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PALEOLÍTICO/ NOMADISMO PALEOLÍTICO/ NOMADISMO NEOLÍTICO/ SEDENTARISMO NEOLÍTICO/ SEDENTARISMO TÉCNICAS CIDADES.

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1 PALEOLÍTICO/ NOMADISMO PALEOLÍTICO/ NOMADISMO NEOLÍTICO/ SEDENTARISMO NEOLÍTICO/ SEDENTARISMO TÉCNICAS CIDADES

2 INTERFERÊNCIA GEOGRÁFICA

3 ESTADO GOVERNANTE BUROCRATAS SOLDADOS SACERDOTES

4 A CIVILIZAÇÃO EGÍPCIA Terra dos Faraós

5 A Dádiva do Nilo

6 As Cheias do Nilo De junho a outubro as chuvas são torrenciais nas cabeceiras do Rio Nilo, no Lago Vitória. No fim do período chuvoso, de outubro a novembro, o rio volta a ocupar o seu leito normal, começando de abril até maio o período de colheita dos produtos agricultáveis. Com a terra fértil se produziam plantas nativas como o lótus e o papiro. O Nilo foi também fonte de vida das populações que usavam das suas águas para a pesca. Para aproveitamento das águas várias obras públicas foram construídas para o aproveitamento das águas do Rio Nilo, como diques e canais. Graças à necessidade de bom aproveitamento do solo fértil, os egípcios tornaram-se especialistas no conhecimento da matemática e da geometria.

7 O Antigo Império (3200 a.C. a 2200a.C.) Esse quadro natural fez o vale e o delta do Nilo ser habitado por volta de 5000 a.C. Essas comunidades rudimentares surgidas no neolítico foram chamadas de nomos. Os nomos, eram comunidades independentes chefiadas por governadores, os nomarcas. Por sua vez, o crescimento da região levou à divisão dos nomos em dois reinos. Por volta de 3200 a.C., um desses nomarcas, Menés, unificou os dois reinos. Se auto-intitulou FARAÓ (“ A Grande Casa”), dando início ao governo Dinástico. Os historiadores costumam chamar esse período de Antigo, o primeiro dos três períodos históricos do Antigo Egito. A historia do Egito é dividida basicamente em 6 partes: Época Tanita, Antigo Império, Médio Império, Novo Império, Baixo Império e Época Ptolemaica. Mas pode ser dividida também em dinastias, ou seja famílias diferentes que governaram o Egito. O filho primogênito virava faraó quando seu pai morria. O novo Faraó se cassava com sua irmã. A Época Tanita foi o começo do Egito, quando Menés unificou o país. Foi nessa época que os reis foram considerados filhos de Rá (O deus Sol) e construídas as primeiras pirâmides. O primeiro a criar uma pirâmide foi o rei Djezer e seu arquiteto Imhotep. Um outro faraó, Snefer, inspirado nessa pirâmide construiu três pirâmides, para abrigar a múmia do rei.. O filho (Kufu ou Keops), o neto (Quefrem) e o bisneto (Mikerinos) de Snefer construíram as magníficas pirâmides de Gizé. A família da 5ª dinastia talvez tenha sido a família mais poderosa, mas um período de anarquia pôs fim ao Antigo Império.

8 As Pirâmides Pirâmide do Sol de Teotihuacán Pirâmide de Quéops em Gizé

9 O Faraó Com a unificação o Faraó tornou-se o Supremo Mandatário com os poderes em suas mãos. O Faraó nomeava os governadores das províncias, mandava cobrar os impostos, dirigia as obras hidráulicas, fazia a paz e a guerra. Além disso, era o Sacerdote Supremo, administrador da justiça, comandante do exército, distribuidor da riqueza, garantindo assim, o controle sobre tudo e todos. O Faraó era considerado um Deus Vivo, filho do deus-Sol, Amon-Rá, assim, através da religião e com o apoio da Classe Sacerdotal, o seu poder tornou-se um poder sacralizado. Desta forma, a Monarquia Faraônica conseguiu perdurar ao longo de quase três mil anos. A população era comumente convocada a trabalhar nas obras públicas desenvolvidas pelo Faraó e sua família, como pirâmides e templos funerários. A intensa religiosidade que se desenvolveu no Egito favoreceu a preservação do poder do faraó numa ordem social de caráter Teocrático. Portanto, o Faraó personificou a teoria político-religiosa da monarquia egípcia onde o rei era literalmente o centro de todas as coisas, o “Deus Vivo na Terra”. Após sua morte o rei-faraó deveria ser mumificado para ser preservado para a vida eterna.

