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Por quê e para quê? Lucas Manuel Cabral Teixeira Monitor de Embriologia Faculdade de Ciências Biológicas PUC-Campinas Prof. Dr. José Eduardo Diotto Faculdade.

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1 Por quê e para quê? Lucas Manuel Cabral Teixeira Monitor de Embriologia Faculdade de Ciências Biológicas PUC-Campinas Prof. Dr. José Eduardo Diotto Faculdade de Ciências Biológicas PUC-Campinas Panthera onca

2 Ciência que estuda o desenvolvimento embrionário desde sua concepção (e até mesmo antes!)

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4 Oligolécito Centrolécito Mesolécito Megalécito

5  Ectoderme  Mesoderme  Endoderme

6 Mórula - Blastômeros Blástula - Embrioblasto - Trofoblasmo - Blastocele Nêurula - Tubo neural - SNC Gástrula - Ectoderme - Mesoderme - Endoderme - Blastóporo - Arquêntero

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8 Apis mellifera

9  Ovócitos oligolécitos  Estágio larval: Anfiblástula  Clivagem: Blástula  Folhetos embrionários não diferenciados Ausência de tecidos especializados  Diblásticos: ecto e endoderme  Assimétricos  Celoma ausente  Protostômicos?

10  Ovócitos oligolécitos  Estágio larval: Plânula  Clivagem: Gástrula  Folhetos embrionários diferenciados Ausência de tecidos especializados: MESOGLEIA  Diblásticos  Simetria radial  Acelomados  Protostômicos

11  Ovócitos mesolécitos  Estágio larval OU não.  Organogênese: Gástrula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos: ecto, endo e mesoderme  Simetria bilateral  Acelomados  Protostômicos

12  Ovócitos mesolécitos  Larvas filárias - MUDAS  Organogênese: Gástrula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  Simetria bilateral  Pseudo-celomados  Protostômicos

13  Ovócitos mesolécitos  Larva: trocófora  Organogênese: Gástrula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  S imetria bilateral  Celomados  Protostômicos

14  Ovócitos MESOLÉCITOS  Sem estágio larval Por quê?

15  Ovócitos mesolécitos  Larvas: trocófora > véliger  Organogênese: Gástrula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  S imetria bilateral  Celomados  Protostômicos

16  Ovócitos MEGALÉCITOS  Estágio larval? Para quê?

17  Ovócitos centrolécitos (geralmente)  Desenvolvimento por ínstares - MUDAS  Clivagem: Gástrula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  S imetria bilateral  Celomados  Protostômicos

18  Ovócitos oligolécitos  Estágio larval: pluteus  Organogênese: Gástrula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  S imetria radial ou pentarradial  Celomados  Deuterostômicos

19  Ovócitos oligolécitos  Estágio larval: tornária / plânula (lecitotrófica?)  Organogênese: Gástrula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  S imetria bilateral  Celomados  Deuterostômicos NOTOCORDA - TUBO NERVOSO DORSAL OCO PRIMITIVOS OU AUSENTES

20  Poríferos  Celenterados  Platelmintos  Nematelmintos  Anelídeos  Moluscos* CEFALÓPODES = MEGALÉCITOS > SEM LARVA  Artrópodes >>>> CENTROLÉCITOS  Equinodermos  Hemicordados OLIGOLÉCITOS – ÁGUA > LARVA MESOLÉCITOS OLIGOLÉCITOS – ÁGUA > LARVA ÁGUA > LARVA TERRA > SEM LARVA ÁGUA > LARVA TERRA > SEM LARVA

21 Bradypus tridactylus

22  Notocorda  Tubo nervoso dorsal oco  Fendas branquiais  Cauda pós-anal Em pelo menos algum estágio de desenvolvimento

23  Ovócitos oligolécitos  Larva semelhante ao girino  Organogênese: Nêurula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  Simetria bilateral  Celomados  Deuterostômicos Em alguns, a notocorda está presente apenas no estágio larval

24  Ovócitos oligolécitos  Estágio larval  Organogênese: Nêurula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  Simetria bilateral  Celomados  Deuterostômicos IMPORTANTE ELO EVOLUTIVO

25  Ovócitos oligolécitos  Larva amocete (lampreia)  Organogênese: Nêurula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  Simetria bilateral  Celomados  Deuterostômicos Petromyzon marinus

26  Ovócitos MEGALÉCITOS - Larva? PEIXES: Fec. ext., des. ext.: OVULÍPAROS  Organogênese: Nêurula  Triblásticos  Simetria bilateral  Celomados  Deuterostômicos  Répteis e aves: Fec. int., des. ext.: OVÍPAROS Há OVOVIVÍPAROS Boa constrictor Carcharodon carcharias Anodorhynchus leari

27 Alevino com saco vitelínico

28  Ovócitos MESOLÉCITOS Des. Indireto: girino >> Desova: água  Clivagem: Nêurula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  S imetria bilateral  Celomados  Deuterostômicos Dendrobates sp.

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30  Ovócitos OLIGOLÉCITOS  Sem larva  Clivagem: Nêurula  Folhetos embrionários diferenciados  Triblásticos  Simetria bilateral  Celomados, deuterostômicos >> Pelos, mamas, glândulas cutâneas Lontra longicaudis

31 ...se todos os animais cujos ovócitos são oligolécitos passam por estágio larval, por que os mamíferos não? Mas... Tursiops truncatus

32 Útero Placenta Por que...

33  Mamíferos que botam ovos: Ovíparos

34  Presença de um marsúpio = bolsa  Parte do desenvolvimento fora do útero  Placenta rudimentar  Não mantêm o CORPO LÚTEO  Vivem na Austrália, na Nova Guiné...

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36 ...e nas Américas! Didelphis albiventris Philander frenatus Thilamys karimii Didelphis aurita

37  Animais com placenta, des. interno  VIVÍPAROS Myrmecophaga tridactyla Desmodus rotundus Leontopithecus caissara Sylvilagus brasiliensis Guerlinguetus ingrami Ozotocerus bezoarticus Priodontes maximus

38 Tapirus terrestris Orcinus orca Arctocephalos australis Trichechus manatus

39 BRUSCA, G. J., BRUSCA, R. C. Invertebrados, 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ORR, R. T. Biologia dos Vertebrados, 5. ed. São Paulo: Roca, [s. d.] POUGH, F. H. et al. A vida dos vertebrados. São Paulo: Atheneu, 1993 RUPPERT, E. E., BARNES, R. D. Zoologia dos invertebrados, 6. ed. São Paulo: Roca, FOTOS: Internet.

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