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SECRETARIA DE SAÚDE DE FORTALEZA OFICINA DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SÍNTESE DO SEMINÁRIO DE DR EUGÊNIO VILAÇA E DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES SISTEMATIZADO-

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1 SECRETARIA DE SAÚDE DE FORTALEZA OFICINA DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SÍNTESE DO SEMINÁRIO DE DR EUGÊNIO VILAÇA E DEFINIÇÃO DE PRIORIDADES SISTEMATIZADO- IMACULADA FONSECA FORTALEZA 8 DE ABRIL DE 2113

2 A SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA NO BRASIL: A TRIPLA CARGA DE DOENÇAS UMA AGENDA NÃO CONCLUÍDA DE INFECÇÕES, DESNUTRIÇÃO E PROBLEMAS DE SAÚDE REPRODUTIVA O CRESCIMENTO DAS CAUSAS EXTERNAS A FORTE PREDOMINÂNCIA RELATIVA DAS DOENÇAS CRÔNICAS E DE SEUS FATORES DE RISCOS, COMO TABAGISMO, INATIVIDADE FÍSICA, USO EXCESSIVO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS E ALIMENTAÇÃO INADEQUADA

3 O PROBLEMA CRÍTICO DO SUS: A RUPTURA DO POSTULADO DA COERÊNCIA A INCOERÊNCIA ENTRE UMA SITUAÇÃO DE SAÚDE QUE COMBINA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E TRANSIÇÃO NUTRICIONAL ACELERADAS E TRIPLA CARGA DE DOENÇA, COM FORTE PREDOMINÂNCIA DE CONDIÇÕES CRÔNICAS, E UM SISTEMA FRAGMENTADO DE SAÚDE QUE OPERA DE FORMA EPISÓDICA E REATIVA E QUE É VOLTADO PRINCIPALMENTE PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS E ÀS AGUDIZAÇÕES DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS

4 DOS SISTEMAS FRAGMENTADOS PARA AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE SISTEMA FRAGMENTADO E HIERARQUIZADO REDES POLIÁRQUICAS DE ATENÇÃO À SAÚDE APS AC ABS MC

5 OS FUNDAMENTOS DA CONSTRUÇÃO DE REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ESCALA, QUALIDADE E ACESSO O PRINCÍPIO DA SUFICIÊNCIA AS FORMAS DE INTEGRAÇÃO OS TERRITÓRIOS SANITÁRIOS OS NÍVEIS DE ATENÇÃO À SAÚDE AS DIRETRIZES CLÍNICAS

6 OS ELEMENTOS DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE A POPULAÇÃO E AS REGIÕES DE SAÚDE A ESTRUTURA OPERACIONAL O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE

7 POPULAÇÃO RT 1 Sistema de Acesso Regulado ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE PONTOS DE ATENÇÃO SECUNDÁRIOS E TERCIÁRIOS SISTEMAS DE APOIO SISTEMAS LOGÍSTICOS A ESTRUTURA OPERACIONAL DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE RT 2 RT 3 RT 4 Registro Eletrônico em Saúde Sistema de Transporte em Saúde Sistema de Apoio Diagnóstico e Terapêutico Sistema de Assistência Farmacêutica Teleassistência Sistema de Informação em Saúde

8 O CONCEITO DE MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE É UM SISTEMA LÓGICO QUE ORGANIZA O FUNCIONAMENTO DAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE, ARTICULANDO, DE FORMA SINGULAR, AS RELAÇÕES ENTRE OS COMPONENTES DA REDE E AS INTERVENÇÕES SANITÁRIAS, DEFINIDO EM FUNÇÃO DA VISÃO PREVALECENTE DA SAÚDE, DAS SITUAÇÕES DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA E DOS DETERMINANTES SOCIAIS DA SAÚDE, VIGENTES EM DETERMINADO TEMPO E EM DETERMINADA SOCIEDADE

9 UM MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES AGUDAS O Sistema Manchester de Classificação de Risco FONTE: Mackway-Jones et al. Sistema Manchester de classificação de riscos: classificação de risco na urgência e emergência. Belo Horizonte. Grupo Brasileiro de Classificação de Risco, 2010 NÚMERONOMECORTEMPO-ALVO 1EmergenteVermelho0 2Muito urgenteLaranja10 3UrgenteAmarelo60 4Pouco urgenteVerde120 5Não urgenteAzul240

10 O MODELO DE ATENÇÃO CRÔNICA (CCM) FONTE: WAGNER EH. Chronic disease management: what will take to improve care for chronic illness? Effective Clinical Practice, 1: 2-4, 1998

11 O MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS (MACC) FONTE: MENDES EV. As redes de atenção à saúde. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde, 2011

12 O OBJETIVO DOS SISTEMAS DE ATENÇÃO À SAÚDE: A GERAÇÃO DE VALOR EM SAÚDE PARA A POPULAÇÃO VALOR EM SAÚDE = RESULTADOS SANITÁRIOS REAIS DESPENDIDOS