10 Mumificação: a lenda de Osíris chacalokapi aardvark orix FARAÓ ANUBIS DUAT TOTH MAAT Primeiro, o corpo era levado para um local conhecido como “ibu” ou o “lugar da purificação”. Os embalsamadores lavavam o corpo com essências aromáticas, e com água do Nilo. Se fazia um corte no lado esquerdo do corpo do embalsamado e removia os órgãos internos. O coração – reconhecido como o centro da inteligência e força da vida – era mantido no lugar mas o cérebro era retirado através do nariz e jogado fora. O corpo era empacotado e coberto com natro, um tipo de sal, e largado para desidratar durante 40 dias. Os órgãos remanescentes eram armazenados em jarras canópicas, para serem sepultados junto com a múmia. IMSETY fígado HAPY pulmões DUAMUTEF estômago QEBEHSENUEF intestinos Após 40 dias o corpo era lavado com água do Nilo. Depois era coberto com óleos aromáticos para manter a pele elástica. Os órgãos internos desidratados eram enrolados em linho e recolocados na múmia. O corpo também era recoberto com serragem e folhas secas.

11 O Médio Império (2100 a.C. a 1750 a.C.) A história do Médio Império egípcio tem início com o retorno do governo centralizado pelas mãos do faraó, Mentuhotep II. O Faraó chegou ao poder contra a resistência dos nomarcas que defendiam a manutenção do regime descentralizado. Nessa mesma fase de reestruturação da autoridade faraônica, a cidade de Tebas passou a ser capital do império. A estabilidade experimentada durante essa fase possibilitou o crescimento populacional, a realização de colheitas abundantes. Além disso, houve grandes projetos arquitetônicos com a construção de tumbas, templos majestosos e florescimento da literatura. Toda essa prosperidade entretanto, acabou atraindo povos asiáticos que acabaram invadindo o Egito, a exemplo de semitas hebreus e hicsos. Os hicsos, conhecedores do cavalo e táticas militares permaneceram no Egito por cerca de 200 anos juntamente também com os hebreus. Foram consequências da permanência dos hicsos no Egito: 1. Vulgarizaram o uso do bronze até então raramente empregado no país; 2. Substituíram a liga de bronze importada, pela de cobre- arsênico; 3. Introduziram a roda de oleiro aperfeiçoada; 4. O tear vertical; 5. O boi indiano (Zebu), mais resistente que o boi egípcio; 6. Novas culturas de hortaliças e frutas até então desconhecidas no Egito; 7. Uso do cavalo e do carro de guerra; 8. A roda mais leve de arcos compostos; 9. Novas formas de cimitarras - sabre oriental de lâmina curva; 10. Novas armas e táticas militares; 11. Forma de dançar modificada em relação aos períodos anteriores.

