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1.Origem, objecto, método ( 6 slides) 2.Desejo de Deus ( 9 slides) 3.Caminho de Deus para o homem ( 10 slides) 4.Etapas da Revelação ( 11 slides) 5.Razões.

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1 1.Origem, objecto, método ( 6 slides) 2.Desejo de Deus ( 9 slides) 3.Caminho de Deus para o homem ( 10 slides) 4.Etapas da Revelação ( 11 slides) 5.Razões para crer (13 slides) 6. Transmissão da Revelação ( 11 slides) 7. Fé, encontro com Deus ( 14 slides ) 8. Fé, projecto vital ( 10 slides) 9. Círculos de diálogo (19 slides) Aulas previstas: Teologia Fundamental Aula 7 Fé, encontro com Deus

2 1/6 Teologia Fundamental Revelação e fé são conceitos correlativos que se reclamam mutuamente.  Pela Revelação, Deus sai ao encontro dos homens, fala -lhes e convida-os a participar da sua natureza divina e a ser amigos e filhos seus.  Pela fé, o homem acolhe a palavra divina e responde ao convite de Deus.  Tal como Deus se entrega a ele, sem reservas, o crente entrega-se a Deus com todo o seu coração.

3 2/6 Teologia Fundamental  Quando vemos algo, chegamos directamente a uma verdade, por demonstração, intuição ou experimentação. Fala-se então de evidência intrínseca.  Crer, pelo contrário, significa um conhecimento a que chego indirectamente, por uma evidên- cia extrínseca. Só se pode crer o que não se vê.  Quem crê chega a conhecer aquilo que crê, mas não porque seja experi- mentável ou demonstrável para ele, mas porque o é para outra pessoa de quem se fia.  Distinguem-se duas formas de conhecer: o ver e o crer.

4 3/6 Teologia Fundamental  Em sentido estrito, crer é muito mais que opinar ou supor: é estar completamente convencido da verdade que não se vê. A fé é conhecer com certeza o que não se vê (exemplos na vida ordinária). a testemunha, aquele de quem me fio, deve ser fidedigna ; exijo também a credibilidade da mensagem (esta não deve contradizer os conhecimentos seguros que já foram alcançados). Quando creio, apoio-me noutro para chegar a uma verdade : 1 2

5 4/6 Teologia Fundamental  Não se pode crer em nenhum ser criado : nenhum está de tal modo por cima de outro para que possa constituir-se em autoridade de valor absoluto.  Só podemos crer em Deus. Em sentido menos radical, com as reservas próprias de cada caso, podemos crer em pessoas e ter nelas tanta confiança, que estamos seguros da verdade do seu testemunho. Quando se está disposto a crer noutro não só numa situação determinada, mas sempre, sem quaisquer limitações e condições de nenhum tipo, então crê-se em alguém.

6 5/6 Teologia Fundamental  Enquanto estivermos na terra, só podemos crer n’Ele. Conhecemo-lo mediante o testemunho de outro. II-II, q. 4, a. 8, ad 2 II-II, q. 4, a. 8, ad 2 : “Em iguais condições, ver é mais que ouvir. Mas se aquele pelo qual se sabe algo está muito acima do que se é capaz de ver por si só, neste caso ouvir é mais que ver ”.  A fé divina faz participar no conhecimento próprio e exclusivo de Deus : põe-nos em contacto com o saber de Deus.  Também no âmbito sobrenatural há um ver e um crer.  Depois desta vida, veremos Deus cara a cara.

7 6/6 Teologia Fundamental  Sabe que há um Criador do mundo, que Deus é Uno e Trino e que somos chamados a viver eternamente felizes com Ele no céu. O conhecimento mais ínfimo no plano sobrenatural transcende os conheci- mentos mais elevados que possamos alcançar no plano natural. Uma chispa da fé cristã é muito mais perfeita que todo o saber humano.  Um pobre homem que não sabe ler nem escrever, mas que crê em Deus, tem uma sabedoria mais completa que um catedrático ateu.

8 7/6 Teologia Fundamental  O acto de fé, ainda que razoável, em última instância, é “render” a razão: é radical. Chega até o mais profundo do homem e exige todas as suas forças.  No caso da fé sobrenatural, a testemunha que nos traz a mensagem é o próprio Jesus Cristo : é o único que “ viu ” Deus. A certeza da fé sobrenatural baseia-se na autoridade do mesmo Deus. Mas esta autoridade é, por sua vez, objecto de fé.  Jesus Cristo é uma testemunha verdadeira- mente excepcional e única : não se trata só de uma testemunha. Trata-se de crer que esta testemunha realmente é Deus. Para poder crer no que me diz, tenho que crer primeiro n’ Ele.