13 OS ATRIBUTOS E AS FUNÇÕES DA APS NAS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

14 MACROPROCESSOS BÁSICOS DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 1 MACROPROCESSOS DA ATENÇÃO AOS EVENTOS AGUDOS 2 MACROPROCESSOS DA ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS ESTABILIZADAS 3 MACROPROCESSOS DA ATENÇÃO PREVENTIVA 4 MACROPROCESSOS DA ATENÇÃO AOS ILLNESSES 5 A CONSTRUÇÃO DA UNIDADE DA APS Fonte: Mendes EV. O cuidado das condições crônicas na APS: o desafio da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde,

15 AS MUDANÇAS NA APS EM FUNÇÃO DO ADENSAMENTO DA ESTRUTURA DE OFERTA MUDANÇAS NA ESTRUTURA A AMPLIAÇÃO DA EQUIPE DA APS A NOVA CONCEPÇÃO DE ESTRUTURA FÍSICA MUDANÇAS NOS PROCESSOS 1- A INCORPORAÇÃO DE TECNOLOGIAS EFETIVAS PARA AS CONDIÇÕES AGUDAS E AS CONDIÇÕES CRÔNICAS AGUDIZADAS 2- A INCORPORAÇÃO DE TECNOLOGIAS EFETIVAS PARA AS CONDIÇÕES CRÔNICAS: CONDIÇÕES CRÔNICAS ESTABILIZADAS ILLNESSES E OS USUÁRIOS FREQUENTES 3- A INCORPORAÇÃO DE TECNOLOGIAS EFETIVAS PARA OS CUIDADOS PREVENTIVOS 4-A INCORPORAÇÃO DE TECNOLOGIAS EFETIVAS PARA OS CUIDADOS PALIATIVOS 5-A INCORPORAÇÃO DE TECNOLOGIAS EFETIVAS PARA AS DEMANDAS ADMINISTRATIVAS FONTE: Mendes EV. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde, 2012.

16 OS MECANISMOS TEÓRICOS DE COORDENAÇÃO NAS ORGANIZAÇÕES MECANISMOS DE NORMALIZAÇÃO NORMALIZAÇÃO DE HABILIDADES NORMALIZAÇÃO DE PROCESSOS DE TRABALHO NORMALIZAÇÃO DE RESULTADOS MECANISMOS DE ADAPTAÇÃO MÚTUA SUPERVISÃO DIRETA COMUNICAÇÃO INFORMAL DISPOSITIVOS DE ENLAÇAMENTO SISTEMA DE INFORMAÇÃO VERTICAL

17 AS TECNOLOGIAS PARA O CUIDADO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS NA APS A DEFINIÇÃO DO MODELO DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS A DEFINIÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE CUIDADOS DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS POR NÍVEIS DO MODELO A IMPLANTAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE CUIDADO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS MEIO DE ESTRATÉGIAS EDUCACIONAIS POR NÍVEIS DE COMPLEXIDADE DOS PROCESSOS

18 AS TECNOLOGIAS RELATIVAS AOS MACROPROCESSOS BÁSICOS NA APS GERENCIAMENTO DE PROCESSOS 1- TERRITORIALIZAÇÃO 2- CADASTRAMENTO DAS FAMÍLIAS 3-CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS FAMILIARES 4- DIAGNÓSTICO LOCAL 5-PLANEJAMENTO DA INFRA-ESTRUTURA FÍSICA 6-PLANEJAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS 7-ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO DAS CONDIÇÕES CRÔNICAS ACOLHIMENTO E ATENDIMENTO AOS EVENTOS AGUDOS PROGRAMAÇÃO E MONITORAMENTO 8-AGENDA

19 UMA NOVA CLÍNICA PARA A ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS NA ESF DA CURA PARA O CUIDADO DA QUEIXA-PROBLEMA PARA O PLANO DE CUIDADO DA ATENÇÃO PRESCRITIVA E CENTRADA NA DOENÇA PARA A ATENÇÃO COLABORATIVA E CENTRADA NA PESSOA DA ATENÇÃO CENTRADA NO INDIVÍDUO PARA A ATENÇÃO CENTRADA NA FAMÍLIA O EQUILÍBRIO ENTRE A ATENÇÃO PROGRAMADA E A ATENÇÃO À DEMANDA NÃO ESPONTÂNEA DA ATENÇÃO UNIPROFISSIONAL PARA A ATENÇÃO MULTIPROFISSIONAL A INTRODUÇÃO DE NOVAS FORMAS DE ATENÇÃO PROFISSIONAL O ESTABELECIMENTO DE NOVAS FORMAS DE RELAÇÃO ENTRE A ESF E A ATENÇÃO AMBULATORIAL ESPECIALIZADA O EQUILÍBRIO ENTRE A ATENÇÃO PRESENCIAL E A NÃO PRESENCIAL O EQUILÍBRIO ENTRE A ATENÇÃO PROFISSIONALA E A ATENÇÃO POR PARES O FORTALECIMENTO DO AUTOCUIDADO APOIADO FONTE: MENDES (2012)

20 UMA REFLEXÃO FINAL: A ESF NÃO É UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO. É UMA SOLUÇÃO COM PROBLEMAS FONTE: Mendes EV. Os cuidados das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde, 2012


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