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Seminário A Protecção Civil e os Radioamadores Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência Figueira da Foz, 17 de Abril de.

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1 Seminário A Protecção Civil e os Radioamadores Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência Figueira da Foz, 17 de Abril de 2004 Fonte da imagem :

2 Índice 1. Protecção Civil e o Plano Nacional da Rede de Emergência 1.1 O que é a Protecção Civil ? 1.2 Quais são alguns exemplos de agentes de Protecção Civil ? Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência 2. Plano Nacional e Rede de Emergência para o Serviço de Amador 2.1 Quais são os objectivos fundamentais e a justificação para um Plano Nacional e uma Rede de Emergência do Serviço de Amador ? 2.2 Quais devem ser os domínios de actuação das Associações de Radioamadores nas questões relacionadas com a Protecção Civil ? 2.3 Qual deve ser a missão e a responsabilidade dos radioamadores voluntários no âmbito do Plano Nacional da Rede de Emergência ? 2.4 Tipos de voluntariado proposto para os radioamadores 2.5 Quais devem ser os procedimentos básicos do voluntariado ? 2.6 Quais devem ser os procedimentos da prontidão operacional ? 2.7 Quais devem ser os procedimentos básicos nas operações de apoio às comunicações em caso de emergência súbita ? 2.8 Quais devem ser os procedimentos básicos de protocolo nas operações de apoio às comunicações em caso de emergência ? 2.9 Quais devem ser os procedimentos básicos de ética nas operações de apoio às comunicações em caso de emergência ?

3 A Protecção Civil é a actividade desenvolvida pelo Estado e pelos cidadãos com a finalidade de prevenir os riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave, catástrofe ou calamidade, de origem natural ou tecnológica, e de atenuar os seus efeitos e socorrer as pessoas em perigo, quando aquelas situações ocorram. Fonte : Lei nº113/91 de 29 de Agosto « Lei de Bases da Protecção Civil » ( artigo 1º ) 1.1 O que é a Protecção Civil ? São objectivos fundamentais da Protecção Civil : Fontes das imagens : Prevenir a ocorrência de riscos colectivos resultantes de acidente grave, de catástrofe ou de calamidade; Atenuar os riscos colectivos e limitar os seus efeitos, no caso das ocorrências descritas na alínea anterior; Socorrer e assistir as pessoas em perigo. Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

4 1.2 Quais são alguns exemplos de agentes de Protecção Civil ? Bombeiros Guarda Nacional Republicana Polícia de Segurança Pública Exército Armada ( Marinha de Guerra ) Força Aérea Autoridades marítimas e aeronáuticas Instituto Nacional de Emergência Médica Cruz Vermelha Portuguesa Polícias Municipais Fonte da imagem : Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

5 2.1 Quais são os objectivos fundamentais e a justificação para um Plano Nacional e uma Rede de Emergência do Serviço de Amador ? A manutenção de um sistema de comunicações eficazes permite um conjunto de ações preventivas ou de acções de prestação de socorro e de assistência. Estas destinam-se a evitar ou minimizar os danos materiais, as perdas de vidas humanas e a preservar o moral da população, ajudando a restabelecer rapidamente a normalidade social em face de uma ocorrência grave; A finalidade de uma rede de emergência do Serviço de Amador será a de auxiliar ou tentar substituir as comunicações quando os meios normais forem insuficientes, ineficazes ou ficarem impedidos de operar na ocorrência de uma situação de emergência ou estado de calamidade pública. Rede de Emergência no Serviço de Amador é um conjunto de instalações radioeléctricas com capacidade de assegurarem um fluxo de comunicações estáveis e fiáveis na cobertura de um determinado território ou nas ligações de e para o mesmo. Fonte das imagens : /www.panoiasutad.pt / Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