9 8/6  No caso da fé cristã, o papel da vontade é essencial. Por razoável que seja a Boa Nova de Jesus Cristo, não há nada que obrigue a crer nela. Como a inteligência jamais chega à evidência intrínseca face à qual não poderia resistir, a vontade deve tomar uma decisão autêntica. A fé não pode ser senão fruto da nossa liberdade. Teologia Fundamental  A nossa liberdade não só se expressa na decisão. Decidir é um acto secun- dário da vontade. O seu acto principal é o amor. O querer crer deve enten- der-se no sentido de amar. Creio porque amo. Cremos em Cristo porque o amamos. A fé é, em certo sentido, uma declaração de amor a Deus.

10 9/6 Teologia Fundamental  Creio porque quero, e quero porque amo. Mas porque é que amo ? Porque é que há pessoas que crêem e outras que querem crer, mas não podem?  A fé é, ao fim e ao cabo, correspondência ao amor, um encontro entre Deus e o homem.  A fé sobrenatural é um saber pessoal : eu sei que Deus é Pai porque o disse Cristo. Esta dimensão pessoal faz que o acto de fé seja sempre misterioso. Não podemos compreender as razões de nenhuma pessoa, nem as nossas, nem as dos outros.

11 10/6  A fé não vem de nós, é dom de Deus. Mt 11, 25 Mt 11, 25 : “Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e prudentes, e as revelaste aos pequenos” = Revelação interior, não exterior (a todos): é a aceitação das palavras de Cristo que é dom de Deus que recebem os que estão dispostos a acolhê-lo. Teologia Fundamental  II-II, q. 6, a. 1, ad 3  II-II, q. 6, a. 1, ad 3 : “O acto de crer, certamente, depende da vontade de quem crê; mas é necessário que a graça de Deus prepare a vontade do homem para que seja elevada às coisas que estão acima da sua natureza ”.

12 11/6 Teologia Fundamental Trata-se de uma iluminação interior, mediante a qual o conhecimento huma- no se põe em condições de perceber algo que não pode alcançar em virtude da sua própria força. Jo 6, 44 Jo 6, 44 : “Ninguém pode vir a mim se o Pai não o atrai”. As insinuações divinas produzem-se no mais íntimo do ser humano para suscitar uma resposta generosa. Logo que se “acende” esta luz, o homem recebe a graça da fé. Alcança uma certeza da verdade da Revelação maior do que as certezas huma- nas. 1 Jo 5, 9 1 Jo 5, 9 : “Se aceitamos o testemunho dos homens, maior é o testemunho de Deus ”. a b c

13 12/6 Teologia Fundamental  Em Cristo, Deus vem o encontro dos homens e n’ Ele têm os homens acesso a Deus. Por isto, Cristo é o centro da fé cristã, o núcleo que irradia a sua luz em todas as direcções e assinala o seu lugar às outras verdades reveladas. Assentimento do entendimento : creio que Deus existe e que se revelou a nós. Assentimento da vontade : creio em Deus, fio-me d’ Ele. Ajuda divina que torna possível o abando- no completo: creio em Deus. Segundo Santo Agostinho, o acto de fé consta de três elementos :  Jesus é o Messias enviado por Deus: “Debaixo do céu não nos foi dado Act 4, 12 outro nome que possa Salvar-nos ” ( Act 4, 12 )

14 13/6  Na origem da fé estão presentes a decisão do homem e o dom gratuito de Deus. Teologia Fundamental  A fé é encontro, comunicação e amizade com Deus em Cristo. Mediante ela, o homem é introduzido na intimidade divina. Então vivemos a vida de um filho de Deus : “sois filhos de Deus pela fé em Gal. 3, 26 Cristo Jesus” ( Gal. 3, 26 ).  A iniciativa da nossa salvação está sempre em Deus. É Ele que ama primeiro ; é Ele que procura o homem, muito antes de que o homem o procure a Ele.  Deus convida, não obriga : quer que homem responda com plena liberdade. Mas a nossa correspondência à graça já é graça.

15 14/6 Ficha técnica  Bibliografia  Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciação Teológica da Editorial Rialp (editados em português pela editora Diel)  Slides  Original em português europeu - disponível em inicteol.googlepages.com


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