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Programa Oportunidades: Empreendedorismo e Combate à Pobreza.

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Apresentação em tema: "Programa Oportunidades: Empreendedorismo e Combate à Pobreza."— Transcrição da apresentação:

1 Programa Oportunidades: Empreendedorismo e Combate à Pobreza

2 Apresentação do Programa Oportunidades O que continua e o que muda em relação ao Programa de Luta contra a Pobreza no Meio Rural, seu antecessor Tópicos

3 Justificação Quadro Estratégico Objectivo Geral Objectivos Específicos Zonas de Intervenção Grupos Alvo Organização e Gestão Custo do Programa Programa de Promoção de Oportunidades Socioeconómicas Rurais

4 A pobreza continua a atingir as zonas rurais, apesar dos resultados da sua redução a nível nacional, período de 2001/2002 a 2007, em 10 pontos percentuais, isto é, de 36,7% para 26,6% (dados do INE, 2007). Disparidades geográficas existentes A maioria das famílias pobres serem chefiadas por mulheres A geração mais afectada serem os jovens. As características das vulnerabilidades do país e os níveis ainda existentes de pobreza aconselham a existência de programas específicos direccionados a grupos mais desfavorecidos. 1.Justificação

5 Quadro Estratégico Visão Uma nação inclusiva, justa e prospera, com oportunidades para todos Orientações Estratégicas do Governo DECRP II (2008 – 2012) e DECRP III ( ). Coerência com o mandato do FIDA e seu quadro estratégico ( )

6 O objectivo geral do Programa é contribuir, em seis anos ( ) para a melhoria das condições de vida das populações rurais em situação de pobreza. Objectivo Geral

7 O primeiro objectivo específico do Programa é contribuir para aumentar os rendimentos das populações em situação de pobreza no meio rural, promovendo a criação de oportunidades económicas inclusivas e sustentáveis. 1º Objectivo Específico

8 O segundo objectivo específico do programa é o reforço da sustentabilidade pela via da capacitação organizacional, da mobilização de recursos e de gestão financeira das instituições (ACDs, CRPs e Programas Regionais de Luta contra a Pobreza ). 2º Objectivo Específico

9 As zonas de intervenção propostas são as mesmas cobertas pelo PLPR, ou seja, as comunidades rurais das ilhas da Brava, Fogo, Maio, Santo Antão, São Nicolau, Santiago e São Vicente Zonas de Intervenção

10 Mulheres rurais chefes de família Os jovens que, por falta de formação, deixam de aproveitar as oportunidades no mercado de trabalho e nem podem criar oportunidades para si através do auto emprego Indivíduos ou agregados familiares seleccionados com base em critérios de pobreza identificados pelas próprias comunidades: Que, por falta de acesso à terra por conta própria(ou cultivar como inquilinos), buscam uma alternativa em termos de actividades geradoras de rendimento que não têm a capacidade de aceder ao micro-crédito para desenvolver suas próprias actividades e que estão à frente de uma família numerosa (número elevado de crianças menores de 15 anos), Pessoas Vulneráveis que sofrem de uma doença crónica ou deficiência e que vivem em casas que não têm condições mínimas de habitabilidade Grupos Alvo

11 Agente principal: - Ministério da Juventude, Emprego e Desenvolvimento dos Recursos Humanos Direcção e Concertação: - Conselho Nacional de Redução da Pobreza Coordenação e Gestão: - Unidade de Coordenação do Programa - Comissões Regionais de Parceiros e suas Unidades Técnicas Execução: - Associações Comunitárias de Desenvolvimento - Organizações Não-Governamentais Organização e Gestão

12 Custos do Programa COMPONENTESUSD% 1-PRLP ,869% 2-Animação, Formação, comunicação trabelho em rede ,020% 3-Coordenação e Gestão ,411% Total das Componentes ,2100% Contingências físicas ,9 Contingencias de preços ,0 TOTAL CUSTOS PROJECTO ,1

13 O QUE CONTINUA E O QUE MUDA EM RELAÇÃO AO PROGRAMA DE LUTA CONTRA A POBREZA NO MEIO RURAL

14 A Abordagem CDD (Community Driven Development) A Aposta nas Comissões Regionais de Parceiros e Associações Comunitárias de Desenvolvimento O Que Continua

15 DO PONTO DO FUNCIONAMENTO Gestão Orientada para Resultados Maior envolvimento das ONGs e outros parceiros na execução dos projectos; DO PONTO DE VISTA DO INVESTIMENTO Enfoque em actividades económicas; Financiamento de Projectos intercomunitários de natureza económica Maior responsabilização dos beneficiários através da constituição de um fundo local de reembolso; Promoção do Cooperativismo O Que Muda

16 MUITO OBRIGADO


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