12 O Novo Império (1580 a.C. a 1085 a.C.) Em 1570 a.C., o Faraó Amósis I (Nebpehtire), inaugura a 18.ª Dinastia, com a expulsão dos hicsos e dos núbios, ampliando as suas fronteiras até a terceira catarata. Embora durante dois séculos, houvesse uma boa convivência com os hebreus, após a saída dos hicsos os hebreus foram escravizados. As datas que periodizam essa cativeiro são imprecisas, mas acredita-se que foi por volta de 1290 a.C., no período de Ramsés II. Com Tutmés III ( a.C.), o Egito chegou ao auge de sua ampliação territorial atingindo a quarta catarata e até o rio Eufrates na Ásia. Contudo, foi com Amenófis IV ( a.C.), que o Egito viveu uma revolução religiosa. Amenófis IV, considerado o “deus herético”, lutando contra o poder excessivo dos sacerdotes de Amon, tentou estabelecer o culto monoteísta a Aton, o círculo solar. O próprio faraó mudou seu nome de Amenófis (Amen-hotep), para Akhenaton (“ Aquele que agrada a Aton”) e mudou a capital para Akhetaton (“ Horizonte do disco solar”). Akhenaton desencadeou uma perseguição aos antigos deuses e, em particular, aos deuses que estavam associados à cidade de Tebas (Amon, Mut e Khonsu). Akhenaton casou-se com Nerfetiti, numa união que parecia ter sido imposta pela política, mas entre ambos se desenvolveu um afeto sem antecedentes entre as esposas reais. Amen-hotep iniciou um programa de obras públicas. Em volta do templo de Amon em Karnak (Tebas) mandou construir quatro templos dedicados a Aton. O reinado de Akhenaton assistiu à emergência da chamada "arte amarniana", que se caracteriza pelo naturalismo e pelo realismo. Entretanto, o faraó sendo um pacifista acabou por perder algumas fronteiras importantes para inimigos poderosos, como núbios, fenícios e hititas. Além disso, o faraó não possuía filhos homens, o que parecia um mal sinal dos deuses. Aproveitando essa fragilidade os sacerdotes de Amon, depuseram Amenófis e outorgaram a coroa ao jovem Tutankhamon (“Aquele que vive em Amon”). O jovem faraó assumiu o trono com apenas 9 anos, servindo apenas como substituto escolhido por uma poderosa elite sacerdotal, morrendo 10 anos depois, em 1352 a.C. Ficou mundialmente conhecido pela riqueza de artefatos encontrados em sua tumba real, contudo foi apenas u “fantoche” dos interesses de sacerdotes e de visires. Mas, as maiores conquistas militares se deram no governo de Ramsés II ( a.C.). Ramsés II, governou por 70 anos, teve 59 filhas e 79 filhos e dezenas de esposas, embora tenha sido Nefertari, mãe de seu primogênito, Amen-hotep I. Após a morte de, Ramsés II, foram poucos os momentos de estabilidade, dando início ao declínio. Em 1100 a.C., o Egito foi novamente dividido em Alto e Baixo Egito, facilitando o avanço de conquistadores: assírios (662a.C.), por Assurbanipal. Com Psamético I ( a.C.), houve um breve momento de reflorescimento denominado renascimento saíta. Com o Faraó Necao, o Egito ainda intensificou o comércio, que atingiu as costas do Mar Vermelho, Oceano Índico chegando às costas da África do Sul. Mas depois de Necao, o Egito sofreu disputas políticas envolvendo desde burocratas até sacerdotes. O descontrole somadas às rebeliões camponesas, enfraqueceram definitivamente o Império, permitindo invasões estrangeiras, como a dos persas. Em 525 a.C., Cambises conquistou o Egito, na Batalha de Pelusa, destronando o Faraó Psamético III. O Egito se tornou apenas uma província do Império Persa. Sucessivamente o Egito foi dominado por vários povos: gregos, macedônicos, romanos, árabes, turcos e ingleses. Dessa forma, muito pouco, além das relíquias arqueológicas, restaram da cultura egípcia, apenas resquícios de sua língua e alguns cultos da igreja cristã egípcia, ou copta.

13 Egito: religião, sociedade e cultura No Antigo Egito a religião penetrou em todos os aspectos da vida pública tendo a sua frente a figura magnânima do “Deus Vivo”, “Filho de Amon”, o Faraó. Cerimônias eram realizadas por sacerdotes a cada ano para garantir a chegada da inundação e o agradecimento pela colheita solenemente às divindades. Oráculos dos deuses, em especial os de Amon, desempenharam papel importante na solução de problemas políticos e burocráticos, até fora do palácio. Também mulheres, sem filhos, tiveram importância como sacerdotisas, se desnudando em frente de carneiros e touros para promover ritos de fertilidade. Foi comum o uso de amuletos, como o Olho de Horus, e outras proteções mágicas tanto para os vivos, como para os mortos. Na economia, o Nilo foi decisivo para as atividades agrícolas, que funcionava nos períodos de seca do rio. Nos períodos de inundação do Nilo pessoas do povo eram convocadas para trabalharem na produção de diques, canais, templos e pirâmides. Também a religião, graças ao processo de mumificação, levou os egípcios a um grande conhecimento da medicina, bem como na arquitetura e astronomia. A sociedade egípcia estava fortemente hierarquizada por faixas estamentais que a determinavam numa sociedade de castas. A escrita egípcia Pedra da Roseta Jean François Champollion Escrita HieroglíficaEscrita HieráticaEscrita Demótica FIM DO 5º CAPÍTULO


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