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A CAFEICULTURA BRASILEIRA: DIAGNÓSTICO ECONÔMICO DO SETOR Colaboradores: Conselho Nacional do Café- Presidente Gilson Ximenes Comissão Nacional do Café.

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1 A CAFEICULTURA BRASILEIRA: DIAGNÓSTICO ECONÔMICO DO SETOR Colaboradores: Conselho Nacional do Café- Presidente Gilson Ximenes Comissão Nacional do Café da CNA - Presidente Breno Pereira Mesquita Frente Parlamentar do Café - Presidente Dep. Carlos Melles

2 Índice Café: um produto tropical pag 5 Distribuição do valor na cadeia café pag 6 O ambiente internacional pag 7 A concentração no mercado internacional de café industrializado pag 8 Mercado cafeeiro internacional: Timeline 1999 – dez pag 9 Evolução da cafeicultura mundial 1997 a Pag10 Evolução dos estoques certificados e não certificados de cafés verdes nos países importadores pag11 Já os estoques nos paises produtores pag12 Café: indicadores econômicos pag 13 Distribuição geográfica da produção – Brasil pag 14 Safra brasileira por estado produtor pag 15 Evolução da safra brasileira pag 16 Estrutura fundiária da produção de café no Brasil pag 17 Perfil fundiário dos cafeicultores da Cooparaiso e Cooxupé – ano base pag 18 Café: evolução da produção e área pag 19 Pauta de exportação do agronegócio pag 20 Exportação de café verde pag 21 Volume e valor das exportações mundiais pag 23 Evolução do valor bruto da produção cafeeira pag 24 Evolução relativa do Valor Bruto Produção-café vis-à-vis o Valor Bruto Produção Agropecuário pag 25 Análise Gráfica: Valor Bruto da Produção Cafeeira (VBP) em relação ao VBP Agregado pag 26 Evolução dos índices de preços recebidos pelas lavouras (IPR-lavouras) vis-à-vis índices de preços recebidos pelos produtores (IPR – café em coco) pag 27

3 O ambiente micro: Análise comparativa: preço x custo de produção pag 28 Evolução mensal dos preços (R$) internos de café arábica pag 29 Evolução mensal dos preços (R$) internos de café arábica (Gráfico Anterior) pag 30 Saldo de empregos formais no setor agropecuário pag 31 Evolução das méidas anuais de preços R$ pag 32 Volatilidade dos preços pagos ao produtor – em R$/saca pag 33 Evolução (%) dos custos pagos com mão-de-obra e fertilizantes X preços recebidos pelos cafeicultores pag 34 Análise gráfica - evolução dos custos/preços pag 35 Análise do comportamento anual da renda: preço x custo pag 36 Análise Safra 2002: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção em R$/saca pag 38 Análise Safra 2003: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção em R$/saca pag 39 Análise Safra 2004: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção em R$/saca pag 40 Análise Safra 2005: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção em R$/saca pag 41 Análise Safra 2006: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção em R$/saca pag 42 Análise da renda: preço ponderado do café considerando a produtividade pag 43 Análise Comparativa: custo de produção, indicador de preço calculado pelo Cepea-Esalq e preço ponderado pela qualidade e volume dos cafés entregues à Cooparaíso a 2006, médias anuais expressas em valores nominais pag 44 Preços Ponderados Análise da Qualidade dos Cafés Produzidos pag 45 Evolução da produtividade média dos cafeicultores vinculados à Cooparaiso em relação à produtividade considerada pela Conab – em sacas/hectare pag 46 Tabelas: Análise de Renda pag 47 Utilizando custo de produção da Cooparaíso pag 48 Utilizando custo de produção da Conab pag 49 Utilizando custo de produção da Cooxupé pag 50 Renda Calculada: Preço ESALQ– Custo Variável das diversas fontes de dados pag 51 Renda Calculada: Preço ponderado – Custo Variável das diversas fontes de dados pag 52

4 Renda Calculada: Preço ESALQ – Custo Total das diversas fontes de dados pag 53 Renda Calculada: Preço tipo 6 – Custo Total das diversas fontes de dados pag 54 Renda Calculada: Preço ponderado – Custo Total das diversas fontes de dados pag 55 Leilões de Café pag 56 Indicadores da Cafeicultura Brasileira 1996 a pag 57 Programas de Opções pag 58 Tabela 4 - Programa de opções de venda (Conab) pag 59 Gráfico 1 - Programa de opção de pag 60 Proposta do Setor pag 61 Informações Relevantes - Agenda de Ações desenvolvidas: pag 62 Proposta Urgente para Cafeicultura pag 63

