Sensibilidade exagerada; Exigência exacerbada Provas de afeto; Vaidade – Sistema de Orgulho Neurótico; Sedução - Sexualidade Reprimida; Personalidade Histriônica. Características:

20 Ressentimentos e mágoas, dirigidos, principalmente, contra familiares são profundos, acreditando-se, verdadeiramente, desvalida do aconchego familiar, buscando substitutos em todos aqueles de quem se aproximam. Como sabemos, do ponto de vista espírita, muitos desafetos podem se reencarnar como parentes, sendo então, possível que essas percepções não sejam meras sensações do paciente, mas uma situação real de reencontro, com o objetivo de se resgatar o passado de forma saudável.

21 Entretanto, dentro deste quadro doentio, o relacionamento pode tornar-se muito difícil, pois por parte do paciente existem as exigências em receber e as dificuldades em doar, em suas sensações de empobrecimento interior as quais não lhe permitem trocas e da falta de entendimento por parte da maioria dos famíliares.

22 Postura do terapeuta É delicada a postura do terapeuta, pois, ao mesmo tempo em que precisa atuar amorosamente, necessita saber colocar os limites reais, desestimulando atitudes de manipulação e sedução, desmistificando a idéia do paciente de que aquele que ama, tem que estar a todo instante dando provas de seu amor.

23 Lembramos que grande maioria dos leigos e, até mesmo alguns profissionais da área de saúde, podem desacreditar da realidade da dor do paciente, por causa da característica histriônica. Entretanto, sua dor é verdadeira e apenas se manifesta de maneira inadequada, da única forma com a qual o paciente sabe expressar-se.

24 Simplificadamente, poderíamos dizer que cabe ao terapeuta facilitar à criatura uma melhor leitura da sua experiência, oferecendo-lhe mecanismos próprios para a definição de metas e caminho. E, mesmo respeitando a liberdade de escolha do outro, o espiritista pautará sem sua leitura em pontos tais como: O Amor a Deus, a si e ao próximo; o perdão das ofensas, a reconciliação com o inimigo; a sublimação dos sentimentos e o aprimoramento da criatura, através da sua reforma íntima.

25 Abordagens Psicoterapêuticas Fundamental o trabalho individual com o paciente, bem como o atendimento familiar. Das Técnicas: Terapia Cognitiva Hipnoterapia Ericksoniana Arteterapia TRVP: Quais os riscos e benefícios? Constelação Familiar

26 HISTERIA – DOENÇA DA ALMA

27 Ao reencarnar-se o Espírito culpado, através de processo muito complexo, fixou no centro coronário, onde se situa a epífise, a veladora da sexualidade,os abusos anteriormente cometidos, que foram sendo revelados à medida que a puberdade ativava o centro genésico, produzindo-lhe o estado atual, e, simultaneamente,

28 fazendo que a memória dos sucessos infelizes começasse a trasladar-se do inconsciente profundo para o inconsciente atual, em forma de tormentosas crises evocativas das sensações experimentadas nas pavorosas regiões de dor donde proveio... Manoel Philomeno de Miranda/ Divaldo Pereira Franco em Grilhões Partidos

29 Epífise glândula da vida espiritual do homem Aos quatorze anos, aproximadamente, de posição estacionária, quanto às suas atibuições essenciais, recomeça a funcionar no homem reencarnado. O que representava controle é fonte criadora e válvula de escapamento.

30 reajusta-se ao concerto orgânico e reabre seus mundos maravilhosos de sensações e impressões na esfera emocional. Entrega-se a criatura à recapitulação da sexualidade, examina o inventário de suas paixões vividas noutra época, que reparecem sob fortes impulsos...

31 ela preside aos fenômenos nervosos da emotividade, como órgão de elevada expressão no corpo etéreo. Desata, de certo modo, os laços divinos da Natureza, os quais ligam as existências umas às outras, na sequência de lutas

32 pelo aprimoramento da alma, e deixa entrever a grandeza das faculdades criadoras de que a criatura se acha investida... Na qualidade de controladora do mundo emotivo, sua posição na experiência sexual é básica e absoluta. De modo geral, todos nós, agora ou no pretérito viciamos esse foco sagrado de forças criadoras, transformando-o em ímã relaxado, nas sensações inferiores de natureza animal.

33 Renúncia, abnegação, continência sexual e disciplina emotiva não representam meros preceitos de feição religiosa. São providencias de teor científico, para enriquecimento efetivo da personalidade... Centros vitais desequilibrados obrigarão a alma à permanência nas situações de desequilíbrio… Instrutor Alexandre/ André Luiz/F.C.Xavier em Missionários da Luz

34 Conto: O Pescador e Sua Mulher Irmãos Grimm

35 Era uma vez um pescador que vivia com sua mulher em uma miserável cabana perto do mar. Certo dia, encontrava-se pescando, quando a linha foi puxada com muita força, e ao puxá-la, o pescador trouxe para fora do mar um enorme linguado. O linguado lhe disse: - Saúde, pescador. Imploro-lhe que me deixe viver, pois na verdade não sou um peixe, mas sim, um príncipe encantado. Deixe-me ir embora. - Não há precisão de tantas palavras – replicou o pescador – É claro que não vou matar um peixe que tem o dom das palavras.

