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Eletroeletrônica APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL: CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS 2014.

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1 Eletroeletrônica APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL: CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS 2014

2 Apresentação Professor: Gilson Camargo Saite: Resumo Qualificação: Mais de 32 anos de experiência profissional, atuando em empresa multinacional de grande porte, do ramo elétrico, nas áreas de manutenção eletrônica, engenharia de projetos e automação de máquinas e equipamentos. Responsável pela área de manutenção eletroeletrônica e projetos. Ampla vivência em projetos elétricos e eletrônicos, programação. Habilidade com esquemas elétricos e eletrônicos em geral e desenhos de projetos. Conhecimentos de informática (PLCs, Simatic, C, Linux entre outros). Graduado no curso ASTI Segurança da informação FATEC Instrutor de cursos periódicos SENAI (Conversores, Inversores e SoftStart).

3 Unidade curricular: Eletricidade geral 60 horas Principais conteúdos formativo: Configurar CLP em funções de suas características e estruturas Programar CLP para aplicações em processo. Elaborar programas de aplicação em CLP Diagnosticar erros de programação.

4 Certificados Requisitos: Concluído a 5º serie do ensino fundamental. Ter no mínimo, 16 anos completos. Frequência => que 75% Ter concluído o curso de Comandos Elétricos ou comprovar experiência anteriores. Para qualificação profissional concluída será conferido o certificado de CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS

5 Introdução O computador é uma máquina capaz de processar informações, realizar caçulos matemáticos de forma automática e extremamente rápida.

6 História Desde a antiguidade as civilizações precisavam de utilizar algum método pra realizar cálculos. No início era utilizado os 10 dedos das mãos, por esse motivo nosso padrão é o decimal (0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9). Foi a partir disso também que surgiu o termo dígito, pois eram utilizado os dedos das mãos. Porém conforme o tempo foi passando foi surgindo a necessidade de se criar métodos mais avançados para realização de cálculos. Quando pergunto às pessoas mais velhas sobre quem inventou o computador, muitos dizem Bill Gates, porém, como sabemos, para chegar até aos computadores modernos que temos hoje foi uma longa jornada na história com vários personagens que deram suas contribuições no ramo da ciência.

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8 CONCEITOS DE SISTEMAS DE NUMERAÇÃO: Sistema Decimal: Tal como referido, o sistema Decimal é o sistema mais utilizado pelos seres humanos, normalmente para indicar quantidades, e é constituído por dez algarismos: 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9.

9 DECIMAL, BINÁRIO, OCTAL E HEXADECIMAL A conversão entre sistemas numéricos é realizada com base em regras. A quantidade de algarismos disponíveis num sistema de numeração designa- se de base, sendo que a representação numérica mais utilizada é a notação posicional ( valor atribuído a um símbolo dependente da posição em que este se encontra, num conjunto de símbolos). Alguns sistemas de numeração: - Decimal (base 10) - Binário (base 2) - Octal (base 8) - Hexadecimal (base 16)

10 Sistema Binário: O sistema binário é o sistema mais utilizado por máquinas, uma vez que os sistemas digitais trabalham internamente com dois estados (ligado/ desligado, verdadeiro/ falso, aberto/ fechado). O sistema binário utiliza os símbolos: 0,1, sendo cada símbolo designado por bit (binary digit).

11 Sistema Octal: O sistema octal é um sistema de numeração de base 8, ou seja, recorre a 8 símbolos (0,1,2,3,4,5,6,7) para a representação de um determinado valor. O sistema octal foi muito utilizado no mundo da computação, como uma alternativa mais compacta do sistema binário, na programação em linguagem de máquina. Atualmente, o sistema hexadecimal é um dos mais utilizado como alternativa viável ao sistema binário.

12 Sistema Hexadecimal: Sistema de numeração muito utilizado na programação de microprocessadores, especialmente nos equipamentos de estudo e sistemas de desenvolvimento. Utiliza os símbolos: 0,1,2,3,4,5,6,7,8,9 do sistema decimal e as letras A, B, C, D, E, F. Equivalências: A= 10, B= 11, C=12, D= 13, E= 14 e F= 15.

