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APUÍ Subsídios na elaboração de uma estratégia de difusão do manejo florestal em pequena escala pela AFLORAM AFLORAM / Floresta Viva – março de 2007.

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1 APUÍ Subsídios na elaboração de uma estratégia de difusão do manejo florestal em pequena escala pela AFLORAM AFLORAM / Floresta Viva – março de 2007

2 Objetivo : Proporcionar subsídios ao DPM / AFLORAM para definir uma estratégia de difusão do MFSPE em Apuí, com base nos conhecimentos e metodologias desenvolvidas pelo Floresta Viva

3 Paulo – gerente DPM AFLORAM Elenice – Floresta Viva Jean-François – Gret Floresta Viva Izac – administrador mosaíco SDS

4 I. Um município em processo de ordenamento territorial II. Ordenamento territorial e PMFSPE III. Os assentamentos do Juma e Acari : zoneamento e atores IV. O setor madeireiro no município : atores e cadeia V. Perspectivas para os PMFSPE VI. O manejo florestal e os serviços ambientais em Apuí VII. Diretrizes

5 I. Um munic í pio em processo de ordenamento territorial AFLORAM / Floresta Viva – março de 2007

6 PARA MATO GROSSO APUI

7 Dados gerais 445 km Manaus linha recta Estrada : 400 km de Humaita, 290 km Jacareacanga, 300 km Novo Aripuana Porto : Prainha (120km), Juma (130km) Aeroporto : 2 voos por semana para Manaus 150 msnm km hab PA do rio Juma : criado em 1982 Capacidade familias, população : familias 77 ramais, 1000 km de estradas comunidades ribeirinhas (IDAM) IDH 0,676 40% população evangelista

8 HISTÓRICO DO POVOAMENTO

9 História da ocupação do território 1972 construção da estrada – primeiros moradores 1978 propaganda para atrair pessoas 1978 ja existia Vila do Sucunduri 1982 criação do PA Rio Juma (INCRA) ° vicinal (Sulino), 30 familias oriundas de Francisco Beltrão (Parana) De : principalmente migrantes do Sul 1986 energia em Apui (CEAM) – hoje luz atende vicinais Sebastião Pedro, Cangalhão, Campo Grande, Morena, Sulino, Zacarias, Kennedy até km 9 direção Sucunduri agora : migrantes do Rondônia, Nordeste, e Pará (pouco) 1995 : financiamento FNO – BASA para equipamentos

10 Aripuana Guariba Roosevelt Acari Sucunduri Juruena Tapajos Juma Principais rios do ecosistema original

11 Antes de 1972 ? : comunidades ribeirinhas Canta Galo Paraíso Barra de São Manuel Vila Do Carmo Vila Batista Bela Vista do Rio Guariba Paxiuba Vila Juma ? Sucunduri

12 BR Construção da estrada BR230 Trabalhadores na estrada e garimpeiros (RGSul, Rondônia, Goias) APUI

13 PA JUMA 1982 Criação do PA do Rio Juma Assentados vindo do Sul (Paraná …) Trabalhadores estrada

14 Novo Aripuanã Maués Novo Aripuanã Município de Apuí 1988 Criação do município de Apui Novos migrantes do Sul (Paraná …)

15 Novo Aripuanã Maués Novo Aripuanã 1992 Estrada AM 174 Novos migrantes do Norte : Rondônia, Mato Grosso (ex migrantes oriundos do Sul)

16 Ordenamento territorial Novos migrantes do Sul (Brasiguaios) e de Rondônia assentamentos UC federais Exploração ilegal, grilagem UC estaduais

17 2007 Garimpo assentamentos UC federais Garimpo Exploração ilegal, grilagem UC estaduais

18 ORDENAMENTO TERRITORIAL

19 História do ordenamento territorial ZEE sul Amazônia 2001 oficina interinstitucional ZEE 2004 estudos zona sul terminados –23 setembro : oficina participativa Apui –outubro : consulta pública para constituição do mosáico 2005 –Janeiro : Estudo AFLORAM sobre potencial e inventário copaiba, seringa e castanha nos rios Aripuana e Guariba (com financiamento do PGAI) –Janeiro : homologação das UC do mosáico –Março : I forum –Agosto : II forum 2006 –Junho : Estudo do parque do Sucunduri –Junho : Instalação da SDS em Apui e contratação de 3 ADA