5 Café: Um produto tropical... 5 TRÓPICO DE CÂNCER TRÓPICO DE CÂPRICÓRINO

6 Total: (US$) 30 bilhões Países Produtores - 30 % - 9 bilhões Países Consumidores - 70 % 21 bilhões Total: (US$) 70 bilhões Países Produtores-8% - 5,6 bilhões Países Consumidores-92% 64,4 bilhões DISTRIBUIÇÃO DO VALOR NA CADEIA CAFÉ Fonte: OXFAN 6

7 O ambiente internacional: Oferta de matéria prima desconcetrada x Demanda Oligopolista Redução do poder de barganha comercial dos países produtorers ( países produtores) (70% da comercilaização de cafés industrializados concentrada em cinco multinacionais) 7

8 A concentração no mercado internacional de café industrializado Fonte: CECAFE. Elaboração: CNA/DECON. 24,50 % 25,20 % 7,00 % 6,30 % 8

9 Mercado Cafeeiro Internacional: Timeline dez 2003 Aumento da oferta mundial (S) Estagnação do consumo mundial (C) Aviltamento das cotações internacionais Transferência de estoques reguladores para países consumidores Diminuição da renda e endividamento crônico do segmento produtor Efeito na economia doméstica dos países produtores Diminuição na capacidade de investimento setorial (tratos culturais) 9

10 EVOLUÇÃO DA CAFEICULTURA MUNDIAL 1997 à 2008 Veja que na safra de 07/08, mesmo que o Brasil repita uma boa produção, estaremos com apenas 27% de estoques disponíveis frente ao consumo. A última vez que isso ocorreu foi em 97/98, quando registramos a máxima histórica em NY Fonte: Neuman 10

11 Evolução dos estoques certificados e não certificados de cafés verdes nos países importadores (em milhões de sacas) Fonte: Usda Elaboração: CNA/SUT 11

12 Já os estoques nos países produtores... (1994 –2006, em milhões de sacas) Fonte: OIC Elaboração: CNA SUT 12

13 BRASIL Café:Indicadores Socioeconômicos Fonte: Conab Produção 2007: 32, 5 milhões de sacas (40,5 % em MG) Produtividade média em 2007: 15,14 sacas/ha. Área: 2,17 milhões de ha Tamanho médio das propriedades: 6 ha VBP: R$ 10,3 milhões • mil fazendas produtoras (90% menores a 100 ha) EXPORTAÇÃO 2006 : US$ 3,3 bilhões •36% do comércio mundial de café verde • Valor bruto da produção: estima apenas o faturamento bruto do segmento rural; não contabiliza os custos de produção 13

14 Distribuição Geográfica da Produção - Brasil 14

15 ARABICA:0 ROBUSTA: TOTAL: : 2% ARABICA: 25 ROBUSTA: TOTAL: 250 : 1% ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: : 5% ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: : 51% ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: : 21% ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: : 10% ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: : 5% Total 1.034Outros estados Estados produtores do mapa Mil Sacas Total 462Outros estados Estados produtores do mapa Arábica 9.497Total 572Outros estados 8.925Estados produtores do mapa Robusta Safra Brasileira por estado produtor 2006/2007 ( sacas mil beneficiadas) Fonte: CONAB 15

16 ARABICA:0 ROBUSTA: TOTAL: ARABICA: 15 ROBUSTA: TOTAL:180 ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: ARABICA: ROBUSTA: TOTAL: Total 945Outros estados Estados produtores do mapa Mil Sacas Total 381Outros estados Estados produtores do mapa Arábica 9.777Total 564Outros estados 9.213Estados produtores do mapa Robusta Safra Brasileira por estado produtor 2007/2008 ( sacas mil beneficiadas) Fonte: CONAB 15

17 Evolução da Safra Brasileira 1997 à 2007 Milhões de sacas Fonte: CONAB - Dados Trabalhados Cooparaiso 2,617,82-0,684,59-5,8613,8-3,08 -1,58-3,783,32- 11, Média 34,68 Diferencial entre a média 16