13 Evolução da Automação Industrial

14 A automação surgiu como o caminho para a redução da participação da mão humana sobre os processos industriais. Podemos dizer que a utilização em larga escala do moinho hidráulico para fornecimento de farinha, no século X, foi uma das primeiras criações humanas com o objetivo de automatizar o trabalho, ainda que de forma arcaica.

15 Evolução da Automação Industrial Com a ajuda do inventor James Watt, a máquina a vapor se tornou mais eficiente, com a implantação do regulador de velocidade. As primeiras máquinas movidas a eletricidade surgiram em meados do século XIX, graças a esforços de diversos pesquisadores – entre eles Michael Faraday e André-Marie Ampère – que estudaram a utilização da eletricidade e do magnetismo em conjunto, levando ao desenvolvimento de motores que, conectados a sistemas elétricos, acionavam alavancas.

16 Evolução da Automação Industrial O conceito de automação foi instituído nos Estados Unidos apenas em 1946, nas fábricas automotivas e, atualmente, o termo significa qualquer sistema que utilize computação e que substitua o trabalho humano com o intuito de aumentar a velocidade e a qualidade dos processos produtivos, a segurança dos funcionários, além de obter maior controle, planejamento e flexibilidade da produção.

17 Evolução da Automação Industrial Até o final da década de 1960, as empresas automobilísticas produziam em massa, com rapidez e qualidade, mas não ofereciam muitas opções para os clientes, já que a linha de produção não era flexível. A solicitação de um carro com acessórios específicos ou com uma cor diferente da disponível para pronta entrega poderia levar muitos meses para ser produzida, por exemplo.

18 Evolução da Automação Industrial Percebendo a necessidade do mercado, a General Motors (GM), nos Estados Unidos, solicitou à empresa Allen-Bradley que confeccionasse um produto que conferisse versatilidade à produção. A empresa, que já produzia contatores e dispositivos elétricos, desenvolveu, em 1968, o equipamento chamado Controlador Lógico Programável (CLP), que substituiu os antigos relés e permitiu fazer modificações rápidas no processo produtivo.

19 Controlador Lógico Programável A maioria dos fabricantes respondeu à altura, criando linhas de pequeno porte ( pontos de E/S), de médio porte ( pontos de E/S) e de grande porte ( pontos de E/S). Geralmente, os modelos não eram compatíveis uns com os outros. Esses problemas foram sanados com a introdução dos protocolos de comunicação abertos por meio de canais de comunicação serial.

20 Controlador Lógico Programável Nos anos 90, o mercado se desenvolveu e se tornou ainda mais forte, pois entraram em cena os controladores para microaplicações (menos de 50 pontos de E/S), o que exigiu uma redução de tamanho e de custos por parte dos fabricantes de controladores.

21 Controlador Lógico Programável

22 Principais Características As principais vantagens do PLC são: Facilidade e flexibilidade para alterar os programas. O CLP pode ser programado e operar uma lógica distinta. O programa pode ser armazenado em memória para replicação em outro sistema ou ser guardado como sistema reserva (backup). No caso de defeito, sinalizadores visuais no CLP informam ao operador a parte do sistema que está defeituosa. Alta confiabilidade. Pequeno tamanho. Arquitetura modular, que facilita e flexibiliza a instalação de hardware. A principal desvantagem do PLC é a necessidade de maior qualificação da equipe de manutenção.

23 Características As características dos CLPs devem ser analisadas antes da escolha do equipamento adequado ao nível da automação a ser implementada. Podem ser reprogramados, portanto, são reutilizáveis. Permitem o envio e o recebimento de informações no modo on-line, ou seja, é possível alterar o programa de controle ou fazer o diagnóstico de falhas com o equipamento em funcionamento.

24 Exemplo de um Sistema de Supervisão e Controle

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26 Configurações Gerais dos Sistemas Supervisórios Os sistemas supervisórios podem ser concebidos em diversas configurações. A supervisão, o comando e o controle podem se restringir a uma pequena unidade de produção ou a grandes áreas das indústrias. Como se pode observar, há, nesse sistema, três sistemas de redes de computadores. Há uma rede para uso gerencial da empresa e que se interliga com a rede principal do sistema de supervisão e de controle. Esta, por sua vez, se interliga com as sub-redes de controle, que podem ser do tipo Fieldbus ou outra rede qualquer de controle.


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