6 2.2 Quais devem ser os domínios de actuação das Associações de Radioamadores nas questões relacionadas com a Protecção Civil ? Sensibilização dos seus sócios para todas as questões no âmbito da Protecção Civil, organizando o seu voluntariado. Promoção da consciencialização para as possíveis actuações dos radioamadores em situações de calamidade ou catástrofe, nomeadamente junto dos sócios, das autoridades e da sociedade. Ensaios, testes e simulacros dos procedimentos no terreno. Actualização desses procedimentos e organização de rotinas e acções para facilitarem uma possível resposta a emergências reais. Implementação regional do futuro “ Plano Nacional da Rede de Emergência do Serviço de Amador “ e de “ Procedimentos locais de Resposta à Emergência em Comunicações no Serviço de Amador “. Gestão dos eventuais casos de prontidão operacional e das comunicações de resposta à emergência do Serviço de Amador, independentemente de nelas participarem os seus associados ou outros radioamadores. Fonte da imagem : /www.bcares.org Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

7 2.3 Qual deve ser a missão e a responsabilidade dos radioamadores voluntários no âmbito do Plano Nacional da Rede de Emergência ? Os radioamadores que voluntariamente disponibilizarem os seus componentes de estação, a sua ajuda pessoal ( ou ambos ), devem cumprir sempre a lei e os procedimentos de resposta à emergência aplicáveis, para se poderem integrar numa rede nacional de resposta à emergência para o Serviço de Amador. As suas responsabilidades individuais devem ser apenas : Disponibilização de meios de comunicação ou da sua estação Montagem e desmontagem de equipamentos, antenas e outros componentes das estações do Serviço de Amador Operação de estações que respeitem a legislação aplicável ao Serviço de Amador de Radiocomunicações A sua missão será ajudar a constituir os meios que permitam assegurar as comunicações possíveis dentro do território assumido pela respectiva coordenação assim como para o seu exterior, de acordo com as necessidades específicas de cada situação. Fonte desta imagem : Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

8 2.4 Tipos de voluntariado proposto para os radioamadores : De acordo com a sua disponibilidade, podem ser chamados para : a) Operarem a sua estação em serviço fixo a partir de sua própria casa integrados numa rede de estações voluntárias gerida através da coordenação de radioamadores para as questões de Protecção Civil da sua área ou implementada pelas associações locais. b) Integrarem grupos de radioamadores para montarem ou desmontarem estações de amador no teatro de operações. c) Participarem em operações no terreno operando, por turnos, estações de comunicações fixas implantadas em locais estratégicos ou mesmo virem a ser integrados em grupos de busca e salvamento com necessidades de comunicações suplementares. d) Cederem componentes da sua estação para serem integrados nas estações de resposta à emergência. e) Activarem estações de coordenação ou repetidores temporários nos pontos-chave para as comunicações de resposta à emergência. Fonte das imagens : www. spazioinwind.libero.it / Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

9 2.5 Quais devem ser os procedimentos básicos do voluntariado ? 1. Certificar-se da sua segurança pessoal; de que os membros do seu componente familiar estão a salvo e em perfeita segurança, ou de que não necessitam de ajuda nem do seu apoio. 2. Certificar-se de que a sua propriedade não necessita da sua acção directa e que não há outras intervenções prioritárias onde possam ser chamados a actuar. Os radioamadores voluntários para as comunicações em resposta à emergência antes de se oferecerem para uma missão devem : 3. Certificar-se de que estão devidamente preparados e equipados para actuarem de acordo com as circunstâncias. 4. Certificar-se de que não correm riscos de segurança ao operarem a sua estação própria no local habitual ou noutro. 5. Seguirem todas as instruções imanadas pelos agentes de Protecção Civil e pelas autoridades para salvaguarda da sua integridade física, agindo sempre de forma ponderada. Fonte da imagem : Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

10 2.6 Quais devem ser os procedimentos da prontidão operacional ? 1. Monitorizar logo que possível o canal de trabalho em emergência estabelecido para a respectiva área, sempre que estejam na sua estação ou possam fazer uso de um equipamento. 2. Oferecer os seus préstimos ou meios para a activação de um Centro Coordenador para Comunicações de Resposta à Emergência ou para a integração de uma rede de radiocomunicações. Os radioamadores voluntários para as comunicações em resposta à emergência em caso de prontidão declarada devem : 3. Responder às chamadas de prontidão que se realizam de acordo com os procedimentos estabelecidos para a sua área. 4. Comparecer nas reuniões de prontidão operacional que eventualmente venham a ser marcadas para se organizar uma reacção aos acontecimentos em termos de apoio às comunicações. 5. Consultar e estudar bem os documentos da organização local ou nacional de comunicações de resposta à emergência, nomeadamente o Plano de Emergência e os procedimentos locais. Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