18 Menos de 10 Ha a menos de 100 Ha a menos de 1000 Ha a menos de 10 mil Ha1.109 >10 mil Ha43 Sem declaração43 Fonte: IBGE: Censo agropecuário Elaboração: CNA/SUT Número total de produtores: Pelos dados do IBGE 90% dos produtores produzem em áreas menores de 100ha Estrutura fundiária da produção de café no Brasil Área Total Número de Informantes 17

19 0,16%0,25% Macro acima Acima de 500 ha 2,43%2,50% Grande 2001 a De 100 ha a 500 ha 13,53%11,35% Médio501 a 2000 De 25,1 ha a 100 ha 66,53%59,04% Pequeno51 a 500 sacas De 2,6 a 25 ha 17,35%26,86% Micro Até 50 sacas Até 2,5 ha Cooperativa 2Cooperativa 1 % Tamanho Faixa de produção Área Perfil Fundiário dos Cafeicultores Base 2006 Volume produzido: sacas, ou 16,4% do café arábica colhido em 2006 Quantidade de Produtores da amostra produtores Fonte: Cooparaiso e Cooxupé; Elaboração: Cooparaiso * Pesquisa realizada em Pelo dado atualizado de 2006 : 80% dos produtores produzem em áreas de até 25ha

20 Fonte:Mapa; Elaboração: MF-safra 2007 / estimativa 19

21 Fonte: Agrostat/MAPA. Pauta de Exportação do Agronegócio

22 EXPORTAÇÕES DE CAFÉ VERDE RELAÇÕES ENTRE PREÇO EXPORTADO / CUSTO DE PRODUÇÃO O Brasil exportou de 1999 a 2006 uma media de 22 milhões de sacas.Com a crise dos preços internacionais nos anos de 2001 a 2004 a receita cambial caiu acentuadamente.Pode-se observar que, desde 2001, mesmo com a reação positiva dos preços a partir de 2005, o preço do café verde exportado permaneceu abaixo do custo de produção, apurando-se um resultado negativo total de R$ 2,3 bilhões. Fonte: Confederação Nacional da Comércio Custo de produção : Árabica tipo 6 produtividade 20 sacas/ha 21

23 O Brasil exportou de 1999 a 2006 uma media de 22 milhões de sacas. Com a crise dos preços internacionais nos anos de 2001 a 2004 a receita cambial caiu acentuadamente. Pode-se observar que desde 2001, mesmo com a reação positiva dos preços a partir de 2005, o preço do café verde exportado permaneceram abaixo do custo de produção, apurando-se um resultado negativo total de R$ 2,3 bilhões. 22

24 EXPORTAÇÕES DE CAFÉ VERDE RELAÇÕES ENTRE PREÇO EXPORTADO / CUSTO DE PRODUÇÃO O Brasil exportou de 1999 a 2006 uma media de 22 milhões de sacas.Com a crise dos preços internacionais nos anos de 2001 a 2004 a receita cambial caiu acentuadamente.Pode-se observar que, desde 2001, mesmo com a reação positiva dos preços a partir de 2005, o preço do café verde exportado permaneceu abaixo do custo de produção, apurando-se um resultado negativo total de R$ 2,3 bilhões. Fonte: Confederação Nacional da Comércio Custo de produção : Árabica tipo 6 produtividade 20 sacas/ha 23

25 (8,4%) (6,6%) (6,8%) (3,9%) (5,1%) (3,2%) (4,7%) (5,9%) (6,2%) Evolução do Valor Bruto da Produção Cafeeira – em valores absolutos e relativos sobre o VBP agropecuário – Em R$ milhões Fonte: CNA/SUT - Série indicadores agropecuários. Conab e Cepea/esalq para safra e preço, respectivamente. 24

26 Evolução relativa do Valor Bruto Produção-café vis-à-vis o Valor Bruto Produção Agropecuário* * 1998=base 100 Fonte e Elaboração:CNA/SUT (%) Café VBP total 25

27 Análise Gráfica: Valor Bruto da Produção Cafeeira (VBP) em relação ao VBP Agregado. O gráfico anterior demonstra dois períodos de alavancagem do VBP agregado – (2000 a 2001) e (2002 a 2003). Nestes mesmos períodos, entretanto, o VBP/Café apresenta movimento diametralmente contrário, ou seja, nos principais períodos de crescimento agropecuário, a atividade cafeeira assistia a uma drástica queda nas cotações internacionais. 26