20 ZONEAMENTO ECOLÓGICO ECONÔMICO DO MUNICIPIO DE APUI (atualizado fevereiro 2007)

21 Mosáico de UC : IPAAM/SDS 4 Florestas Estaduais : Manicoré, Aripuana, Sucunduri, Apui 2 RDS : Aripuana, Bararati 1 RESEX : Guariba 2 Parques Estaduais : Guariba, Sucunduri

22 UC IBAMA 2 Florestas Nacionais : Acari, Jatuarana 2 RESEX : Aripuana, Sucunduri 1 Parque Nacional : Juruena

23 Assentamentos INCRA 2 PA : Juma, Acari 2 PDS : I, II 1 PA Intensivo 2 PAE : Aripuana Guariba; São Benedito

24 INCRA IPAAM/SDS IBAMA 3 ÁREAS DE JURIDICÃO DIFERENTE : INCRA, IBAMA, IPAAM + ITEAM : ha titulados que vão ser indenizados

25 ZONEAMENTO ECOLOGICO ECONOMICO DO MUNICIPIO DE APUI (atualizado fevereiro 2007) III. Ordenamento territorial e PMFSPE AFLORAM / Floresta Viva – março de 2007

26 POTENCIAL PARA PLANOS DE MANEJO NAS UNIDADES DE CONSERVACÃO ESTADUAIS

27 4 Florestas Estaduais : Manicoré, Aripuana, Sucunduri, Apui 2 RDS : Aripuana, Bararati 3 UC sem possiblidade legal de fazer PM : RESEX e Parques Estaduais 6 UCE com possibilidade legal de fazer manejo florestal

28 => Não tem potencial para PMFSPE a curto prazo nas UC estaduais A unica área com possibilidade legal de explorar madeira, com potencial madeireiro e possibilidade (ainda com dificuldade) de escoamento via o Rio Guariba, sofre de grilagem com poucas perspectivas atuais de aumentar a capacidade local de fiscalização. Sendo uma floresta estadual, prioridade será provavelmente dada a grandes concessões CONCLUSÃO EM PRIMEIRA APROXIMACÃO

29 POTENCIAL PARA PLANOS DE MANEJO NAS UNIDADES DE CONSERVACÃO FEDERAIS

30 2 Florestas Nacionais : Acari, Jatuarana 3 UC sem possiblidade legal de fazer PM : RESEX e Parque Nacional 2 UCF com possibilidade legal de fazer manejo florestal

31 => Não tem potencial para PMFSPE a curto prazo nas UC federais A unica área com possibilidade legal de explorar madeira, com potencial madeireiro e facilidade de escoamento é uma floresta nacional gerenciada pelo IBAMA. Sendo uma floresta nacional, prioridade será provavelmente dada a grandes concessões CONCLUSÃO EM PRIMEIRA APROXIMACÃO

32 POTENCIAL PARA PLANOS DE MANEJO NOS ASSENTAMENTOS

33 2 PA : Juma, Acari 2 PDS : I, II 2 PAE : Aripuana Guariba, São Benedito 1 PA Intensivo 5 projetos de assentamento com possibilidade legal de fazer manejo florestal

34 Os PA e PDSII são proximos das áreas povoadas. Porém, os PA ja são bastante desmatados e tem muita indefinição fundiária, grilagem de terra e exploração ilegal. => Tem algumas á reas com possível potencial para fazer PMFSPE nos PA e no PDS I da zona de assentamento CONCLUSÃO EM PRIMEIRA APROXIMACÃO

35 PRIMEIRA SÍNTESE

36 Três áreas com perspectivas de fomento de PMFSPE

37 INCRA IPAAM/SDS IBAMA São áreas de juridição do INCRA

38 AFLORAM / Floresta Viva – março de 2007 IV. Os assentamentos do Juma e Acari : zoneamento e atores

39 HISTÓRICO E ZONEAMENTO

40 Aripuana Guariba Roosevelt Acari Sucunduri Juruena Tapajos Juma

41 Área dos assentamentos Juma e Acari Acari Sucunduri Juma

42 1970s : estrada e primeiras vilas

43 1980s : primeiros ramais Migrantes do Sul (Parana…)

44 1990s : ampliação dos ramais Migrantes do Rondônia, Mato Grosso…

45 Final 1990s início 2000 : electrificação (Luz para tudos)

46 Áreas de fazendas « hist ó ricas » Roque 6000 Tassizo 2000 Vani 2000 Amilton 1800 Lise 3000 Macil 5000 Z Mineiro 1000 Meca 1000… Riste 1000… Amilton 1800 Vito 1800 Donos de lojas e negócios, poder político…

47 Áreas loteadas

48 PA Acari : lotes previstos em processo PA Juma : lotes previstos em processo

49 Áreas de reserva legal coletiva Áreas de reserva coletiva

50 Áreas « verdes » ? Nem loteado nem área de reserva coletiva ??

