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ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Disc.: Processos de Fabricação II Prof. Jorge Marques Aula 24 Outros processos de transformação de plástico Fontes: Michaeli, Walter.

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1 ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Disc.: Processos de Fabricação II Prof. Jorge Marques Aula 24 Outros processos de transformação de plástico Fontes: Michaeli, Walter et al. Tecnologia dos Plásticos. Blücher.

2 Introdução A tecnologia de processamento de plásticos é bastante diversificada. Barras extrudadas, por exemplo, podem sofre processos de usinagem, colagem, conformação, estampagem, etc. Outros processos de fabricação, assim como ocorre na extrusão e injeção, podem partir diretamente do plástico na forma de grânulos e outros usam fios extrudados como matéria prima.

3 IMERSÃO

4 Imersão É um processo de fabricação de plástico em que um ferramental macho ou peça a receber cobertura plástica é imergido num tanque contendo plástico fundido. Pode-se repetir a operação até obter a espessura de material desejado. O processo é usado para fabricação de luvas de latex, balões (bexigas), coberturas em cabos de ferramentas e encapsulamento de cabos e componentes elétricos, entre tantos outros.

5 Ilustração de um processo de dupla operação de imersão Adaptado de: para-fabricar-um-artigo-de-latex-com-uma-textura-de-superficie htmlhttp://www.patentesonline.com.br/luva-de-latex-e-metodo- para-fabricar-um-artigo-de-latex-com-uma-textura-de-superficie html

6 Método para fabricar um artigo de látex com uma textura de superfície geometricamente definida (patente) 1.Aplicar uma cobertura coagulante polimérica à superfície do molde. 2.A cobertura torna-se pegajosa durante a secagem. 3.Aplicar partículas coagulantes discretas de tamanho, formato e distribuição selecionados à cobertura pegajosa. 4.Para fixar e projetar a partir da superfície do molde com a cobertura coagulante polimérica, imergir o molde em uma emulsão de látex aquosa, em que a cobertura coagulante polimérica desestabilize o látex, desenvolvendo desse modo uma camada de látex. 5.Vulcanizar e extrair o artigo de látex do avesso, e dissolver as partículas coagulantes discretas em água ou solventes adequados para revelar a textura geometricamente projetada com o tamanho, formato e distribuição predeterminados de impressões.

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8 PROTOTIPAGEM RÁPIDA

9 O processo RP originou-se na década de 1980, impulsionado pelo desejo de se agilizar o processo de fabricação de protótipos. Vários métodos de RP foram (e continuam sendo) desenvolvidos e patenteados. O processo se tornou tão rápido que deixou de ser apenas destinado a produção de protótipos e ganhou espaço na produção de pequenas séries. Prototipagem Rápida (RP) - Introdução

10 Essencialmente, a RP é uma impressão 3D comandada por sistemas CAD (Computer Aided Design) Diferentemente da usinagem, adiciona material ao criar uma forma em vez de retirar cavaco. Resinas plásticas e grânulos poliméricos são as matérias primas mais utilizadas na RP. Mas alguns métodos utilizam lâminas de celulose ou madeira ou filmes plásticos. Prototipagem Rápida (RP) - Introdução

11 Histórico e Tecnologias RP StereoLithography - SL EUA, A 3D Systems cria o processo de estereolitografia (StereoLithography - SL). O SL é um processo que solidifica camadas (layers) de resina foto-sensível por meio de laser. A máquina SLA – 250 é uma das RP-machine mais utilizadas atualmente.

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13 Histórico e Tecnologias RP Após a empresa 3D Systems iniciar a comercialização de máquinas tipo SL nos EUA, as empresas japonesas NTT Data e Sony/D-MEC passaram a comercializar suas versões de máquinas de estereolitografia em 1988 e 1989, respectivamente. Em seguida, vieram outras tecnologias e fabricantes...

14 Tecnologias RP Fused Deposition Modeling - FDM: Fused Deposition Modeling - FDM: A tecnologia FDM faz deposição de filamentos estrudados de materiais termoplásticos camada por camada, semelhante à estereolitografia, só que utilizando um cabeçote de fusão do material em vez de cabeçote laser.

15 Tecnologias RP Solid Ground Curing SGC Solid Ground Curing SGC: processo similar a estereolitografia, pois usa radiação ultravioleta para endurecer, de forma seletiva, polímeros fotossensíveis. Contudo, este processo cura uma camada inteira de uma vez. Em primeiro lugar, a resina foto-sensível é borrifada sobre a plataforma de construção. A seguir, a máquina gera uma foto- máscara correspondente à camada a ser gerada. Esta foto-máscara é impressa sobre uma placa de vidro acima da plataforma de construção.

16 Tecnologias RP Solid Ground Curing SGC Solid Ground Curing SGC: (cont.). A máscara é exposta à radiação ultravioleta, que passa através das porções transparentes da máscara, endurecendo seletivamente as porções desejadas de polímero. Após a cura da camada, a máquina succiona o excesso da resina líquida.

17 Tecnologias RP Laminated Object Manufacturing – LOM Laminated Object Manufacturing – LOM: corta e cola (solidifica) folhas de termoplásticos, reforçado ou não, com fibras usando laser controlado por computador. Folhas de papel também podem ser utilizadas no processo.

18 Tecnologias RP Selective Laser Sintering – SLS Selective Laser Sintering – SLS: funde seletivamente pós metálicos e pode ser utilizado para obtenção direta de matrizes de injeção.

19 Tecnologias RP Laser Engineered Net Shaping – LENS Laser Engineered Net Shaping – LENS: similar ao SLS, porém com maior potência e rapidez, além de tecnologia inovadora em relação a este.

20 Tecnologias RP Direct Shell Production Casting - DSPC Direct Shell Production Casting - DSPC: utiliza um mecanismo de jato de tinta para depositar líquido agregante em pós cerâmicos para produção de cascas que podem por sua vez serem utilizados na produção de moldes e peças injetadas em Alumínio

21 Máquinas RP As máquinas confundem-se com os processos de obtenção da RP. Seus fabricantes estão localizados principalmente nos seguintes países: EUA, Japão e Alemanha. Empresas manufatureiras de máquinas, ferramentas, moldes, entre outras, de todo o mundo estão cada vez mais aderindo à prototipagem rápida. Há quem diga que o processo virá a ser chamado de Manufatura Rápida.


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