28 Evolução dos índices de preços recebidos pelas lavouras (IPR-lavouras) vis-à- vis índices de preços recebidos pelos produtores (IPR – café em coco) (Jan / 96 = 100) - jan 1996 a dez Fonte: FGV dados; Elaboração CNA/SUT Café (+114%) Lavouras (+ 171%) Café entra em crise em período de crescimento da economia agrícola 27

29 Análise comparativa: preço x custo de produção O ambiente micro: 28

30 Colheita:período de comercialização pelos produtores Evolução mensal dos preços (R$) internos de café arábica Fonte: Cepea/Esalq (R$) Meses 29

31 Breves comentários: Durante o período de colheita, que se estende de abril a setembro,os custos referentes à utilização de mão-de-obra traduzem-se em pressão de venda sobre os produtores. Em virtude do aumento da oferta interna, os produtores impossibilitados a carregar seus estoques até o entressafra, comercializam suas produções durante os meses que registram as piores cotações internas. O próximo gráfico ilustra o impacto da cafeicultura na absorção de empregos formais no setor primário. Apesar de considerar os empregos absorvidos por outras culturas – tais como cana e laranja -, observa-se uma expressiva alavancagem dos empregos a partir do mês de abril, início da colheita cafeeira. A partir de setembro, quando são colhidas as últimas sacas de café, observa-se um movimento de down-hill fall nas contratações no campo. Evolução mensal dos preços (R$) internos de café arábica 2003 – 2006 (Gráfico Anterior) 30

32 Fonte Caged – Ministério do Trabalho Saldo de empregos formais no setor agropecuário 31

33 Evolução das médias anuais de preços* – em R$ por saca de 60 Kg ( 1997 a 2006) * Preço médio relativo ao período de abril a setembro de cada ano (colheita) Fonte: Cepea / Esalq, a preços nominais (R$) 32

34 A alta volatilidade dos preços internacionais do café afeta diretamente o mercado interno, bem como prejudica as decisões de vendas dos produtores e a manutenção do ponto de equilibro da sua atividade. Fonte: Cooparaiso. Elaboração: CNA/SUT * Volatilidade foi calculada pelo Desvio Padrão (S) das preços médios mensais da Cooparaiso * Volatilidade dos preços pagos ao produtor – em R$/saca (R$) 33

35 Fonte: FGV / Elaboração CNA/CNC Baixa capacidade de pagamento Evolução (%) dos custos pagos com mão-de-obra e fertilizantes X preços recebidos pelos cafeicultores Formação do saldo inadimplente 34

36 Observa-se uma tendência de alta de preços a partir do ano de Entrentanto, a análise da evolução dos preços comparados com a evolução do custo registra: 1 - Ao longo dos últimos dez anos, registrou-se uma evolução da ordem de 69% do índice de preços recebidos pelos cafeicultores brasileiros; já o crescimento do custo de produção deu-se num ritmo muito acima da recuperação de preços. Neste mesmo período, os custos pagos por mão-de-obra e fertilizantes cresceram 125% e 130%, respectivamente. 2 - A desvalorização dos preços de café entre 2001 a 2004 traduziu-se na descapitalização e no endividamento setorial. Em 2005, o Projeto Conhecer da CNA, em consulta realizada a 570 cafeicultores, identificou que 14% dos entrevistados possuíam ao menos um contrato em inadimplência. Destes, 61% não haviam conseguido honrar operações alongadas ou securitizadas. Análise gráfica – evolução dos custos /preços 35

37 Análise do comportamento anual da renda: preço x custo 36

38 Nas tabelas a seguir foram feitas análise da renda do produtor utilizando o custo de produção calculado pela Embrapa Café para o ano de 2002 – (produtividade 20 sacas por hectare) ; e pelos custos de produção calculados pela CONAB para os anos de 2003, 2004, 2005 e (produtividade 25 sacas por hectare) Ao analisarmos a linha custo (vermelha) e a linha preço (azul) – com base nos custos de produção desenvolvidos pela Embrapa e Conab, a cafeicultura apurou prejuízo em 2002, 2003, equilíbrio em 2004, lucro em 2005 e Entretanto nas análises a seguir mostraremos que para calcular renda devemos considerar itens que compõem custo de produção não considerados nos cálculos da CONAB, e também a produtividade brasileira não é de 25 scs/há conforme premissa utilizada pela CONAB, e o preço recebido pelo produtor sofre oscilações conforme a qualidade da safra não sendo vendido em sua totalidade pelo preço ESALQ tipo 6 Análise de Renda 37