36 Ao chegar em casa, contou para a esposa o que tinha acontecido - Não lhe pediste que te pagasse com alguma coisa? - Não. O que iria pedir? - Ah! É horrível viver nesta pocilga suja e fedorenta. Podias pedir-lhe uma cabana melhor para nós! Volta e pede-lhe. Diga-lhe que precisamos de uma cabana melhor para viver.

37 O pescador não estava muito disposto a ir, mas também não estava disposto a enfrentar a resistência da mulher. Então foi até à praia, onde o mar já não estava tão calmo quanto antes. Chamou o linguado, que apareceu e perguntou: - O que está querendo a sua mulher? - Eu te pesquei, não é verdade? A minha mulher acha que devo te pedir uma recompensa. Ela quer morar numa cabana melhor do que a pocilga suja e fedorenta que vivemos hoje. - Podes ir. Ela já tem.

38 Quando o pescador voltou, encontrou a esposa sentada num banco, ao lado de uma bela casinha, muito bem montada. A mulher, levando-o para dentro, perguntou: - Não é muito melhor? - Sem dúvida! Aqui podemos viver felizes e satisfeitos! Passaram-se quinze dias, e um dia a mulher disse: - Não achas que esta casa é muito pequena para nós? O linguado bem que poderia nos dar uma melhor. Vai lá e diga-lhe que eu quero morar em um castelo de pedra.

39 O marido, mesmo não querendo, foi para junto do mar, que se encontrava ainda mais agitado. Chamou o linguado. - Que é que ela está querendo agora? Perguntou o linguado. O pescador, meio assustado, disse: Quer morar num castelo de pedra. - Volta, vais encontrá-la diante da porta.

40 Ao voltar, ele a encontrou na escadaria de um grande palácio de pedra. Na manhã seguinte, a mulher acordou primeiro. Amanhecia e ela começou a observar a paisagem maravilhosa ao redor. Acordou o marido e disse-lhe: - Levanta e vê a beleza da paisagem! A gente podia ser rei de tudo isto aqui. E, decidindo de repente, acrescentou: - Vai procurar o linguado e diga-lhe que eu quero ser Rainha!

41 Mesmo acreditando que aquele desejo era um absurdo, o pescador foi procurar o linguado. Parou junto do mar, cujas águas estavam muito agitadas e chamou o linguado. -Vamos ver o que mais quer agora – disse o linguado -Ela quer ser rainha. – respondeu o pescador, morrendo de vergonha. -Volta. Ela já rainha.

42 Ao voltar o pescador se deparou um palácio muito maior e lá estava a corte, com todo seu esplendor e a mulher sentada no trono. - Agora que és Rainha, está tudo bem. Não desejemos mais coisa alguma. - Não, meu marido. Não estou satisfeita, não posso me resignar. Sou Rainha, mas devo ser Imperatriz. Vai dizer ao linguado que desejo ser Imperatriz! -Mas, mulher, não posso pedir uma coisa dessas. Só há um Imperador no mundo! - Não interessa, quero ser a Imperatriz!

43 - Isso não vai acabar bem! Ia o pescador falando enquanto se dirigia para a praia. - Ser Imperatriz é um absurdo total! Chegou junto do mar, cujas águas estavam negras como a noite, agitado por ondas enormes. - Eu já o esperava – disse o linguado. Que é que ela está querendo? -Ah, minha mulher quer ser Imperatriz – disse o pescador quase sem voz. - Volta para junto dela. Ela já Imperatriz.

44 Ao chegar, viu-a sentada em um trono de ouro com uma enorme coroa na cabeça. - Então, mulher, estás contente agora, que já és Imperatriz? - Sou Imperatriz, mas agora quero ser Papa. Vai dizer isso ao linguado. O marido ficou apavorado. Saiu em meio a um grande vendaval, que varria a terra e dobrava as árvores. Antes de anoitecer, já estava escuro. A chuva desabou sobre a praia. Foi assim, desesperado e trêmulo que o pescador chamou o linguado.

45 O peixe, aparecendo no meio das ondas furiosas, perguntou: - Que é que ela quer agora? - Quer ser o Papa! - Podes voltar para junto dela, que já virou Papa... Quando voltou já encontrou a mulher como Papa. - Agora que és Papa, vais ficar satisfeita. Nada mais podes deseja! - Vou pensar sobre isso!

46 No dia seguinte, ao acordar, a mulher viu a luz do sol entrando pela janela e pensou: - Por que não hei também de mandar no movimento do Sol e da Lua? E, tomando súbita resolução, disse ao marido: - Vai dizer ao linguado que eu quero ser igual a Deus! - Que é isso? Enlouqueceste, mulher? - Cala a boca e faze o que estou mandando! Reconhecendo o absurdo da pretensão da mulher, o pescador foi para a praia, no meio da tempestade, arriscando-se a ser fulminado por um raio. Tremendo de medo e frio, o pescador chamou o linguado.

47 - Que é mesmo que ela quer? -Quer ser igual a Deus! Exclamou o pescador. -Volta para junto dela, disse o linguado, e vais encontrá-la na pocilga onde moravas. E na pocilga estão os dois morando até hoje.

48 OBRIGADA!


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