51 Sete « setores » (oriundos do zoneamento operacional Lumiar) 3 Estados Sucunduri Sulino Estrada Nova Mineira Coruja Morena

52 Áreas com potencial para manejo florestal em pequena escala 3 Estados Sucunduri Sulino Estrada Nova Mineira Coruja Morena Novos ramais dentro do assentamento, onde ainda tem floresta em pé.

53 TIPOLOGIA DE ATORES NOS ASSENTAMENTOS

54 Tipos de situações T1. Pequeno agricultar familiar diarista : arroz, mandioca, café, milho + diarista (gado, madeira, construção civil, derrubador de mato…) T2. Pequeno agricultar familiar pecuarista : arroz, mandioca, café, cacau, pimenta (preço baixo, pouco mercado…), milho, 20 gado T3. Medio agricultor pecuarista : café, gado de corte, eventualmente leite T4. Pecuarista (morando no campo) : > 400 gados T5. Comerciante pecuarista : > 400 gados T6. Funcionário pecuarista com sitio : gados T7. Fazendeiro pecuarista historico : > gados – poder político (10 a 20 familias) T8. Fazendeiro pecuarista recente (Brasiguaio, Rondonia) : 500 a gados – concorrente (20 familias)

55 Apropriação dos lotes nos assentamentos ? T1 T2 T3 : lotes ? (1 000 fam x 1-3 lotes) T4 T5 T6 : lotes ? (1 500 fam x 1-3 lotes) T7 T8 : 300 lotes ? (20 fam x lotes) lotes previstos lotes ocupados lotes processo

56 Uma discussão quente : concessões e lotes de 500 ha ? T4 T5 T6 : lotes ? (1 500 fam x 1-3 lotes) T7 T8 : 300 lotes ? (20 fam x lotes) Discussão em curso com INCRA sobre possibilidade de legalizar lotes de até 500 ha

57 Entrevistas T4. Estavão T1. Francisco T1. Cleusia T2. Sebastião

58 LÓGICAS E DINÁMICAS ECONÔMICAS

59 Eixos de sustento e acumulação DescripçãoEixos de sustento e acumulação T1Pequeno agricultor familiar diaristaDiarias, grãos, galinhas, porco, café T2Pequeno agricultor familiar pecuaristaCafé, gado T3Medio agricultor pecuaristaCafé, gado T4Pecuarista > 400 gadosGado T5Comerciante pecuarista > 400 gadosComércio, gado T6Funcionário pecuarista 50/150 gadosSalario, gado T7-8Fazendeiro pecuarista > gadosNeg ó cios, gado diarias galinha café GADO Garimpo, salario, neg ó cio… O gado como objetivo final :

60 L ó gicas econômicas gerais DescripçãoLogica econômica geral T1Pequeno agricultor familiar diarista Otimizar renda do trabalho familiar T2Pequeno agricultor familiar pecuarista T3Medio agricultor pecuarista T4Pecuarista > 400 gados T5Comerciante pecuarista > 400 gados Otimizar taxa de retorno do capital T6Funcionário pecuarista 50/150 gados T7-8Fazendeiro pecuarista > gados Otimizar a renda do trabalho familiar : compara a renda / dia de trabalho gerada pelo gado comparado a outras atividades (diarias…) Otimizar a taxa de retorno do capital : compara o beneficio / K investido gerada pelo gado comparado a outros investimentos

61 L ó gicas econômicas entorno do gado DescripçãoLogica econômica gado T1Pequeno agricultor familiar diaristaPoupança T2Pequeno agricultor familiar pecuaristaPoupança, renda T3Medio agricultor pecuaristaPoupança, renda T4Pecuarista > 400 gadosRenda T5Comerciante pecuarista > 400 gadosPoupança, investimento, renda T6Funcionario pecuarista 50/150 gadosPoupança, investimento, renda T7-8Fazendeiro pecuarista > gadosInvestimento, renda Poupança : capital mobilizavel em caso de problema Produção / renda : eixo principal de renda dentro da econômia familiar Investimento : investimento adicional a rendas da econômia familiar