39 (R$) Custo de produção: R$196 – Embrapa Café Preço médio (abr –set ) Fonte: Cepea Esalq para preços, em valores nominais; Embrapa Café para custo de produção, estimado para uma produtividade de 20 sacas por hectare Análise Safra 2002: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção Em R$/saca 38

40 * Fonte:Cepea/Esalq para preços (R$); Conab para custo de produção (R$), estimado para uma produtividade de 25 sacas/ha, cultivo semi adensado, no município de Guaxupé - MG Preço médio (abr – set): R$ 169,62 Custo de produção R$171,85 Análise Safra 2003: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção Em R$/saca 39

41 Custo de produção: R$ 202,48 Preço médio ( abr – set): R$ 213,04 •Fonte:Cepea/Esalq para preços (R$); Conab para custo de produção (R$), estimado para uma produtividade de 25 sacas/ha, cultivo semi adensado, no município de Guaxupé - MG (R$) Análise Safra 2004: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção Em R$/saca 40

42 Preço médio (abr – set): R$ 283,62 Custo de produção: R$ 229,49 Análise Safra 2005: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção em R$/saca Fonte:Cepea/Esalq para preços nominais (R$); Conab para custo de produção (R$), estimado para uma produtividade de 25 sacas/ha, no município de Guaxupé - MG 41

43 Custo de Produção: R$ 209,77 Preço médio (abr-set): R$ 232,10 Fonte:Cepea/Esalq para preços nominais (R$); Conab para custo de produção (R$), estimado para uma produtividade de 25 sacas/ha, cultivo semi adensado no município de Guaxupé - MG (R$) Safra 2006: Evolução dos preços recebidos e custo total de produção – em R$/ saca (60 kg) 42

44 As avaliações de preços recebidos devem ponderar as diversas qualidades e respectivos deságios observados em uma colheita É importante ressalvar que o produtor não colhe somente cafés classificados como tipo 6. No Sul de Minas, por exemplo, os produtores colheram, em média, 52% de cafés classificados como tipo 6 ao longo dos últimos anos. Às demais qualidades, aplicam-se deságios no preço pago, conforme demonstrado no quadro seguinte. Assim, no cálculo de renda do produtor, deve-se considerar o preço ponderado. Os custos utilizados foram calculados a partir uma produtividade de 20 sacas por hectare. Entretanto, deve-se ressaltar que a produtividade brasileira nos últimos nove anos ficou abaixo desse valor. Amostragem extraída no Sul de Minas, revela que a produtividade média dos últimos 8 anos ficou abaixo de 16 sacas/ha. Entretanto o calculo do custo de produção realizado pela Conab baseia-se numa produtividade de 25 sacas/ha. Análise de Renda: Considerando Preço ponderado do café e a produtividade. 43

45 Fonte: Cepea/Esalq para média anual de preços; Cooparaíso para média ponderada pela qualidade e volume dos cafés produzidos na região; Cooparaíso para custo de produção total, calculado para uma produtividade de 30 sacos/ha ( R$/saca) Análise Comparativa: custo de produção,indicador de preço calculado pelo Cepea-Esalq e preço ponderado pela qualidade e volume dos cafés entregues à Cooparaíso a 2006, médias anuais expressas em valores nominais - Entre 2002 e o primeiro trimestre de 2005: preços ponderados abaixo do custo de produção 44