11 2.7 Quais devem ser os procedimentos básicos nas operações de apoio às comunicações em caso de emergência súbita ? Os radioamadores voluntários para as comunicações em resposta à emergência em caso de ocorrência sem aviso devem : 1. Monitorizar o canal de trabalho em emergência estabelecido para a sua área logo que estejam na sua estação ou possam fazer uso de um equipamento de radiocomunicações. 2. Responder às chamadas gerais de emergência que terão lugar logo que se organize a reacção no canal de trabalho em emergência estabelecido para a sua área, caso tenham condições. 3. Oferecer os seus préstimos ou meios ao Coordenador para as Comunicações de Emergência em funções, indicando claramente a sua disponibilidade e meios da sua estação afectáveis. 4. Comparecer nalguma reunião que eventualmente se venha a realizar para a organização de uma reacção aos acontecimentos em termos de apoio às comunicações ( se estiverem em condições de o fazer ). Fonte da imagem : Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

12 2.8 Quais devem ser os procedimentos básicos de protocolo nas operações de apoio às comunicações em caso de emergência ? 1. No canal de trabalho em emergência estabelecido a) Todas as comunicações passam pela estação de controlo b) Os comunicados duram menos de 3 minutos seguidos c) As emissões são interrompidas a cada 30 segundos 2. No canal de chamadas prioritárias estabelecido a) Nunca se realizam contactos, apenas chamadas de emergência b) Só se fazem chamadas de urgência para a estação de controlo c) Só deve ser usado em situações que o justifiquem 3. No canal directo de operações de emergência estabelecido a) Realizam-se todas as comunicações directas entre estações; b) Realizam-se as comunicações longas ( com duração superior a 3 minutos e com interrupções a intervalos a mais de 30 segundos ) 4. O CANAL DE TRABALHO EM EMERGÊNCIA PERMANECE SEMPRE EM ESCUTA, independentemente da frequência em que se encontre a estação na sua missão de resposta à emergência. Fonte da imagem : Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

13 2.9 Quais devem ser os procedimentos básicos de ética nas operações de apoio às comunicações em caso de emergência ? Ética das comunicações de emergência ( principais conselhos ) : 1. Uso do indicativo no início e final de qualquer comunicação 2. Referência aos indicativos das estações que estão em frequência 3. Os indicativos das estações que estão a ser contactadas são sempre referidos antes do indicativo da estação que está a emitir. 4. Na operação através de indicativos especiais, referir o indicativo próprio de 30 em 30 minutos ou na mudança de turno. 5. Na operação em banda cruzada em via dupla ou semi-dupla, indicar ambas as frequências de 15 em 15 minutos. 6. As estações em serviço móvel ou portátil devem transmitir a sua localização de 15 em 15 minutos ou quando tal for solicitado. 7. Apenas devem ser usados os códigos de comunicações legais aplicáveis ao Serviço de Amador de Radiocomunicações. Fonte da imagem : Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência

14 2.9 Quais devem ser os procedimentos básicos de ética nas operações de apoio às comunicações em caso de emergência ? Ética das comunicações de emergência ( continuação ) : 8. Antes de fazer uso da emissão deve ser efectuada uma escuta atenta na frequência que se vai usar ( sobretudo em caso de QSY ) 9. Antes de emitir qualquer mensagem deve-se reflectir muito bem no seu conteúdo e na forma de se transmitir esse conteúdo 10. Nas comunicações de emergência não deve faltar um livro de registo para todas as comunicações ( sobretudo no serviço fixo ). 11. A falta de resposta a uma chamada pode resultar na perda de confiança para com essa ligação. As comunicações de resposta à emergência devem ser seguidas sempre com a máxima atenção. 12. Os conteúdos das mensagens devem ser o mais curtos e objectivos possíveis, devendo os operadores fazer um esforço suplementar para melhorarem a sua dicção e transmitirem num ritmo inteligível e com um tom de voz calmo, independentemente do que se esteja a passar à sua volta. Fonte da imagem : Seminário “ A Protecção Civil e os Radioamadores “ Os Radioamadores e a sua actuação no futuro Plano Nacional de Emergência


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