62 Escoamento do gado assentamentos UC federais UC estaduais

63 L ó gicas econômicas entorno da madeira DescripçãoLogica econômica madeira T1Pequeno agricultor familiar diaristaVender para acumular T2Pequeno agricultor familiar pecuaristaVender para acumular T3Medio agricultor pecuaristaDesmatar para pasto T4Pecuarista > 400 gadosDesmatar para pasto T5Comerciante pecuarista > 400 gadosDesmatar para pasto T6Funcionario pecuarista 50/150 gadosDesmatar para pasto (e vender ?) T7-8Fazendeiro pecuarista > gadosDesmatar para pasto Não parece existir a noção de obter uma renda anual continua da exploração da floresta. No melhor dos casos, a exploração da madeira mais parece ser uma maneira de acumular um capital para poder investir em café… ou gado

64 Escoamento da madeira assentamentos UC federais UC estaduais

65 Outros atores externos Grileros : junta lotes e vende a outras pessoas (local ou de fora) para abrir fazendas Toreiro : compra madeira em pé do agricultor, explora, puxa e transporta até Apui Serrador : geralmente da sede Apui, serra madeira sob encomenda Camioneiro : transporta a madeira serrada do assentamento até Apui (pequeno caminhão), e de Apui até fora (carreta) Serraria : na sede de Apui, compra madeira do toreiro ou organiza a exploração de planos de manejo dentro do assentamento

66 AFLORAM / Floresta Viva – março de 2007 V. O setor madeireiro no município : atores e cadeia

67 ATORES DO SETOR MADEIREIRO

68 Os atores da cadeia -As serrarias -As marcenarias / movelarias -As carrocerias -Os toreiros -Os caminhoneiros -Os serradores -Os detentores de lotes -Os técnicos

69 Serrarias -INCOPOL (Ivo) : > 200 m3 serrado / mês -?? (Chico) > 100 m3 serrado / mês -INDUSMAP (Marcos) > 120 m3 serrado / mês -Madebras (Bugre) ? -Madelago devagar? -Gabriel Valdeci ? -Rio Juma (Roque) – parada -CIE (Gedro) - desistiu

70 Marcenarias / movelarias –MADESUL (Luis) : 60 a 70 m3 serrado / mês –BARUSMOVEIS (Japonês) 8 a 10 m3 serrado / mês –RUDI (Rudimar)5 m3 serrado / mês –João5 m3 serrado / mês –Milton5 m3 serrado / mês –CD5 m3 serrado / mês –Mais 2 ……

71 Carroceria –VALCAROCERIA2 a 4 m3 serrado / mês

72 Serrador –50 a 100 serradores na cidade

73 Caminhoneiro 6 a 7 caminhãos saem de Apui a cada semana

74 Toreiro 5 « toreiros » com caminhão e máquina 15 « toreiros » com caminhão

75 CADEIAS PRODUTIVAS DA MADEIRA

76 desmatamento Toreiro Serraria sem plano PMFSPE Ibama PM Emp. Ibama PMFSPE SDS Serrador Marcinaria C. Civil local Moveis local Caminhão Nacional Exportação Prefeitura Caminhão Cadeias Tora Pranchas, précortados, m ó veis Esquad. Manaus Esquad local Moveis SEDUC

77 desmatamento Toreiro Serraria sem plano PMFSPE Ibama PM Emp. Ibama PMFSPE SDS Serrador Marcinaria C. Civil local M ó veis local Caminhão Nacional Exportação Prefeitura Caminhão Construção civil Tora Pranchas, précortados, m ó veis Esquad. Manaus Esquad local M ó veis SEDUC angelim, roxinho, faveira, garapa, sucupira

78 desmatamento Toreiro Serraria sem plano PMFSPE Ibama PM Emp. Ibama PMFSPE SDS Serrador Marcinaria C. Civil local M ó veis local Caminhão Nacional Exportação Prefeitura Caminhão Tora Pranchas, précortados, m ó veis Esquad. Manaus Esquad local M ó veis SEDUC Esquadrias Cedro, angelim

79 desmatamento Toreiro Serraria sem plano PMFSPE Ibama PM Emp. Ibama PMFSPE SDS Serrador Marcinaria C. Civil local M ó veis local Caminhão Nacional Exportação Prefeitura Caminhão Tora Pranchas, précortados, m ó veis Esquad. Manaus Esquad local M ó veis SEDUC M ó veis Cedro, angelim, muiracatiara, peroba rosa