46 Fonte: Cooparaiso R$ 100,201,2%R$ 98,501,4%R$ 89,301,7%R$ 110,902,7%R$ 90,101,9%R$ 99,603,4% Residuos R$ 120,305,4%R$ 110,206,9%R$ 94,508,2%R$ 125,6010,3%R$ 96,708,1%R$ 105,709,7% Rio e riados R$ 147,6043,0%R$ 158,0538,5%R$ 142,3038,7%R$ 192,2145,9%R$ 112,3038,6%R$ 123,5548,3% Derriçados tipo 7 e piores R$ 161,7250,4%R$ 178,6253,2%R$ 160,8151,4%R$ 206,2541,1%R$ 125,9451,4%R$ 138,5138,6% Cafes tipo 6 e melhores Médio% Prod.Médio% Prod.Médio% Prod.Médio% Prod.Médio% Prod.Médio% Prod Residuos Rio e riados Derriçados tipo 7 e piores Cafes tipo 6 e melhores R$ 185,000,8%R$ 130,880,8%R$ 133,250,9%R$ 105,000,8%R$ 90,001,0%R$ 81,631,3% R$ 205,103,1%R$ 165,805,9%R$ 142,805,2%R$ 125,002,3%R$ 96,003,0%R$ 87,075,6% R$ 228,3035,9%R$ 245,8035,8%R$ 195,2241,3%R$ 155,0038,3%R$ 112,0039,3%R$ 101,5834,8% R$ 246,1060,2%R$ 275,3757,5%R$ 213,3752,6%R$ 171,1658,6%R$ 126,5756,7%R$ 114,8058,3% Médio% Prod.Médio% Prod.Médio% Prod.Médio% Prod.Médio% Prod.Médio% Prod Preços Ponderados Análise da Qualidade dos Cafés Produzidos (9,04) (13,76) (13,82) (17,33) (8,31) (11,73) Diferença para o tipo 6 R$ 152,67100,0%R$ 164,86100,0% R$ 146,99100,0%R$ 188,93100,0%R$ 117,62100,0%R$ 126,78100,0% Médias antes dos impostos Diferença para o tipo 6 Média antes dos impostos (8,15) (18,21) (11,89) (7,78) (7,01) (6,58) R$ 237,95100,0%R$ 257,16100,0%R$ 201,48100,0%R$ 163,38100,0%R$ 119,56100,0%R$ 108,21100,0% 45

47 25 sacas/ ha – produtividade considerada pela Conab 15,75 sacas/ha* Fonte: Cooparaiso Elaboração: CNA/SUT * Média de produtividade registrada na região de captação da Cooparaiso, entre 1999 a /2008 – Projeção/Cooparaiso Evolução da produtividade média dos cafeicultores na área de atuação da Cooparaiso em relação à produtividade considerada pela Conab – sacas/hectare 46

48 TABELAS: ANÁLISE DA RENDA Nova análise de renda com custo de produção das cooperativas: COOPARAISO e COOXUPÉ – produtividade de 20 sacas por ha comparada a CONAB 47

49 48

50 49

51 50

52 51

53 52

54 53

55 54

56 55

57 LEILÕES DE CAFÉ 56

58 INDICADORES DA CAFEICULTURA BRASILEIRA 1996 a

59 PROGRAMAS DE OPÇÕES 58

60 59

61 60

62 PROPOSTA DO SETOR 61

63 62 Informações Relevantes: Agenda de Ações desenvolvidas: -26/03/2007 – Audiência pública na Assembléia Legislativa de Minas Gerais – com mobilização e presença maciça de lideranças e produtores diante da gravidade dos problemas enfrentados pela cafeicultura -03/04/2007 – Audiência com o Ministro da Agricultura Reinhold Stephanes, para apresentação e nivelamento dos problemas e informações da cafeicultura. -03/03/2007 – Audiência com o Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, apresentado justificativa e defesa técnica para conhecimento e aceitação dos pleitos da cafeicultura -17/04/2007 – Audiência com Ministro de Estado das Relações Institucionais da Presidência da Republica Walfrido Mares Guia – -26/06/2007 – Café da manhã com Ministro da FAzenda – Guido Mantega -26/06/2007 – Reunião no Ministério da Agricultura com membros de Trabalho para tratar do endividamento rural 62

64 - Proposta Urgente para Cafeicultura - Agilização da Repactuação das dívidas alongadas no valor de R$ 920 milhões, dando o mesmo tratamento concedido as operações renegociadas no âmbito do PESA - Agilização dos estudos do grupo de trabalho formado pelo Min. Agricultura/Fazenda e Comissão da Agricultura da Câmara dos Deputados. Objetivo do Grupo: a)Melhorar a qualidade da interlocução, dando segurança as informações técnicas, sociais e políticas sobre o café e o Agronegócio. b) Aprofundar estudos – “cestas de seguros” – de Produção e Renda c)Estudos de políticas setoriais – Visando a utilização eficaz dos diversos instrumentos de política agrícola tais como LEC/ Pepro/Programa de Opções Públicas entre outros. d)Estudo liberação das garantias - Excessivamente altas dos Programas Securitização/Pesa e Recoop. e)Descontingenciamento orçamento do Funcafé f) Criação de um Fundo de Recebiveis do Agronegócio g) Criação Fundo Equalizador para Agronegócio h) Revisão Urgente - Adequação taxas de juros do Crédito Rural 63


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