80 desmatamento Toreiro Serraria sem plano PMFSPE Ibama PM Emp. Ibama PMFSPE SDS Serrador Marcinaria C. Civil local M ó veis local Caminhão Nacional Exportação Prefeitura Caminhão Tora Pranchas, précortados, m ó veis Esquad. Manaus Esquad local M ó veis SEDUC Nacional, exportação Exportação : Ipê, cedro, jatoba, cumaru Nacional : Roxinho, angelim, faveira, garapa

81 VOLUMES (ESTIMATIVAS)

82 desmatamento Toreiro Serraria sem plano PMFSPE Ibama PM Emp. Ibama PMFSPE SDS Serrador Marcinaria C. Civil local M ó veis local Caminhão Nacional Exportação Prefeitura Caminhão Volumes Esquad. Manaus Esquad local M ó veis SEDUC m3 eq tora / ano 1 000

83 desmatamento Toreiro Serraria sem plano PMFSPE Ibama PM Emp. Ibama PMFSPE SDS Serrador Marcinaria C. Civil local M ó veis local Caminhão Nacional Exportação Prefeitura Caminhão Volumes Esquad. Manaus Esquad local M ó veis SEDUC m3 eq tora / ano m3 eq tora / ano

84 O ESQUEMA DA ILEGALIDADE

85 Tira madeira ilegal fora de PM a R$ 200 / m3 Serra a R$ 100 / m3 (sem disponibilidade de madeira legal, as serrarias aceitam entrar no jogo para manter a empresa). FORAAPUI « Picareta » Serraria Toreiro Camioneiro PMFSPE IbamaTécnico O detentor do lote recebe (ou não) um pago bom da madeira em pe Paga e organiza a operação Transporta as pranchas a R$ 2,0 a 2,50 / km Faz o PM a R$ 50 / ha e faz assinar uma procuração

86 « Picareta » Serraria Toreiro Camioneiro PMFSPE IbamaTécnico Tira a madeira fora dos PM para juntar espécies de alto valor, e mais pr ó ximo para reduzir custos de transporte PMFSPE modelo IBAMA, com 1 talhão, 25 m3 / ha, e altas quantidades de madeira de alto valor. E protocolado via procurador. A parcela pode ficar não explorada Utilizam a ACOF / AUTEX dos PMFSPE para esquentar a madeira

87 PM pequena escala elaborados modelo IBAMA …

88 OS PLANOS DE MANEJO EM PEQUENA ESCALA MODELO SDS

89 A atuação da AFLORAM em Apui

90 PM pequena escala modelo SDS elaborados pela AFLORAM

91 TENDÊNCIAS E PRINCIPAIS GARGALOS

92 O desmatamento para colocar gado continua sendo o objetivo A exploração ilegal da madeira continua A impunidade dos clandestinos desincentiva a legalidade Os PMFSPE IBAMA são desacreditados e servem para esquentar madeira A não liberação dos PMFSPE SDS descredibiliza a SDS A não liberação dos PM incentiva as serrarias em participar da ilegalidade … ou a fechar

93 AFLORAM / Floresta Viva – março de 2007 VI. Perspectivas para o manejo florestal em pequena escala em Apui

94 OS PLANOS DE MANEJO EM PEQUENA ESCALA NA ECONÔMIA LOCAL

95 PM : 60 ha Serraria m3 tora / ano No melhor dos casos, as serrarias precisariam de 150 PMFSPE SDS para funcionar ! As serrarias dizem precisar de planos de manejo de « dimensão empresarial » para poder funcionar (ver concessões ?) Os PMFSPE SDS : uma solução para as serrarias ? 60 m3 tora / ano

96 PM : 60 ha Serraria Ipé, cedro, jatoba … As serrarias : um mercado único para os PMFSPE SDS ? As serrarias procuram em prioridade espécies de alto valor para mercado nacional e exterior. Apos 4 a 6 anos de exploração, pode-se anticipar que o PM não tem mais espécies comerciais. Marcenarias Const. Civil

97 PM : 60 ha Serraria R$ 15 a 30 / m3 em pé Serrador A venda em pé : a única opção de exploração dos PMFSPE ? R$ 500 a 600 / m3 ser. A exploração em tora da madeira em pé pode estragar a floresta e é pouco atrativa para o detentor da floresta. Existem serradores (até com serraria portátil) que poderiam agregar mais valor com menos estrago na floresta.

98 PM : 60 ha Serraria R$ / ano (em pé) Serrador O PMFSPE SDS: uma renda complementar atrativa ? R$ / ano (serr.) A renda adicional passa de R$ 100 / mês (em pé) a R$ 600 / mês (em pranchas)…

99 CUSTOS DE OPORTUNIDADE : uma aproximação

100 Pasto gado PMFSPE SDS em pé PMFSPE SDS prancha 1 UBT/ha R$ 200 / boi 1 m3 / ha R$ 30 / m3 0,5 m3 serr / ha R$ 600 / m3 R$ 100 / ha / ano R$ 30 / ha / ano R$ 150 / ha / ano PMFSPE Ibama em pé 20 m3 / ha R$ 30 / m3 R$ 600 / ha / ano Comparativo da renda / ha / ano Renda líquida :

101 Pasto gado PMFSPE SDS em pé PMFSPE SDS prancha 1 UBT / ha R$ 200 / boi 1 m3 / ha R$ 30 / m3 0,5 m3 serr / ha R$ 600 / m3 R$ 100 / ha / ano R$ 30 / ha / ano R$ 150 / ha / ano PMFSPE Ibama em pé 20 m3 / ha R$ 30 / m3 R$ 600 / ha / ano Extensivo: < 1 UBT / ha Rotacionado: 1-2 UBT / ha?

102 Pasto gado PMFSPE SDS em pé PMFSPE SDS prancha PMFSPE Ibama em pé 1 UBT/ha R$ 200 / boi 1 m3 / ha R$ 30 / m3 0,5 m3 serr / ha R$ 600 / m3 R$ 100 / ha / ano R$ 30 / ha / ano R$ 150 / ha / ano 20 m3 / ha R$ 30 / m3 R$ 600 / ha / ano ? Ver nova IN do IBAMA : - Divisão em tahões ? - Intensidade de corte ?

103 Pasto gado PMFSPE SDS em pé PMFSPE SDS prancha 1 UBT/ha R$ 200 / boi 1 m3 / ha R$ 30 / m3 0,5 m3 serr / ha R$ 600 / m3 R$ 100 / ha / ano R$ 30 / ha / ano R$ 150 / ha / ano PMFSPE Ibama em pé 20 m3 / ha R$ 30 / m3 R$ 600 / ha / ano Ver possibilidade de desenvolver exploração em prancha ou tábua…

104 Pasto gado PMFSPE SDS em pé PMFSPE SDS prancha 1 UBT/ha R$ 200 / boi 1 m3 / ha R$ 30 / m3 0,5 m3 serr / ha R$ 600 / m3 R$ 100 / ha / ano R$ 30 / ha / ano R$ 150 / ha / ano PMFSPE Ibama em pé 20 m3 / ha R$ 30 / m3 R$ 600 / ha / ano A exploração da madeira serrado poderia competir com o gado ?

105 Pasto gado PMFSPE SDS em pé PMFSPE SDS prancha 1 UBT/ha R$ 200 / boi 1 m3 / ha R$ 30 / m3 0,5 m3 serr / ha R$ 600 / m3 R$ 100 / ha / ano R$ 30 / ha / ano R$ 150 / ha / ano PMFSPE Ibama em pé 20 m3 / ha R$ 30 / m3 R$ 600 / ha / ano Precisa-se estudar mais : Renda por dia de trabalho ? Calendário de trabalho ? Sustentabilidade ? Segurança do mercado ?

106 VII. DIRETRIZES AFLORAM / Floresta Viva – março de 2007

107 « Picareta » Serraria Toreiro Camioneiro PMFSPE IbamaTécnico 4. Vistoriar os PMFSPE IBAMA e SDS elaborados e « explorados » 5. Aumentar a fiscalização do transporte da madeira 2. Trabalhar a opção de concessão para a associação de madeireiros? 1. Agilizar os processos de LO dos PM 3. Organizar uma campanha de sensibilização Romper o círculo vicioso

108 Gerar a transição : agilizar alguns PMFSPE para complementar o abastecimento das serrarias Preparar o futuro : realizar alguns testes de exploração de PMFSPE com serradores e comercialização da madeira serrada Gerar a transição e preparar o futuro

109 Em ambos casos, « selecionar » os beneficiários da assistência técnica da AFLORAM com critérios de viabilidade Procurar locais com potencial e possibilidade de vários PM para reduzir o custo da assistência técnica, da fiscalização, viabilizar o uso da serraria portátil e reduzir os custos de transporte Procurar condições favoráveis


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